Professoras negras : construindo identidades e práticas de enfrentamento do racismo no espaço escolar
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4887 |
Resumo: | Objetivamos neste trabalho analisar o processo de construção da identidade étnico-racial de professoras negras e sua influência na emergência de práticas curriculares de enfrentamento do racismo no espaço escolar. Apoiamo-nos em Dubar (2005) para compreender a categoria identidade resultando de dois processos complexos, heterogêneos, mas articulados entre si: o relacional e o biográfico. Discutimos a categoria em articulação com as noções de identidade docente e identidade negra. Dialogamos com os conceitos de saberes na perspectiva de Freire (1997) e de Tardif (2005) e de práticas curriculares, fundamentadas em Inês Oliveira (2003). Utilizamos o método biográfico ou histórias de vida por ser uma metodologia que nos permitiu reconhecer as professoras negras como profissionais e como pessoas. O trabalho de campo foi efetivado em duas etapas e realizado com 23 professoras negras da Rede Municipal de Ensino do Recife, egressas da primeira versão do Curso História e Cultura Afro-Brasileira, que aconteceu de outubro a dezembro de 2005. Como instrumentos de coleta de informações utilizamos um questionário de identificação e realizamos uma entrevista semi-estruturada. A classificação étnico-racial foi realizada de acordo com a auto-declaração das professoras e consideramos como negras aquelas que se auto-declararam preta e parda. A análise dos relatos de vida das professoras narradoras fundamentou-se em Laurence Bardin (1977), e foi realizada por meio da técnica de análise temática. Os achados apontam que a auto-afirmação das professoras como pessoa negra constitui o momento crucial do processo de sua construção identitária. Nesse percurso elas mobilizaram saberes oriundos de diferentes fontes e condicionados pela trajetória de vida de cada professora. A ação pedagógica desenvolvida é fortemente influenciada pela percepção do seu pertencimento étnico-racial e os saberes mobilizados atuam como elemento mediador entre o reconhecimento do pertencimento e o impulso para mudanças em sua prática docente |
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Dialogamos com os conceitos de saberes na perspectiva de Freire (1997) e de Tardif (2005) e de práticas curriculares, fundamentadas em Inês Oliveira (2003). Utilizamos o método biográfico ou histórias de vida por ser uma metodologia que nos permitiu reconhecer as professoras negras como profissionais e como pessoas. O trabalho de campo foi efetivado em duas etapas e realizado com 23 professoras negras da Rede Municipal de Ensino do Recife, egressas da primeira versão do Curso História e Cultura Afro-Brasileira, que aconteceu de outubro a dezembro de 2005. Como instrumentos de coleta de informações utilizamos um questionário de identificação e realizamos uma entrevista semi-estruturada. A classificação étnico-racial foi realizada de acordo com a auto-declaração das professoras e consideramos como negras aquelas que se auto-declararam preta e parda. 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