Atividade antifúngica da quitosana na expansão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada
| Ano de defesa: | 2013 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/64986/0013000010pxw |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12679 |
Resumo: | Características inerentes à goiaba favorece o ataque de fungos fitopatogênicos reduzindo sua vida pós-colheita. O uso de substâncias naturais protetoras é crescente, destacando-se a quitosana. Com o objetivo de verificar a atividade antifúngica da quitosana na extensão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada, testou-se os fungos: Colletotrichum gloeosporiodes. Foi determinada a Concentração Inibitória Mínima (CIM), Concentração Fungicida Mínima (CFM), a inibição do crescimento micelial radial e alterações na morfogênese induzidas pela quitosana. Paralelamente, foram determinados os teores de sólidos solúveis totais, acidez titulável, pH, vitamina C, açúcares totais, cor, perda de massa fresca e realizada análise sensorial. Microbiologicamente, foi ensaiada a contagem de bolores e leveduras, Salmonella e Coliformes. Todas as cepas demonstraram sensibilidade a quitosana apresentando CIM de 5 mg/mL e CFM de 10 mg/mL. Colletrotrichum gloeosporioides apresentou inibição do crescimento micelial radial de 87% após 72 horas frente a 5,0 mg/mL do polímero. Com relação à vida de prateleira, as maiores diferenças nos parâmetros físico-químicos relacionaram-se com a temperatura de armazenamento, em concordância com os ensaios da contagem de bolores e leveduras, nos quais houve um retardo no crescimento fúngico visível até o sexto dia, enquanto apenas três dias nos frutos controle. Sensorialmente, observaram-se médias semelhantes independentes do tratamento, exceto nos últimos dias de armazenamento. Os resultados obtidos demonstraram o potencial fungicida da quitosana, a sua aceitação como cobertura comestível e o aumento de vida de prateleira de goiaba minimamente processada recoberta com o polímero. |
| id |
UFPE_0b5b7f28ca5744563a355158d54a11e8 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufpe.br:123456789/12679 |
| network_acronym_str |
UFPE |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Nascimento, Júlia Idalice Gois doStamford, Tânia Lúcia Montenegro Stamford, Thayza Christina Montenegro 2015-03-18T13:59:41Z2015-03-18T13:59:41Z2013-02-26https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12679ark:/64986/0013000010pxwCaracterísticas inerentes à goiaba favorece o ataque de fungos fitopatogênicos reduzindo sua vida pós-colheita. O uso de substâncias naturais protetoras é crescente, destacando-se a quitosana. Com o objetivo de verificar a atividade antifúngica da quitosana na extensão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada, testou-se os fungos: Colletotrichum gloeosporiodes. Foi determinada a Concentração Inibitória Mínima (CIM), Concentração Fungicida Mínima (CFM), a inibição do crescimento micelial radial e alterações na morfogênese induzidas pela quitosana. Paralelamente, foram determinados os teores de sólidos solúveis totais, acidez titulável, pH, vitamina C, açúcares totais, cor, perda de massa fresca e realizada análise sensorial. Microbiologicamente, foi ensaiada a contagem de bolores e leveduras, Salmonella e Coliformes. Todas as cepas demonstraram sensibilidade a quitosana apresentando CIM de 5 mg/mL e CFM de 10 mg/mL. Colletrotrichum gloeosporioides apresentou inibição do crescimento micelial radial de 87% após 72 horas frente a 5,0 mg/mL do polímero. Com relação à vida de prateleira, as maiores diferenças nos parâmetros físico-químicos relacionaram-se com a temperatura de armazenamento, em concordância com os ensaios da contagem de bolores e leveduras, nos quais houve um retardo no crescimento fúngico visível até o sexto dia, enquanto apenas três dias nos frutos controle. Sensorialmente, observaram-se médias semelhantes independentes do tratamento, exceto nos últimos dias de armazenamento. Os resultados obtidos demonstraram o potencial fungicida da quitosana, a sua aceitação como cobertura comestível e o aumento de vida de prateleira de goiaba minimamente processada recoberta com o polímero.porUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessGoiabaFungos filamentososQuitosanaAtividade antifúngica da quitosana na expansão da vida de prateleira de goiaba minimamente processadainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDISSERTAÇÃO JULIA IDALICE DO NASCIMENTO.pdf.jpgDISSERTAÇÃO JULIA IDALICE DO NASCIMENTO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1180https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12679/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20JULIA%20IDALICE%20DO%20NASCIMENTO.pdf.jpg8495a14be11c6fd4345efc46369888cdMD55ORIGINALDISSERTAÇÃO JULIA IDALICE DO NASCIMENTO.pdfDISSERTAÇÃO JULIA IDALICE DO NASCIMENTO.pdfapplication/pdf954193https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12679/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20JULIA%20IDALICE%20DO%20NASCIMENTO.pdfa394ee36778f183ec2daea2711b10d95MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-81232https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12679/2/license_rdf66e71c371cc565284e70f40736c94386MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82311https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12679/3/license.txt4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08MD53TEXTDISSERTAÇÃO JULIA IDALICE DO NASCIMENTO.pdf.txtDISSERTAÇÃO JULIA IDALICE DO NASCIMENTO.pdf.txtExtracted texttext/plain129066https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12679/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20JULIA%20IDALICE%20DO%20NASCIMENTO.pdf.txtc784ff989f5307f3bb8a2122c0d1607eMD54123456789/126792019-10-25 17:37:47.557oai:repositorio.ufpe.br:123456789/12679TGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKClRvZG8gZGVwb3NpdGFudGUgZGUgbWF0ZXJpYWwgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgKFJJKSBkZXZlIGNvbmNlZGVyLCDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIChVRlBFKSwgdW1hIExpY2Vuw6dhIGRlIERpc3RyaWJ1acOnw6NvIE7Do28gRXhjbHVzaXZhIHBhcmEgbWFudGVyIGUgdG9ybmFyIGFjZXNzw612ZWlzIG9zIHNldXMgZG9jdW1lbnRvcywgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBuZXN0ZSByZXBvc2l0w7NyaW8uCgpDb20gYSBjb25jZXNzw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIG7Do28gZXhjbHVzaXZhLCBvIGRlcG9zaXRhbnRlIG1hbnTDqW0gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IuCl9fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fXwoKTGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKCkFvIGNvbmNvcmRhciBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSBlIGFjZWl0w6EtbGEsIHZvY8OqIChhdXRvciBvdSBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpOgoKYSkgRGVjbGFyYSBxdWUgY29uaGVjZSBhIHBvbMOtdGljYSBkZSBjb3B5cmlnaHQgZGEgZWRpdG9yYSBkbyBzZXUgZG9jdW1lbnRvOwpiKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGUgYWNlaXRhIGFzIERpcmV0cml6ZXMgcGFyYSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGUEU7CmMpIENvbmNlZGUgw6AgVUZQRSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgYXJxdWl2YXIsIHJlcHJvZHV6aXIsIGNvbnZlcnRlciAoY29tbyBkZWZpbmlkbyBhIHNlZ3VpciksIGNvbXVuaWNhciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIsIG5vIFJJLCBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0KSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgb3UgcG9yIG91dHJvIG1laW87CmQpIERlY2xhcmEgcXVlIGF1dG9yaXphIGEgVUZQRSBhIGFycXVpdmFyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8gZSBjb252ZXJ0w6otbG8sIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbywgcGFyYSBxdWFscXVlciBmb3JtYXRvIGRlIGZpY2hlaXJvLCBtZWlvIG91IHN1cG9ydGUsIHBhcmEgZWZlaXRvcyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIChiYWNrdXApIGUgYWNlc3NvOwplKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gw6kgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBhIHRlcmNlaXJvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2Ugb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgb3V0cmEgcGVzc29hIG91IGVudGlkYWRlOwpmKSBEZWNsYXJhIHF1ZSwgbm8gY2FzbyBkbyBkb2N1bWVudG8gc3VibWV0aWRvIGNvbnRlciBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG7Do28gZGV0w6ltIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlCmF1dG9yLCBvYnRldmUgYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcmVzcGVjdGl2byBkZXRlbnRvciBkZXNzZXMgZGlyZWl0b3MgcGFyYSBjZWRlciDDoApVRlBFIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgTGljZW7Dp2EgZSBhdXRvcml6YXIgYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgYSB1dGlsaXrDoS1sb3MgbGVnYWxtZW50ZS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGN1am9zIGRpcmVpdG9zIHPDo28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZTsKZykgU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVRlBFLMKgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgpBIFVGUEUgaWRlbnRpZmljYXLDoSBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBhdXRvciAoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRvIHByZXZpc3RvIG5hIGFsw61uZWEgYykuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T20:37:47Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Atividade antifúngica da quitosana na expansão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada |
| title |
Atividade antifúngica da quitosana na expansão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada |
| spellingShingle |
Atividade antifúngica da quitosana na expansão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada Nascimento, Júlia Idalice Gois do Goiaba Fungos filamentosos Quitosana |
| title_short |
Atividade antifúngica da quitosana na expansão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada |
| title_full |
Atividade antifúngica da quitosana na expansão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada |
| title_fullStr |
Atividade antifúngica da quitosana na expansão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada |
| title_full_unstemmed |
Atividade antifúngica da quitosana na expansão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada |
| title_sort |
Atividade antifúngica da quitosana na expansão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada |
| author |
Nascimento, Júlia Idalice Gois do |
| author_facet |
Nascimento, Júlia Idalice Gois do |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Nascimento, Júlia Idalice Gois do |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Stamford, Tânia Lúcia Montenegro |
| dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv |
Stamford, Thayza Christina Montenegro |
| contributor_str_mv |
Stamford, Tânia Lúcia Montenegro Stamford, Thayza Christina Montenegro |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Goiaba Fungos filamentosos Quitosana |
| topic |
Goiaba Fungos filamentosos Quitosana |
| description |
Características inerentes à goiaba favorece o ataque de fungos fitopatogênicos reduzindo sua vida pós-colheita. O uso de substâncias naturais protetoras é crescente, destacando-se a quitosana. Com o objetivo de verificar a atividade antifúngica da quitosana na extensão da vida de prateleira de goiaba minimamente processada, testou-se os fungos: Colletotrichum gloeosporiodes. Foi determinada a Concentração Inibitória Mínima (CIM), Concentração Fungicida Mínima (CFM), a inibição do crescimento micelial radial e alterações na morfogênese induzidas pela quitosana. Paralelamente, foram determinados os teores de sólidos solúveis totais, acidez titulável, pH, vitamina C, açúcares totais, cor, perda de massa fresca e realizada análise sensorial. Microbiologicamente, foi ensaiada a contagem de bolores e leveduras, Salmonella e Coliformes. Todas as cepas demonstraram sensibilidade a quitosana apresentando CIM de 5 mg/mL e CFM de 10 mg/mL. Colletrotrichum gloeosporioides apresentou inibição do crescimento micelial radial de 87% após 72 horas frente a 5,0 mg/mL do polímero. Com relação à vida de prateleira, as maiores diferenças nos parâmetros físico-químicos relacionaram-se com a temperatura de armazenamento, em concordância com os ensaios da contagem de bolores e leveduras, nos quais houve um retardo no crescimento fúngico visível até o sexto dia, enquanto apenas três dias nos frutos controle. Sensorialmente, observaram-se médias semelhantes independentes do tratamento, exceto nos últimos dias de armazenamento. Os resultados obtidos demonstraram o potencial fungicida da quitosana, a sua aceitação como cobertura comestível e o aumento de vida de prateleira de goiaba minimamente processada recoberta com o polímero. |
| publishDate |
2013 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2013-02-26 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2015-03-18T13:59:41Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2015-03-18T13:59:41Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12679 |
| dc.identifier.dark.fl_str_mv |
ark:/64986/0013000010pxw |
| url |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12679 |
| identifier_str_mv |
ark:/64986/0013000010pxw |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFPE instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) instacron:UFPE |
| instname_str |
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| instacron_str |
UFPE |
| institution |
UFPE |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| collection |
Repositório Institucional da UFPE |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12679/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20JULIA%20IDALICE%20DO%20NASCIMENTO.pdf.jpg https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12679/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20JULIA%20IDALICE%20DO%20NASCIMENTO.pdf https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12679/2/license_rdf https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12679/3/license.txt https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12679/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20JULIA%20IDALICE%20DO%20NASCIMENTO.pdf.txt |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
8495a14be11c6fd4345efc46369888cd a394ee36778f183ec2daea2711b10d95 66e71c371cc565284e70f40736c94386 4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08 c784ff989f5307f3bb8a2122c0d1607e |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| repository.mail.fl_str_mv |
attena@ufpe.br |
| _version_ |
1866186622823825408 |