Avaliação eletroquímica da afinidade entre a opuntia ficus indica e metais pesados (cádmio, chumbo, mercúrio e o níquel)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: SILVA, Karla Beatriz Oliveira da
Orientador(a): AREIAS, Madalena Carneiro da Cunha
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Quimica
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/43332
Resumo: Com o intuito de utilizar biopolímeros naturais e biodegradáveis no tratamento de águas contaminadas, foi estudado o emprego de cacto (Opuntia ficus indica) na extração de metais pesados (Pb2+, Cd2+, Hg2+ e Ni2+) do meio aquoso. Para isso foi obtido o extrato desse cacto, que foi caracterizado por FTIR, TGA e EDS. A análise da afinidade entre a Opuntia e os metais foi realizada por meio de técnicas eletroquímicas, como voltametria cíclica e de redissolução anódica, que nos forneceram parâmetros como a corrente de pico anódica e a carga envolvida nos processos, permitindo estimar da quantidade de metal removida quando estão isolados ou em conjunto no mesmo meio. Também foram avaliados o tempo de contato entre o extrato da Opuntia e a solução metálica, a concentração do extrato e o pH da solução por meio de um planejamento fatorial de modelo quadrático 23, onde utilizamos como parâmetro a corrente de pico anódica do voltamograma cíclico. Como principais resultados foi observado que o extrato da Opuntia suporta temperaturas próximas 600 °C, pois a partir da análise termogravimétrica foi visto que nesta temperatura 37% do extrato não se degradou. Já na análise do EDS observou-se a presença de traços de Pb2+ e Cd2+ no extrato, após duas horas de imersão na solução metálica. Em relação as técnicas eletroquímicas, por voltametria cíclica foi observado a formação de complexo entre o extrato e os metais, por meio do deslocamento dos picos redox. E por redissolução anódica foi estimado, a partir da análise da carga, que a Opuntia remove 48%, 23%, 25% e 93% do Pb2+, Cd2+, Hg2+ e Ni2+ quando estão isolados, respectivamente, e 26%, 22% e 52% para o Pb2+, Cd2+ e Ni2+, respectivamente, e um aumento de 12% para o Hg2+ quando estão em conjunto no mesmo meio, ambos os sistemas foram avaliados após uma hora de contato com o extrato e solução contendo 1 mmol L-1 dos íons em 0,1 mol L-1 de HCl. Já utilizando a corrente de pico anódica a remoção foi equivalente à 91%, 99% e 33% para o Pb2+, Cd2+ e Hg2+, respectivamente, porém em relação ao Ni2+ não foi possível quantificar devido ausência de picos característicos deste metal. Nesta análise foi utilizado o tempo de contato de duas horas e a concentração dos metais foi de 10-5 mol L-1. Quanto ao planejamento foi observado que o tempo de contato e a concentração da Opuntia são mais efetivos na remoção dos metais.
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A análise da afinidade entre a Opuntia e os metais foi realizada por meio de técnicas eletroquímicas, como voltametria cíclica e de redissolução anódica, que nos forneceram parâmetros como a corrente de pico anódica e a carga envolvida nos processos, permitindo estimar da quantidade de metal removida quando estão isolados ou em conjunto no mesmo meio. Também foram avaliados o tempo de contato entre o extrato da Opuntia e a solução metálica, a concentração do extrato e o pH da solução por meio de um planejamento fatorial de modelo quadrático 23, onde utilizamos como parâmetro a corrente de pico anódica do voltamograma cíclico. Como principais resultados foi observado que o extrato da Opuntia suporta temperaturas próximas 600 °C, pois a partir da análise termogravimétrica foi visto que nesta temperatura 37% do extrato não se degradou. Já na análise do EDS observou-se a presença de traços de Pb2+ e Cd2+ no extrato, após duas horas de imersão na solução metálica. Em relação as técnicas eletroquímicas, por voltametria cíclica foi observado a formação de complexo entre o extrato e os metais, por meio do deslocamento dos picos redox. E por redissolução anódica foi estimado, a partir da análise da carga, que a Opuntia remove 48%, 23%, 25% e 93% do Pb2+, Cd2+, Hg2+ e Ni2+ quando estão isolados, respectivamente, e 26%, 22% e 52% para o Pb2+, Cd2+ e Ni2+, respectivamente, e um aumento de 12% para o Hg2+ quando estão em conjunto no mesmo meio, ambos os sistemas foram avaliados após uma hora de contato com o extrato e solução contendo 1 mmol L-1 dos íons em 0,1 mol L-1 de HCl. Já utilizando a corrente de pico anódica a remoção foi equivalente à 91%, 99% e 33% para o Pb2+, Cd2+ e Hg2+, respectivamente, porém em relação ao Ni2+ não foi possível quantificar devido ausência de picos característicos deste metal. Nesta análise foi utilizado o tempo de contato de duas horas e a concentração dos metais foi de 10-5 mol L-1. Quanto ao planejamento foi observado que o tempo de contato e a concentração da Opuntia são mais efetivos na remoção dos metais.CNPqIn order to use natural and biodegradable biopolymers in the treatment of contaminated water, the use of cactus (Opuntia ficus indica) in the extraction of heavy metals (Pb2+, Cd2+, Hg2+ and Ni2+) from the medium was studied. aqueous. For this, the extract of this cactus was created, which was modified by FTIR, TGA and EDS. The analysis of the affinity between Opuntia and the metals was performed using electrochemical techniques, such as cyclic voltammetry and anodic stripping, which provided us with parameters such as the anodic peak current and the charge involved in the processes, allowing us to estimate the amount of metal removed when they are isolated or together in the same environment. The contact time between the Opuntia extract and the metallic solution, the concentration of the extract and the pH of the solution were also evaluated through a factorial planning of a quadratic model 23, where we used the anodic peak current of the cyclic voltammogram as a parameter. As main results, it was observed that the Opuntia extract supports temperatures close to 600 °C, as from the thermogravimetric analysis it was seen that 37% of the extract did not degrade at this temperature. In the EDS analysis, the presence of traces of Pb2+ and Cd2+ was observed in the extract, after two hours of immersion in the metallic solution. Regarding the electrochemical techniques, by cyclic voltammetry it was observed the formation of a complex between the extract and the metals, through the displacement of the redox peaks. And by anodic stripping it was estimated, from the load analysis, that Opuntia removes 48%, 23%, 25% and 93% of Pb2+, Cd2+, Hg2+ and Ni2+ when isolated, respectively, and 26%, 22% and 52% for Pb2+, Cd2+ and Ni2+, respectively, and a 12% increase for Hg2+ when together in the same medium, both systems were evaluated after one hour of contact with the extract and solution containing 1 mmol L- 1 of the ions in 0.1 mol L-1 of HCl. Using the anodic peak current, the removal was equivalent to 91%, 99% and 33% for Pb2+, Cd2+ and Hg2+, respectively, but in relation to Ni2+ it was not possible to quantify due to the absence of characteristic peaks of this metal. In this analysis, the contact time of two hours was used and the concentration of metals was 10-5 mol L-1. As for planning, it was observed that the contact time and concentration of Opuntia are more effective in removing metals.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em QuimicaUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessFísico-químicaMetais pesadosCactosAvaliação eletroquímica da afinidade entre a opuntia ficus indica e metais pesados (cádmio, chumbo, mercúrio e o níquel)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPECC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/43332/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82142https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/43332/3/license.txt6928b9260b07fb2755249a5ca9903395MD53ORIGINALDISSERTAÇÃO Karla Beatriz Oliveira da Silva.pdfDISSERTAÇÃO Karla Beatriz Oliveira da Silva.pdfapplication/pdf3455596https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/43332/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Karla%20Beatriz%20Oliveira%20da%20Silva.pdf9bf13bd6eab9735af4c6444163d7ca9bMD51TEXTDISSERTAÇÃO Karla Beatriz Oliveira da Silva.pdf.txtDISSERTAÇÃO Karla Beatriz Oliveira da Silva.pdf.txtExtracted texttext/plain106741https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/43332/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Karla%20Beatriz%20Oliveira%20da%20Silva.pdf.txt3749b844a27f585b8e597da0b3ed2f8aMD54THUMBNAILDISSERTAÇÃO Karla Beatriz Oliveira da Silva.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Karla Beatriz Oliveira da Silva.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1239https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/43332/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Karla%20Beatriz%20Oliveira%20da%20Silva.pdf.jpgd3af6d403c7defbeed446531b7e7a37aMD55123456789/433322022-03-12 02:10:36.821oai:repositorio.ufpe.br:123456789/43332VGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyBwYXJhIFB1YmxpY2HDp8OjbyBkZSBEb2N1bWVudG9zIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUKIAoKRGVjbGFybyBlc3RhciBjaWVudGUgZGUgcXVlIGVzdGUgVGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyB0ZW0gbyBvYmpldGl2byBkZSBkaXZ1bGdhw6fDo28gZG9zIGRvY3VtZW50b3MgZGVwb3NpdGFkb3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRSBlIGRlY2xhcm8gcXVlOgoKSSAtICBvIGNvbnRlw7pkbyBkaXNwb25pYmlsaXphZG8gw6kgZGUgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBkZSBzdWEgYXV0b3JpYTsKCklJIC0gbyBjb250ZcO6ZG8gw6kgb3JpZ2luYWwsIGUgc2UgbyB0cmFiYWxobyBlL291IHBhbGF2cmFzIGRlIG91dHJhcyBwZXNzb2FzIGZvcmFtIHV0aWxpemFkb3MsIGVzdGFzIGZvcmFtIGRldmlkYW1lbnRlIHJlY29uaGVjaWRhczsKCklJSSAtIHF1YW5kbyB0cmF0YXItc2UgZGUgVHJhYmFsaG8gZGUgQ29uY2x1c8OjbyBkZSBDdXJzbywgRGlzc2VydGHDp8OjbyBvdSBUZXNlOiBvIGFycXVpdm8gZGVwb3NpdGFkbyBjb3JyZXNwb25kZSDDoCB2ZXJzw6NvIGZpbmFsIGRvIHRyYWJhbGhvOwoKSVYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIFRyYWJhbGhvIGRlIENvbmNsdXPDo28gZGUgQ3Vyc28sIERpc3NlcnRhw6fDo28gb3UgVGVzZTogZXN0b3UgY2llbnRlIGRlIHF1ZSBhIGFsdGVyYcOnw6NvIGRhIG1vZGFsaWRhZGUgZGUgYWNlc3NvIGFvIGRvY3VtZW50byBhcMOzcyBvIGRlcMOzc2l0byBlIGFudGVzIGRlIGZpbmRhciBvIHBlcsOtb2RvIGRlIGVtYmFyZ28sIHF1YW5kbyBmb3IgZXNjb2xoaWRvIGFjZXNzbyByZXN0cml0bywgc2Vyw6EgcGVybWl0aWRhIG1lZGlhbnRlIHNvbGljaXRhw6fDo28gZG8gKGEpIGF1dG9yIChhKSBhbyBTaXN0ZW1hIEludGVncmFkbyBkZSBCaWJsaW90ZWNhcyBkYSBVRlBFIChTSUIvVUZQRSkuCgogClBhcmEgdHJhYmFsaG9zIGVtIEFjZXNzbyBBYmVydG86CgpOYSBxdWFsaWRhZGUgZGUgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgYXV0b3IgcXVlIHJlY2FlbSBzb2JyZSBlc3RlIGRvY3VtZW50bywgZnVuZGFtZW50YWRvIG5hIExlaSBkZSBEaXJlaXRvIEF1dG9yYWwgbm8gOS42MTAsIGRlIDE5IGRlIGZldmVyZWlybyBkZSAxOTk4LCBhcnQuIDI5LCBpbmNpc28gSUlJLCBhdXRvcml6byBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFBlcm5hbWJ1Y28gYSBkaXNwb25pYmlsaXphciBncmF0dWl0YW1lbnRlLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHBhcmEgZmlucyBkZSBsZWl0dXJhLCBpbXByZXNzw6NvIGUvb3UgZG93bmxvYWQgKGFxdWlzacOnw6NvKSBhdHJhdsOpcyBkbyBzaXRlIGRvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUgbm8gZW5kZXJlw6dvIGh0dHA6Ly93d3cucmVwb3NpdG9yaW8udWZwZS5iciwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBkZSBkZXDDs3NpdG8uCgogClBhcmEgdHJhYmFsaG9zIGVtIEFjZXNzbyBSZXN0cml0bzoKCk5hIHF1YWxpZGFkZSBkZSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkZSBhdXRvciBxdWUgcmVjYWVtIHNvYnJlIGVzdGUgZG9jdW1lbnRvLCBmdW5kYW1lbnRhZG8gbmEgTGVpIGRlIERpcmVpdG8gQXV0b3JhbCBubyA5LjYxMCBkZSAxOSBkZSBmZXZlcmVpcm8gZGUgMTk5OCwgYXJ0LiAyOSwgaW5jaXNvIElJSSwgYXV0b3Jpem8gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgZ3JhdHVpdGFtZW50ZSwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBwYXJhIGZpbnMgZGUgbGVpdHVyYSwgaW1wcmVzc8OjbyBlL291IGRvd25sb2FkIChhcXVpc2nDp8OjbykgYXRyYXbDqXMgZG8gc2l0ZSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gRGlnaXRhbCBkYSBVRlBFIG5vIGVuZGVyZcOnbyBodHRwOi8vd3d3LnJlcG9zaXRvcmlvLnVmcGUuYnIsIHF1YW5kbyBmaW5kYXIgbyBwZXLDrW9kbyBkZSBlbWJhcmdvIGNvbmRpemVudGUgYW8gdGlwbyBkZSBkb2N1bWVudG8sIGNvbmZvcm1lIGluZGljYWRvIG5vIGNhbXBvIERhdGEgZGUgRW1iYXJnby4KRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212022-03-12T05:10:36Repositório Institucional da UFPE - 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