Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Felipe Lynch de Moraes, Luiz
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7225
Resumo: Introdução: A toxoplasmose ocular é provocada pelo Toxoplasma gondii que causa uveíte recorrente, cujo diagnóstico clínico pode se confundir com outras uveítes. Estudos mostram que há associação entre toxoplasmose ocular ativa e IgAs anti-T. gondii na lágrima. Objetivo: Comparar os níveis de IgAs anti-T. gondii da lágrima da fase aguda com a fase inativa de pacientes com uveíte toxoplásmica. Metodologia: Selecionaram-se 29 pacientes com uveíte toxoplásmica aguda que apresentavam níveis positivos de IgAs específica na lágrima para Toxoplasma gondii e foram acompanhados por período mínimo de dois anos. Após o acompanhamento a IgAs da lágrima anti-T. gondii dos pacientes foi medida e comparada com a fase aguda. Resultados: A IgAs específica para Toxoplasma gondii encontrou-se negativa em 22 pacientes (75,86%) e positiva em sete pacientes (24,13%), dos quais seis (85,7%) tinham tempo de acompanhamento de até três anos. A redução da média dos níveis da IgAs na fase aguda de 1,54 para 0,72 na fase de inatividade foi significativa (p=0,0001). Conclusão: A IgAs anti-T. gondii da lágrima encontra-se negativa em 75,86% pacientes após a fase aguda, podendo ser utilizada como marcador diagnóstico da toxoplasmose ocular ativa
id UFPE_3306aa96adf42dc9956980f8815da124
oai_identifier_str oai:repositorio.ufpe.br:123456789/7225
network_acronym_str UFPE
network_name_str Repositório Institucional da UFPE
repository_id_str
spelling Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doençaUveíteToxoplasmose ocularIgA secretoraLágrimaIntrodução: A toxoplasmose ocular é provocada pelo Toxoplasma gondii que causa uveíte recorrente, cujo diagnóstico clínico pode se confundir com outras uveítes. Estudos mostram que há associação entre toxoplasmose ocular ativa e IgAs anti-T. gondii na lágrima. Objetivo: Comparar os níveis de IgAs anti-T. gondii da lágrima da fase aguda com a fase inativa de pacientes com uveíte toxoplásmica. Metodologia: Selecionaram-se 29 pacientes com uveíte toxoplásmica aguda que apresentavam níveis positivos de IgAs específica na lágrima para Toxoplasma gondii e foram acompanhados por período mínimo de dois anos. Após o acompanhamento a IgAs da lágrima anti-T. gondii dos pacientes foi medida e comparada com a fase aguda. Resultados: A IgAs específica para Toxoplasma gondii encontrou-se negativa em 22 pacientes (75,86%) e positiva em sete pacientes (24,13%), dos quais seis (85,7%) tinham tempo de acompanhamento de até três anos. A redução da média dos níveis da IgAs na fase aguda de 1,54 para 0,72 na fase de inatividade foi significativa (p=0,0001). Conclusão: A IgAs anti-T. gondii da lágrima encontra-se negativa em 75,86% pacientes após a fase aguda, podendo ser utilizada como marcador diagnóstico da toxoplasmose ocular ativaUniversidade Federal de PernambucoMalagueno de Santana, Elizabeth Felipe Lynch de Moraes, Luiz2014-06-12T18:30:22Z2014-06-12T18:30:22Z2009-01-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfFelipe Lynch de Moraes, Luiz; Malagueno de Santana, Elizabeth. Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7225porAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-25T18:09:02Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/7225Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T18:09:02Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
dc.title.none.fl_str_mv Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença
title Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença
spellingShingle Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença
Felipe Lynch de Moraes, Luiz
Uveíte
Toxoplasmose ocular
IgA secretora
Lágrima
title_short Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença
title_full Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença
title_fullStr Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença
title_full_unstemmed Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença
title_sort Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença
author Felipe Lynch de Moraes, Luiz
author_facet Felipe Lynch de Moraes, Luiz
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Malagueno de Santana, Elizabeth
dc.contributor.author.fl_str_mv Felipe Lynch de Moraes, Luiz
dc.subject.por.fl_str_mv Uveíte
Toxoplasmose ocular
IgA secretora
Lágrima
topic Uveíte
Toxoplasmose ocular
IgA secretora
Lágrima
description Introdução: A toxoplasmose ocular é provocada pelo Toxoplasma gondii que causa uveíte recorrente, cujo diagnóstico clínico pode se confundir com outras uveítes. Estudos mostram que há associação entre toxoplasmose ocular ativa e IgAs anti-T. gondii na lágrima. Objetivo: Comparar os níveis de IgAs anti-T. gondii da lágrima da fase aguda com a fase inativa de pacientes com uveíte toxoplásmica. Metodologia: Selecionaram-se 29 pacientes com uveíte toxoplásmica aguda que apresentavam níveis positivos de IgAs específica na lágrima para Toxoplasma gondii e foram acompanhados por período mínimo de dois anos. Após o acompanhamento a IgAs da lágrima anti-T. gondii dos pacientes foi medida e comparada com a fase aguda. Resultados: A IgAs específica para Toxoplasma gondii encontrou-se negativa em 22 pacientes (75,86%) e positiva em sete pacientes (24,13%), dos quais seis (85,7%) tinham tempo de acompanhamento de até três anos. A redução da média dos níveis da IgAs na fase aguda de 1,54 para 0,72 na fase de inatividade foi significativa (p=0,0001). Conclusão: A IgAs anti-T. gondii da lágrima encontra-se negativa em 75,86% pacientes após a fase aguda, podendo ser utilizada como marcador diagnóstico da toxoplasmose ocular ativa
publishDate 2009
dc.date.none.fl_str_mv 2009-01-31
2014-06-12T18:30:22Z
2014-06-12T18:30:22Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv Felipe Lynch de Moraes, Luiz; Malagueno de Santana, Elizabeth. Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7225
identifier_str_mv Felipe Lynch de Moraes, Luiz; Malagueno de Santana, Elizabeth. Toxoplasmose ocular: níveis de IgA secretora específica na lágrima de pacientes na fase ativa e inativa da doença. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.
url https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7225
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFPE
instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron:UFPE
instname_str Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron_str UFPE
institution UFPE
reponame_str Repositório Institucional da UFPE
collection Repositório Institucional da UFPE
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
repository.mail.fl_str_mv attena@ufpe.br
_version_ 1856042037601632256