Estudo comparativo de técnicas de restauração de caminhos em redes de serviços
| Ano de defesa: | 2005 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/2758 |
Resumo: | A comunicação entre dois pontos (enlace) de uma rede de computadores, como na Internet, pode falhar. Para se tentar manter a comunicação, utilizam-se técnicas de restauração, via outros enlaces, formando um novo caminho. Essa restauração representa um aumento de custo em relação ao caminho original. Em uma rede de serviços, há uma série de serviços distribuídos entre os nós. Na realização de uma tarefa, que é uma seqüência de serviços, o caminho que liga o nó de origem ao nó destino é formado por uma seqüência de enlaces e de nós, devendo conter essa seqüência de serviços. Os nós intermediários não importam, apenas a seqüência de serviços e o custo do caminho. A criação de uma técnica de restauração para redes de serviços mostrou-se necessária, pois as técnicas de restauração de rede não consideram a possibilidade de se seguir por um outro caminho, capaz da realização da tarefa, contendo outros nós e não apenas os nós do caminho original. Esta dissertação tem como contribuição a análise comparativa de três técnicas de restauração: rede, local e total. A de rede é a usual, religando os mesmos nós do caminho via enlaces que não falharam. As duas últimas baseiam-se em um mapa que representa os serviços da rede e os nós onde eles se encontram. A técnica local considera a restauração a partir do ponto antes da falha. A total recria um novo caminho para todos os serviços, podendo ainda incluir partes do caminho original. A técnica de restauração total mostrou-se melhor do que a de rede em dois pontos: teve um aumento do custo de 10% contra de 20 a 50%, dependendo do número de nós; e independência do aumento de custo com o aumento do número de nós, indicando ser melhor adaptável para grandes redes. Estas comparações indicam ainda que a técnica de rede pode ser utilizada para a restauração de aplicações de curta duração ou que não tenham a rede como seu maior gargalo |
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