O direito à saúde do paciente oncológico infantojuvenil e a judicialização como instrumento de efetivação do mínimo existencial
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Direitos Humanos
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/39397 |
Resumo: | O presente trabalho propõe um estudo sobre o direito fundamental e social à saúde de crianças e adolescentes portadores de neoplasia maligna e a judicialização decorrente da negativa estatal de efetividade e aplicabilidade com fundamento na limitação de recursos na área de saúde, consubstanciada na teoria da reserva legal. Busca-se com a pesquisa demonstrar o acesso universal e integral como obrigação estatal a ser exercida através do Sistema Único de Saúde (SUS). A intervenção do Poder Judiciário é o melhor instrumento para a efetivação do direito à saúde das crianças e adolescentes acometidos de neoplasia infantojuvenil no âmbito do mínimo existencial? Partindo deste questionamento, buscamos, como objetivo geral, analisar intervenção do Poder Judiciário nas demandas que visam assegurar o direito à saúde como mínimo existencial dos portadores de neoplasia infantojuvenil diante de políticas públicas ineficientes. Nesse diapasão, aponta-se a relevância do desenvolvimento do trabalho sob a égide metodológica da abordagem qualitativa, amparada em pesquisa exploratória e bibliográfica, bem como em coletas de dados por meio de entrevistas estruturadas em centros de referência oncológica infantojuvenis do Estado de Pernambuco, Ministério Público e Defensoria Pública. Busca-se, pois, a atenção tempestiva e adequada para propiciar o acesso universal e integral ao direito à saúde, garantindo a proteção integral das crianças e dos adolescentes acometidos de neoplasia maligna. Constata-se que o direito a tratamento destes faz parte do mínimo existencial, uma vez que tem relação direta com a dignidade da pessoa humana, devendo ser efetivado independente de previsões orçamentárias, observadas a razoabilidade da tutela pretendida e a disponibilidade financeira do Estado. |
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A intervenção do Poder Judiciário é o melhor instrumento para a efetivação do direito à saúde das crianças e adolescentes acometidos de neoplasia infantojuvenil no âmbito do mínimo existencial? Partindo deste questionamento, buscamos, como objetivo geral, analisar intervenção do Poder Judiciário nas demandas que visam assegurar o direito à saúde como mínimo existencial dos portadores de neoplasia infantojuvenil diante de políticas públicas ineficientes. Nesse diapasão, aponta-se a relevância do desenvolvimento do trabalho sob a égide metodológica da abordagem qualitativa, amparada em pesquisa exploratória e bibliográfica, bem como em coletas de dados por meio de entrevistas estruturadas em centros de referência oncológica infantojuvenis do Estado de Pernambuco, Ministério Público e Defensoria Pública. Busca-se, pois, a atenção tempestiva e adequada para propiciar o acesso universal e integral ao direito à saúde, garantindo a proteção integral das crianças e dos adolescentes acometidos de neoplasia maligna. Constata-se que o direito a tratamento destes faz parte do mínimo existencial, uma vez que tem relação direta com a dignidade da pessoa humana, devendo ser efetivado independente de previsões orçamentárias, observadas a razoabilidade da tutela pretendida e a disponibilidade financeira do Estado.The present work proposes a study on the fundamental and social right to health of children and adolescents with malignant neoplasms and the judicialization resulting from the state's negative effectiveness and applicability based on the limitation of resources in the health area, embodied in the legal reserve theory. The research seeks to demonstrate universal and integral access as a state obligation to be exercised through the Brazilian Unified Health System (SUS). The problem to be answered is: Is the intervention of the Judiciary Power the best instrument for the realization of the right to health of children and adolescents with childhood and juvenile neoplasia within the scope of the existential minimum? With the general objective, to analyze the intervention of the Judiciary in the demands that aim to ensure the right to health as an existential minimum for patients with neoplasia for children and adolescents in the face of inefficient public policies. In this tuning fork, the relevance of the development of the work is pointed out under the methodological aegis of the qualitative approach, supported by exploratory and bibliographic research, and data collection through structured interviews in child and youth oncology reference centers in the State of Pernambuco, Public Ministry and Public defense. Therefore, timely and adequate care is sought to provide universal and comprehensive access to the right to health, guaranteeing the full protection of children and adolescents suffering from malignant neoplasms. Noting that the right to treatment of this is part of the existential minimum, since it has a direct relationship with the dignity of the human person, and must be carried out regardless of budgetary forecasts, observing the reasonableness of the intended protection and financial availability of the State.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Direitos HumanosUFPEBrasilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessDireito à saúdeNeoplasia infantojuvenilJudicializaçãoAcesso universal e integralMínimo existencialO direito à saúde do paciente oncológico infantojuvenil e a judicialização como instrumento de efetivação do mínimo existencialinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETEXTDISSERTAÇÃO Veralucia Maria de Albuquerque Barbosa.pdf.txtDISSERTAÇÃO Veralucia Maria de Albuquerque Barbosa.pdf.txtExtracted texttext/plain373917https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/39397/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Veralucia%20Maria%20de%20Albuquerque%20Barbosa.pdf.txt96a212eb79d17913ce7def1fcb7a7fb8MD54THUMBNAILDISSERTAÇÃO Veralucia Maria de Albuquerque Barbosa.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Veralucia Maria de Albuquerque Barbosa.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1282https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/39397/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Veralucia%20Maria%20de%20Albuquerque%20Barbosa.pdf.jpgfad0b255cadaa041afaf9f51826b0f49MD55CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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