Resíduos sólidos bentônicos em ambientes recifais de Pernambuco e na abordagem das operadoras de mergulho

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Spengler, Ângela
Orientador(a): Ferreira da Costa, Monica
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8224
Resumo: Resíduos sólidos marinhos bentônicos são aqueles resíduos que se depositam no fundo dos oceanos. Estudos sobre esse tipo de poluente ainda são escassos em todo o mundo, tanto estudos de quali-quantificação quanto sobre a compreensão de como os atores sociais ligados ao meio marinho se comportam em relação a esse problema. Para tanto, o presente estudo teve como objetivos quali-quantificar os resíduos sólidos bentônicos em dois tipos de ambientes recifais da costa de Pernambuco, Brasil (um recife semi-submerso exposto a um alto grau de urbanização e exploração turística, localizado na praia da Boa Viagem, Recife; e um recife costeiro submerso em uma região pouco urbanizada e com pouca atividade turística, localizado em frente à foz do Rio Goiana, norte do estado). Outro objetivo foi avaliar a abordagem de escolas e operadoras de mergulho de Pernambuco em relação à poluição marinha, principalmente aquela gerada por resíduos sólidos. Em 28 amostragens realizadas no recife semi-submerso da Boa Viagem, um total de 11.261 resíduos foi observado, sendo a maioria plástico. Resíduos presos no recife, areia ou macroalgas são diferentes daqueles observados livres sobre o recife. A praia adjacente foi considerada como a principal fonte de resíduos para o recife estudado. No recife submerso próximo à foz do Rio Goiana foram amostrados 27 transectos, nos quais nenhum resíduo sólido submerso foi observado. Foram identificadas áreas com potencial para reter resíduos. Foram realizadas entrevistas com proprietários ou funcionários de 14 escolas/operadoras de mergulho. Foram observados diferentes comportamentos em relação à prevenção e remediação da poluição por resíduos sólidos. Através do presente estudo ficou evidenciado a necessidade de expandir os estudos sobre resíduos sólidos marinhos na costa do Brasil, incluindo também outros ambientes além das praias. Recifes costeiros submersos e semi-submersos devem ser incluídos também nos planos de limpeza e gerenciamento de poluição marinha. Estudos em locais ainda sob baixo impacto antrópico também devem ser ampliados, para haver dados de base para trabalhos futuros. Os atores sociais envolvidos diretamente com o ambiente marinho, dentre eles as escolas/operadoras de mergulho, precisam entender melhor o seu papel nas mudanças que devem ser feitas, passando de passivos a ativos nos processos de gerenciamento do ambiente costeiro
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Para tanto, o presente estudo teve como objetivos quali-quantificar os resíduos sólidos bentônicos em dois tipos de ambientes recifais da costa de Pernambuco, Brasil (um recife semi-submerso exposto a um alto grau de urbanização e exploração turística, localizado na praia da Boa Viagem, Recife; e um recife costeiro submerso em uma região pouco urbanizada e com pouca atividade turística, localizado em frente à foz do Rio Goiana, norte do estado). Outro objetivo foi avaliar a abordagem de escolas e operadoras de mergulho de Pernambuco em relação à poluição marinha, principalmente aquela gerada por resíduos sólidos. Em 28 amostragens realizadas no recife semi-submerso da Boa Viagem, um total de 11.261 resíduos foi observado, sendo a maioria plástico. Resíduos presos no recife, areia ou macroalgas são diferentes daqueles observados livres sobre o recife. A praia adjacente foi considerada como a principal fonte de resíduos para o recife estudado. No recife submerso próximo à foz do Rio Goiana foram amostrados 27 transectos, nos quais nenhum resíduo sólido submerso foi observado. Foram identificadas áreas com potencial para reter resíduos. Foram realizadas entrevistas com proprietários ou funcionários de 14 escolas/operadoras de mergulho. Foram observados diferentes comportamentos em relação à prevenção e remediação da poluição por resíduos sólidos. Através do presente estudo ficou evidenciado a necessidade de expandir os estudos sobre resíduos sólidos marinhos na costa do Brasil, incluindo também outros ambientes além das praias. Recifes costeiros submersos e semi-submersos devem ser incluídos também nos planos de limpeza e gerenciamento de poluição marinha. Estudos em locais ainda sob baixo impacto antrópico também devem ser ampliados, para haver dados de base para trabalhos futuros. Os atores sociais envolvidos diretamente com o ambiente marinho, dentre eles as escolas/operadoras de mergulho, precisam entender melhor o seu papel nas mudanças que devem ser feitas, passando de passivos a ativos nos processos de gerenciamento do ambiente costeiroConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessResíduo sólido marinhoMergulhoBeachrockRecife costeiroPlásticoResíduos sólidos bentônicos em ambientes recifais de Pernambuco e na abordagem das operadoras de mergulhoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo1439_1.pdf.jpgarquivo1439_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1296https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/8224/4/arquivo1439_1.pdf.jpgd3d0bbbe253829035e01a1c7c7680a51MD54ORIGINALarquivo1439_1.pdfapplication/pdf475121https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/8224/1/arquivo1439_1.pdf82e04eb0fcc548ed3a876b624848b8ffMD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/8224/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo1439_1.pdf.txtarquivo1439_1.pdf.txtExtracted texttext/plain155074https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/8224/3/arquivo1439_1.pdf.txtf8dedfbd3115f7ac9fcc43e5174c8a91MD53123456789/82242019-10-25 15:25:27.582oai:repositorio.ufpe.br:123456789/8224Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T18:25:27Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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