Fenômenos da midiatização sobre a esfera social: reflexões acerca do vulnerável social e a cadeia de experiências
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10913 |
Resumo: | Estudamos as combinações técnicas, culturais e práxis, em vias de constituição de instituições e linguagens da midiatização, que dão condições sobre a produção e troca de sentidos – representações, memórias - assim como os modos de vínculos – lugar de percepção do outro e efeitos estéticos. Apontamos indícios sobre a formação de uma esfera social a partir da apropriação e produção, tecnológica e difusa, na mão do pólo da escuta (ou usuário), que provoca uma enxurrada de produtos em uma circulação que também é estética e pluraliza a cadeia de experiências sociais. Em conseqüência, tornam-se evidentes as potencialidades sobre as alterações da percepção do outro, o que tem estreita relação com a construção dos vínculos sociais, variando as pessoas sobre seus papéis e lugares comuns. São interações que mobilizam dimensões estéticas sobre deslocamentos e sobre a constituição social de uma esfera pública racional e sensível. Partimos do estudo sobre vídeos do YouTube e o seguinte problema de pesquisa: modos de inserção política e social pela tecnologia eletrônica, avaliando legitimidades, discursos, partilhas e experiências em relação às pessoas denominadas vulneráveis sociais, a priori, excluídas socialmente ou porque vivem nas periferias ou porque carregam sentidos da marginalização social. Descrevemos as apropriações, a produção e questionamos sobre uma circulação estética na plataforma do YouTube. A partir daí, buscamos compreender a partilha de sentido, a visibilidade dessas pessoas e a ação comunicativa de pertencimento social. Para tanto, foi necessário colocar as primeiras questões sobre a formação do sujeito vulnerável social, sua determinante social e individual e, em seguida, a estrutura eletrônica e virtual, fracionando, especialmente, o lugar da emissão na economia informacional e cultural. Lançamos mão sobre uma segunda perspectiva de observação sobre o objeto. Após a descrição e análise como objetos de poder em políticas públicas ou distinção estética, os vídeos de periferias ou marginalização digital são tratados como objetos de saber, em sala de aula. O material audiovisual foi disparado junto ao grupo de alunos do estágio docente do doutorado para perceber a interação disparada pelos produtos em circulação estética e para experimentar questões de investigação. |
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Rodrigues, Lylian Caroline MacielSilva, Eduardo Duarte Gomes da 2015-03-05T18:59:42Z2015-03-05T18:59:42Z2013-08-26https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10913Estudamos as combinações técnicas, culturais e práxis, em vias de constituição de instituições e linguagens da midiatização, que dão condições sobre a produção e troca de sentidos – representações, memórias - assim como os modos de vínculos – lugar de percepção do outro e efeitos estéticos. Apontamos indícios sobre a formação de uma esfera social a partir da apropriação e produção, tecnológica e difusa, na mão do pólo da escuta (ou usuário), que provoca uma enxurrada de produtos em uma circulação que também é estética e pluraliza a cadeia de experiências sociais. Em conseqüência, tornam-se evidentes as potencialidades sobre as alterações da percepção do outro, o que tem estreita relação com a construção dos vínculos sociais, variando as pessoas sobre seus papéis e lugares comuns. São interações que mobilizam dimensões estéticas sobre deslocamentos e sobre a constituição social de uma esfera pública racional e sensível. Partimos do estudo sobre vídeos do YouTube e o seguinte problema de pesquisa: modos de inserção política e social pela tecnologia eletrônica, avaliando legitimidades, discursos, partilhas e experiências em relação às pessoas denominadas vulneráveis sociais, a priori, excluídas socialmente ou porque vivem nas periferias ou porque carregam sentidos da marginalização social. Descrevemos as apropriações, a produção e questionamos sobre uma circulação estética na plataforma do YouTube. A partir daí, buscamos compreender a partilha de sentido, a visibilidade dessas pessoas e a ação comunicativa de pertencimento social. Para tanto, foi necessário colocar as primeiras questões sobre a formação do sujeito vulnerável social, sua determinante social e individual e, em seguida, a estrutura eletrônica e virtual, fracionando, especialmente, o lugar da emissão na economia informacional e cultural. Lançamos mão sobre uma segunda perspectiva de observação sobre o objeto. Após a descrição e análise como objetos de poder em políticas públicas ou distinção estética, os vídeos de periferias ou marginalização digital são tratados como objetos de saber, em sala de aula. O material audiovisual foi disparado junto ao grupo de alunos do estágio docente do doutorado para perceber a interação disparada pelos produtos em circulação estética e para experimentar questões de investigação.porUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessComunicaçãoEstéticaSociabilidadeMídia DigitalCidadaniaYouTube (Recurso Eletrônico)Fenômenos da midiatização sobre a esfera social: reflexões acerca do vulnerável social e a cadeia de experiênciasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILTese Lylian.pdf.jpgTese Lylian.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1667https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10913/5/Tese%20Lylian.pdf.jpg79573ba866b830ae4a68d625d7ce4a31MD55ORIGINALTese Lylian.pdfTese Lylian.pdfapplication/pdf27870710https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10913/1/Tese%20Lylian.pdf4f84e116986eaa8bea6d33c3ae6d08d2MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-81232https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10913/2/license_rdf66e71c371cc565284e70f40736c94386MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82311https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10913/3/license.txt4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08MD53TEXTTese Lylian.pdf.txtTese Lylian.pdf.txtExtracted texttext/plain369995https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10913/4/Tese%20Lylian.pdf.txt2baf8b6f355f3edc3bf816b69bdc67b6MD54123456789/109132019-10-25 04:29:38.372oai:repositorio.ufpe.br:123456789/10913TGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKClRvZG8gZGVwb3NpdGFudGUgZGUgbWF0ZXJpYWwgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgKFJJKSBkZXZlIGNvbmNlZGVyLCDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIChVRlBFKSwgdW1hIExpY2Vuw6dhIGRlIERpc3RyaWJ1acOnw6NvIE7Do28gRXhjbHVzaXZhIHBhcmEgbWFudGVyIGUgdG9ybmFyIGFjZXNzw612ZWlzIG9zIHNldXMgZG9jdW1lbnRvcywgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBuZXN0ZSByZXBvc2l0w7NyaW8uCgpDb20gYSBjb25jZXNzw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIG7Do28gZXhjbHVzaXZhLCBvIGRlcG9zaXRhbnRlIG1hbnTDqW0gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IuCl9fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fXwoKTGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKCkFvIGNvbmNvcmRhciBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSBlIGFjZWl0w6EtbGEsIHZvY8OqIChhdXRvciBvdSBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpOgoKYSkgRGVjbGFyYSBxdWUgY29uaGVjZSBhIHBvbMOtdGljYSBkZSBjb3B5cmlnaHQgZGEgZWRpdG9yYSBkbyBzZXUgZG9jdW1lbnRvOwpiKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGUgYWNlaXRhIGFzIERpcmV0cml6ZXMgcGFyYSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGUEU7CmMpIENvbmNlZGUgw6AgVUZQRSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgYXJxdWl2YXIsIHJlcHJvZHV6aXIsIGNvbnZlcnRlciAoY29tbyBkZWZpbmlkbyBhIHNlZ3VpciksIGNvbXVuaWNhciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIsIG5vIFJJLCBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0KSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgb3UgcG9yIG91dHJvIG1laW87CmQpIERlY2xhcmEgcXVlIGF1dG9yaXphIGEgVUZQRSBhIGFycXVpdmFyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8gZSBjb252ZXJ0w6otbG8sIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbywgcGFyYSBxdWFscXVlciBmb3JtYXRvIGRlIGZpY2hlaXJvLCBtZWlvIG91IHN1cG9ydGUsIHBhcmEgZWZlaXRvcyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIChiYWNrdXApIGUgYWNlc3NvOwplKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gw6kgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBhIHRlcmNlaXJvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2Ugb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgb3V0cmEgcGVzc29hIG91IGVudGlkYWRlOwpmKSBEZWNsYXJhIHF1ZSwgbm8gY2FzbyBkbyBkb2N1bWVudG8gc3VibWV0aWRvIGNvbnRlciBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG7Do28gZGV0w6ltIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlCmF1dG9yLCBvYnRldmUgYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcmVzcGVjdGl2byBkZXRlbnRvciBkZXNzZXMgZGlyZWl0b3MgcGFyYSBjZWRlciDDoApVRlBFIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgTGljZW7Dp2EgZSBhdXRvcml6YXIgYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgYSB1dGlsaXrDoS1sb3MgbGVnYWxtZW50ZS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGN1am9zIGRpcmVpdG9zIHPDo28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZTsKZykgU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVRlBFLMKgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgpBIFVGUEUgaWRlbnRpZmljYXLDoSBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBhdXRvciAoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRvIHByZXZpc3RvIG5hIGFsw61uZWEgYykuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T07:29:38Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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