Paisagem e reminiscência: o tombamento do Campo de Batalhas dos Montes Guararapes
| Ano de defesa: | 2008 |
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Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3109 |
Resumo: | O presente trabalho objetiva interpretar a dimensão da paisagem como objeto memorial subjacente ao valor histórico instituído pelo tombamento do Campo de Batalhas dos Montes Guararapes (CBMG) no âmbito federal, em 1961, como local onde foram travadas as definidoras batalhas do período da Insurreição Pernambucana, nos anos de 1648 e 1649, que culminaram com a expulsão definitiva dos holandeses do Brasil. Para tanto se adota o processo de tombamento do CBMG como objeto de estudo. Reflete-se inicialmente que esse Campo de Batalhas possui essencialmente o caráter e o sentido de paisagem. Entretanto a paisagem, ainda que presente enquanto sentido, não foi considerada enquanto categoria de preservação, no momento da inscrição do Campo de Batalhas como bem tombado, visto que mesmo diante da existência no Decreto-Lei 25 de 1937 do Livro do Tombo Histórico, Arqueológico e Paisagístico, o tombamento do Campo de Batalhas foi exclusivamente inscrito no Livro do Tombo Histórico. Portanto, o valor histórico instituído não se revela completo, visto que possui subliminarmente um outro sentido que está velado (o de paisagem), o que emula toda a significância valorativa que se pode apreender do CBMG. Portanto, a hipótese da pesquisa é a de que a paisagem é uma dimensão de significância que está subjacente ao valor histórico atribuído ao Campo de Batalhas dos Montes Guararapes. Para tanto, como método de estudo, a investigação se estruturou na Teoria da Argumentação de Chaim Perelman, abordando o processo de tombamento como um conjunto discursivo e assim com um todo-argumento , onde se puderam inferir sobre os objetos dos discursos, as premissas e os sujeitos argumentativos, bem como sobre as definições, noções e juízos de valor empreendidos. Como resultado da análise se constatou dois momentos argumentativos ou dois conjuntos discursivos : o da evocação do valor histórico (1953 a 1955), conotando essencialmente o sentido de cenário e o da consolidação do valor histórico (1956 a 1961), conotando o sentido de monumento. Verificou-se então que em ambos os momentos, e de forma sistemática a paisagem se fez presente enquanto dimensão de significância subjacente ao valor histórico, mas emulada quando da inscrição do tombamento do CBMG no livro do Tombo Histórico |
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Reflete-se inicialmente que esse Campo de Batalhas possui essencialmente o caráter e o sentido de paisagem. Entretanto a paisagem, ainda que presente enquanto sentido, não foi considerada enquanto categoria de preservação, no momento da inscrição do Campo de Batalhas como bem tombado, visto que mesmo diante da existência no Decreto-Lei 25 de 1937 do Livro do Tombo Histórico, Arqueológico e Paisagístico, o tombamento do Campo de Batalhas foi exclusivamente inscrito no Livro do Tombo Histórico. Portanto, o valor histórico instituído não se revela completo, visto que possui subliminarmente um outro sentido que está velado (o de paisagem), o que emula toda a significância valorativa que se pode apreender do CBMG. Portanto, a hipótese da pesquisa é a de que a paisagem é uma dimensão de significância que está subjacente ao valor histórico atribuído ao Campo de Batalhas dos Montes Guararapes. 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Verificou-se então que em ambos os momentos, e de forma sistemática a paisagem se fez presente enquanto dimensão de significância subjacente ao valor histórico, mas emulada quando da inscrição do tombamento do CBMG no livro do Tombo HistóricoporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessProcesso de tombamentoCampo de batalhasPaisagemValor históricoPaisagem e reminiscência: o tombamento do Campo de Batalhas dos Montes Guararapesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo2302_1.pdf.jpgarquivo2302_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1239https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/3109/4/arquivo2302_1.pdf.jpgee6d2304b4fe1eee8e18c6b334b7283cMD54ORIGINALarquivo2302_1.pdfapplication/pdf10346376https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/3109/1/arquivo2302_1.pdfd74879c23f659f51b31fd1b2b7c82d15MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/3109/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo2302_1.pdf.txtarquivo2302_1.pdf.txtExtracted texttext/plain312650https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/3109/3/arquivo2302_1.pdf.txt0d54c0386f9472c30eecf564d847a937MD53123456789/31092019-10-25 13:20:31.753oai:repositorio.ufpe.br:123456789/3109Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T16:20:31Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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O presente trabalho objetiva interpretar a dimensão da paisagem como objeto memorial subjacente ao valor histórico instituído pelo tombamento do Campo de Batalhas dos Montes Guararapes (CBMG) no âmbito federal, em 1961, como local onde foram travadas as definidoras batalhas do período da Insurreição Pernambucana, nos anos de 1648 e 1649, que culminaram com a expulsão definitiva dos holandeses do Brasil. Para tanto se adota o processo de tombamento do CBMG como objeto de estudo. Reflete-se inicialmente que esse Campo de Batalhas possui essencialmente o caráter e o sentido de paisagem. Entretanto a paisagem, ainda que presente enquanto sentido, não foi considerada enquanto categoria de preservação, no momento da inscrição do Campo de Batalhas como bem tombado, visto que mesmo diante da existência no Decreto-Lei 25 de 1937 do Livro do Tombo Histórico, Arqueológico e Paisagístico, o tombamento do Campo de Batalhas foi exclusivamente inscrito no Livro do Tombo Histórico. Portanto, o valor histórico instituído não se revela completo, visto que possui subliminarmente um outro sentido que está velado (o de paisagem), o que emula toda a significância valorativa que se pode apreender do CBMG. Portanto, a hipótese da pesquisa é a de que a paisagem é uma dimensão de significância que está subjacente ao valor histórico atribuído ao Campo de Batalhas dos Montes Guararapes. Para tanto, como método de estudo, a investigação se estruturou na Teoria da Argumentação de Chaim Perelman, abordando o processo de tombamento como um conjunto discursivo e assim com um todo-argumento , onde se puderam inferir sobre os objetos dos discursos, as premissas e os sujeitos argumentativos, bem como sobre as definições, noções e juízos de valor empreendidos. Como resultado da análise se constatou dois momentos argumentativos ou dois conjuntos discursivos : o da evocação do valor histórico (1953 a 1955), conotando essencialmente o sentido de cenário e o da consolidação do valor histórico (1956 a 1961), conotando o sentido de monumento. Verificou-se então que em ambos os momentos, e de forma sistemática a paisagem se fez presente enquanto dimensão de significância subjacente ao valor histórico, mas emulada quando da inscrição do tombamento do CBMG no livro do Tombo Histórico |
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