Vida, singularidade e agência corporificada em Hegel

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: PENNYCOOK, Pedro Henrique Alves Cavalcanti
Orientador(a): MELO, Filipe Augusto Barreto Campello de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso embargado
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Filosofia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/65633
Resumo: Argumento que o modelo hegeliano de agência seja constitutivamente corporificado. Para isso, desafio interpretações justificacionistas e intencionalistas, como as encontradas em Brandom, Pinkard e Pippin, segundo as quais ações livres seriam definidas exclusivamente pela capacidade para oferecer razões (reasons) para agir de uma determinada maneira. Interpretações dessa ordem se amparam numa excepcionalidade normativa do espírito em oposição à natureza. Ao contrário desses autores, proponho que Hegel pense a maneira como atuamos livremente em continuidade ao modo como animais não-humanos agem em seus ambientes. Para isso, recupero sua teoria dos organismos, tal como formulada na Filosofia da Natureza. Sugiro que Hegel escreva sobre organismos animais em geral, humanos e não-humanos, como normativamente constituídos. Modo de escrita esse que, inspirado na virada pragmatista nos estudos hegelianos, promovida sobretudo por aqueles comentadores, chamarei de pragmatista. Da forma como a defenderei, tal normatividade se atualiza na maneira corporificada como organismos animais em geral são teleologicamente orientados. Ao invés de uma excepcionalidade normativa, proponho que organismos humanos sejam melhor especificados, em Hegel, pela maneira singular como atuam normas universais. Segue-se dessa interpretação que formas de vida sejam concebidas enquanto livres ao viabilizarem normas sociais nas quais a atuação singular de seus agentes seja constitutiva daquelas normas. Se o modelo hegeliano de agência seria constitutivamente corporificado, e a especificidade humana se dá pela significação singular na maneira como atuam normativamente, argumento ao fim que singularidade seja melhor concebida como algo que fazemos corporificadamente.
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Ao contrário desses autores, proponho que Hegel pense a maneira como atuamos livremente em continuidade ao modo como animais não-humanos agem em seus ambientes. Para isso, recupero sua teoria dos organismos, tal como formulada na Filosofia da Natureza. Sugiro que Hegel escreva sobre organismos animais em geral, humanos e não-humanos, como normativamente constituídos. Modo de escrita esse que, inspirado na virada pragmatista nos estudos hegelianos, promovida sobretudo por aqueles comentadores, chamarei de pragmatista. Da forma como a defenderei, tal normatividade se atualiza na maneira corporificada como organismos animais em geral são teleologicamente orientados. Ao invés de uma excepcionalidade normativa, proponho que organismos humanos sejam melhor especificados, em Hegel, pela maneira singular como atuam normas universais. 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Se o modelo hegeliano de agência seria constitutivamente corporificado, e a especificidade humana se dá pela significação singular na maneira como atuam normativamente, argumento ao fim que singularidade seja melhor concebida como algo que fazemos corporificadamente.IndisponívelporUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em FilosofiaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/embargoedAccessAgência corporificadaNeopragmatismoNormatividade vitalVida, singularidade e agência corporificada em Hegelinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Pedro Henrique Alves Cavalcanti Pennycook.pdfDISSERTAÇÃO Pedro Henrique Alves Cavalcanti Pennycook.pdfapplication/pdf1240854https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/65633/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Pedro%20Henrique%20Alves%20Cavalcanti%20Pennycook.pdfd013b373082f01bfabcdab67548d1c4bMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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