Estudos sedimentológico, morfológico e hidrodinâmico do Canal de Santa Cruz PE

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Silva, Lucimary Albuquerque da
Orientador(a): Valença, Lúcia Maria Mafra
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6266
Resumo: O Canal de Santa Cruz é um sistema estuarino com 22 Km de extensão, abrangendo uma área de 36,3 Km2, com duas conexões com o mar. Localiza-se no litoral norte pernambucano e separa a Ilha de Itamaracá do continente. Nele desembocam um conjunto de rios e riachos, sendo os principais os rios Itapessoca, Carrapicho, Botafogo e Igarassu. O ecossistema apresenta uma biota característica de manguezal que foi muito destruída pela ação antrópica, sobretudo através de desmatamento e pesca indiscriminada. Este trabalho objetivou o estudo sedimentológico, morfológico e hidrológico do Canal de Santa Cruz, afim de obter informações que possibilitem ações de gerenciamento para a proteção e seu aproveitamento adequado. Os métodos utilizados envolveram coleta e análise de amostras de sedimentos, batimetria e correntometria, para a caracterização da dinâmica estuarina da área. O estudo sedimentológico mostrou que os sedimentos do fundo do Canal são constituídos por areias moderadamente a bem selecionadas, arredondados a subarredondados, brilhantes e compostas, em sua maior proporção, por quartzo, além de bioclastos e fragmentos de rochas. Demonstram ainda dois padrões de deposição relacionados com a circulação hidrodinâmica e com a profundidade da área de estudo. O primeiro localizado nas duas conexões com o mar, com hidrodinâmica mais ativa e deposição de areia média a fina, profundidade média de 5 metros com máximo de 17 m, e o segundo nas proximidades da ponte de Presidente Vargas que liga a Itamaracá ao continente, com hidrodinâmica menos intensa e deposição de areia muito fina a lama e profundidade de até 4 metros. A correntometria indica padrões de circulação semelhantes no que se refere ao sentido da corrente, entre as duas aberturas do Canal - ao norte, Barra de Catuama, e ao sul, Barra Orange. A Barra de Catuama apresenta vazão duas vezes maior que a Barra Orange. Conclui-se que a profundidade do canal estudado interfere na circulação hidráulica de modo a determinar os dois padrões de sedimentação do local. Do mesmo modo, a ação antropogênica, principalmente através da exploração imobiliária, desmatamento, modificam o sistema como um todo. Com base neste estudo recomenda-se ação conjunta do governo e população para uma exploração sustentável do Canal
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Este trabalho objetivou o estudo sedimentológico, morfológico e hidrológico do Canal de Santa Cruz, afim de obter informações que possibilitem ações de gerenciamento para a proteção e seu aproveitamento adequado. Os métodos utilizados envolveram coleta e análise de amostras de sedimentos, batimetria e correntometria, para a caracterização da dinâmica estuarina da área. O estudo sedimentológico mostrou que os sedimentos do fundo do Canal são constituídos por areias moderadamente a bem selecionadas, arredondados a subarredondados, brilhantes e compostas, em sua maior proporção, por quartzo, além de bioclastos e fragmentos de rochas. Demonstram ainda dois padrões de deposição relacionados com a circulação hidrodinâmica e com a profundidade da área de estudo. O primeiro localizado nas duas conexões com o mar, com hidrodinâmica mais ativa e deposição de areia média a fina, profundidade média de 5 metros com máximo de 17 m, e o segundo nas proximidades da ponte de Presidente Vargas que liga a Itamaracá ao continente, com hidrodinâmica menos intensa e deposição de areia muito fina a lama e profundidade de até 4 metros. A correntometria indica padrões de circulação semelhantes no que se refere ao sentido da corrente, entre as duas aberturas do Canal - ao norte, Barra de Catuama, e ao sul, Barra Orange. A Barra de Catuama apresenta vazão duas vezes maior que a Barra Orange. Conclui-se que a profundidade do canal estudado interfere na circulação hidráulica de modo a determinar os dois padrões de sedimentação do local. Do mesmo modo, a ação antropogênica, principalmente através da exploração imobiliária, desmatamento, modificam o sistema como um todo. Com base neste estudo recomenda-se ação conjunta do governo e população para uma exploração sustentável do CanalCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessSedimentologiaComposiçãoHidrologiaBatimetriaCorrentometriaCanal de Santa CruzEstudos sedimentológico, morfológico e hidrodinâmico do Canal de Santa Cruz PEinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALarquivo3926_1.pdfapplication/pdf7718049https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/6266/1/arquivo3926_1.pdf5b80e3081690b02101cd0a6d40f53949MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/6266/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo3926_1.pdf.txtarquivo3926_1.pdf.txtExtracted texttext/plain157630https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/6266/3/arquivo3926_1.pdf.txtef3089f42a125145e047dc974f16ff14MD53THUMBNAILarquivo3926_1.pdf.jpgarquivo3926_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1210https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/6266/4/arquivo3926_1.pdf.jpg3426c5fd092112d5b7a9de3b57d0e658MD54123456789/62662019-10-25 02:32:34.083oai:repositorio.ufpe.br:123456789/6266Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T05:32:34Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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