Corrupção e incerteza na alocação de recursos públicos: uma abordagem teórica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Rocha, Sérgio de Holanda
Orientador(a): Ramos, Francisco de Sousa
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12562
Resumo: Neste trabalho, buscamos determinar alguns dos incentivos que influenciam a decisão de agentes públicos racionais em relação à corrupção. Construímos um jogo em que um agente público tem a oportunidade de desviar para si recursos de um projeto social, mas, ao fazê-lo, incorre em risco de ser processado e punido pelo governo central. Comparando os equilíbrios existentes nas versões de informação perfeita e imperfeita do jogo, podemos concluir que a incerteza que o agente enfrenta é um incentivo crucial para reduzir desvios de verba, mesmo que sua punição envolva a alocação de recursos públicos para fins não sociais. Permitindo a repetição do jogo num horizonte de tempo infinito, mostramos que, se for paciente o suficiente, o governo é capaz de reduzir ou até barrar a corrupção assumindo uma postura de sempre punir agentes que cometam qualquer desvio de verba, mesmo que esta estratégia não seja ótima em cada período específico. Este resultado se assemelha à solução de Milgrom e Rberts (1982) para o chain-store paradox, de Selten (1978). Na prática, o modelo sugere que o governo central pode reduzir a corrupção no curto prazo mantendo a incerteza sobre sua disposição a processar agentes corruptos e, no longo prazo, criando uma reputação de intolerância com qualquer desvio de verba.
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Permitindo a repetição do jogo num horizonte de tempo infinito, mostramos que, se for paciente o suficiente, o governo é capaz de reduzir ou até barrar a corrupção assumindo uma postura de sempre punir agentes que cometam qualquer desvio de verba, mesmo que esta estratégia não seja ótima em cada período específico. Este resultado se assemelha à solução de Milgrom e Rberts (1982) para o chain-store paradox, de Selten (1978). Na prática, o modelo sugere que o governo central pode reduzir a corrupção no curto prazo mantendo a incerteza sobre sua disposição a processar agentes corruptos e, no longo prazo, criando uma reputação de intolerância com qualquer desvio de verba.porUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessCorrupçãoIncentivosIncertezaRecursos públicosIncentivos fiscais - BrasilIncerteza (Teoria da informação) – aspectos sociaisFinanças públicas – BrasilCorrupção e incerteza na alocação de recursos públicos: uma abordagem teóricainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDISSERTAÇÃO Sérgio de Holanda Rocha.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Sérgio de Holanda Rocha.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1170https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12562/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20S%c3%a9rgio%20de%20Holanda%20Rocha.pdf.jpg2549456c94e99d55b025dd1dece770d8MD55ORIGINALDISSERTAÇÃO Sérgio de Holanda Rocha.pdfDISSERTAÇÃO Sérgio de Holanda Rocha.pdfapplication/pdf546950https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12562/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20S%c3%a9rgio%20de%20Holanda%20Rocha.pdf00224a31891f7b0c0e262c25f0c46e36MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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