Para além da tua moldura: a produção de sentidos sobre famílias por casais homossexuais
| Ano de defesa: | 2016 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Psicologia
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19016 |
Resumo: | Não há definição possível a ser dada para família, uma vez que engloba uma infinidade de possibilidades de configurações. Hoje, entende-se que família é uma palavra plural, por não traduzir apenas um modelo. As motivações para iniciar uma família; por quem é formada e como se arranja, dentro de uma enorme gama de possibilidades é infinita; não permitindo mais explicações simplistas que de(limitem) esse instituto. Nesse trabalho analisamos a produção de sentidos sobre família, por casais homossexuais masculinos; compreendendo como eles entendem família e como nomeiam suas relações; para isso utilizamo-nos da metodologia qualitativa. Foram entrevistados seis casais através da técnica das narrativas e uma posterior construção e análise dos dados através dos mapas de associação de ideias. De acordo com as narrativas dos interlocutores, e também em referências aos objetivos específicos desse trabalho, encontramos e nos debruçamos sobre quatro eixos temáticos: 1 – primeiros passos da união e informações sobre o relacionamento; 2 – entender-se homossexual; 3 – questões que se colocaram como dificuldades para a vivência da relação e 4 – produção de sentidos sobre família. Através desses quatro eixos temáticos, foram analisadas as produções de sentidos sobre famílias pelos seis casais estudados. Percebemos, na maioria das narrativas, que os casais homossexuais nem sempre têm rompido com o modelo hegemônico de família; tentando, por vezes, se incorporar ao mesmo padrão familiar da dita família tradicional. |
| id |
UFPE_6b8d624843d0cbc3383acd220faae88b |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufpe.br:123456789/19016 |
| network_acronym_str |
UFPE |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| repository_id_str |
|
| spelling |
PIMENTEL, Ana Paula Santiagohttp://lattes.cnpq.br/8501579732792595http://lattes.cnpq.br/9769486752428221FONSECA, Jorge Luiz Cardoso Lyra da2017-06-06T13:32:11Z2017-06-06T13:32:11Z2016-02-18https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19016Não há definição possível a ser dada para família, uma vez que engloba uma infinidade de possibilidades de configurações. Hoje, entende-se que família é uma palavra plural, por não traduzir apenas um modelo. As motivações para iniciar uma família; por quem é formada e como se arranja, dentro de uma enorme gama de possibilidades é infinita; não permitindo mais explicações simplistas que de(limitem) esse instituto. Nesse trabalho analisamos a produção de sentidos sobre família, por casais homossexuais masculinos; compreendendo como eles entendem família e como nomeiam suas relações; para isso utilizamo-nos da metodologia qualitativa. Foram entrevistados seis casais através da técnica das narrativas e uma posterior construção e análise dos dados através dos mapas de associação de ideias. De acordo com as narrativas dos interlocutores, e também em referências aos objetivos específicos desse trabalho, encontramos e nos debruçamos sobre quatro eixos temáticos: 1 – primeiros passos da união e informações sobre o relacionamento; 2 – entender-se homossexual; 3 – questões que se colocaram como dificuldades para a vivência da relação e 4 – produção de sentidos sobre família. Através desses quatro eixos temáticos, foram analisadas as produções de sentidos sobre famílias pelos seis casais estudados. Percebemos, na maioria das narrativas, que os casais homossexuais nem sempre têm rompido com o modelo hegemônico de família; tentando, por vezes, se incorporar ao mesmo padrão familiar da dita família tradicional.CAPESThere is no possible a definition to be given to the term family, since it itself includes a multitude of possible configurations and arrangements. Today, it is understood that family is a word that must be understood in the plural precisely because not only translate just one model. The motivations to start a family; by whom it is formed and how it is arranged within a huge range of possibilities is endless; not allowing more simplistic explanations that tend to (limit) this institute. In this paper we analyze the production of meanings about family, gay male couples; understanding how they understand and call their relationships; for this, we use the qualitative methodology. We interviewed six couples through technical narratives and subsequent construction and analysis through the association maps of ideas. According to the narratives of the interlocutors, and also in reference to the specific objectives of this study, we found and worked with four themes: 1 - first steps of the Union and information on the relationship; 2 – understand himself as homosexual; 3 - questions that are put to difficulties for the experience of relationship and 4 - production of meanings about family. Through these four themes, we analyzed the understanding about families for the six studied couples. We noticed, in the most of the narratives, that gay couples are not always broken with the hegemonic model of family; trying sometimes to incorporate the same familiar pattern of the traditional family.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em PsicologiaUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessFamíliasFamília HomossexualProdução de SentidosSexualidadeFamiliesHomosexual familySenses productionSexualityPara além da tua moldura: a produção de sentidos sobre famílias por casais homossexuaisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDissertação Ana Paula 12jul.pdf.jpgDissertação Ana Paula 12jul.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1340https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19016/5/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Ana%20Paula%2012jul.pdf.jpg9ca60eed50fdbe07ecf8cf0c298d79fcMD55ORIGINALDissertação Ana Paula 12jul.pdfDissertação Ana Paula 12jul.pdfapplication/pdf3308861https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19016/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Ana%20Paula%2012jul.pdf9d5b6f44f3d496739951699fa7aed53eMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19016/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82311https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19016/3/license.txt4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08MD53TEXTDissertação Ana Paula 12jul.pdf.txtDissertação Ana Paula 12jul.pdf.txtExtracted texttext/plain315134https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19016/4/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Ana%20Paula%2012jul.pdf.txtcbde065259f1965dba037894abe0d6b3MD54123456789/190162019-10-25 05:46:23.187oai:repositorio.ufpe.br:123456789/19016TGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKClRvZG8gZGVwb3NpdGFudGUgZGUgbWF0ZXJpYWwgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgKFJJKSBkZXZlIGNvbmNlZGVyLCDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIChVRlBFKSwgdW1hIExpY2Vuw6dhIGRlIERpc3RyaWJ1acOnw6NvIE7Do28gRXhjbHVzaXZhIHBhcmEgbWFudGVyIGUgdG9ybmFyIGFjZXNzw612ZWlzIG9zIHNldXMgZG9jdW1lbnRvcywgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBuZXN0ZSByZXBvc2l0w7NyaW8uCgpDb20gYSBjb25jZXNzw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIG7Do28gZXhjbHVzaXZhLCBvIGRlcG9zaXRhbnRlIG1hbnTDqW0gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IuCl9fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fXwoKTGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKCkFvIGNvbmNvcmRhciBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSBlIGFjZWl0w6EtbGEsIHZvY8OqIChhdXRvciBvdSBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpOgoKYSkgRGVjbGFyYSBxdWUgY29uaGVjZSBhIHBvbMOtdGljYSBkZSBjb3B5cmlnaHQgZGEgZWRpdG9yYSBkbyBzZXUgZG9jdW1lbnRvOwpiKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGUgYWNlaXRhIGFzIERpcmV0cml6ZXMgcGFyYSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGUEU7CmMpIENvbmNlZGUgw6AgVUZQRSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgYXJxdWl2YXIsIHJlcHJvZHV6aXIsIGNvbnZlcnRlciAoY29tbyBkZWZpbmlkbyBhIHNlZ3VpciksIGNvbXVuaWNhciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIsIG5vIFJJLCBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0KSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgb3UgcG9yIG91dHJvIG1laW87CmQpIERlY2xhcmEgcXVlIGF1dG9yaXphIGEgVUZQRSBhIGFycXVpdmFyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8gZSBjb252ZXJ0w6otbG8sIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbywgcGFyYSBxdWFscXVlciBmb3JtYXRvIGRlIGZpY2hlaXJvLCBtZWlvIG91IHN1cG9ydGUsIHBhcmEgZWZlaXRvcyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIChiYWNrdXApIGUgYWNlc3NvOwplKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gw6kgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBhIHRlcmNlaXJvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2Ugb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgb3V0cmEgcGVzc29hIG91IGVudGlkYWRlOwpmKSBEZWNsYXJhIHF1ZSwgbm8gY2FzbyBkbyBkb2N1bWVudG8gc3VibWV0aWRvIGNvbnRlciBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG7Do28gZGV0w6ltIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlCmF1dG9yLCBvYnRldmUgYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcmVzcGVjdGl2byBkZXRlbnRvciBkZXNzZXMgZGlyZWl0b3MgcGFyYSBjZWRlciDDoApVRlBFIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgTGljZW7Dp2EgZSBhdXRvcml6YXIgYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgYSB1dGlsaXrDoS1sb3MgbGVnYWxtZW50ZS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGN1am9zIGRpcmVpdG9zIHPDo28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZTsKZykgU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVRlBFLMKgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgpBIFVGUEUgaWRlbnRpZmljYXLDoSBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBhdXRvciAoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRvIHByZXZpc3RvIG5hIGFsw61uZWEgYykuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T08:46:23Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Para além da tua moldura: a produção de sentidos sobre famílias por casais homossexuais |
| title |
Para além da tua moldura: a produção de sentidos sobre famílias por casais homossexuais |
| spellingShingle |
Para além da tua moldura: a produção de sentidos sobre famílias por casais homossexuais PIMENTEL, Ana Paula Santiago Famílias Família Homossexual Produção de Sentidos Sexualidade Families Homosexual family Senses production Sexuality |
| title_short |
Para além da tua moldura: a produção de sentidos sobre famílias por casais homossexuais |
| title_full |
Para além da tua moldura: a produção de sentidos sobre famílias por casais homossexuais |
| title_fullStr |
Para além da tua moldura: a produção de sentidos sobre famílias por casais homossexuais |
| title_full_unstemmed |
Para além da tua moldura: a produção de sentidos sobre famílias por casais homossexuais |
| title_sort |
Para além da tua moldura: a produção de sentidos sobre famílias por casais homossexuais |
| author |
PIMENTEL, Ana Paula Santiago |
| author_facet |
PIMENTEL, Ana Paula Santiago |
| author_role |
author |
| dc.contributor.authorLattes.pt_BR.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/8501579732792595 |
| dc.contributor.advisorLattes.pt_BR.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/9769486752428221 |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
PIMENTEL, Ana Paula Santiago |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
FONSECA, Jorge Luiz Cardoso Lyra da |
| contributor_str_mv |
FONSECA, Jorge Luiz Cardoso Lyra da |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Famílias Família Homossexual Produção de Sentidos Sexualidade Families Homosexual family Senses production Sexuality |
| topic |
Famílias Família Homossexual Produção de Sentidos Sexualidade Families Homosexual family Senses production Sexuality |
| description |
Não há definição possível a ser dada para família, uma vez que engloba uma infinidade de possibilidades de configurações. Hoje, entende-se que família é uma palavra plural, por não traduzir apenas um modelo. As motivações para iniciar uma família; por quem é formada e como se arranja, dentro de uma enorme gama de possibilidades é infinita; não permitindo mais explicações simplistas que de(limitem) esse instituto. Nesse trabalho analisamos a produção de sentidos sobre família, por casais homossexuais masculinos; compreendendo como eles entendem família e como nomeiam suas relações; para isso utilizamo-nos da metodologia qualitativa. Foram entrevistados seis casais através da técnica das narrativas e uma posterior construção e análise dos dados através dos mapas de associação de ideias. De acordo com as narrativas dos interlocutores, e também em referências aos objetivos específicos desse trabalho, encontramos e nos debruçamos sobre quatro eixos temáticos: 1 – primeiros passos da união e informações sobre o relacionamento; 2 – entender-se homossexual; 3 – questões que se colocaram como dificuldades para a vivência da relação e 4 – produção de sentidos sobre família. Através desses quatro eixos temáticos, foram analisadas as produções de sentidos sobre famílias pelos seis casais estudados. Percebemos, na maioria das narrativas, que os casais homossexuais nem sempre têm rompido com o modelo hegemônico de família; tentando, por vezes, se incorporar ao mesmo padrão familiar da dita família tradicional. |
| publishDate |
2016 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2016-02-18 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2017-06-06T13:32:11Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2017-06-06T13:32:11Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19016 |
| url |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19016 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco |
| dc.publisher.program.fl_str_mv |
Programa de Pos Graduacao em Psicologia |
| dc.publisher.initials.fl_str_mv |
UFPE |
| dc.publisher.country.fl_str_mv |
Brasil |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFPE instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) instacron:UFPE |
| instname_str |
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| instacron_str |
UFPE |
| institution |
UFPE |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| collection |
Repositório Institucional da UFPE |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19016/5/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Ana%20Paula%2012jul.pdf.jpg https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19016/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Ana%20Paula%2012jul.pdf https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19016/2/license_rdf https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19016/3/license.txt https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19016/4/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Ana%20Paula%2012jul.pdf.txt |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
9ca60eed50fdbe07ecf8cf0c298d79fc 9d5b6f44f3d496739951699fa7aed53e e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08 cbde065259f1965dba037894abe0d6b3 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| repository.mail.fl_str_mv |
attena@ufpe.br |
| _version_ |
1862742037516779520 |