A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Elias da Silva, Drance
Orientador(a): Henrique Novaes Martins Albuquerque, Paulo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9690
Resumo: A presente tese procura refletir sobre o dinheiro como elemento de mediação na relação com o sagrado, na experiência religiosa neopentecostal. A referência empírica escolhida para este estudo é a Igreja Internacional da Graça de Deus. A compreensão do dinheiro como questão sociológica não pretende reduzir-se a uma crítica do mercado e ao utilitarismo diante do fato de que o dinheiro é uma peça central na expressão da fé daqueles que participam desse grupo religioso. O dinheiro, no uso que dele se faz no espaço do culto, indica uma produção social ou uma espécie de reinvenção do social comunitário. Esse aspecto sociológico é eixo norteador da análise que faremos a seguir e, para tanto, é preciso tratar o dinheiro para além de um equivalente geral, é preciso tratá-lo como símbolo. Para isso, a reflexão trilha seus caminhos à luz do sistema da dádiva. O referido caminho nos leva a afirmar que certo movimento utilitarista, trazido pela onda capitalista do mundo moderno, produziu o deslocamento das coisas dadas para aquelas que são guardadas, conservadas para si. E essa coisa chamada dinheiro parece figurar na vida social, no ápice de sua ousadia, quando, por qualquer motivo, encontramo-lo como parte do domínio do sagrado ou neste penetrando: o dinheiro não é danação ou algo considerado como tal, mas é santificado, quando imolado para se tornar oferta e, assim, contribuir para multiplicar as obras de Deus. Alguns textos e contextos tenderiam a afirmar que a penetração do dinheiro, no campo do sagrado, seria para profaná-lo, destruí-lo. Seria verdadeiro? O dízimo é dinheiro, é algo que pertence a Deus. Perguntamo-nos, todavia, sobre o que existe de sagrado nesse objeto, hoje tão nomeado no espaço religioso. Existe uma alma nesse objeto, e uma alma com muita importância (ou com a devida importância). O dinheiro é um ponto sólido, isto é, está entre as tantas realidades que fazem parte das trocas de dons cuja identidade estudamos na experiência atual do Neopentecostalismo. No contexto de uma sociedade centrada na economia de sistema de mercado, essa realidade chamada dinheiro parece ter encontrado, aí, nova base de sustentação que, como uma realidade abstraída por tal experiência religiosa, já mencionada, nós percebemos não como algo simplesmente provisório, mas duradouro. Mas a pergunta, a partir do espírito do dom e a qual não queremos calar, é esta: o dinheiro é sagrado? Quem o pede e quem o recebe? Quem o dá e quem espera receber? Existe um laço espiritual, um fio condutor espiritual que costura esse processo de relação com o dinheiro no espaço religioso que tomamos como ponto de referência
id UFPE_316ab89696dad01d8d89d67b6872efc0
oai_identifier_str oai:repositorio.ufpe.br:123456789/9690
network_acronym_str UFPE
network_name_str Repositório Institucional da UFPE
repository_id_str
spelling Elias da Silva, DranceHenrique Novaes Martins Albuquerque, Paulo 2014-06-12T23:15:45Z2014-06-12T23:15:45Z2006Elias da Silva, Drance; Henrique Novaes Martins Albuquerque, Paulo. A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva. 2006. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9690A presente tese procura refletir sobre o dinheiro como elemento de mediação na relação com o sagrado, na experiência religiosa neopentecostal. A referência empírica escolhida para este estudo é a Igreja Internacional da Graça de Deus. A compreensão do dinheiro como questão sociológica não pretende reduzir-se a uma crítica do mercado e ao utilitarismo diante do fato de que o dinheiro é uma peça central na expressão da fé daqueles que participam desse grupo religioso. O dinheiro, no uso que dele se faz no espaço do culto, indica uma produção social ou uma espécie de reinvenção do social comunitário. Esse aspecto sociológico é eixo norteador da análise que faremos a seguir e, para tanto, é preciso tratar o dinheiro para além de um equivalente geral, é preciso tratá-lo como símbolo. Para isso, a reflexão trilha seus caminhos à luz do sistema da dádiva. O referido caminho nos leva a afirmar que certo movimento utilitarista, trazido pela onda capitalista do mundo moderno, produziu o deslocamento das coisas dadas para aquelas que são guardadas, conservadas para si. E essa coisa chamada dinheiro parece figurar na vida social, no ápice de sua ousadia, quando, por qualquer motivo, encontramo-lo como parte do domínio do sagrado ou neste penetrando: o dinheiro não é danação ou algo considerado como tal, mas é santificado, quando imolado para se tornar oferta e, assim, contribuir para multiplicar as obras de Deus. Alguns textos e contextos tenderiam a afirmar que a penetração do dinheiro, no campo do sagrado, seria para profaná-lo, destruí-lo. Seria verdadeiro? O dízimo é dinheiro, é algo que pertence a Deus. Perguntamo-nos, todavia, sobre o que existe de sagrado nesse objeto, hoje tão nomeado no espaço religioso. Existe uma alma nesse objeto, e uma alma com muita importância (ou com a devida importância). O dinheiro é um ponto sólido, isto é, está entre as tantas realidades que fazem parte das trocas de dons cuja identidade estudamos na experiência atual do Neopentecostalismo. No contexto de uma sociedade centrada na economia de sistema de mercado, essa realidade chamada dinheiro parece ter encontrado, aí, nova base de sustentação que, como uma realidade abstraída por tal experiência religiosa, já mencionada, nós percebemos não como algo simplesmente provisório, mas duradouro. Mas a pergunta, a partir do espírito do dom e a qual não queremos calar, é esta: o dinheiro é sagrado? Quem o pede e quem o recebe? Quem o dá e quem espera receber? Existe um laço espiritual, um fio condutor espiritual que costura esse processo de relação com o dinheiro no espaço religioso que tomamos como ponto de referênciaporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessDinheiroNeopentecostalismoIgreja Internacional da Graça de DeusMercadoReligiãoSagradoSímboloDádivaA sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádivainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo9261_1.pdf.jpgarquivo9261_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1263https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9690/4/arquivo9261_1.pdf.jpg7343b14b868641c0f213e7951c6efaf0MD54ORIGINALarquivo9261_1.pdfapplication/pdf3355032https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9690/1/arquivo9261_1.pdfa43956783bd26342d7a39d0a3a49fc45MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9690/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo9261_1.pdf.txtarquivo9261_1.pdf.txtExtracted texttext/plain720856https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9690/3/arquivo9261_1.pdf.txtd34f042e521bc891a6b2e18c3fc853c2MD53123456789/96902019-10-25 03:53:07.319oai:repositorio.ufpe.br:123456789/9690Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T06:53:07Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva
title A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva
spellingShingle A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva
Elias da Silva, Drance
Dinheiro
Neopentecostalismo
Igreja Internacional da Graça de Deus
Mercado
Religião
Sagrado
Símbolo
Dádiva
title_short A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva
title_full A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva
title_fullStr A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva
title_full_unstemmed A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva
title_sort A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva
author Elias da Silva, Drance
author_facet Elias da Silva, Drance
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Elias da Silva, Drance
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Henrique Novaes Martins Albuquerque, Paulo
contributor_str_mv Henrique Novaes Martins Albuquerque, Paulo
dc.subject.por.fl_str_mv Dinheiro
Neopentecostalismo
Igreja Internacional da Graça de Deus
Mercado
Religião
Sagrado
Símbolo
Dádiva
topic Dinheiro
Neopentecostalismo
Igreja Internacional da Graça de Deus
Mercado
Religião
Sagrado
Símbolo
Dádiva
description A presente tese procura refletir sobre o dinheiro como elemento de mediação na relação com o sagrado, na experiência religiosa neopentecostal. A referência empírica escolhida para este estudo é a Igreja Internacional da Graça de Deus. A compreensão do dinheiro como questão sociológica não pretende reduzir-se a uma crítica do mercado e ao utilitarismo diante do fato de que o dinheiro é uma peça central na expressão da fé daqueles que participam desse grupo religioso. O dinheiro, no uso que dele se faz no espaço do culto, indica uma produção social ou uma espécie de reinvenção do social comunitário. Esse aspecto sociológico é eixo norteador da análise que faremos a seguir e, para tanto, é preciso tratar o dinheiro para além de um equivalente geral, é preciso tratá-lo como símbolo. Para isso, a reflexão trilha seus caminhos à luz do sistema da dádiva. O referido caminho nos leva a afirmar que certo movimento utilitarista, trazido pela onda capitalista do mundo moderno, produziu o deslocamento das coisas dadas para aquelas que são guardadas, conservadas para si. E essa coisa chamada dinheiro parece figurar na vida social, no ápice de sua ousadia, quando, por qualquer motivo, encontramo-lo como parte do domínio do sagrado ou neste penetrando: o dinheiro não é danação ou algo considerado como tal, mas é santificado, quando imolado para se tornar oferta e, assim, contribuir para multiplicar as obras de Deus. Alguns textos e contextos tenderiam a afirmar que a penetração do dinheiro, no campo do sagrado, seria para profaná-lo, destruí-lo. Seria verdadeiro? O dízimo é dinheiro, é algo que pertence a Deus. Perguntamo-nos, todavia, sobre o que existe de sagrado nesse objeto, hoje tão nomeado no espaço religioso. Existe uma alma nesse objeto, e uma alma com muita importância (ou com a devida importância). O dinheiro é um ponto sólido, isto é, está entre as tantas realidades que fazem parte das trocas de dons cuja identidade estudamos na experiência atual do Neopentecostalismo. No contexto de uma sociedade centrada na economia de sistema de mercado, essa realidade chamada dinheiro parece ter encontrado, aí, nova base de sustentação que, como uma realidade abstraída por tal experiência religiosa, já mencionada, nós percebemos não como algo simplesmente provisório, mas duradouro. Mas a pergunta, a partir do espírito do dom e a qual não queremos calar, é esta: o dinheiro é sagrado? Quem o pede e quem o recebe? Quem o dá e quem espera receber? Existe um laço espiritual, um fio condutor espiritual que costura esse processo de relação com o dinheiro no espaço religioso que tomamos como ponto de referência
publishDate 2006
dc.date.issued.fl_str_mv 2006
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2014-06-12T23:15:45Z
dc.date.available.fl_str_mv 2014-06-12T23:15:45Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv Elias da Silva, Drance; Henrique Novaes Martins Albuquerque, Paulo. A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva. 2006. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9690
identifier_str_mv Elias da Silva, Drance; Henrique Novaes Martins Albuquerque, Paulo. A sagração do dinheiro no neopentecostalismo : religião e interesse à luz do sistema da dádiva. 2006. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.
url https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9690
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFPE
instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron:UFPE
instname_str Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron_str UFPE
institution UFPE
reponame_str Repositório Institucional da UFPE
collection Repositório Institucional da UFPE
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9690/4/arquivo9261_1.pdf.jpg
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9690/1/arquivo9261_1.pdf
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9690/2/license.txt
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9690/3/arquivo9261_1.pdf.txt
bitstream.checksum.fl_str_mv 7343b14b868641c0f213e7951c6efaf0
a43956783bd26342d7a39d0a3a49fc45
8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33
d34f042e521bc891a6b2e18c3fc853c2
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
repository.mail.fl_str_mv attena@ufpe.br
_version_ 1862741635555655680