Silício nos aspectos fisiológicos e produção de mudas de maracujazeiro amarelo sob salinidade hídrica
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Paraíba
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Agronomia
|
| Departamento: |
Ciências Fundamentais e Sociais
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/29606 |
Resumo: | O cultivo do maracujazeiro amarelo tem se destacado no setor de frutas tropicais, no entanto, seu rendimento pode ser prejudicado devido aos danos causados pela salinidade. Diante disto, é necessário apontar, técnicas que atenuem tais danos, como a adubação silicatada para mitigar os efeitos negativos do excesso de sais na água de irrigação. Neste sentido, esta pesquisa foi dividida em dois capítulos. O primeiro capítulo teve como objetivo avaliar o efeito de doses de silício em mitigar os efeitos da salinidade da água de irrigação na formação de mudas de maracujazeiro amarelo. No segundo, objetivou-se investigar o efeito de doses de silício na fisiologia de mudas de maracujazeiro amarelo sob estresse salino. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com cinco doses de silício (0; 29; 100; 171 e 200 mg dm-3) e cinco condutividades elétricas da água de irrigação (0,3; 0,9; 2,4; 3,9 e 4,5 dS m- 1), com quatro repetições, geradas da matriz Composto Central de Box. No primeiro capítulo foi observado que a dose de silício 40,3 mg dm-3 com a água de 1,0 dS m-1 proporcionou incremento de 1,5 % na área foliar em comparação a ausência de silício. O efeito do silício em aliviar o estresse salino é atribuído à diminuição drástica na concentração de Na+ na parte aérea de plantas estressadas por sal. A dose de silício 199,4 mg dm-3 atenua os feitos da salinidade da água de irrigação em mudas de maracujazeiro amarelo, permitindo o uso de água com salinidade de até 1,41 dS m -1. Para o segundo capítulo foi verificado valor máximo na eficiência fotoquímica máxima do fotossistema PSII (Fv/Fm) (0,77 elétrons quânticos -1) com a suplementação de 199,7 mg dm-3 de silício sob salinidade de 4,4 dS m-1, correspondendo a um incremento de 3,2% na Fv/Fm aos 60 DAE, sinalizando que o aparato fotossintético das mudas continuou intacto, ou seja, não apresentou danos por fotoinibição no centro de reação do fotossistema II, confirmando os efeitos benéficos do silício em atenuar os danos da salinidade em uma água com um alto nível de sais. A dose de silício de 199,6 mg dm-3 atenua a salinidade da água de irrigação de 4,4 dS m-1, permitido incremento de 5,2% na razão índice de clorofila a/b aos 60 DAE. |
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2024-02-22T19:25:21Z2022-03-302024-02-22T19:25:21Z2020-02-19https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/29606O cultivo do maracujazeiro amarelo tem se destacado no setor de frutas tropicais, no entanto, seu rendimento pode ser prejudicado devido aos danos causados pela salinidade. Diante disto, é necessário apontar, técnicas que atenuem tais danos, como a adubação silicatada para mitigar os efeitos negativos do excesso de sais na água de irrigação. Neste sentido, esta pesquisa foi dividida em dois capítulos. O primeiro capítulo teve como objetivo avaliar o efeito de doses de silício em mitigar os efeitos da salinidade da água de irrigação na formação de mudas de maracujazeiro amarelo. No segundo, objetivou-se investigar o efeito de doses de silício na fisiologia de mudas de maracujazeiro amarelo sob estresse salino. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com cinco doses de silício (0; 29; 100; 171 e 200 mg dm-3) e cinco condutividades elétricas da água de irrigação (0,3; 0,9; 2,4; 3,9 e 4,5 dS m- 1), com quatro repetições, geradas da matriz Composto Central de Box. No primeiro capítulo foi observado que a dose de silício 40,3 mg dm-3 com a água de 1,0 dS m-1 proporcionou incremento de 1,5 % na área foliar em comparação a ausência de silício. O efeito do silício em aliviar o estresse salino é atribuído à diminuição drástica na concentração de Na+ na parte aérea de plantas estressadas por sal. A dose de silício 199,4 mg dm-3 atenua os feitos da salinidade da água de irrigação em mudas de maracujazeiro amarelo, permitindo o uso de água com salinidade de até 1,41 dS m -1. Para o segundo capítulo foi verificado valor máximo na eficiência fotoquímica máxima do fotossistema PSII (Fv/Fm) (0,77 elétrons quânticos -1) com a suplementação de 199,7 mg dm-3 de silício sob salinidade de 4,4 dS m-1, correspondendo a um incremento de 3,2% na Fv/Fm aos 60 DAE, sinalizando que o aparato fotossintético das mudas continuou intacto, ou seja, não apresentou danos por fotoinibição no centro de reação do fotossistema II, confirmando os efeitos benéficos do silício em atenuar os danos da salinidade em uma água com um alto nível de sais. A dose de silício de 199,6 mg dm-3 atenua a salinidade da água de irrigação de 4,4 dS m-1, permitido incremento de 5,2% na razão índice de clorofila a/b aos 60 DAE.The cultivation of yellow passion fruit has stood out in the tropical fruit sector; however, its yield may be impaired due to the damage caused by salinity. In view of this, it is necessary to point out techniques that mitigate such damages, such as silicate fertilization to mitigate the negative effects of excess salts in irrigation water. In this sense, this research was divided into two chapters. The first chapter aimed to evaluate the effect of silicon doses on mitigating the effects of salinity of irrigation water on the formation of yellow passion fruit seedlings. In the second, the objective was to investigate silicon in the physiology of yellow passion fruit seedlings under salt stress. The experimental design was in randomized blocks, with five doses of silicon (0; 29; 100; 171 and 200 mg dm-3) and five electrical conductivities of irrigation water (0.3; 0.9; 2.4; 3.9 and 4.5 dS m-1), with four replications, generated from the Central Composite Box matrix. In the first chapter it was observed that the silicon dose 40.3 mg dm-3 with water of 1.0 dS m-1 provided an increase of 1.5 % in leaf area compared to the absence of silicon. The effect of silicon on relieving salt stress is attributed to the drastic decrease in na+ concentration in the aerial part of salt-stressed plants. The silicon dose 199.4 mg dm-3 attenuates those made of salinity of irrigation water in yellow passion fruit seedlings, allowing the use of water with salinity of up to 1.41 dS m-1. For the second chapter, the maximum value in the maximum photochemical efficiency of the PSII photosystem (Fv/Fm) (0.77 quantum electrons-1) was verified with the supplementation of 199.7 mg dm-3 silicon under salinity of 4.4 dS m-1, corresponding to an increase of 3.2% at Fv/Fm at 60 DAE, signaling that the photosynthetic apparatus of the seedlings remains intact, that is, they do not present damage by photoinhibition in the reaction center of photosystem II, confirming the beneficial effects of silicon in attenuating the damage of salinity in a water with a high level of salts. The silicon dose of 199.6 mg dm-3 attenuates the salinity of irrigation water of 4.4 dS m-1, allowing increase of 5.2% in the chlorophyll index ratio a/b at 60 DAE.Submitted by ALEKSANDRO ROCHA (aleks.rocha@gmail.com) on 2024-02-22T19:25:21Z No. of bitstreams: 1 FabianoSimplicioBezerra_Dissert.pdf: 2236300 bytes, checksum: e9ac363967f464035eec004379330d82 (MD5)Made available in DSpace on 2024-02-22T19:25:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 FabianoSimplicioBezerra_Dissert.pdf: 2236300 bytes, checksum: e9ac363967f464035eec004379330d82 (MD5) Previous issue date: 2020-02-19Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal da ParaíbaPrograma de Pós-Graduação em AgronomiaUFPBBrasilCiências Fundamentais e SociaisCNPQ::CIENCIAS AGRARIASPassiflora edulis SimsEstresse salinoEficiência fotoquímicaSilício nos aspectos fisiológicos e produção de mudas de maracujazeiro amarelo sob salinidade hídricainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisPereira, Walter Esfrain01280972645http://lattes.cnpq.br/2768224289814375Cavalcante, Lourival Ferreirahttp://lattes.cnpq.br/306544964757205709461543417http://lattes.cnpq.br/2027475739398826Bezerra, Fabiano Simplicioinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPBinstname:Universidade Federal da Paraíba (UFPB)instacron:UFPBTEXTFabianoSimplicioBezerra_Dissert.pdf.txtFabianoSimplicioBezerra_Dissert.pdf.txtExtracted texttext/plain140768https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/29606/4/FabianoSimplicioBezerra_Dissert.pdf.txtdd67a30d388fc8bf1460d6dd7b058a43MD54LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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O cultivo do maracujazeiro amarelo tem se destacado no setor de frutas tropicais, no entanto, seu rendimento pode ser prejudicado devido aos danos causados pela salinidade. Diante disto, é necessário apontar, técnicas que atenuem tais danos, como a adubação silicatada para mitigar os efeitos negativos do excesso de sais na água de irrigação. Neste sentido, esta pesquisa foi dividida em dois capítulos. O primeiro capítulo teve como objetivo avaliar o efeito de doses de silício em mitigar os efeitos da salinidade da água de irrigação na formação de mudas de maracujazeiro amarelo. No segundo, objetivou-se investigar o efeito de doses de silício na fisiologia de mudas de maracujazeiro amarelo sob estresse salino. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com cinco doses de silício (0; 29; 100; 171 e 200 mg dm-3) e cinco condutividades elétricas da água de irrigação (0,3; 0,9; 2,4; 3,9 e 4,5 dS m- 1), com quatro repetições, geradas da matriz Composto Central de Box. No primeiro capítulo foi observado que a dose de silício 40,3 mg dm-3 com a água de 1,0 dS m-1 proporcionou incremento de 1,5 % na área foliar em comparação a ausência de silício. O efeito do silício em aliviar o estresse salino é atribuído à diminuição drástica na concentração de Na+ na parte aérea de plantas estressadas por sal. A dose de silício 199,4 mg dm-3 atenua os feitos da salinidade da água de irrigação em mudas de maracujazeiro amarelo, permitindo o uso de água com salinidade de até 1,41 dS m -1. Para o segundo capítulo foi verificado valor máximo na eficiência fotoquímica máxima do fotossistema PSII (Fv/Fm) (0,77 elétrons quânticos -1) com a suplementação de 199,7 mg dm-3 de silício sob salinidade de 4,4 dS m-1, correspondendo a um incremento de 3,2% na Fv/Fm aos 60 DAE, sinalizando que o aparato fotossintético das mudas continuou intacto, ou seja, não apresentou danos por fotoinibição no centro de reação do fotossistema II, confirmando os efeitos benéficos do silício em atenuar os danos da salinidade em uma água com um alto nível de sais. A dose de silício de 199,6 mg dm-3 atenua a salinidade da água de irrigação de 4,4 dS m-1, permitido incremento de 5,2% na razão índice de clorofila a/b aos 60 DAE. |
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