Produção de protease pela actinobactéria Streptomyces capoamus isolada da rizosfera de Caesalpinia pyramidalis da caatinga
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso embargado |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Bioquimica e Fisiologia
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/48025 |
Resumo: | A produção de enzimas de importância biotecnológica por microrganismos, incluindo as actinobactérias, vem ganhando destaque devido a sua alta utilização no mercado. O objetivo deste trabalho foi determinar as condições ótimas para produção de protease por Streptomyces capoamus isolada da rizosfera de Caesalpinia pyramidalis, bem como purificar, caracterizar parcialmente e avaliar a atividade antimicrobiana de uma protease. Inicialmente, as fontes de carbono (gelatina, farinha de trigo integral, soro de leite bovino, farinha de soja e pó da folha de macaxeira) foram avaliadas a fim de determinar o melhor substrato para produção de proteases. A atividade proteolítica nos filtrados metabólicos foi avaliada utilizando azocaseína como substrato. A fim de otimizar as condições de produção, realizou-se dois planejamentos fatoriais em delineamento composto central com pontos rotacionais (DCCR), avaliando a concentração da fonte de carbono, temperatura e pH. Para a purificação de protease, o extrato bruto do filtrado metabólico foi submetido à cromatografia de troca iônica em matriz DEAESephadex A25. A protease purificada foi avaliada quanto à massa molecular nativa, temperatura ótima, pH ótimo, estabilidade frente ao aquecimento e diferentes valores de pH e susceptibilidade a inibidores enzimáticos. Também foi avaliada a atividade antimicrobiana da protease. O pó da folha de macaxeira mostrou-se a melhor fonte de carbono para a produção de proteases. Os resultados de DCCR indicaram que as condições para produção dessas enzimas pelo isolado estudado são pH 7,5, temperatura 40 °C e concentração de pó da folha de macaxeira a 2%. Apresentou atividade proteolítica 33,7 U/mg. Cromatografia de gel filtração de P2 revelou um único pico proteico, de massa molecular nativa de 14 kDa, revelando a homogeneidade da preparação. A protease presente em P2 apresentou temperatura ótima de 65 °C e pH ótimo 8,0. A enzima foi estável quando incubada em uma ampla faixa de pH e aquecida até 60oC. A atividade proteolítica de P2 foi inibida principalmente por DTT, sugerindo a presença de pontes dissulfeto importantes para manutenção da estrutura funcional da enzima. A protease mostrou uma boa resistência ao agente desnaturante SDS, tendo a atividade reduzida em apenas 29%. P2 não apresentou atividade antimicrobiana. Em conclusão, S. capoamus isolada C. pyramidales foi capaz de produzir protease, sendo a melhor fonte de carbono o pó de folha de macaxeira. Uma protease termoativa e alcalina de aproximadamente 14 kD. |
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COÊLHO, Leila Viviany Araújohttp://lattes.cnpq.br/8363412568375773http://lattes.cnpq.br/0869167120016962http://lattes.cnpq.br/0266531460880375NAPOLEÃO, Thiago HenriqueSILVA, Leonor Alves de Oliveira da2022-11-30T11:53:52Z2022-11-30T11:53:52Z2019-02-26COÊLHO, Leila Viviany Araújo. Produção de protease pela actinobactéria Streptomyces capoamus isolada da rizosfera de Caesalpinia pyramidalis da caatinga. 2019. Dissertação (Mestrado em Bioquímica e Fisiologia) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/48025A produção de enzimas de importância biotecnológica por microrganismos, incluindo as actinobactérias, vem ganhando destaque devido a sua alta utilização no mercado. O objetivo deste trabalho foi determinar as condições ótimas para produção de protease por Streptomyces capoamus isolada da rizosfera de Caesalpinia pyramidalis, bem como purificar, caracterizar parcialmente e avaliar a atividade antimicrobiana de uma protease. Inicialmente, as fontes de carbono (gelatina, farinha de trigo integral, soro de leite bovino, farinha de soja e pó da folha de macaxeira) foram avaliadas a fim de determinar o melhor substrato para produção de proteases. A atividade proteolítica nos filtrados metabólicos foi avaliada utilizando azocaseína como substrato. A fim de otimizar as condições de produção, realizou-se dois planejamentos fatoriais em delineamento composto central com pontos rotacionais (DCCR), avaliando a concentração da fonte de carbono, temperatura e pH. Para a purificação de protease, o extrato bruto do filtrado metabólico foi submetido à cromatografia de troca iônica em matriz DEAESephadex A25. A protease purificada foi avaliada quanto à massa molecular nativa, temperatura ótima, pH ótimo, estabilidade frente ao aquecimento e diferentes valores de pH e susceptibilidade a inibidores enzimáticos. Também foi avaliada a atividade antimicrobiana da protease. O pó da folha de macaxeira mostrou-se a melhor fonte de carbono para a produção de proteases. Os resultados de DCCR indicaram que as condições para produção dessas enzimas pelo isolado estudado são pH 7,5, temperatura 40 °C e concentração de pó da folha de macaxeira a 2%. Apresentou atividade proteolítica 33,7 U/mg. Cromatografia de gel filtração de P2 revelou um único pico proteico, de massa molecular nativa de 14 kDa, revelando a homogeneidade da preparação. A protease presente em P2 apresentou temperatura ótima de 65 °C e pH ótimo 8,0. A enzima foi estável quando incubada em uma ampla faixa de pH e aquecida até 60oC. A atividade proteolítica de P2 foi inibida principalmente por DTT, sugerindo a presença de pontes dissulfeto importantes para manutenção da estrutura funcional da enzima. A protease mostrou uma boa resistência ao agente desnaturante SDS, tendo a atividade reduzida em apenas 29%. P2 não apresentou atividade antimicrobiana. Em conclusão, S. capoamus isolada C. pyramidales foi capaz de produzir protease, sendo a melhor fonte de carbono o pó de folha de macaxeira. Uma protease termoativa e alcalina de aproximadamente 14 kD.The production of enzymes of biotechnological importance by microorganisms, including actinobacteria, has been gaining prominence due to its high use in the market. The objective of this work was to determine the optimal conditions for protease production by Streptomyces capoamus isolated from the rhizosphere of Caesalpinia pyramidalis, as well as to purify, partially characterize and evaluate the antimicrobial activity of a protease. Initially, the carbon sources (gelatine, whole wheat flour, bovine whey, soy flour and manioc leaf powder) were evaluated in order to determine the best substrate for protease production. The proteolytic activity in the metabolic filtrates was evaluated using azocasein as a substrate. In order to optimize the production conditions, two factorial designs were carried out in a central composite design with rotational points (DCCR), evaluating the concentration of the carbon source, temperature and pH. For protease purification, the crude extract of the metabolic filtrate was subjected to ion exchange chromatography in a DEAE-Sephadex A25 matrix. The purified protease was evaluated for native molecular weight, optimal temperature, optimum pH, stability in the face of heating and different pH values and susceptibility to enzyme inhibitors. The antimicrobial activity of the protease was also evaluated. The powder of the manioc leaf proved to be the best carbon source for the production of proteases. The DCCR results indicated that the conditions for the production of these enzymes by the studied isolate are pH 7.5, temperature 40 ° C and powder concentration of the manioc leaf at 2%. It had 33.7 U / mg proteolytic activity. P2 filtration gel chromatography revealed a single protein peak, with a native molecular mass of 14 kDa, revealing the homogeneity of the preparation. The protease present in P2 showed an optimum temperature of 65 ° C and an optimum pH of 8.0. The enzyme was stable when incubated over a wide pH range and heated to 60oC. The proteolytic activity of P2 was mainly inhibited by DTT, suggesting the presence of important disulfide bridges for maintaining the functional structure of the enzyme. The protease showed good resistance to the SDS denaturing agent, with activity reduced by only 29%. P2 did not show antimicrobial activity. In conclusion, S. capoamus isolated C. pyramidales was able to produce protease, the best source of carbon being the powder of the cassava leaf. A thermoactive, alkaline protease of approximately 14 kD.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Bioquimica e FisiologiaUFPEBrasilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/embargoedAccessEnzimas proteolíticasStreptomycesRizosferaProdução de protease pela actinobactéria Streptomyces capoamus isolada da rizosfera de Caesalpinia pyramidalis da caatingainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Leila Viviany Araújo Coêlho.pdfDISSERTAÇÃO Leila Viviany Araújo Coêlho.pdfapplication/pdf1281329https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/48025/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Leila%20Viviany%20Ara%c3%bajo%20Co%c3%aalho.pdf90e0e512c5c348e35706ebb5c3e3fc8aMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/48025/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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