Indução da proliferação celular em culturas H.Ep-2, submetidas à laserterapia de 685nm e 830nm
| Ano de defesa: | 2006 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8612 |
Resumo: | O laser possui características físicas que favorecem uma interação específica com os tecidos biológicos. Para avaliar a sua influência sobre a taxa de proliferação, células oriundas do carcinoma epidermóide de laringe (H.Ep-2), in vitro, foram irradiadas com 685 nm e 830 nm, usando-se doses terapêuticas de 0,5 e 1,7 J/cm2. Oito protocolos foram estudados e observados em cinco tempos distintos (T0h, T6h, T24h, T48h e T72h). Foram preparadas 40 microplacas contendo 200 μl de suspensão celular, com 105 células/ml, em cada poço. Destas, 20 microplacas foram mantidas em nutrição ideal (10% SBF) e as outras 20 microplacas em déficit nutricional (5% de SBF). Ao final das 72 horas do experimento, todos os grupos apresentaram aumento na taxa de proliferação, tanto nas culturas em nutrição padrão quanto nas culturas em déficit nutricional. Das culturas em déficit nutricional, a que recebeu 685 nm e 0,5 J/cm2 apresentou a menor curva de crescimento, enquanto todas as outras tiveram um desenvolvimento semelhante. Independente da dose utilizada, as culturas mantidas em nutrição padrão e irradiadas com 830 nm apresentaram as maiores taxas de proliferação. Comparando-se os dois comprimentos de onda, observou-se diferença significativa apenas entre as células mantidas com 10% SBF, irradiadas com 830 nm e 1,7 J/cm2 (p<0,001). De maneira geral, analisando-se todas as curvas de crescimento, as culturas que receberam as menores doses responderam mais rapidamente à indução de proliferação, enquanto que a luz infravermelha apresentou os melhores resultados. Comparando-se os grupos irradiados aos seus respectivos controles, não houve diferença estatística significativa. Sob os parâmetros estudados, não se pode afirmar que a laserterapia altere a taxa de proliferação de células H.Ep-2 in vitro |
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Sales de Assis Borges, DanielaFreire Lisboa de Castro, Jurema 2014-06-12T23:01:29Z2014-06-12T23:01:29Z2006Sales de Assis Borges, Daniela; Freire Lisboa de Castro, Jurema. Indução da proliferação celular em culturas H.Ep-2, submetidas à laserterapia de 685nm e 830nm. 2006. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Odontologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8612O laser possui características físicas que favorecem uma interação específica com os tecidos biológicos. Para avaliar a sua influência sobre a taxa de proliferação, células oriundas do carcinoma epidermóide de laringe (H.Ep-2), in vitro, foram irradiadas com 685 nm e 830 nm, usando-se doses terapêuticas de 0,5 e 1,7 J/cm2. Oito protocolos foram estudados e observados em cinco tempos distintos (T0h, T6h, T24h, T48h e T72h). Foram preparadas 40 microplacas contendo 200 μl de suspensão celular, com 105 células/ml, em cada poço. Destas, 20 microplacas foram mantidas em nutrição ideal (10% SBF) e as outras 20 microplacas em déficit nutricional (5% de SBF). Ao final das 72 horas do experimento, todos os grupos apresentaram aumento na taxa de proliferação, tanto nas culturas em nutrição padrão quanto nas culturas em déficit nutricional. Das culturas em déficit nutricional, a que recebeu 685 nm e 0,5 J/cm2 apresentou a menor curva de crescimento, enquanto todas as outras tiveram um desenvolvimento semelhante. Independente da dose utilizada, as culturas mantidas em nutrição padrão e irradiadas com 830 nm apresentaram as maiores taxas de proliferação. Comparando-se os dois comprimentos de onda, observou-se diferença significativa apenas entre as células mantidas com 10% SBF, irradiadas com 830 nm e 1,7 J/cm2 (p<0,001). 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O laser possui características físicas que favorecem uma interação específica com os tecidos biológicos. Para avaliar a sua influência sobre a taxa de proliferação, células oriundas do carcinoma epidermóide de laringe (H.Ep-2), in vitro, foram irradiadas com 685 nm e 830 nm, usando-se doses terapêuticas de 0,5 e 1,7 J/cm2. Oito protocolos foram estudados e observados em cinco tempos distintos (T0h, T6h, T24h, T48h e T72h). Foram preparadas 40 microplacas contendo 200 μl de suspensão celular, com 105 células/ml, em cada poço. Destas, 20 microplacas foram mantidas em nutrição ideal (10% SBF) e as outras 20 microplacas em déficit nutricional (5% de SBF). Ao final das 72 horas do experimento, todos os grupos apresentaram aumento na taxa de proliferação, tanto nas culturas em nutrição padrão quanto nas culturas em déficit nutricional. Das culturas em déficit nutricional, a que recebeu 685 nm e 0,5 J/cm2 apresentou a menor curva de crescimento, enquanto todas as outras tiveram um desenvolvimento semelhante. Independente da dose utilizada, as culturas mantidas em nutrição padrão e irradiadas com 830 nm apresentaram as maiores taxas de proliferação. Comparando-se os dois comprimentos de onda, observou-se diferença significativa apenas entre as células mantidas com 10% SBF, irradiadas com 830 nm e 1,7 J/cm2 (p<0,001). De maneira geral, analisando-se todas as curvas de crescimento, as culturas que receberam as menores doses responderam mais rapidamente à indução de proliferação, enquanto que a luz infravermelha apresentou os melhores resultados. Comparando-se os grupos irradiados aos seus respectivos controles, não houve diferença estatística significativa. Sob os parâmetros estudados, não se pode afirmar que a laserterapia altere a taxa de proliferação de células H.Ep-2 in vitro |
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