O nascimento do panteísmo ayahuasqueiro e os seus processos de cura
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Perdanambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Antropologia
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18472 |
Resumo: | O campo religioso ayahuasqueiro é comumente conhecido e estudado pelos ditos principais grupos e movimentos (Santo Daime, Barquinha e União do Vegetal). Esta pesquisa traz uma nova perspectiva do uso religioso da Ayahuasca pelas características filosóficas do grupo, a Sociedade Panteísta Ayahuasca – Panhuasca, situada em Pernambuco/ Brasil. Nesta junção de tradições, a xamânica pelo uso das plantas de poder e a filosófica, o grupo panteísta tem seus sincretismos, símbolos e aprendizados particulares sobre o uso do enteógeno Ayahuasca. Tais significados em torno da bebida correspondem à perspectiva panteísta e a produção do conhecimento religioso do fundador do grupo, o médico e filósofo Régis Barbier. Desse modo, esta pesquisa procura compreender as dinâmicas ritualísticas panteístas de acordo com a perspectiva monista presente do grupo, a perspectiva metafísica cosmoexistencial. A partir destas abordagens, reflete-se sobre a cura neste contexto de atuação pela noção da transformação e (des)continuidade subjetiva, para compreender como os sujeitos se tornam panteístas e aderem a esse modo de pensar e se posicionar no mundo. A cura é abordada nesta pesquisa como uma transformação pela ressignificação da perspectiva existencial e identificação com a perspectiva Cosmo-existencial pela vivência de imersão na(o) cerimônia/rito panteísta. Para refletir sobre a cura, esta pesquisa explora o estudo do ritual, da experiência, da performance e do paradigma da corporeidade. Em última análise, este trabalho pretende iniciar a compreensão da identidade panteísta, o self-panteísta correlacional com o ethos religioso. Desta maneira, cabe a antropologia como disciplina acompanhar e refletir sobre o campo ayahuasqueiro, as composições, (re)criações e particularidades, assim como, compreender os diversos sujeitos que compõem este cenário social. |
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BITTENCOURT, Miguel Colaçohttp://lattes.cnpq.br/6176840479012777http://lattes.cnpq.br/8343402717114526CAMPOS, Roberta Bivar2017-04-04T12:54:06Z2017-04-04T12:54:06Z2015-08-05https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18472O campo religioso ayahuasqueiro é comumente conhecido e estudado pelos ditos principais grupos e movimentos (Santo Daime, Barquinha e União do Vegetal). Esta pesquisa traz uma nova perspectiva do uso religioso da Ayahuasca pelas características filosóficas do grupo, a Sociedade Panteísta Ayahuasca – Panhuasca, situada em Pernambuco/ Brasil. Nesta junção de tradições, a xamânica pelo uso das plantas de poder e a filosófica, o grupo panteísta tem seus sincretismos, símbolos e aprendizados particulares sobre o uso do enteógeno Ayahuasca. Tais significados em torno da bebida correspondem à perspectiva panteísta e a produção do conhecimento religioso do fundador do grupo, o médico e filósofo Régis Barbier. Desse modo, esta pesquisa procura compreender as dinâmicas ritualísticas panteístas de acordo com a perspectiva monista presente do grupo, a perspectiva metafísica cosmoexistencial. A partir destas abordagens, reflete-se sobre a cura neste contexto de atuação pela noção da transformação e (des)continuidade subjetiva, para compreender como os sujeitos se tornam panteístas e aderem a esse modo de pensar e se posicionar no mundo. A cura é abordada nesta pesquisa como uma transformação pela ressignificação da perspectiva existencial e identificação com a perspectiva Cosmo-existencial pela vivência de imersão na(o) cerimônia/rito panteísta. Para refletir sobre a cura, esta pesquisa explora o estudo do ritual, da experiência, da performance e do paradigma da corporeidade. Em última análise, este trabalho pretende iniciar a compreensão da identidade panteísta, o self-panteísta correlacional com o ethos religioso. Desta maneira, cabe a antropologia como disciplina acompanhar e refletir sobre o campo ayahuasqueiro, as composições, (re)criações e particularidades, assim como, compreender os diversos sujeitos que compõem este cenário social.FACEPEThe ayahuasca religion's field is commonly known and studied by the leading groups and movements (Santo Daime, Barquinha e União do Vegetal). This research brings a new perspective on the religious use of ayahuasca by the philosophical characteristics of the studied group, the Ayahuasca Pantheist Society – Panhuasca, located in Pernambuco/ Brazil. At this junction of traditions, the shamanic, for the use of power plants and the philosophical, the pantheistic group has its syncretisms, symbols and particular learning about using the entheogen Ayahuasca. Such meanings around the ayahuasca beverage correspond to pantheistic perspective of the group and to the production of religious knowledge by the group founder, doctor and philosopher Régis Barbier. Thereby, this research seeks to understand the pantheistic ritual dynamics according to the monistic view of the group, the metaphysical Cosmo-existential perspective. From these approaches, one can reflect on healing in this context of action by the notion of transformation and subjective (dis)continuity, to understand how the subjects become pantheistic an adhere to this way of thinking and position in the world. Healing is addressed in this research as a transformation by reframing the existential perspective and identification with the cosmo-existential perspective by immersion experience in the pantheistic ceremony/rite. To reflect on healing, this research explores the study of the ritual, experience, performance and embodiment paradigm. In last analysis, this work intends to initiated the comprehension of the pantheistic identity, the self-pantheist correlational with the religious ethos. Therefor, it is up to anthropology as a discipline to follow and reflect on the ayahuasca field, the compositions, (re)creations and particularities, as well as to understand the various subjects that make up this social scenery.porUniversidade Federal de PerdanambucoPrograma de Pos Graduacao em AntropologiaUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessPanteísmoCuraReligião AyahuasqueiraEtnografiaRitualPantheismHealingAyahuasca ReligionEthnografhyRitualO nascimento do panteísmo ayahuasqueiro e os seus processos de curainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILO nascimento do panteísmo ayahuasqueiro e os seus processos.pdf.jpgO nascimento do panteísmo ayahuasqueiro e os seus processos.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1440https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/18472/5/O%20nascimento%20do%20pante%c3%adsmo%20ayahuasqueiro%20e%20os%20seus%20processos.pdf.jpg489098236a6803e2d76729b3aab648cbMD55ORIGINALO nascimento do panteísmo ayahuasqueiro e os seus processos.pdfO nascimento do panteísmo ayahuasqueiro e os seus processos.pdfapplication/pdf10425563https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/18472/1/O%20nascimento%20do%20pante%c3%adsmo%20ayahuasqueiro%20e%20os%20seus%20processos.pdf7bdf17b93f47ca6a675d19daf86f28eaMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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O campo religioso ayahuasqueiro é comumente conhecido e estudado pelos ditos principais grupos e movimentos (Santo Daime, Barquinha e União do Vegetal). Esta pesquisa traz uma nova perspectiva do uso religioso da Ayahuasca pelas características filosóficas do grupo, a Sociedade Panteísta Ayahuasca – Panhuasca, situada em Pernambuco/ Brasil. Nesta junção de tradições, a xamânica pelo uso das plantas de poder e a filosófica, o grupo panteísta tem seus sincretismos, símbolos e aprendizados particulares sobre o uso do enteógeno Ayahuasca. Tais significados em torno da bebida correspondem à perspectiva panteísta e a produção do conhecimento religioso do fundador do grupo, o médico e filósofo Régis Barbier. Desse modo, esta pesquisa procura compreender as dinâmicas ritualísticas panteístas de acordo com a perspectiva monista presente do grupo, a perspectiva metafísica cosmoexistencial. A partir destas abordagens, reflete-se sobre a cura neste contexto de atuação pela noção da transformação e (des)continuidade subjetiva, para compreender como os sujeitos se tornam panteístas e aderem a esse modo de pensar e se posicionar no mundo. A cura é abordada nesta pesquisa como uma transformação pela ressignificação da perspectiva existencial e identificação com a perspectiva Cosmo-existencial pela vivência de imersão na(o) cerimônia/rito panteísta. Para refletir sobre a cura, esta pesquisa explora o estudo do ritual, da experiência, da performance e do paradigma da corporeidade. Em última análise, este trabalho pretende iniciar a compreensão da identidade panteísta, o self-panteísta correlacional com o ethos religioso. Desta maneira, cabe a antropologia como disciplina acompanhar e refletir sobre o campo ayahuasqueiro, as composições, (re)criações e particularidades, assim como, compreender os diversos sujeitos que compõem este cenário social. |
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