Imobilização de heparina em membranas de óxido de alumínio anódico revestidas com polianilina como matriz de afinidade para purificação de antitrombina
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12233 |
Resumo: | Antitrombina (AT) é uma serpina que está envolvida na regulação da coagulação sanguínea através da inibição de enzimas pró-coagulativas. A heparina é um ativador alostérico da AT que se liga a ela e causa uma mudança conformacional no sítio reativo, o que faz aumentar sua ação anticoagulante. Sendo assim, a fim de obter AT purificada através de separação por afinidade, este trabalho propôs imobilizar heparina utilizando a sua propriedade de se ligar à AT. O suporte para imobilização foram as membranas nanoporosas de óxido de alumínio anódico (AAO), adquiridas da Whatman®. Estas foram tratadas com solução de permanganato de potássio a 0,1 M, 50 ºC por 12 horas e revestidas com polianilina (PANI) a 0,5 M por 2 horas. Posteriormente, uma solução de heparina de 3 mg/mL foi imobilizada ao suporte por 12 horas a 25 ºC e então foi determinada a quantidade de heparina fixada à membrana. O suporte foi incubado com plasma humano por 1 hora à 4 ºC. A remoção das proteínas ligadas ao suporte foi realizada mediante aumento da força iônica, utilizando soluções de NaCl 0,5 M, 1,0 M, 1,5 M e 2,0 M tipo stepwise. Em seguida, os eluatos foram submetidos à eletroforese (SDS-PAGE), segundo metodologia de Laemmli (1970). O percentual da quantidade de heparina imobilizada foi 53,04 % do total ofertado. O tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa) e a dosagem da atividade da antitrombina constataram a presença de antitrombina nos eluatos, a qual começa a dissociar da membrana após concentração de sal de 1,5 M. A presença de AT complexada à membrana foi confirmado pela eletroforese. Os resultados obtidos neste estudo sugerem que este novo modelo de imobilização de heparina pode ser aplicado nas áreas de purificação de proteínas e biomateriais. |
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VIEIRA, RenataCARVALHO JUNIOR, Luiz Bezerra de2015-03-12T18:12:58Z2015-03-12T18:12:58Z2013-01-31https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12233Antitrombina (AT) é uma serpina que está envolvida na regulação da coagulação sanguínea através da inibição de enzimas pró-coagulativas. A heparina é um ativador alostérico da AT que se liga a ela e causa uma mudança conformacional no sítio reativo, o que faz aumentar sua ação anticoagulante. Sendo assim, a fim de obter AT purificada através de separação por afinidade, este trabalho propôs imobilizar heparina utilizando a sua propriedade de se ligar à AT. O suporte para imobilização foram as membranas nanoporosas de óxido de alumínio anódico (AAO), adquiridas da Whatman®. Estas foram tratadas com solução de permanganato de potássio a 0,1 M, 50 ºC por 12 horas e revestidas com polianilina (PANI) a 0,5 M por 2 horas. Posteriormente, uma solução de heparina de 3 mg/mL foi imobilizada ao suporte por 12 horas a 25 ºC e então foi determinada a quantidade de heparina fixada à membrana. O suporte foi incubado com plasma humano por 1 hora à 4 ºC. A remoção das proteínas ligadas ao suporte foi realizada mediante aumento da força iônica, utilizando soluções de NaCl 0,5 M, 1,0 M, 1,5 M e 2,0 M tipo stepwise. Em seguida, os eluatos foram submetidos à eletroforese (SDS-PAGE), segundo metodologia de Laemmli (1970). O percentual da quantidade de heparina imobilizada foi 53,04 % do total ofertado. O tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa) e a dosagem da atividade da antitrombina constataram a presença de antitrombina nos eluatos, a qual começa a dissociar da membrana após concentração de sal de 1,5 M. A presença de AT complexada à membrana foi confirmado pela eletroforese. 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