Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos
| Ano de defesa: | 2012 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/64986/0013000015d9s |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10578 |
Resumo: | A pele é frequentemente exposta a traumatismos que podem provocar soluções de continuidade. Quando a perda cutânea é extensa, ocorre um retardo na cicatrização decorrente do processo de organização da ferida e da lenta atividade de reparação das células epiteliais. A utilização de um curativo com função de impermeabilizar a ferida e servir de guia na migração das células epiteliais poderia resultar em proteção, maior velocidade de epitelização e conforto para o paciente. O biopolímero da cana-de-açúcar é um polissacarídeo atóxico e biocompatível, obtido pela síntese de bactérias Gram negativas do gênero Zoogloea pertencentes à família Pseudomonadaceae, a partir do melaço da cana-de-açúcar, que pode exercer função transitória de protetor da ferida e guia para migração de células. Objetivo: Avaliar a eficácia da membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas excisionais induzidas, em ratos. Material e Métodos: Foram utilizados 40 ratos da raça Wistar, de ambos os gêneros, nos quais foram confeccionadas feridas cutâneas pela excisão de dois retalhos de espessura total da pele, na região dorsal. Por sorteio, em uma das feridas, foi aplicada membrana do biopolímero da cana-de-açúcar (grupo experimental) e, na outra, foi realizado curativo convencional, com lavagem com soro fisiológico (grupo controle). Os animais foram submetidos a eutanásia no 7º, 14º, 21º e 40º dias de pós-operatório, para a coleta de material das feridas e cicatrizes para estudo histopatológico e imunoistoquímica. Avaliaram-se a intensidade dos infiltrados inflamatórios polimorfonuclear e linfomononuclear, da fibrose, da fibroplasia e da crosta. Obtiveram-se fotografias digitais das preparações histológicas para determinação da espessura epitelial e contagem do número de vasos neoformados. Resultados: O tempo de cicatrização completa, observado clinicamente, não diferiu entre as feridas que receberam a membrana (21dias) e aquelas que não receberam (20 dias), permanecendo a membrana aderida ao leito cruento por um período médio de seis dias. Na comparação das imagens digitalizadas não foram evidenciadas diferenças estatisticamente significantes no que se refere à área e ao diâmetro médio das áreas cicatriciais, nos momentos avaliados (2o, 7o e 14o dias de pós-operatório), assim como não houve diferença do ponto de vista estatístico, em relação aos parâmetros histopatológicos avaliados nos grupos experimental e controle, apesar de ter sido observado uma menor intensidade do infiltrado inflamatório polimorfonuclear e da fibroplasia, além de uma menor contagem do número de vasos nas áreas cicatriciais das feridas que receberam a membrana. Conclusão: Conclui-se que as feridas onde foi aplicada a membrana do biopolímero da cana-de-açúcar apresentaram, ao estudo histopatológico e morfométrico, características de um processo cicatricial completo e estável, em comparação com aquelas que não receberam a membrana |
| id |
UFPE_2ed76cf6e14362bf1476827501a825e8 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufpe.br:123456789/10578 |
| network_acronym_str |
UFPE |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| repository_id_str |
|
| spelling |
LUCENA, Maurilio Toscano deAGUIAR, José Lamartine de AndradeMELO JÚNIOR, Mario Ribeiro deLIRA, Mariana Montenegro de Melo2015-03-05T12:26:26Z2015-03-05T12:26:26Z2012-03-27LUCENA, Maurilio Toscano de. Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos. Recife, 2012. 83 f. : Tese (doutorado) - UFPE, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Cirurgia, 2012.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10578ark:/64986/0013000015d9sA pele é frequentemente exposta a traumatismos que podem provocar soluções de continuidade. Quando a perda cutânea é extensa, ocorre um retardo na cicatrização decorrente do processo de organização da ferida e da lenta atividade de reparação das células epiteliais. A utilização de um curativo com função de impermeabilizar a ferida e servir de guia na migração das células epiteliais poderia resultar em proteção, maior velocidade de epitelização e conforto para o paciente. O biopolímero da cana-de-açúcar é um polissacarídeo atóxico e biocompatível, obtido pela síntese de bactérias Gram negativas do gênero Zoogloea pertencentes à família Pseudomonadaceae, a partir do melaço da cana-de-açúcar, que pode exercer função transitória de protetor da ferida e guia para migração de células. Objetivo: Avaliar a eficácia da membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas excisionais induzidas, em ratos. Material e Métodos: Foram utilizados 40 ratos da raça Wistar, de ambos os gêneros, nos quais foram confeccionadas feridas cutâneas pela excisão de dois retalhos de espessura total da pele, na região dorsal. Por sorteio, em uma das feridas, foi aplicada membrana do biopolímero da cana-de-açúcar (grupo experimental) e, na outra, foi realizado curativo convencional, com lavagem com soro fisiológico (grupo controle). Os animais foram submetidos a eutanásia no 7º, 14º, 21º e 40º dias de pós-operatório, para a coleta de material das feridas e cicatrizes para estudo histopatológico e imunoistoquímica. Avaliaram-se a intensidade dos infiltrados inflamatórios polimorfonuclear e linfomononuclear, da fibrose, da fibroplasia e da crosta. Obtiveram-se fotografias digitais das preparações histológicas para determinação da espessura epitelial e contagem do número de vasos neoformados. Resultados: O tempo de cicatrização completa, observado clinicamente, não diferiu entre as feridas que receberam a membrana (21dias) e aquelas que não receberam (20 dias), permanecendo a membrana aderida ao leito cruento por um período médio de seis dias. Na comparação das imagens digitalizadas não foram evidenciadas diferenças estatisticamente significantes no que se refere à área e ao diâmetro médio das áreas cicatriciais, nos momentos avaliados (2o, 7o e 14o dias de pós-operatório), assim como não houve diferença do ponto de vista estatístico, em relação aos parâmetros histopatológicos avaliados nos grupos experimental e controle, apesar de ter sido observado uma menor intensidade do infiltrado inflamatório polimorfonuclear e da fibroplasia, além de uma menor contagem do número de vasos nas áreas cicatriciais das feridas que receberam a membrana. Conclusão: Conclui-se que as feridas onde foi aplicada a membrana do biopolímero da cana-de-açúcar apresentaram, ao estudo histopatológico e morfométrico, características de um processo cicatricial completo e estável, em comparação com aquelas que não receberam a membranaporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessBiopolímerosMembranasCicatrização de feridasCana-de-açúcarCélulas epiteliaisRatosMembrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILTESE-biblioteca MAURILIO.pdf.jpgTESE-biblioteca MAURILIO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1420https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10578/5/TESE-biblioteca%20MAURILIO.pdf.jpg50dc35ee4884a616a188c5a094b86435MD55ORIGINALTESE-biblioteca MAURILIO.pdfTESE-biblioteca MAURILIO.pdfapplication/pdf3471460https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10578/1/TESE-biblioteca%20MAURILIO.pdfb197cfdac22918657ecccdcca1b0adaeMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-81232https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10578/2/license_rdf66e71c371cc565284e70f40736c94386MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82311https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10578/3/license.txt4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08MD53TEXTTESE-biblioteca MAURILIO.pdf.txtTESE-biblioteca MAURILIO.pdf.txtExtracted texttext/plain161667https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10578/4/TESE-biblioteca%20MAURILIO.pdf.txt5bad3b4162ac70beef597529ce5d3023MD54123456789/105782019-10-25 19:46:41.095oai:repositorio.ufpe.br:123456789/10578TGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKClRvZG8gZGVwb3NpdGFudGUgZGUgbWF0ZXJpYWwgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgKFJJKSBkZXZlIGNvbmNlZGVyLCDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIChVRlBFKSwgdW1hIExpY2Vuw6dhIGRlIERpc3RyaWJ1acOnw6NvIE7Do28gRXhjbHVzaXZhIHBhcmEgbWFudGVyIGUgdG9ybmFyIGFjZXNzw612ZWlzIG9zIHNldXMgZG9jdW1lbnRvcywgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBuZXN0ZSByZXBvc2l0w7NyaW8uCgpDb20gYSBjb25jZXNzw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIG7Do28gZXhjbHVzaXZhLCBvIGRlcG9zaXRhbnRlIG1hbnTDqW0gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IuCl9fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fXwoKTGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKCkFvIGNvbmNvcmRhciBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSBlIGFjZWl0w6EtbGEsIHZvY8OqIChhdXRvciBvdSBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpOgoKYSkgRGVjbGFyYSBxdWUgY29uaGVjZSBhIHBvbMOtdGljYSBkZSBjb3B5cmlnaHQgZGEgZWRpdG9yYSBkbyBzZXUgZG9jdW1lbnRvOwpiKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGUgYWNlaXRhIGFzIERpcmV0cml6ZXMgcGFyYSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGUEU7CmMpIENvbmNlZGUgw6AgVUZQRSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgYXJxdWl2YXIsIHJlcHJvZHV6aXIsIGNvbnZlcnRlciAoY29tbyBkZWZpbmlkbyBhIHNlZ3VpciksIGNvbXVuaWNhciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIsIG5vIFJJLCBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0KSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgb3UgcG9yIG91dHJvIG1laW87CmQpIERlY2xhcmEgcXVlIGF1dG9yaXphIGEgVUZQRSBhIGFycXVpdmFyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8gZSBjb252ZXJ0w6otbG8sIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbywgcGFyYSBxdWFscXVlciBmb3JtYXRvIGRlIGZpY2hlaXJvLCBtZWlvIG91IHN1cG9ydGUsIHBhcmEgZWZlaXRvcyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIChiYWNrdXApIGUgYWNlc3NvOwplKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gw6kgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBhIHRlcmNlaXJvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2Ugb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgb3V0cmEgcGVzc29hIG91IGVudGlkYWRlOwpmKSBEZWNsYXJhIHF1ZSwgbm8gY2FzbyBkbyBkb2N1bWVudG8gc3VibWV0aWRvIGNvbnRlciBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG7Do28gZGV0w6ltIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlCmF1dG9yLCBvYnRldmUgYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcmVzcGVjdGl2byBkZXRlbnRvciBkZXNzZXMgZGlyZWl0b3MgcGFyYSBjZWRlciDDoApVRlBFIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgTGljZW7Dp2EgZSBhdXRvcml6YXIgYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgYSB1dGlsaXrDoS1sb3MgbGVnYWxtZW50ZS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGN1am9zIGRpcmVpdG9zIHPDo28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZTsKZykgU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVRlBFLMKgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgpBIFVGUEUgaWRlbnRpZmljYXLDoSBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBhdXRvciAoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRvIHByZXZpc3RvIG5hIGFsw61uZWEgYykuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T22:46:41Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos |
| title |
Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos |
| spellingShingle |
Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos LUCENA, Maurilio Toscano de Biopolímeros Membranas Cicatrização de feridas Cana-de-açúcar Células epiteliais Ratos |
| title_short |
Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos |
| title_full |
Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos |
| title_fullStr |
Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos |
| title_full_unstemmed |
Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos |
| title_sort |
Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos |
| author |
LUCENA, Maurilio Toscano de |
| author_facet |
LUCENA, Maurilio Toscano de |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
LUCENA, Maurilio Toscano de |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
AGUIAR, José Lamartine de Andrade |
| dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv |
MELO JÚNIOR, Mario Ribeiro de LIRA, Mariana Montenegro de Melo |
| contributor_str_mv |
AGUIAR, José Lamartine de Andrade MELO JÚNIOR, Mario Ribeiro de LIRA, Mariana Montenegro de Melo |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Biopolímeros Membranas Cicatrização de feridas Cana-de-açúcar Células epiteliais Ratos |
| topic |
Biopolímeros Membranas Cicatrização de feridas Cana-de-açúcar Células epiteliais Ratos |
| description |
A pele é frequentemente exposta a traumatismos que podem provocar soluções de continuidade. Quando a perda cutânea é extensa, ocorre um retardo na cicatrização decorrente do processo de organização da ferida e da lenta atividade de reparação das células epiteliais. A utilização de um curativo com função de impermeabilizar a ferida e servir de guia na migração das células epiteliais poderia resultar em proteção, maior velocidade de epitelização e conforto para o paciente. O biopolímero da cana-de-açúcar é um polissacarídeo atóxico e biocompatível, obtido pela síntese de bactérias Gram negativas do gênero Zoogloea pertencentes à família Pseudomonadaceae, a partir do melaço da cana-de-açúcar, que pode exercer função transitória de protetor da ferida e guia para migração de células. Objetivo: Avaliar a eficácia da membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas excisionais induzidas, em ratos. Material e Métodos: Foram utilizados 40 ratos da raça Wistar, de ambos os gêneros, nos quais foram confeccionadas feridas cutâneas pela excisão de dois retalhos de espessura total da pele, na região dorsal. Por sorteio, em uma das feridas, foi aplicada membrana do biopolímero da cana-de-açúcar (grupo experimental) e, na outra, foi realizado curativo convencional, com lavagem com soro fisiológico (grupo controle). Os animais foram submetidos a eutanásia no 7º, 14º, 21º e 40º dias de pós-operatório, para a coleta de material das feridas e cicatrizes para estudo histopatológico e imunoistoquímica. Avaliaram-se a intensidade dos infiltrados inflamatórios polimorfonuclear e linfomononuclear, da fibrose, da fibroplasia e da crosta. Obtiveram-se fotografias digitais das preparações histológicas para determinação da espessura epitelial e contagem do número de vasos neoformados. Resultados: O tempo de cicatrização completa, observado clinicamente, não diferiu entre as feridas que receberam a membrana (21dias) e aquelas que não receberam (20 dias), permanecendo a membrana aderida ao leito cruento por um período médio de seis dias. Na comparação das imagens digitalizadas não foram evidenciadas diferenças estatisticamente significantes no que se refere à área e ao diâmetro médio das áreas cicatriciais, nos momentos avaliados (2o, 7o e 14o dias de pós-operatório), assim como não houve diferença do ponto de vista estatístico, em relação aos parâmetros histopatológicos avaliados nos grupos experimental e controle, apesar de ter sido observado uma menor intensidade do infiltrado inflamatório polimorfonuclear e da fibroplasia, além de uma menor contagem do número de vasos nas áreas cicatriciais das feridas que receberam a membrana. Conclusão: Conclui-se que as feridas onde foi aplicada a membrana do biopolímero da cana-de-açúcar apresentaram, ao estudo histopatológico e morfométrico, características de um processo cicatricial completo e estável, em comparação com aquelas que não receberam a membrana |
| publishDate |
2012 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2012-03-27 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2015-03-05T12:26:26Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2015-03-05T12:26:26Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
| format |
doctoralThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.citation.fl_str_mv |
LUCENA, Maurilio Toscano de. Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos. Recife, 2012. 83 f. : Tese (doutorado) - UFPE, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Cirurgia, 2012. |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10578 |
| dc.identifier.dark.fl_str_mv |
ark:/64986/0013000015d9s |
| identifier_str_mv |
LUCENA, Maurilio Toscano de. Membrana do biopolímero da cana-de-açúcar no tratamento de feridas cutâneas induzidas, em ratos. Recife, 2012. 83 f. : Tese (doutorado) - UFPE, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Cirurgia, 2012. ark:/64986/0013000015d9s |
| url |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10578 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFPE instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) instacron:UFPE |
| instname_str |
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| instacron_str |
UFPE |
| institution |
UFPE |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| collection |
Repositório Institucional da UFPE |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10578/5/TESE-biblioteca%20MAURILIO.pdf.jpg https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10578/1/TESE-biblioteca%20MAURILIO.pdf https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10578/2/license_rdf https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10578/3/license.txt https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10578/4/TESE-biblioteca%20MAURILIO.pdf.txt |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
50dc35ee4884a616a188c5a094b86435 b197cfdac22918657ecccdcca1b0adae 66e71c371cc565284e70f40736c94386 4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08 5bad3b4162ac70beef597529ce5d3023 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| repository.mail.fl_str_mv |
attena@ufpe.br |
| _version_ |
1866186687766331392 |