Transporte e sorção do agroquímico paclobutrazol em solos irrigados cultivados com manga

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Lúcia Milfont de Souza, Monica
Orientador(a): Celso Dantas Antonino, Antônio
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9713
Resumo: O aumento nas áreas cultivadas com manga, no mundo e no Brasil, conduziu a um aumento no uso de reguladores de crescimento vegetal, como o paclobutrazol. Apesar da grande quantidade de paclobutrazol que é aplicada às culturas e do risco de contaminação dos aqüíferos associados a essa molécula, seu destino no solo ainda não está claro e é pobremente documentado. Neste trabalho foram estudadas as interações físico-químicas e os mecanismos envolvidos no transporte da molécula do paclobutrazol na forma pura e formulada/comercial (Cultar® 250 SC), em dois solos com plantio de manga (Mangifera indica L. cv. Tommy Atkins) irrigada, sem histórico de aplicação deste composto: um Argissolo-Amarelo da estação experimental de Bebedouro, Petrolina-PE e um Vertissolo da estação experimental de Mandacaru, Juazeiro-BA, ambas pertencentes à EMBRAPA Semi-Árido. Os ensaios de cinética, as isotermas de sorção do paclobutrazol e os ensaios de deslocamento miscível em colunas de solos com KBr e o pacobutrazol, nas vazões de 0,4 e 1,6 cm3 min-1, foram realizados em laboratório a 25°C. A concentração de paclobutrazol foi determinada por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE). A identificação dos mecanismos envolvidos no processo de transporte e a determinação dos parâmetros hidrodispersivos, por intermédio das curvas de eluição do KBr e do paclobutrazol, foram realizadas utilizando os modelos CDE (Convecção Dispersão), CDE-MIM (duas regiões de água Móvel e IMóvel) e CDE a 2 Sítios de Sorção por intermédio do programa CXTFIT 2.0. Para os solos, a cinética de sorção do paclobutrazol é melhor descrita com um modelo de segunda ordem e as isotermas de sorção são lineares. Para ambos os solos, a interação do paclobutrazol ocorre preponderantemente com a matéria orgânica, e praticamente inexiste com os argilominerais. No caso do Argissolo Amarelo, alguma interação ocorre com o óxido de ferro, a goethita. No transporte do paclobutrazol, o não-equilibrio químico ocorre em ambos os solos; a taxa de recuperação é menor para a vazão de 0,4 cm3 min-1; a quantidade não-recuperada pode ser sobretudo atribuída à histerese no processo de sorção, sendo a dessorção mais lenta que a sorção, e a sorção irreversível. O modelo CDE a 2 Sítios de Sorção representa adequadamente os dados experimentais das curvas de eluição do paclobutrazol. O paclobutrazol é mais facilmente transportado no Vertissolo que no Argissolo Amarelo. E, finalmente, os resultados obtidos no presente trabalho mostram que o paclobutrazol, utilizado em pomares com manga irrigada cujos solos foram o Argissolo-Amarelo e o Vertissolo, oferece risco real de contaminação das águas subterrâneas da região
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Neste trabalho foram estudadas as interações físico-químicas e os mecanismos envolvidos no transporte da molécula do paclobutrazol na forma pura e formulada/comercial (Cultar® 250 SC), em dois solos com plantio de manga (Mangifera indica L. cv. Tommy Atkins) irrigada, sem histórico de aplicação deste composto: um Argissolo-Amarelo da estação experimental de Bebedouro, Petrolina-PE e um Vertissolo da estação experimental de Mandacaru, Juazeiro-BA, ambas pertencentes à EMBRAPA Semi-Árido. Os ensaios de cinética, as isotermas de sorção do paclobutrazol e os ensaios de deslocamento miscível em colunas de solos com KBr e o pacobutrazol, nas vazões de 0,4 e 1,6 cm3 min-1, foram realizados em laboratório a 25°C. A concentração de paclobutrazol foi determinada por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE). 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No transporte do paclobutrazol, o não-equilibrio químico ocorre em ambos os solos; a taxa de recuperação é menor para a vazão de 0,4 cm3 min-1; a quantidade não-recuperada pode ser sobretudo atribuída à histerese no processo de sorção, sendo a dessorção mais lenta que a sorção, e a sorção irreversível. O modelo CDE a 2 Sítios de Sorção representa adequadamente os dados experimentais das curvas de eluição do paclobutrazol. O paclobutrazol é mais facilmente transportado no Vertissolo que no Argissolo Amarelo. 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