Bio e fotodegradação de biodiesel e suas misturas de diesel com avaliação fitotoxicológica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: ROCHA, Márcia Fernanda Alves da
Orientador(a): SARMENTO, Sandra Maria, MARQUES, Olga Martins
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Engenharia Quimica
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/22483
Resumo: O impacto de combustíveis sobre o meio ambiente é de grande interesse devido à possibilidade da ocorrência de derramamentos. O objetivo principal deste trabalho foi avaliar a toxicidade e a biodegradação dos combustíveis diesel (D), biodiesel de algodão (B100) e suas misturas (Bx) em meio aquoso. A toxicidade dos combustíveis em diferentes concentrações foi analisada em sementes de alface. Os resultados mostraram que a toxidez está associada ao tipo e à concentração do combustível, sendo o diesel o mais tóxico. Um ensaio preliminar foi realizado para investigar o potencial de biodegradação dos combustíveis-teste (B100, D e B20) pelos micro-organismos Saccharomyces cerevisiae e Pseudomonas aeruginosa não adaptados e adaptados por um período de 12 dias. Foram mensuradas a concentração de células viáveis, pH, DQO, DBO5 e a toxicidade. A eficiência do processo de biodegradação se comportou da seguinte forma: biodiesel (B100) > Mistura B20 > diesel. A P. aeruginosa adaptada apresentou o maior potencial de remoção da matéria orgânica no processo de biodegradação dos combustíveis, e por isso foi o micro-organismo utilizado nos ensaios subsequentes. Ensaios em batelada foram conduzidos em um biorreator do tipo tanque sob condições de agitação (250rpm) e aeração (0,5 vvm), a fim de ser investigada a biodegradação aeróbia do B100 (Ensaio 1 e 2) e do B20 (Ensaio 3) por um período de 62 dias. Os Ensaios 2 e 3 foram realizados com adição suplementar de KNO3 ao 7° dia de processo. Foram mensuradas a concentração de células viáveis, pH, DQO, DBO5, teor de ésteres de ácidos graxos e toxicidade. Os ensaios revelaram que a P. aeruginosa adaptada foi capaz de biodegradar, mas não de mineralizar estes combustíveis. As cinéticas de biodegradação revelaram um perfil cinético de decaimento de reação de primeira ordem e foi observado que o composto com maior número de ligações insaturadas (C18:2) foi o que apresentou um maior coeficiente de biodegradação, levando menor tempo de meia-vida de 18 dias para ser degradado. Em todos os casos ocorreu redução da concentração de células viáveis de 107 UFC.cm-3 para 104UFC.cm-3. Em relação aos ésteres metílicos, observou-se degradação de 37,51% e 34,82% para o C16:0 nos Ensaios 1 e 2, respectivamente. Os demais ésteres apresentaram 100% de degradação. Realizou-se também estudo da degradação do biodiesel por fotólise (abiótico) irradiado (254 nm), variando-se as velocidades de agitação (750 e 2000 rpm), por período de 28.200 segundos dos principais ésteres metílicos palmítico (C16:0), oleico (C18:1) e linoléico (C18:2), resultou numa redução de 87,08% (C18:2), 86,04% (C18:1) e 86,08% (C16:0), para rotação de 2000 rpm e de 100% de redução, para o ensaio à 750 rpm. Observou-se em todos os experimentos (bióticos e abióticos) que houve uma redução do pH e que esta redução está relacionada com as reações de degradação da mistura reagente.
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Um ensaio preliminar foi realizado para investigar o potencial de biodegradação dos combustíveis-teste (B100, D e B20) pelos micro-organismos Saccharomyces cerevisiae e Pseudomonas aeruginosa não adaptados e adaptados por um período de 12 dias. Foram mensuradas a concentração de células viáveis, pH, DQO, DBO5 e a toxicidade. A eficiência do processo de biodegradação se comportou da seguinte forma: biodiesel (B100) > Mistura B20 > diesel. A P. aeruginosa adaptada apresentou o maior potencial de remoção da matéria orgânica no processo de biodegradação dos combustíveis, e por isso foi o micro-organismo utilizado nos ensaios subsequentes. Ensaios em batelada foram conduzidos em um biorreator do tipo tanque sob condições de agitação (250rpm) e aeração (0,5 vvm), a fim de ser investigada a biodegradação aeróbia do B100 (Ensaio 1 e 2) e do B20 (Ensaio 3) por um período de 62 dias. Os Ensaios 2 e 3 foram realizados com adição suplementar de KNO3 ao 7° dia de processo. Foram mensuradas a concentração de células viáveis, pH, DQO, DBO5, teor de ésteres de ácidos graxos e toxicidade. Os ensaios revelaram que a P. aeruginosa adaptada foi capaz de biodegradar, mas não de mineralizar estes combustíveis. As cinéticas de biodegradação revelaram um perfil cinético de decaimento de reação de primeira ordem e foi observado que o composto com maior número de ligações insaturadas (C18:2) foi o que apresentou um maior coeficiente de biodegradação, levando menor tempo de meia-vida de 18 dias para ser degradado. Em todos os casos ocorreu redução da concentração de células viáveis de 107 UFC.cm-3 para 104UFC.cm-3. Em relação aos ésteres metílicos, observou-se degradação de 37,51% e 34,82% para o C16:0 nos Ensaios 1 e 2, respectivamente. Os demais ésteres apresentaram 100% de degradação. 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The results showed that the toxicity is associated with the type and concentration of the fuel being the most toxic diesel. A preliminary test was conducted to investigate the potential for degradation of the test fuel (B100, B20 and D) by microorganism Pseudomonas aeruginosa and Saccharomyces cerevisiae not suited and adapted for a period of 12 days. We measured the concentration of viable cells, pH, COD, BOD 5 and toxicity. The efficiency of the biodegradation process behaved as follows: biodiesel (B100)> B20> Diesel. The P. aeruginosa adapted showed the greatest potential for removal of organic matter in fuel biodegradation process and so was the microorganism used in subsequent trials. Batch tests were conducted in a bioreactor tank-type stirring conditions (250 rpm) and aeration (0,5vvm) to be investigated aerobic biodegradation B100 (Assay 1 and 2) and B20 (Assay 3) a period of 62 days. Runs 2 and 3 were performed with further adding KNO3 to the 7th day process. We measured the concentration of viable cells, pH, COD, BOD5 content of fatty acid esters and toxicity. The tests revealed that the adapted P. aeruginosa was able to mineralize not biodegrade but these fuels. The kinetics of biodegradation showed a kinetic profile of first order reaction decay and it was observed that the compound more unsaturated bonds (C18: 2) showed the higher coefficient of biodegradation, taking shorter half-life 18 days to be degraded. In all cases there was a reduction in the concentration of 107 UFC.cm-3 of viable cells to 104 UFC.cm-3. In relation to methyl ester, there was degradation of 37.51% and 34.82% for C16: 0 in runs 1 and 2, respectively. The remaining esters showed 100% degradation. It also conducted the study of degradation of biodiesel by photolysis (abiotic) irradiated (254 nm) varying the stirring speed (750 to 2000 rpm) for 28.200 seconds period of the main methyl esters palmitic (C16: 0), oleic (C18: 1) and linoleic (C18: 2) resulted in a reduction of 87.08% (C18:2) 86.04% (C18:1) and 86.08% (C16:0) for rotation 2000 rpm and 100% reduction to the test at 750 rpm. It was observed in all experiments (biotic and abiotic) that a reduction of pH and that this reduction is related to the degradation reactions of the reaction mixture.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Engenharia QuimicaUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessEngenharia QuímicaBiodegradação aeróbiaBiodieselFitotoxicidadeBio e fotodegradação de biodiesel e suas misturas de diesel com avaliação fitotoxicológicainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILTESE MARCIA FERNANDA ROCHA.pdf.jpgTESE MARCIA FERNANDA ROCHA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2133https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/22483/5/TESE%20MARCIA%20FERNANDA%20ROCHA.pdf.jpg21f5e9eb96da52e16106e520e43915a9MD55ORIGINALTESE MARCIA FERNANDA ROCHA.pdfTESE MARCIA FERNANDA ROCHA.pdfapplication/pdf2613842https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/22483/1/TESE%20MARCIA%20FERNANDA%20ROCHA.pdf7d76b38087a5b0a8f6f29c407458990cMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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