Panorama das espécies de Apocynaceae no estado de Pernambuco depositadas nos herbários do Recife e estudo farmacobotânico e prospecção fitoquímica de Hoya carnosa (L. f.) R.br (Apocynaceae)
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Ciencias Farmaceuticas
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | A família Apocynaceae Juss. possui aproximadamente 410 gêneros e 5556, distribuídas nas zonas tropicais e subtropicais do mundo; no Brasil aparece em todos seus biomas; apresentando grande importância devido ao seu elevado valor econômico e suas propriedades medicinais e sua toxicidade. Objetivo do estudo foi detalhar o panorama das espécies desta família do estado de Pernambuco, Brasil e realizar o estudo farmacobotânico e farmacoquímico de Hoya carnosa (L. f.) R.br. Através de visitas aos principais herbário da cidade do Recife, PE e cruzando as espécies depositadas fisicamente com o acervo on-line SpeciesLink. Já a realização da caracterização morfoanatômica e farmacoquímica de Hoya carnosa (L. f.) R.br, representante desta família botânica, foi realizada através da aplicação de técnicas como análise dos principais órgãos vegetais em estereomicroscópio, microscopia óptica e luz polarizada, histolocalização e prospecção fitoquímica em cromatografia em camada delgada em espécimes coletados na região. O levantamento das espécies pertencentes à família Apocynaceae em Pernambuco, Brasil, revela uma numerosa coleção de 1287 espécies nos herbários de Recife, com destacada prevalência de alguns gêneros, como Mandevilla Lindl., Aspidosperma Mart. & Zucc. e Allamanda L. Para a espécie Hoya carnosa (L. f.), identificaram-se características morfológicas, como caule cilíndrico, com folhas opostas e inflorescência com cerca de quinze flores. Para o caule, em secção transversal foram observadas: contorno circular, feixe vascular bicolateral, cristais do tipo drusa; a lâmina foliar apresentou as seguintes características: folha hipoestomática, estômatos do tipo ciclocíticos e feixe vascular bicolateral na nervura central, também foram identificados cristais do mesmo tipo encontrado no caule. Compostos fenólicos, triterpenos, esteroides e alcaloides foram observados nos tecidos das espécies e o extrato metanólico mostrou a presença de triterpenos, esteroides, mono e sesquiterpenos, fenilpropanoglicosídeos, flavonoides e açúcares redutores corroborando com descobertas anteriores e correlacionando com as propriedades terapêuticas dessa espécie. Esses resultados não apenas contribuem significativamente para o entendimento da diversidade botânica regional, mas também fornecem valiosas percepções para pesquisas futuras, voltadas à identificação precisa de espécies e à exploração de potenciais terapêuticos na Apocynaceae, reforçando a relevância do conhecimento farmacobotânico para aplicações práticas e conservacionistas. |
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Objetivo do estudo foi detalhar o panorama das espécies desta família do estado de Pernambuco, Brasil e realizar o estudo farmacobotânico e farmacoquímico de Hoya carnosa (L. f.) R.br. Através de visitas aos principais herbário da cidade do Recife, PE e cruzando as espécies depositadas fisicamente com o acervo on-line SpeciesLink. Já a realização da caracterização morfoanatômica e farmacoquímica de Hoya carnosa (L. f.) R.br, representante desta família botânica, foi realizada através da aplicação de técnicas como análise dos principais órgãos vegetais em estereomicroscópio, microscopia óptica e luz polarizada, histolocalização e prospecção fitoquímica em cromatografia em camada delgada em espécimes coletados na região. O levantamento das espécies pertencentes à família Apocynaceae em Pernambuco, Brasil, revela uma numerosa coleção de 1287 espécies nos herbários de Recife, com destacada prevalência de alguns gêneros, como Mandevilla Lindl., Aspidosperma Mart. & Zucc. e Allamanda L. Para a espécie Hoya carnosa (L. f.), identificaram-se características morfológicas, como caule cilíndrico, com folhas opostas e inflorescência com cerca de quinze flores. Para o caule, em secção transversal foram observadas: contorno circular, feixe vascular bicolateral, cristais do tipo drusa; a lâmina foliar apresentou as seguintes características: folha hipoestomática, estômatos do tipo ciclocíticos e feixe vascular bicolateral na nervura central, também foram identificados cristais do mesmo tipo encontrado no caule. Compostos fenólicos, triterpenos, esteroides e alcaloides foram observados nos tecidos das espécies e o extrato metanólico mostrou a presença de triterpenos, esteroides, mono e sesquiterpenos, fenilpropanoglicosídeos, flavonoides e açúcares redutores corroborando com descobertas anteriores e correlacionando com as propriedades terapêuticas dessa espécie. Esses resultados não apenas contribuem significativamente para o entendimento da diversidade botânica regional, mas também fornecem valiosas percepções para pesquisas futuras, voltadas à identificação precisa de espécies e à exploração de potenciais terapêuticos na Apocynaceae, reforçando a relevância do conhecimento farmacobotânico para aplicações práticas e conservacionistas.CAPESThe Apocynaceae Juss. family comprises approximately 410 genera and 5556 species, distributed in tropical and subtropical zones worldwide. In Brazil, it is found in all biomes, playing a significant role due to its high economic value, medicinal properties, and toxicity. The objective of this study was to detail the panorama of species within this family in the state of Pernambuco, Brazil, and to conduct pharmacobotanical and phytochemical studies on Hoya carnosa (L. f.) R.br. Visits to the main herbaria in Recife, PE, and cross-referencing physically deposited species with the online SpeciesLink collection were conducted. The morphoanatomical and phytochemical characterization of Hoya carnosa (L. f.) R.br, a representative of this botanical family, was carried out using techniques such as analysis of the main plant organs under a stereomicroscope, optical microscopy, polarized light, histolocalization, and phytochemical prospecting using thin-layer chromatography on specimens collected in the region. The survey of Apocynaceae species in Pernambuco, Brazil, revealed a large collection of 1287 species in the herbaria of Recife, with a notable prevalence of some genera, such as Mandevilla Lindl., Aspidosperma Mart. & Zucc., and Allamanda L. For the species Hoya carnosa (L. f.), morphological characteristics were identified, including a cylindrical stem, opposite leaves, and an inflorescence with about fifteen flowers. In the stem, cross-sectional observations revealed a circular outline, bicollateral vascular bundle, and druse- type crystals. The leaf blade exhibited characteristics such as hypostomatic leaves, cyclocytic stomata, and bicollateral vascular bundle in the midrib, with crystals of the same type as those found in the stem.Phenolic compounds, triterpenes, steroids, and alkaloids were observed in the tissues of the species. The methanolic extract showed the presence of triterpenes, steroids, mono- and sesquiterpenes, phenylpropanoglycosides, flavonoids, and reducing sugars, supporting previous findings and correlating with the therapeutic properties of this species. These results not only contribute significantly to the understanding of regional botanical diversity but also provide valuable insights for future research focused on the precise identification of species and exploration of therapeutic potentials in Apocynaceae, reinforcing the relevance of pharmacobotanical knowledge for practical and conservation applications.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Ciencias FarmaceuticasUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessApocynaceaeApocynaceae - anatomia e histologiaCompostos FitoquímicosPanorama das espécies de Apocynaceae no estado de Pernambuco depositadas nos herbários do Recife e estudo farmacobotânico e prospecção fitoquímica de Hoya carnosa (L. f.) R.br (Apocynaceae)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPECC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/56705/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/56705/3/license.txt5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973MD53ORIGINALDISSERTAÇÃO Felipe Ribeiro da Silva .pdfDISSERTAÇÃO Felipe Ribeiro da Silva .pdfapplication/pdf2458434https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/56705/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Felipe%20Ribeiro%20da%20Silva%20.pdf215a7ca0297ace3362d20fd01a74f3e0MD51TEXTDISSERTAÇÃO Felipe Ribeiro da Silva .pdf.txtDISSERTAÇÃO Felipe Ribeiro da Silva .pdf.txtExtracted texttext/plain62926https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/56705/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Felipe%20Ribeiro%20da%20Silva%20.pdf.txt26cfbe508539f954cdbce10ab7b34100MD54THUMBNAILDISSERTAÇÃO Felipe Ribeiro da Silva .pdf.jpgDISSERTAÇÃO Felipe Ribeiro da Silva .pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/56705/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Felipe%20Ribeiro%20da%20Silva%20.pdf.jpg6de0a574e2b4af31112540e4b0d5a3ccMD55123456789/567052024-07-18 02:25:03.462oai:repositorio.ufpe.br:123456789/56705VGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyBwYXJhIFB1YmxpY2l6YcOnw6NvIGRlIERvY3VtZW50b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRQoKCkRlY2xhcm8gZXN0YXIgY2llbnRlIGRlIHF1ZSBlc3RlIFRlcm1vIGRlIERlcMOzc2l0byBMZWdhbCBlIEF1dG9yaXphw6fDo28gdGVtIG8gb2JqZXRpdm8gZGUgZGl2dWxnYcOnw6NvIGRvcyBkb2N1bWVudG9zIGRlcG9zaXRhZG9zIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUgZSBkZWNsYXJvIHF1ZToKCkkgLSBvcyBkYWRvcyBwcmVlbmNoaWRvcyBubyBmb3JtdWzDoXJpbyBkZSBkZXDDs3NpdG8gc8OjbyB2ZXJkYWRlaXJvcyBlIGF1dMOqbnRpY29zOwoKSUkgLSAgbyBjb250ZcO6ZG8gZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvIMOpIGRlIHJlc3BvbnNhYmlsaWRhZGUgZGUgc3VhIGF1dG9yaWE7CgpJSUkgLSBvIGNvbnRlw7pkbyDDqSBvcmlnaW5hbCwgZSBzZSBvIHRyYWJhbGhvIGUvb3UgcGFsYXZyYXMgZGUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgZm9yYW0gdXRpbGl6YWRvcywgZXN0YXMgZm9yYW0gZGV2aWRhbWVudGUgcmVjb25oZWNpZGFzOwoKSVYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIG9icmEgY29sZXRpdmEgKG1haXMgZGUgdW0gYXV0b3IpOiB0b2RvcyBvcyBhdXRvcmVzIGVzdMOjbyBjaWVudGVzIGRvIGRlcMOzc2l0byBlIGRlIGFjb3JkbyBjb20gZXN0ZSB0ZXJtbzsKClYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIFRyYWJhbGhvIGRlIENvbmNsdXPDo28gZGUgQ3Vyc28sIERpc3NlcnRhw6fDo28gb3UgVGVzZTogbyBhcnF1aXZvIGRlcG9zaXRhZG8gY29ycmVzcG9uZGUgw6AgdmVyc8OjbyBmaW5hbCBkbyB0cmFiYWxobzsKClZJIC0gcXVhbmRvIHRyYXRhci1zZSBkZSBUcmFiYWxobyBkZSBDb25jbHVzw6NvIGRlIEN1cnNvLCBEaXNzZXJ0YcOnw6NvIG91IFRlc2U6IGVzdG91IGNpZW50ZSBkZSBxdWUgYSBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBtb2RhbGlkYWRlIGRlIGFjZXNzbyBhbyBkb2N1bWVudG8gYXDDs3MgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBhbnRlcyBkZSBmaW5kYXIgbyBwZXLDrW9kbyBkZSBlbWJhcmdvLCBxdWFuZG8gZm9yIGVzY29saGlkbyBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8sIHNlcsOhIHBlcm1pdGlkYSBtZWRpYW50ZSBzb2xpY2l0YcOnw6NvIGRvIChhKSBhdXRvciAoYSkgYW8gU2lzdGVtYSBJbnRlZ3JhZG8gZGUgQmlibGlvdGVjYXMgZGEgVUZQRSAoU0lCL1VGUEUpLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gQWJlcnRvOgoKTmEgcXVhbGlkYWRlIGRlIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIGF1dG9yIHF1ZSByZWNhZW0gc29icmUgZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGZ1bmRhbWVudGFkbyBuYSBMZWkgZGUgRGlyZWl0byBBdXRvcmFsIG5vIDkuNjEwLCBkZSAxOSBkZSBmZXZlcmVpcm8gZGUgMTk5OCwgYXJ0LiAyOSwgaW5jaXNvIElJSSwgYXV0b3Jpem8gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgZ3JhdHVpdGFtZW50ZSwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBwYXJhIGZpbnMgZGUgbGVpdHVyYSwgaW1wcmVzc8OjbyBlL291IGRvd25sb2FkIChhcXVpc2nDp8OjbykgYXRyYXbDqXMgZG8gc2l0ZSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gRGlnaXRhbCBkYSBVRlBFIG5vIGVuZGVyZcOnbyBodHRwOi8vd3d3LnJlcG9zaXRvcmlvLnVmcGUuYnIsIGEgcGFydGlyIGRhIGRhdGEgZGUgZGVww7NzaXRvLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gUmVzdHJpdG86CgpOYSBxdWFsaWRhZGUgZGUgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgYXV0b3IgcXVlIHJlY2FlbSBzb2JyZSBlc3RlIGRvY3VtZW50bywgZnVuZGFtZW50YWRvIG5hIExlaSBkZSBEaXJlaXRvIEF1dG9yYWwgbm8gOS42MTAgZGUgMTkgZGUgZmV2ZXJlaXJvIGRlIDE5OTgsIGFydC4gMjksIGluY2lzbyBJSUksIGF1dG9yaXpvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVybmFtYnVjbyBhIGRpc3BvbmliaWxpemFyIGdyYXR1aXRhbWVudGUsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gZS9vdSBkb3dubG9hZCAoYXF1aXNpw6fDo28pIGF0cmF2w6lzIGRvIHNpdGUgZG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRSBubyBlbmRlcmXDp28gaHR0cDovL3d3dy5yZXBvc2l0b3Jpby51ZnBlLmJyLCBxdWFuZG8gZmluZGFyIG8gcGVyw61vZG8gZGUgZW1iYXJnbyBjb25kaXplbnRlIGFvIHRpcG8gZGUgZG9jdW1lbnRvLCBjb25mb3JtZSBpbmRpY2FkbyBubyBjYW1wbyBEYXRhIGRlIEVtYmFyZ28uCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212024-07-18T05:25:03Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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