Formação Cabo, afloramento da praia de Guadalupe : caracterização de um potencial reservatório para hidrocarbonetos
| Ano de defesa: | 2004 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6578 |
Resumo: | Esta pesquisa analisa em detalhe o afloramento de Guadalupe, com sedimentos da Formação Cabo, Bacia de Pernambuco, objetivando descrever a seqüência sedimentar no que se refere à sua arquitetura deposicional e arcabouço interno. Os métodos empregados na caracterização do afloramento foram o reconhecimento das unidades presentes com base nas fácies/associações de fácies e sistemas deposicionais, a análise da geometria e orientação das fácies a partir de fotomosaicos e da arquitetura deposicional 2-D, e a identificação, classificação e interpretação de heterogeneidades em diferentes escalas (textura, estrutura sedimentar, geometria externa, descontinuidade interna e porosidade). Foram definidas 16 fácies, agrupadas em 12 fácies de arenitos, três de intercalações arenito/folhelhos e uma de folhelho. Entre os arenitos, seis fácies mostram uma geometria tabular e as demais, uma geometria lenticular acanalada. As fácies arenosas distribuem-se em quatro corpos genéticos, designados informalmente de A1 a A4, que formam ciclos de adelgaçamento ou espessamento ascendente com as associações de granulação fina. O ciclo inferior (arenito A1) é formado por uma sucessão granocrescente e depois granodecrescente, do mesmo modo que o ciclo seguinte (arenito A2). O terceiro e o quarto ciclos (arenitos A3 e A4, respectivamente) constituem ciclos granodecrescentes no sentido ascendente. Combinando as tendências faciológicas verticais com os elementos arquiteturais é sugererido um modelo flúvio-deltáico de crevasse. A análise das heterogeneidades foi detalhada e discutida em três níveis. Em grande escala, o arenito A2 foi dividido em três corpos menores, cujos limitesinferiores são superfícies de descontinuidade dos tipos planar e erosivo-acanalada, colmatados por drapes argilosos. Em escala de fácies e estratos constituintes, três tipos de heterogeneidade foram reconhecidos: drapes argilosos separando os estratos da fácies Acs; drapes de suspensão e níveis bioturbados separando os estratos de cada fácies; e intraclastos de folhelho e variações faciológicas dentro dos estratos. Em escala microscópica, as análises petrográficas realizadas na fácies laminada (Ald) do arenito A2 permitiram classificá-lo como arcósio fino, com seleção de regular a boa, abundantes feldspatos por vezes alterados, e raras micas. No cimento há abundantes filmes de argila em volta dos grãos ou mesmo sobrepondo-se a sobrecrescimentos de feldspato. A porosidade é apenas regular, principalmente devido à cimentação por sobrecrescimento dos feldspatos. Este modelo pode ser utilizado como um análogo ao reservatório Mossoró da Formação Açu (Eoturoniano/Neocenomaniano)da Bacia Potiguar, por apresentar características genéticas semelhantes |
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Maria de Albuquerque Carneiro Campelo, FabianaFerreira de Lima Filho, Mário 2014-06-12T18:06:14Z2014-06-12T18:06:14Z2004Maria de Albuquerque Carneiro Campelo, Fabiana; Ferreira de Lima Filho, Mário. Formação Cabo, afloramento da praia de Guadalupe : caracterização de um potencial reservatório para hidrocarbonetos. 2004. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Geociências, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2004.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6578Esta pesquisa analisa em detalhe o afloramento de Guadalupe, com sedimentos da Formação Cabo, Bacia de Pernambuco, objetivando descrever a seqüência sedimentar no que se refere à sua arquitetura deposicional e arcabouço interno. Os métodos empregados na caracterização do afloramento foram o reconhecimento das unidades presentes com base nas fácies/associações de fácies e sistemas deposicionais, a análise da geometria e orientação das fácies a partir de fotomosaicos e da arquitetura deposicional 2-D, e a identificação, classificação e interpretação de heterogeneidades em diferentes escalas (textura, estrutura sedimentar, geometria externa, descontinuidade interna e porosidade). Foram definidas 16 fácies, agrupadas em 12 fácies de arenitos, três de intercalações arenito/folhelhos e uma de folhelho. Entre os arenitos, seis fácies mostram uma geometria tabular e as demais, uma geometria lenticular acanalada. As fácies arenosas distribuem-se em quatro corpos genéticos, designados informalmente de A1 a A4, que formam ciclos de adelgaçamento ou espessamento ascendente com as associações de granulação fina. O ciclo inferior (arenito A1) é formado por uma sucessão granocrescente e depois granodecrescente, do mesmo modo que o ciclo seguinte (arenito A2). O terceiro e o quarto ciclos (arenitos A3 e A4, respectivamente) constituem ciclos granodecrescentes no sentido ascendente. Combinando as tendências faciológicas verticais com os elementos arquiteturais é sugererido um modelo flúvio-deltáico de crevasse. A análise das heterogeneidades foi detalhada e discutida em três níveis. Em grande escala, o arenito A2 foi dividido em três corpos menores, cujos limitesinferiores são superfícies de descontinuidade dos tipos planar e erosivo-acanalada, colmatados por drapes argilosos. Em escala de fácies e estratos constituintes, três tipos de heterogeneidade foram reconhecidos: drapes argilosos separando os estratos da fácies Acs; drapes de suspensão e níveis bioturbados separando os estratos de cada fácies; e intraclastos de folhelho e variações faciológicas dentro dos estratos. Em escala microscópica, as análises petrográficas realizadas na fácies laminada (Ald) do arenito A2 permitiram classificá-lo como arcósio fino, com seleção de regular a boa, abundantes feldspatos por vezes alterados, e raras micas. No cimento há abundantes filmes de argila em volta dos grãos ou mesmo sobrepondo-se a sobrecrescimentos de feldspato. A porosidade é apenas regular, principalmente devido à cimentação por sobrecrescimento dos feldspatos. 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