Perfil Fitoquímico, Toxicológico e Atividade Anti tumoral do Extrato Etanólico de Rhipsalis baccifera (J.S. Muell.) Stearn frente ao Sarcoma 180 em camundongos albinos Swiss (Mus musculus).
| Ano de defesa: | 2025 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Saúde Translacional
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/65961 |
Resumo: | Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer é uma das principais causas de morbimortalidade em nível global, sendo considerado um desafio prioritário para a saúde pública. Nos últimos anos, o número de pesquisas baseadas em conhecimentos etnobotânicos na descoberta de metabólitos para novos medicamentos fitoterápicos tem aumentado devido ao seu amplo e efetivo uso no tratamento de diversas doenças, incluindo o câncer. Muitas espécies de Cactáceas estão entre as novas alternativas terapêuticas, como a Rhipsalis baccifera, membro da família das Cactáceas, cujas propriedades biológicas, incluindo atividade antitumoral, têm sido observadas em algumas espécies. Estudos prévios demonstraram efeitos promissores contra o carcinoma de Ehrlich. Diante do exposto, o objetivo do presente estudo foi avaliar sinais de toxicidade a partir de parâmetros comportamentais e análises hematológicas e bioquímicas e o efeito antitumoral in vivo de Rhipsalis baccifera frente ao Sarcoma 180 em Camundongos Albinos Swiss Mus musculus. A espécie botânica foi coletada no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e identificada no Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) sob o número de Tombo- 95328- Rhipsalis baccifera (J.M. Muell.) Stearn. e registrada no Sistema Nacional de Gestão do Patrimônio Genético e do Conhecimento Tradicional Associado (SisGen) AB00D4B. O extrato etanólico do caule da planta foi obtido por maceração do material vegetal em Álcool Etílico Absoluto, foi agitado em mesa agitadora em seguida filtrado em papel filtro, seguido de concentração em rotaevaporador e posterior armazenamento sob refrigeração em frasco âmbar. O estudo toxicológico em Camundongos Albinos Swiss (Mus musculus) foi conduzido com base no protocolo OECD 423 (2001), que avalia a toxicidade aguda por via oral. Para a atividade antitumoral, foram utilizados Camundongos Albinos Swiss machos (Mus musculus) e implantados tumores sólidos do Sarcoma 180 na região axilar (cerca de 2 x 10 6), e após 48 h foi iniciado o tratamento por 7 dias, para verificar o efeito inibitório. A análise estatística foi realizada no software GraphPad Prism®, utilizando análise de variância (ANOVA) seguida do teste de comparações múltiplas de Tukey. Valores de p ≤ 0,05 foram considerados estatisticamente significativos. A investigação fitoquímica realizada por Cromatografia Gasosa, identificou a presença de 32 compostos, sendo os principais constituintes os monossacarídeos, álcoois, ácidos carboxílicos e ácido graxo saturado, a investigação fitoquímica por Cromatografia em Camada Delgada encotrou terpenos e flavonoides glicosídeos. Na avaliação da toxicidade aguda foram evidenciados sinais moderados de estimulação e depressão do Sistema Nervoso Central (SNC) para alguns parâmetros de alterações comportamentais, bem como, moderada alteração de peso e consumo de água e ração. Ao final do 14o dia, a análise hematológica e bioquímica não revelou alterações clinicamente significativas nos parâmetros avaliados, assim, de acordo com o critério da GHS (Globally Harmonized Classification System), o extrato etanólico do caule de Rhipsalis baccifera (EERb) melhor se enquadra à classe 5 (compostos com toxicidade aguda baixa ou não tóxica). No ensaio antitumoral com Sarcoma 180, a porcentagem de inibição tumoral (TWI%) após 7 dias de tratamento com EERb foi de 35,04% na dose de 200 mg/kg. Em razão desse resultado, conclui-se que o EERb apresenta baixa toxicidade aguda (DL50 > 2.000 mg/kg), melhor se enquadrando na classe 5. A dose de 200 mg/kg demonstrou potencial antitumoral moderado, com TWI% de 35,04%, sugerindo estudos mais aprofundados que o extrato pode representar uma alternativa terapêutica promissora para o tratamento do Sarcoma 180. |
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Nos últimos anos, o número de pesquisas baseadas em conhecimentos etnobotânicos na descoberta de metabólitos para novos medicamentos fitoterápicos tem aumentado devido ao seu amplo e efetivo uso no tratamento de diversas doenças, incluindo o câncer. Muitas espécies de Cactáceas estão entre as novas alternativas terapêuticas, como a Rhipsalis baccifera, membro da família das Cactáceas, cujas propriedades biológicas, incluindo atividade antitumoral, têm sido observadas em algumas espécies. Estudos prévios demonstraram efeitos promissores contra o carcinoma de Ehrlich. Diante do exposto, o objetivo do presente estudo foi avaliar sinais de toxicidade a partir de parâmetros comportamentais e análises hematológicas e bioquímicas e o efeito antitumoral in vivo de Rhipsalis baccifera frente ao Sarcoma 180 em Camundongos Albinos Swiss Mus musculus. A espécie botânica foi coletada no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e identificada no Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) sob o número de Tombo- 95328- Rhipsalis baccifera (J.M. Muell.) Stearn. e registrada no Sistema Nacional de Gestão do Patrimônio Genético e do Conhecimento Tradicional Associado (SisGen) AB00D4B. O extrato etanólico do caule da planta foi obtido por maceração do material vegetal em Álcool Etílico Absoluto, foi agitado em mesa agitadora em seguida filtrado em papel filtro, seguido de concentração em rotaevaporador e posterior armazenamento sob refrigeração em frasco âmbar. O estudo toxicológico em Camundongos Albinos Swiss (Mus musculus) foi conduzido com base no protocolo OECD 423 (2001), que avalia a toxicidade aguda por via oral. Para a atividade antitumoral, foram utilizados Camundongos Albinos Swiss machos (Mus musculus) e implantados tumores sólidos do Sarcoma 180 na região axilar (cerca de 2 x 10 6), e após 48 h foi iniciado o tratamento por 7 dias, para verificar o efeito inibitório. A análise estatística foi realizada no software GraphPad Prism®, utilizando análise de variância (ANOVA) seguida do teste de comparações múltiplas de Tukey. Valores de p ≤ 0,05 foram considerados estatisticamente significativos. A investigação fitoquímica realizada por Cromatografia Gasosa, identificou a presença de 32 compostos, sendo os principais constituintes os monossacarídeos, álcoois, ácidos carboxílicos e ácido graxo saturado, a investigação fitoquímica por Cromatografia em Camada Delgada encotrou terpenos e flavonoides glicosídeos. Na avaliação da toxicidade aguda foram evidenciados sinais moderados de estimulação e depressão do Sistema Nervoso Central (SNC) para alguns parâmetros de alterações comportamentais, bem como, moderada alteração de peso e consumo de água e ração. Ao final do 14o dia, a análise hematológica e bioquímica não revelou alterações clinicamente significativas nos parâmetros avaliados, assim, de acordo com o critério da GHS (Globally Harmonized Classification System), o extrato etanólico do caule de Rhipsalis baccifera (EERb) melhor se enquadra à classe 5 (compostos com toxicidade aguda baixa ou não tóxica). No ensaio antitumoral com Sarcoma 180, a porcentagem de inibição tumoral (TWI%) após 7 dias de tratamento com EERb foi de 35,04% na dose de 200 mg/kg. Em razão desse resultado, conclui-se que o EERb apresenta baixa toxicidade aguda (DL50 > 2.000 mg/kg), melhor se enquadrando na classe 5. A dose de 200 mg/kg demonstrou potencial antitumoral moderado, com TWI% de 35,04%, sugerindo estudos mais aprofundados que o extrato pode representar uma alternativa terapêutica promissora para o tratamento do Sarcoma 180.According to the World Health Organization (WHO), cancer is one of the main causes of morbidity and mortality worldwide and is considered a priority challenge for public health. In recent years, the number of studies based on ethnobotanical knowledge in the discovery of metabolites for new herbal medicines has increased, due to their wide and effective use in the treatment of several diseases, including cancer. Many species of cacti are among the new therapeutic alternatives, such as Rhipsalis baccifera, a member of the cactus family, whose biological properties, including antitumor activity, have been observed in some species. Previous studies have shown promising effects against Ehrlich carcinoma. In view of the above, the objective of the present study was to evaluate signs of toxicity from behavioral parameters and hematological and biochemical analyses and the in vivo antitumor effect of Rhipsalis baccifera against Sarcoma 180 in Swiss mice. The botanical species was collected on the campus of the Federal University of Pernambuco (UFPE) and identified at the Agronomic Institute of Pernambuco (IPA) under the number Tombo- 95328-Rhipsalis baccifera (J.M. Muell.) Stearn. and registered with the National System of Management of Genetic and Traditional Associated Knowledge (Sisgen) AB00D4B. The ethanolic extract of the plant was obtained by maceration of the plant material in absolute ethanol, followed by concentration in a rotary evaporator and subsequent storage under refrigeration. The toxicological study in Swiss mice was conducted based on the OECD 423 (2001) protocol, which evaluates acute toxicity by the oral route. For the antitumor activity, male Swiss mice (Mus musculus) were used and Sarcoma 180 solid tumors were implanted in the axillary region, and after 48 h, treatment was started for 7 days to verify the inhibitory effect. Statistical analysis was performed in the GraphPad Prism® software, using analysis of variance (ANOVA) followed by Tukey's multiple comparisons test. Values of p ≤ 0.05 were considered statistically significant. The phytochemical investigation identified the presence of 32 compounds, the main constituents being monosaccharides, alcohols, carboxylic acids and saturated fatty acids, terpenes and flavonoid glycosides. The acute toxicity assessment revealed moderate signs of central nervous system (CNS) stimulation and depression for some behavioral parameters, as well as moderate changes in weight and water and feed consumption. At the end of the 14th day, hematological and biochemical analyses revealed no clinically significant changes in the evaluated parameters. Therefore, according to the GHS (Globally Harmonized Classification System) criteria, the ethanolic extract of Rhipsalis baccifera stem (EERb) best fits into class 5 (compounds with low or non-toxic acute toxicity). In the antitumor assay with Sarcoma 180, the tumor inhibition rate (TWI%) after 7 days of treatment with EERb was 35.04% at a dose of 200 mg/kg. Based on this result, it is concluded that EERb has low acute toxicity (LD50 > 2,000 mg/kg), best fitting into class 5. The 200 mg/kg dose demonstrated moderate antitumor potential, with a TWI of 35.04%, suggesting that further studies may suggest that the extract may represent a promising therapeuticporUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pós-graduação em Saúde TranslacionalUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessFitoterapicosCactaceaeCancerPerfil Fitoquímico, Toxicológico e Atividade Anti tumoral do Extrato Etanólico de Rhipsalis baccifera (J.S. Muell.) Stearn frente ao Sarcoma 180 em camundongos albinos Swiss (Mus musculus).info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Cláudia Fernanda da Cruz Gouveia Paes.pdfDISSERTAÇÃO Cláudia Fernanda da Cruz Gouveia Paes.pdfapplication/pdf8710305https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/65961/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Cl%c3%a1udia%20Fernanda%20da%20Cruz%20Gouveia%20Paes.pdf3608d62dc5eaf34175966017243ca929MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/65961/2/license.txt5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973MD52TEXTDISSERTAÇÃO Cláudia Fernanda da Cruz Gouveia Paes.pdf.txtDISSERTAÇÃO Cláudia Fernanda da Cruz Gouveia Paes.pdf.txtExtracted texttext/plain43766https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/65961/3/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Cl%c3%a1udia%20Fernanda%20da%20Cruz%20Gouveia%20Paes.pdf.txt7036d5b552621b96002c3148910a53e5MD53THUMBNAILDISSERTAÇÃO Cláudia Fernanda da Cruz Gouveia Paes.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Cláudia Fernanda da Cruz Gouveia Paes.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1295https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/65961/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Cl%c3%a1udia%20Fernanda%20da%20Cruz%20Gouveia%20Paes.pdf.jpg2c80fa4a95beaa1daceb14a53ad0e21aMD54123456789/659612025-09-21 15:19:36.104oai:repositorio.ufpe.br:123456789/65961VGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyBwYXJhIFB1YmxpY2l6YcOnw6NvIGRlIERvY3VtZW50b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRQoKCkRlY2xhcm8gZXN0YXIgY2llbnRlIGRlIHF1ZSBlc3RlIFRlcm1vIGRlIERlcMOzc2l0byBMZWdhbCBlIEF1dG9yaXphw6fDo28gdGVtIG8gb2JqZXRpdm8gZGUgZGl2dWxnYcOnw6NvIGRvcyBkb2N1bWVudG9zIGRlcG9zaXRhZG9zIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUgZSBkZWNsYXJvIHF1ZToKCkkgLSBvcyBkYWRvcyBwcmVlbmNoaWRvcyBubyBmb3JtdWzDoXJpbyBkZSBkZXDDs3NpdG8gc8OjbyB2ZXJkYWRlaXJvcyBlIGF1dMOqbnRpY29zOwoKSUkgLSAgbyBjb250ZcO6ZG8gZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvIMOpIGRlIHJlc3BvbnNhYmlsaWRhZGUgZGUgc3VhIGF1dG9yaWE7CgpJSUkgLSBvIGNvbnRlw7pkbyDDqSBvcmlnaW5hbCwgZSBzZSBvIHRyYWJhbGhvIGUvb3UgcGFsYXZyYXMgZGUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgZm9yYW0gdXRpbGl6YWRvcywgZXN0YXMgZm9yYW0gZGV2aWRhbWVudGUgcmVjb25oZWNpZGFzOwoKSVYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIG9icmEgY29sZXRpdmEgKG1haXMgZGUgdW0gYXV0b3IpOiB0b2RvcyBvcyBhdXRvcmVzIGVzdMOjbyBjaWVudGVzIGRvIGRlcMOzc2l0byBlIGRlIGFjb3JkbyBjb20gZXN0ZSB0ZXJtbzsKClYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIFRyYWJhbGhvIGRlIENvbmNsdXPDo28gZGUgQ3Vyc28sIERpc3NlcnRhw6fDo28gb3UgVGVzZTogbyBhcnF1aXZvIGRlcG9zaXRhZG8gY29ycmVzcG9uZGUgw6AgdmVyc8OjbyBmaW5hbCBkbyB0cmFiYWxobzsKClZJIC0gcXVhbmRvIHRyYXRhci1zZSBkZSBUcmFiYWxobyBkZSBDb25jbHVzw6NvIGRlIEN1cnNvLCBEaXNzZXJ0YcOnw6NvIG91IFRlc2U6IGVzdG91IGNpZW50ZSBkZSBxdWUgYSBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBtb2RhbGlkYWRlIGRlIGFjZXNzbyBhbyBkb2N1bWVudG8gYXDDs3MgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBhbnRlcyBkZSBmaW5kYXIgbyBwZXLDrW9kbyBkZSBlbWJhcmdvLCBxdWFuZG8gZm9yIGVzY29saGlkbyBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8sIHNlcsOhIHBlcm1pdGlkYSBtZWRpYW50ZSBzb2xpY2l0YcOnw6NvIGRvIChhKSBhdXRvciAoYSkgYW8gU2lzdGVtYSBJbnRlZ3JhZG8gZGUgQmlibGlvdGVjYXMgZGEgVUZQRSAoU0lCL1VGUEUpLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gQWJlcnRvOgoKTmEgcXVhbGlkYWRlIGRlIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIGF1dG9yIHF1ZSByZWNhZW0gc29icmUgZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGZ1bmRhbWVudGFkbyBuYSBMZWkgZGUgRGlyZWl0byBBdXRvcmFsIG5vIDkuNjEwLCBkZSAxOSBkZSBmZXZlcmVpcm8gZGUgMTk5OCwgYXJ0LiAyOSwgaW5jaXNvIElJSSwgYXV0b3Jpem8gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgZ3JhdHVpdGFtZW50ZSwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBwYXJhIGZpbnMgZGUgbGVpdHVyYSwgaW1wcmVzc8OjbyBlL291IGRvd25sb2FkIChhcXVpc2nDp8OjbykgYXRyYXbDqXMgZG8gc2l0ZSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gRGlnaXRhbCBkYSBVRlBFIG5vIGVuZGVyZcOnbyBodHRwOi8vd3d3LnJlcG9zaXRvcmlvLnVmcGUuYnIsIGEgcGFydGlyIGRhIGRhdGEgZGUgZGVww7NzaXRvLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gUmVzdHJpdG86CgpOYSBxdWFsaWRhZGUgZGUgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgYXV0b3IgcXVlIHJlY2FlbSBzb2JyZSBlc3RlIGRvY3VtZW50bywgZnVuZGFtZW50YWRvIG5hIExlaSBkZSBEaXJlaXRvIEF1dG9yYWwgbm8gOS42MTAgZGUgMTkgZGUgZmV2ZXJlaXJvIGRlIDE5OTgsIGFydC4gMjksIGluY2lzbyBJSUksIGF1dG9yaXpvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVybmFtYnVjbyBhIGRpc3BvbmliaWxpemFyIGdyYXR1aXRhbWVudGUsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gZS9vdSBkb3dubG9hZCAoYXF1aXNpw6fDo28pIGF0cmF2w6lzIGRvIHNpdGUgZG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRSBubyBlbmRlcmXDp28gaHR0cDovL3d3dy5yZXBvc2l0b3Jpby51ZnBlLmJyLCBxdWFuZG8gZmluZGFyIG8gcGVyw61vZG8gZGUgZW1iYXJnbyBjb25kaXplbnRlIGFvIHRpcG8gZGUgZG9jdW1lbnRvLCBjb25mb3JtZSBpbmRpY2FkbyBubyBjYW1wbyBEYXRhIGRlIEVtYmFyZ28uCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212025-09-21T18:19:36Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer é uma das principais causas de morbimortalidade em nível global, sendo considerado um desafio prioritário para a saúde pública. Nos últimos anos, o número de pesquisas baseadas em conhecimentos etnobotânicos na descoberta de metabólitos para novos medicamentos fitoterápicos tem aumentado devido ao seu amplo e efetivo uso no tratamento de diversas doenças, incluindo o câncer. Muitas espécies de Cactáceas estão entre as novas alternativas terapêuticas, como a Rhipsalis baccifera, membro da família das Cactáceas, cujas propriedades biológicas, incluindo atividade antitumoral, têm sido observadas em algumas espécies. Estudos prévios demonstraram efeitos promissores contra o carcinoma de Ehrlich. Diante do exposto, o objetivo do presente estudo foi avaliar sinais de toxicidade a partir de parâmetros comportamentais e análises hematológicas e bioquímicas e o efeito antitumoral in vivo de Rhipsalis baccifera frente ao Sarcoma 180 em Camundongos Albinos Swiss Mus musculus. A espécie botânica foi coletada no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e identificada no Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) sob o número de Tombo- 95328- Rhipsalis baccifera (J.M. Muell.) Stearn. e registrada no Sistema Nacional de Gestão do Patrimônio Genético e do Conhecimento Tradicional Associado (SisGen) AB00D4B. O extrato etanólico do caule da planta foi obtido por maceração do material vegetal em Álcool Etílico Absoluto, foi agitado em mesa agitadora em seguida filtrado em papel filtro, seguido de concentração em rotaevaporador e posterior armazenamento sob refrigeração em frasco âmbar. O estudo toxicológico em Camundongos Albinos Swiss (Mus musculus) foi conduzido com base no protocolo OECD 423 (2001), que avalia a toxicidade aguda por via oral. Para a atividade antitumoral, foram utilizados Camundongos Albinos Swiss machos (Mus musculus) e implantados tumores sólidos do Sarcoma 180 na região axilar (cerca de 2 x 10 6), e após 48 h foi iniciado o tratamento por 7 dias, para verificar o efeito inibitório. A análise estatística foi realizada no software GraphPad Prism®, utilizando análise de variância (ANOVA) seguida do teste de comparações múltiplas de Tukey. Valores de p ≤ 0,05 foram considerados estatisticamente significativos. A investigação fitoquímica realizada por Cromatografia Gasosa, identificou a presença de 32 compostos, sendo os principais constituintes os monossacarídeos, álcoois, ácidos carboxílicos e ácido graxo saturado, a investigação fitoquímica por Cromatografia em Camada Delgada encotrou terpenos e flavonoides glicosídeos. Na avaliação da toxicidade aguda foram evidenciados sinais moderados de estimulação e depressão do Sistema Nervoso Central (SNC) para alguns parâmetros de alterações comportamentais, bem como, moderada alteração de peso e consumo de água e ração. Ao final do 14o dia, a análise hematológica e bioquímica não revelou alterações clinicamente significativas nos parâmetros avaliados, assim, de acordo com o critério da GHS (Globally Harmonized Classification System), o extrato etanólico do caule de Rhipsalis baccifera (EERb) melhor se enquadra à classe 5 (compostos com toxicidade aguda baixa ou não tóxica). No ensaio antitumoral com Sarcoma 180, a porcentagem de inibição tumoral (TWI%) após 7 dias de tratamento com EERb foi de 35,04% na dose de 200 mg/kg. Em razão desse resultado, conclui-se que o EERb apresenta baixa toxicidade aguda (DL50 > 2.000 mg/kg), melhor se enquadrando na classe 5. A dose de 200 mg/kg demonstrou potencial antitumoral moderado, com TWI% de 35,04%, sugerindo estudos mais aprofundados que o extrato pode representar uma alternativa terapêutica promissora para o tratamento do Sarcoma 180. |
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