Concreto auto-adensável utilizando metacaulim e pó de pedra como adições minerais
| Ano de defesa: | 2006 |
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Universidade Federal de Pernambuco
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5596 |
Resumo: | O concreto auto-adensável (CAA) pode ser definido como um concreto especial caracterizado principalmente pela sua capacidade de se mover no interior das fôrmas, preenchendo todos os espaços existentes entre as armaduras, o que é conseguido exclusivamente pela ação de seu peso próprio. Esta capacidade de preenchimento, ou deformabilidade, do CAA é governada pela fluidez e coesão da mistura. Quando a coesão é insuficiente pode haver separação entre a pasta de cimento e os agregados durante as etapas de transporte e espalhamento do concreto, o que caracteriza a ocorrência de segregação. A dosagem do concreto dessa dissertação foi baseada no método proposto por Gomes (2002). Segundo este método, a dosagem é dividida em etapas distintas. Na primeira otimizase a pasta, buscando uma dosagem ideal de superplastificante e uma relação adequada entre as adições e o cimento, partindo-se de uma relação água/cimento pré-estabelecida. Outra etapa distinta é a otimização do esqueleto granular, onde se encontra uma relação ideal entre a areia e os agregados graúdos, buscando a redução do índice de vazios. Uma última etapa consiste em produzir concretos com diferentes volumes de pasta. O concreto com mínimo volume de pasta que atingir os requisitos de auto-adensabilidade e alta resistência à compressão será selecionado como ideal. Esta pesquisa tem por objetivo dosar concretos auto-adensáveis (CAA), utilizando como adições o metacaulim e rejeitos como fíler para melhorar a coesão da mistura e reduzir o impacto ambiental. E também fornecer maiores informações sobre o CAA, como por exemplo: as metodologias de dosagem existentes na literatura e como os materiais constituintes do CAA podem influenciá- loObservou-se que com o uso do metacaulim e do pó de pedra disponíveis na região do Recife é possível dosar concretos auto-adensáveis utilizando a metodologia de dosagem proposta por Gomes (2002). Os resultados das dosagens satisfizeram todas as propriedades de auto-compactabilidade alcançando valores de resistência aos 7 dias de 49,3 MPa aos 28 dias de 58,3 MPa |
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Mylena Tavares de Menezes, Christianede Araújo Régis, Paulo 2014-06-12T17:40:33Z2014-06-12T17:40:33Z2006Mylena Tavares de Menezes, Christiane; de Araújo Régis, Paulo. Concreto auto-adensável utilizando metacaulim e pó de pedra como adições minerais. 2006. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5596ark:/64986/001300000pr0tO concreto auto-adensável (CAA) pode ser definido como um concreto especial caracterizado principalmente pela sua capacidade de se mover no interior das fôrmas, preenchendo todos os espaços existentes entre as armaduras, o que é conseguido exclusivamente pela ação de seu peso próprio. Esta capacidade de preenchimento, ou deformabilidade, do CAA é governada pela fluidez e coesão da mistura. Quando a coesão é insuficiente pode haver separação entre a pasta de cimento e os agregados durante as etapas de transporte e espalhamento do concreto, o que caracteriza a ocorrência de segregação. A dosagem do concreto dessa dissertação foi baseada no método proposto por Gomes (2002). Segundo este método, a dosagem é dividida em etapas distintas. Na primeira otimizase a pasta, buscando uma dosagem ideal de superplastificante e uma relação adequada entre as adições e o cimento, partindo-se de uma relação água/cimento pré-estabelecida. Outra etapa distinta é a otimização do esqueleto granular, onde se encontra uma relação ideal entre a areia e os agregados graúdos, buscando a redução do índice de vazios. Uma última etapa consiste em produzir concretos com diferentes volumes de pasta. O concreto com mínimo volume de pasta que atingir os requisitos de auto-adensabilidade e alta resistência à compressão será selecionado como ideal. Esta pesquisa tem por objetivo dosar concretos auto-adensáveis (CAA), utilizando como adições o metacaulim e rejeitos como fíler para melhorar a coesão da mistura e reduzir o impacto ambiental. E também fornecer maiores informações sobre o CAA, como por exemplo: as metodologias de dosagem existentes na literatura e como os materiais constituintes do CAA podem influenciá- loObservou-se que com o uso do metacaulim e do pó de pedra disponíveis na região do Recife é possível dosar concretos auto-adensáveis utilizando a metodologia de dosagem proposta por Gomes (2002). Os resultados das dosagens satisfizeram todas as propriedades de auto-compactabilidade alcançando valores de resistência aos 7 dias de 49,3 MPa aos 28 dias de 58,3 MPaporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessConcreto auto-adensávelSuperplastificanteMetacaulimpó de pedraConcreto auto-adensável utilizando metacaulim e pó de pedra como adições mineraisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo6222_1.pdf.jpgarquivo6222_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1536https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5596/4/arquivo6222_1.pdf.jpgb39c64fa60d71e720c7df48d05620c25MD54ORIGINALarquivo6222_1.pdfapplication/pdf2048858https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5596/1/arquivo6222_1.pdfdff2a3e3553d7a5ebf4027040397c020MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5596/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo6222_1.pdf.txtarquivo6222_1.pdf.txtExtracted texttext/plain199007https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5596/3/arquivo6222_1.pdf.txt20dfa0441bd87b2377562afa2be3329cMD53123456789/55962019-10-25 03:31:39.551oai:repositorio.ufpe.br:123456789/5596Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T06:31:39Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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