Metabonômica aplicada ao diagnóstico e estadiamento de doenças hepáticas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: COSTA, Tássia Brena Barroso Carneiro da
Orientador(a): SILVA, Ricardo Oliveira da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Quimica
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
HBV
HCV
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/20263
Resumo: A metabonômica pode ser definida como um conjunto de ferramentas, analíticas e de estatística multivariada, utilizadas para identificar mudanças de concentração dos metabólitos em um dado biofluido, associando-as à perturbação sofrida pelo organismo. Sendo assim, ela seria capaz de identificar qualquer doença no organismo, desde que seja empregado o biofluido adequado e as informações sejam corretamente extraídas. Para isso, a ferramenta mais empregada é a Espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear de Hidrogênio-1 (RMN de ¹H), e é necessário o uso de técnicas quimiométricas para extrair as informações do espectro. Neste trabalho, foram construídos modelos metabonômicos para: (1) identificar pacientes portadores de esteatose, e dos vírus da hepatite B (HBV) e da hepatite C (HCV), utilizando amostras de urina; e (2) classificar o grau de fibrose hepática em pacientes com hepatites crônicas por HBV ou HCV, utilizando amostras de soro sanguíneo. O modelo para classificação de pacientes com esteatose, obteve 100% de sensibilidade e de valor preditivo positivo. Para identificar esteatose independentemente de ser um portador de HBV ou HCV, o modelo construído obteve 97,9% de exatidão. Para classificar portadores de HBV e HCV, os modelos apresentaram sensibilidade de 100% e 92,6%, respectivamente. O modelo construído para diferenciar pacientes com diferentes lesões no fígado: esteaose e hepatites virais B ou C, obteve 94% de exatidão. Para classificar pacientes com fibrose significativa; fibrose avançada; e cirrose, alcançamos 98,4; 100; e 96,8% de exatidão, respectivamente. Através da combinação dos resultados dos modelos de fibrose significativa e fibrose avançada, foi possível determinar os pacientes com grau F2, no METAVIR, com percentual de acerto de 96,8%. Nas análises de fibrose, a exatidão observada para os modelos metabonômicos foram superiores aos observados para os métodos não-invasivos normalmente utilizados na prática clínica, APRI (do inglês, Aspartate aminotransferase Platelet Ratio Index) e FIB-4. A estratégia metabonômica demonstrou capacidade de avaliar a presença de diferentes doenças hepáticas em uma única análise, não invasiva, e determinar o grau de fibrose hepática, de forma minimamente invasiva.
id UFPE_3ecffce95049953ab5b72725babc4ea9
oai_identifier_str oai:repositorio.ufpe.br:123456789/20263
network_acronym_str UFPE
network_name_str Repositório Institucional da UFPE
repository_id_str
spelling COSTA, Tássia Brena Barroso Carneiro dahttp://lattes.cnpq.br/4016384735527537http://lattes.cnpq.br/6974730097895255SILVA, Ricardo Oliveira daLOPES, Edmundo Pessoa2017-08-04T14:12:52Z2017-08-04T14:12:52Z2016-03-29https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/20263A metabonômica pode ser definida como um conjunto de ferramentas, analíticas e de estatística multivariada, utilizadas para identificar mudanças de concentração dos metabólitos em um dado biofluido, associando-as à perturbação sofrida pelo organismo. Sendo assim, ela seria capaz de identificar qualquer doença no organismo, desde que seja empregado o biofluido adequado e as informações sejam corretamente extraídas. Para isso, a ferramenta mais empregada é a Espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear de Hidrogênio-1 (RMN de ¹H), e é necessário o uso de técnicas quimiométricas para extrair as informações do espectro. Neste trabalho, foram construídos modelos metabonômicos para: (1) identificar pacientes portadores de esteatose, e dos vírus da hepatite B (HBV) e da hepatite C (HCV), utilizando amostras de urina; e (2) classificar o grau de fibrose hepática em pacientes com hepatites crônicas por HBV ou HCV, utilizando amostras de soro sanguíneo. O modelo para classificação de pacientes com esteatose, obteve 100% de sensibilidade e de valor preditivo positivo. Para identificar esteatose independentemente de ser um portador de HBV ou HCV, o modelo construído obteve 97,9% de exatidão. Para classificar portadores de HBV e HCV, os modelos apresentaram sensibilidade de 100% e 92,6%, respectivamente. O modelo construído para diferenciar pacientes com diferentes lesões no fígado: esteaose e hepatites virais B ou C, obteve 94% de exatidão. Para classificar pacientes com fibrose significativa; fibrose avançada; e cirrose, alcançamos 98,4; 100; e 96,8% de exatidão, respectivamente. Através da combinação dos resultados dos modelos de fibrose significativa e fibrose avançada, foi possível determinar os pacientes com grau F2, no METAVIR, com percentual de acerto de 96,8%. Nas análises de fibrose, a exatidão observada para os modelos metabonômicos foram superiores aos observados para os métodos não-invasivos normalmente utilizados na prática clínica, APRI (do inglês, Aspartate aminotransferase Platelet Ratio Index) e FIB-4. A estratégia metabonômica demonstrou capacidade de avaliar a presença de diferentes doenças hepáticas em uma única análise, não invasiva, e determinar o grau de fibrose hepática, de forma minimamente invasiva.CNPQFACEPEThe metabonomics can be defined as a set of analytics and multivariate statistics tools, used to identify the metabolite concentration changes in a certain biofluid, associating them to the disturbance suffered. Therefore, it would be able to identify any disease in the body, if employed the appropriate biofluid and correctly extract the information. The most commonly used tool is Nuclear Magnetic Resonance Spectroscopy for hydrogen-1 (¹H NMR), and chemometrics techniques are used to extract the information of the spectrum. In this work we built metabonomics models to: (1) identify patients with steatosis, hepatitis B (HBV) and hepatitis C (HCV), using urine samples; and (2) classify the degree of liver fibrosis in patients with chronic hepatitis, HBV or HCV, using blood serum samples. The classification model for patients with steatosis obtained 100% to sensitivity and positive predictive value. To identify steatosis, without regard the presence of HBV or HCV, the constructed model achieved 97.9% accuracy. To classify carriers of HBV and HCV, the models showed 100 and 92.6% of sensitivity, respectively. The constructed model to differentiate patients with different liver damage: steatosis and viral hepatitis B or C, achieved 94% accuracy. To classify patients with significant fibrosis; advanced fibrosis; and cirrhosis, the models reached 98.4; 100; and 96.8% accuracy, respectively. By combining the results of significant fibrosis models and advanced fibrosis, it determined the patients with F2 in the METAVIR, with 96.8% of accuracy. In fibrosis analysis, the accuracy observed for metabonomics models were higher than those observed for the non-invasive methods commonly used in clinical practice, APRI (Aspartate aminotransferase Platelet Ratio Index) and FIB-4. The metabonomics strategy demonstrated ability to assess the presence of different liver diseases in a single non-invasive analysis and determine the degree of liver fibrosis, in a minimally invasive way.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em QuimicaUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessRMN de ¹HHBVHCVEsteatoseFibrose hepáticaMetabonômica aplicada ao diagnóstico e estadiamento de doenças hepáticasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDissertação - Tássia Brena da Costa.pdf.jpgDissertação - Tássia Brena da Costa.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1153https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/20263/5/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20%20-%20T%c3%a1ssia%20Brena%20da%20Costa.pdf.jpgb54fa88d228d6b9fa9a0b1d33906adedMD55ORIGINALDissertação - Tássia Brena da Costa.pdfDissertação - Tássia Brena da Costa.pdfapplication/pdf2477280https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/20263/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20%20-%20T%c3%a1ssia%20Brena%20da%20Costa.pdfc34cd8503224fb8886f2d07b5e20b69aMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/20263/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82311https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/20263/3/license.txt4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08MD53TEXTDissertação - Tássia Brena da Costa.pdf.txtDissertação - Tássia Brena da Costa.pdf.txtExtracted texttext/plain156429https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/20263/4/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20%20-%20T%c3%a1ssia%20Brena%20da%20Costa.pdf.txt76429575992f08f5c4cb37caedce1fe6MD54123456789/202632019-10-25 21:23:38.662oai:repositorio.ufpe.br:123456789/20263TGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKClRvZG8gZGVwb3NpdGFudGUgZGUgbWF0ZXJpYWwgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgKFJJKSBkZXZlIGNvbmNlZGVyLCDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIChVRlBFKSwgdW1hIExpY2Vuw6dhIGRlIERpc3RyaWJ1acOnw6NvIE7Do28gRXhjbHVzaXZhIHBhcmEgbWFudGVyIGUgdG9ybmFyIGFjZXNzw612ZWlzIG9zIHNldXMgZG9jdW1lbnRvcywgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBuZXN0ZSByZXBvc2l0w7NyaW8uCgpDb20gYSBjb25jZXNzw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIG7Do28gZXhjbHVzaXZhLCBvIGRlcG9zaXRhbnRlIG1hbnTDqW0gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IuCl9fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fXwoKTGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKCkFvIGNvbmNvcmRhciBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSBlIGFjZWl0w6EtbGEsIHZvY8OqIChhdXRvciBvdSBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpOgoKYSkgRGVjbGFyYSBxdWUgY29uaGVjZSBhIHBvbMOtdGljYSBkZSBjb3B5cmlnaHQgZGEgZWRpdG9yYSBkbyBzZXUgZG9jdW1lbnRvOwpiKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGUgYWNlaXRhIGFzIERpcmV0cml6ZXMgcGFyYSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGUEU7CmMpIENvbmNlZGUgw6AgVUZQRSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgYXJxdWl2YXIsIHJlcHJvZHV6aXIsIGNvbnZlcnRlciAoY29tbyBkZWZpbmlkbyBhIHNlZ3VpciksIGNvbXVuaWNhciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIsIG5vIFJJLCBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0KSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgb3UgcG9yIG91dHJvIG1laW87CmQpIERlY2xhcmEgcXVlIGF1dG9yaXphIGEgVUZQRSBhIGFycXVpdmFyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8gZSBjb252ZXJ0w6otbG8sIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbywgcGFyYSBxdWFscXVlciBmb3JtYXRvIGRlIGZpY2hlaXJvLCBtZWlvIG91IHN1cG9ydGUsIHBhcmEgZWZlaXRvcyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIChiYWNrdXApIGUgYWNlc3NvOwplKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gw6kgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBhIHRlcmNlaXJvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2Ugb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgb3V0cmEgcGVzc29hIG91IGVudGlkYWRlOwpmKSBEZWNsYXJhIHF1ZSwgbm8gY2FzbyBkbyBkb2N1bWVudG8gc3VibWV0aWRvIGNvbnRlciBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG7Do28gZGV0w6ltIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlCmF1dG9yLCBvYnRldmUgYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcmVzcGVjdGl2byBkZXRlbnRvciBkZXNzZXMgZGlyZWl0b3MgcGFyYSBjZWRlciDDoApVRlBFIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgTGljZW7Dp2EgZSBhdXRvcml6YXIgYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgYSB1dGlsaXrDoS1sb3MgbGVnYWxtZW50ZS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGN1am9zIGRpcmVpdG9zIHPDo28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZTsKZykgU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVRlBFLMKgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgpBIFVGUEUgaWRlbnRpZmljYXLDoSBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBhdXRvciAoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRvIHByZXZpc3RvIG5hIGFsw61uZWEgYykuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-26T00:23:38Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Metabonômica aplicada ao diagnóstico e estadiamento de doenças hepáticas
title Metabonômica aplicada ao diagnóstico e estadiamento de doenças hepáticas
spellingShingle Metabonômica aplicada ao diagnóstico e estadiamento de doenças hepáticas
COSTA, Tássia Brena Barroso Carneiro da
RMN de ¹H
HBV
HCV
Esteatose
Fibrose hepática
title_short Metabonômica aplicada ao diagnóstico e estadiamento de doenças hepáticas
title_full Metabonômica aplicada ao diagnóstico e estadiamento de doenças hepáticas
title_fullStr Metabonômica aplicada ao diagnóstico e estadiamento de doenças hepáticas
title_full_unstemmed Metabonômica aplicada ao diagnóstico e estadiamento de doenças hepáticas
title_sort Metabonômica aplicada ao diagnóstico e estadiamento de doenças hepáticas
author COSTA, Tássia Brena Barroso Carneiro da
author_facet COSTA, Tássia Brena Barroso Carneiro da
author_role author
dc.contributor.authorLattes.pt_BR.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/4016384735527537
dc.contributor.advisorLattes.pt_BR.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/6974730097895255
dc.contributor.author.fl_str_mv COSTA, Tássia Brena Barroso Carneiro da
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv SILVA, Ricardo Oliveira da
dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv LOPES, Edmundo Pessoa
contributor_str_mv SILVA, Ricardo Oliveira da
LOPES, Edmundo Pessoa
dc.subject.por.fl_str_mv RMN de ¹H
HBV
HCV
Esteatose
Fibrose hepática
topic RMN de ¹H
HBV
HCV
Esteatose
Fibrose hepática
description A metabonômica pode ser definida como um conjunto de ferramentas, analíticas e de estatística multivariada, utilizadas para identificar mudanças de concentração dos metabólitos em um dado biofluido, associando-as à perturbação sofrida pelo organismo. Sendo assim, ela seria capaz de identificar qualquer doença no organismo, desde que seja empregado o biofluido adequado e as informações sejam corretamente extraídas. Para isso, a ferramenta mais empregada é a Espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear de Hidrogênio-1 (RMN de ¹H), e é necessário o uso de técnicas quimiométricas para extrair as informações do espectro. Neste trabalho, foram construídos modelos metabonômicos para: (1) identificar pacientes portadores de esteatose, e dos vírus da hepatite B (HBV) e da hepatite C (HCV), utilizando amostras de urina; e (2) classificar o grau de fibrose hepática em pacientes com hepatites crônicas por HBV ou HCV, utilizando amostras de soro sanguíneo. O modelo para classificação de pacientes com esteatose, obteve 100% de sensibilidade e de valor preditivo positivo. Para identificar esteatose independentemente de ser um portador de HBV ou HCV, o modelo construído obteve 97,9% de exatidão. Para classificar portadores de HBV e HCV, os modelos apresentaram sensibilidade de 100% e 92,6%, respectivamente. O modelo construído para diferenciar pacientes com diferentes lesões no fígado: esteaose e hepatites virais B ou C, obteve 94% de exatidão. Para classificar pacientes com fibrose significativa; fibrose avançada; e cirrose, alcançamos 98,4; 100; e 96,8% de exatidão, respectivamente. Através da combinação dos resultados dos modelos de fibrose significativa e fibrose avançada, foi possível determinar os pacientes com grau F2, no METAVIR, com percentual de acerto de 96,8%. Nas análises de fibrose, a exatidão observada para os modelos metabonômicos foram superiores aos observados para os métodos não-invasivos normalmente utilizados na prática clínica, APRI (do inglês, Aspartate aminotransferase Platelet Ratio Index) e FIB-4. A estratégia metabonômica demonstrou capacidade de avaliar a presença de diferentes doenças hepáticas em uma única análise, não invasiva, e determinar o grau de fibrose hepática, de forma minimamente invasiva.
publishDate 2016
dc.date.issued.fl_str_mv 2016-03-29
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2017-08-04T14:12:52Z
dc.date.available.fl_str_mv 2017-08-04T14:12:52Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/20263
url https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/20263
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
dc.publisher.program.fl_str_mv Programa de Pos Graduacao em Quimica
dc.publisher.initials.fl_str_mv UFPE
dc.publisher.country.fl_str_mv Brasil
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFPE
instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron:UFPE
instname_str Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron_str UFPE
institution UFPE
reponame_str Repositório Institucional da UFPE
collection Repositório Institucional da UFPE
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/20263/5/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20%20-%20T%c3%a1ssia%20Brena%20da%20Costa.pdf.jpg
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/20263/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20%20-%20T%c3%a1ssia%20Brena%20da%20Costa.pdf
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/20263/2/license_rdf
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/20263/3/license.txt
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/20263/4/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20%20-%20T%c3%a1ssia%20Brena%20da%20Costa.pdf.txt
bitstream.checksum.fl_str_mv b54fa88d228d6b9fa9a0b1d33906aded
c34cd8503224fb8886f2d07b5e20b69a
e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34
4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08
76429575992f08f5c4cb37caedce1fe6
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
repository.mail.fl_str_mv attena@ufpe.br
_version_ 1862742054193332224