Avaliação da influência das comorbidades na qualidade de vida em pacientes com artrite reumatoide

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: DIAS, Evelina Recamonde
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
UFPE
Brasil
Programa de Pos Graduacao em Ciencias da Saude
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/27582
Resumo: A artrite reumatoide (AR), doença inflamatória articular crônica, pode afetar a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS), dependendo da presença de comorbidades, presença de deformidades, intensidade da atividade da doença e dados sociodemográficos. A prevalência das comorbidades varia entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Nestes há deficiência de publicação sobre o impacto das comorbidades na QVRS em AR. A maioria dos estudos que tratam de AR, QVRS e comorbidades, não incluem hipertensão, dislipidemia e fibromialgia. Avaliou-se a influência da presença de comorbidades na QVRS de paciente com AR, focando o contexto de país em desenvolvimento. O estudo foi baseado no banco de dados de pesquisa multicêntrica transversal de pacientes com AR, realizado no Brasil, de 2014 a 2015. Os componentes físico (CF), e mental (CM) do SF-12 tiveram associações com as variáveis independentes. Foram consideradas: presença de comorbidades hipertensão, diabetes, dislipidemia, obesidade, depressão, osteoporose e fibromialgia; número de comorbidades; dados clínicos, Questionário de Avaliação de Saúde (HAQ-DI), Escala de Atividade da Doença (DAS28), Escala Analógica de Dor (EVA), Classe Funcional pelo Critério de Steinbrocker, presença de deformidades e internação pelas comorbidades; dados sociodemográficos, sexo, idade, escolaridade, situação trabalhista, consumo de álcool e tabagismo. Foram 689 pacientes, a maioria do sexo feminino (86,9%). A mediana e intervalo interquartílico da idade foram 58,0 (16,2) anos, da duração da doença foram 11,0 (12,0) anos e do escore do CF foram 43,68 (22,66) e do CM foram 34,81 (15,96). A comorbidade mais frequente foi a hipertensão, sendo observada em 324 pacientes (47%), seguida pela dislipidemia, relatada em 30,2%. Houve associação negativa significativa entre o CF e depressão (diferença de média (dm) =-8,19; p=0,001), fibromialgia (dm=-7,18; p=0,000), tabagismo (dm=-5,27; p=0,031), diabetes (dm=- 3,52; p=0,045) e sexo feminino (dm=-0,19; p=0,000). Por outro lado, houve associação positiva significativa entre o CF e internação por comorbidades (dm=7,54; p=0,005), consumo de álcool (dm=7,35; p=0,006) e situação trabalhista ativa (dm=3,28; p<0,01). Encontrou-se associação positiva significativa entre o CM e situação trabalhista ativa (dm=4,04; p<0,01), presença de deformidade (dm=3,56; p=0,000) e hipertensão (dm=2,21; p=0,002). Na comparação dos pacientes com e sem comorbidade, a situação trabalhista ativa (p<0,025) obteve diferença significativa de frequências; a classe funcional (p<0,05) e a EVA (p=0,02) apresentaram médias com diferenças significativas. O número de comorbidades e os CF e CM apresentaram correlações significativas negativas. Ainda HAQ-DI, DAS28, EVA e classe funcional foram correlacionados significativamente com os CF e CM e duração da doença e CF. Na regressão linear múltipla Stepwise, verificou-se influência negativa maior da depressão, seguido do tabagismo, fibromialgia e sexo feminino no CF. No entanto, a internação por comorbidade e consumo de álcool apresentaram influência positiva ao CF. Confirmou-se que quanto maior o número de comorbidades, menor a QVRS. Quanto maior DAS28, EVA e HAQ-DI, pior QVRS.
id UFPE_72b3ac76d78fc39fb3aec8ffafd868c2
oai_identifier_str oai:repositorio.ufpe.br:123456789/27582
network_acronym_str UFPE
network_name_str Repositório Institucional da UFPE
repository_id_str
spelling Avaliação da influência das comorbidades na qualidade de vida em pacientes com artrite reumatoideArtrite reumatoideComorbidadeQualidade de vidaA artrite reumatoide (AR), doença inflamatória articular crônica, pode afetar a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS), dependendo da presença de comorbidades, presença de deformidades, intensidade da atividade da doença e dados sociodemográficos. A prevalência das comorbidades varia entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Nestes há deficiência de publicação sobre o impacto das comorbidades na QVRS em AR. A maioria dos estudos que tratam de AR, QVRS e comorbidades, não incluem hipertensão, dislipidemia e fibromialgia. Avaliou-se a influência da presença de comorbidades na QVRS de paciente com AR, focando o contexto de país em desenvolvimento. O estudo foi baseado no banco de dados de pesquisa multicêntrica transversal de pacientes com AR, realizado no Brasil, de 2014 a 2015. Os componentes físico (CF), e mental (CM) do SF-12 tiveram associações com as variáveis independentes. Foram consideradas: presença de comorbidades hipertensão, diabetes, dislipidemia, obesidade, depressão, osteoporose e fibromialgia; número de comorbidades; dados clínicos, Questionário de Avaliação de Saúde (HAQ-DI), Escala de Atividade da Doença (DAS28), Escala Analógica de Dor (EVA), Classe Funcional pelo Critério de Steinbrocker, presença de deformidades e internação pelas comorbidades; dados sociodemográficos, sexo, idade, escolaridade, situação trabalhista, consumo de álcool e tabagismo. Foram 689 pacientes, a maioria do sexo feminino (86,9%). A mediana e intervalo interquartílico da idade foram 58,0 (16,2) anos, da duração da doença foram 11,0 (12,0) anos e do escore do CF foram 43,68 (22,66) e do CM foram 34,81 (15,96). A comorbidade mais frequente foi a hipertensão, sendo observada em 324 pacientes (47%), seguida pela dislipidemia, relatada em 30,2%. Houve associação negativa significativa entre o CF e depressão (diferença de média (dm) =-8,19; p=0,001), fibromialgia (dm=-7,18; p=0,000), tabagismo (dm=-5,27; p=0,031), diabetes (dm=- 3,52; p=0,045) e sexo feminino (dm=-0,19; p=0,000). Por outro lado, houve associação positiva significativa entre o CF e internação por comorbidades (dm=7,54; p=0,005), consumo de álcool (dm=7,35; p=0,006) e situação trabalhista ativa (dm=3,28; p<0,01). Encontrou-se associação positiva significativa entre o CM e situação trabalhista ativa (dm=4,04; p<0,01), presença de deformidade (dm=3,56; p=0,000) e hipertensão (dm=2,21; p=0,002). Na comparação dos pacientes com e sem comorbidade, a situação trabalhista ativa (p<0,025) obteve diferença significativa de frequências; a classe funcional (p<0,05) e a EVA (p=0,02) apresentaram médias com diferenças significativas. O número de comorbidades e os CF e CM apresentaram correlações significativas negativas. Ainda HAQ-DI, DAS28, EVA e classe funcional foram correlacionados significativamente com os CF e CM e duração da doença e CF. Na regressão linear múltipla Stepwise, verificou-se influência negativa maior da depressão, seguido do tabagismo, fibromialgia e sexo feminino no CF. No entanto, a internação por comorbidade e consumo de álcool apresentaram influência positiva ao CF. Confirmou-se que quanto maior o número de comorbidades, menor a QVRS. Quanto maior DAS28, EVA e HAQ-DI, pior QVRS.CAPESRheumatoid arthritis (RA), a chronic inflammatory joint disease, can result in impairment of health-related quality of life (HRQoL), depending on the intensity of disease activity, deformities, presence of comorbidities, and sociodemographic data. The prevalence of the comorbidities varies between developed and developing countries. There is a lack of publication on the impact of comorbidities on HRQoL in RA in developing countries. Most studies dealing with RA, HRQoL and comorbidities do not include hypertension, dyslipidemia and fibromyalgia. The master’s thesis objective was to evaluate the impact of the presence of comorbidities on the HRQoL of patients with RA, in the context of a developing country. The study was a cross-sectional analysis based on multicenter research database in Brazil, of patients diagnosed with RA, performed from 2014 to 2015. The physical component summary - PCS, and mental component summary - MCS of the SF-12 had associations verified with the independent variables chosen: comorbidities - hypertension, diabetes mellitus (DM), dyslipidemia, obesity, depression, osteoporosis and fibromyalgia; number of comorbidities; clinical data: Health Assessment Questionnaire Disability Index (HAQ-DI), Disease Activity Scale (DAS 28), Analog Pain Scale according to patient (VAS), Functional Class according to Steinbrocker criteria, presence of deformities and hospitalization for comorbidities at the last 12 months; sociodemographic data: sex, age, schooling, labor situation, alcohol consumption and smoking. There were 689 patients with RA, the majority of them female (86.9%). The median and interquartile range of age were 58.0 (16.2) years, the duration of the disease were 11.0 (12.0) years and the PCS was 43.68 (22.66) and MCS was 34.81 (15.96). Regarding comorbidities, the most frequent was hypertension, observed in 324 patients (47%), followed by dyslipidemia, reported in 30.2% of the cases. There was a significant negative association between the PCS and the dichotomous variables: depression (average difference (ad) =-8.19; p=0.001), fibromyalgia (ad=-7.18; p=0.000), smoking (ad=-5,27; p=0,031), DM (ad=-3.52; p=0.045) and sex female (ad=-0.19; p=0.000). On the other hand, there was significant positive association between the PCS and the dichotomous variables: hospitalization (ad=7.54; p=0.005), alcohol comsumption (ad=7.35; p=0.006) and active labor situation (ad=3.28; p<0.01). There was a significant positive association between MCS and active labor situation (ad=4.04, p<0.01), presence of deformity (ad=3.56, p=0.000) and hypertension (ad=2.21; p=0.002). In the comparison of patients with and without comorbidities, the active labor situation (p<0.025) showed a significant difference in frequencies; the averages of functional class (p<0.05) and of VAS (p=0.02) presented significant differences between these groups. The number of comorbidities and PCS and MCS were significantly negative correlated. Still HAQ-DI, DAS28, VAS and functional class were significantly negative correlated with the PCS and MCS and duration of the disease with the PCS. By the stepwise linear regression where each variable appears with its isolated effect, there was a greater significant negative influence in the PCS of depression, followed in descending order, smoking, fibromyalgia and female sex. In turn, hospitalization for comorbidity and alcohol consumption corresponded to an increment in PCS. It was confirmed that the number of comorbidities is associated with the decrease in the HRQoL of the RA patient. The greater intensity of disease activity and pain and functional disability, the worse the HRQoL.Universidade Federal de PernambucoUFPEBrasilPrograma de Pos Graduacao em Ciencias da SaudeMARQUES, Cláudia Diniz LopesGOMES, Bruno Severohttp://lattes.cnpq.br/5943028172026339http://lattes.cnpq.br/9182477114421476DIAS, Evelina Recamonde2018-11-20T20:43:28Z2018-11-20T20:43:28Z2017-08-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/27582porAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-25T11:45:42Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/27582Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T11:45:42Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
dc.title.none.fl_str_mv Avaliação da influência das comorbidades na qualidade de vida em pacientes com artrite reumatoide
title Avaliação da influência das comorbidades na qualidade de vida em pacientes com artrite reumatoide
spellingShingle Avaliação da influência das comorbidades na qualidade de vida em pacientes com artrite reumatoide
DIAS, Evelina Recamonde
Artrite reumatoide
Comorbidade
Qualidade de vida
title_short Avaliação da influência das comorbidades na qualidade de vida em pacientes com artrite reumatoide
title_full Avaliação da influência das comorbidades na qualidade de vida em pacientes com artrite reumatoide
title_fullStr Avaliação da influência das comorbidades na qualidade de vida em pacientes com artrite reumatoide
title_full_unstemmed Avaliação da influência das comorbidades na qualidade de vida em pacientes com artrite reumatoide
title_sort Avaliação da influência das comorbidades na qualidade de vida em pacientes com artrite reumatoide
author DIAS, Evelina Recamonde
author_facet DIAS, Evelina Recamonde
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv MARQUES, Cláudia Diniz Lopes
GOMES, Bruno Severo
http://lattes.cnpq.br/5943028172026339
http://lattes.cnpq.br/9182477114421476
dc.contributor.author.fl_str_mv DIAS, Evelina Recamonde
dc.subject.por.fl_str_mv Artrite reumatoide
Comorbidade
Qualidade de vida
topic Artrite reumatoide
Comorbidade
Qualidade de vida
description A artrite reumatoide (AR), doença inflamatória articular crônica, pode afetar a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS), dependendo da presença de comorbidades, presença de deformidades, intensidade da atividade da doença e dados sociodemográficos. A prevalência das comorbidades varia entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Nestes há deficiência de publicação sobre o impacto das comorbidades na QVRS em AR. A maioria dos estudos que tratam de AR, QVRS e comorbidades, não incluem hipertensão, dislipidemia e fibromialgia. Avaliou-se a influência da presença de comorbidades na QVRS de paciente com AR, focando o contexto de país em desenvolvimento. O estudo foi baseado no banco de dados de pesquisa multicêntrica transversal de pacientes com AR, realizado no Brasil, de 2014 a 2015. Os componentes físico (CF), e mental (CM) do SF-12 tiveram associações com as variáveis independentes. Foram consideradas: presença de comorbidades hipertensão, diabetes, dislipidemia, obesidade, depressão, osteoporose e fibromialgia; número de comorbidades; dados clínicos, Questionário de Avaliação de Saúde (HAQ-DI), Escala de Atividade da Doença (DAS28), Escala Analógica de Dor (EVA), Classe Funcional pelo Critério de Steinbrocker, presença de deformidades e internação pelas comorbidades; dados sociodemográficos, sexo, idade, escolaridade, situação trabalhista, consumo de álcool e tabagismo. Foram 689 pacientes, a maioria do sexo feminino (86,9%). A mediana e intervalo interquartílico da idade foram 58,0 (16,2) anos, da duração da doença foram 11,0 (12,0) anos e do escore do CF foram 43,68 (22,66) e do CM foram 34,81 (15,96). A comorbidade mais frequente foi a hipertensão, sendo observada em 324 pacientes (47%), seguida pela dislipidemia, relatada em 30,2%. Houve associação negativa significativa entre o CF e depressão (diferença de média (dm) =-8,19; p=0,001), fibromialgia (dm=-7,18; p=0,000), tabagismo (dm=-5,27; p=0,031), diabetes (dm=- 3,52; p=0,045) e sexo feminino (dm=-0,19; p=0,000). Por outro lado, houve associação positiva significativa entre o CF e internação por comorbidades (dm=7,54; p=0,005), consumo de álcool (dm=7,35; p=0,006) e situação trabalhista ativa (dm=3,28; p<0,01). Encontrou-se associação positiva significativa entre o CM e situação trabalhista ativa (dm=4,04; p<0,01), presença de deformidade (dm=3,56; p=0,000) e hipertensão (dm=2,21; p=0,002). Na comparação dos pacientes com e sem comorbidade, a situação trabalhista ativa (p<0,025) obteve diferença significativa de frequências; a classe funcional (p<0,05) e a EVA (p=0,02) apresentaram médias com diferenças significativas. O número de comorbidades e os CF e CM apresentaram correlações significativas negativas. Ainda HAQ-DI, DAS28, EVA e classe funcional foram correlacionados significativamente com os CF e CM e duração da doença e CF. Na regressão linear múltipla Stepwise, verificou-se influência negativa maior da depressão, seguido do tabagismo, fibromialgia e sexo feminino no CF. No entanto, a internação por comorbidade e consumo de álcool apresentaram influência positiva ao CF. Confirmou-se que quanto maior o número de comorbidades, menor a QVRS. Quanto maior DAS28, EVA e HAQ-DI, pior QVRS.
publishDate 2017
dc.date.none.fl_str_mv 2017-08-30
2018-11-20T20:43:28Z
2018-11-20T20:43:28Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/27582
url https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/27582
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
UFPE
Brasil
Programa de Pos Graduacao em Ciencias da Saude
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
UFPE
Brasil
Programa de Pos Graduacao em Ciencias da Saude
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFPE
instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron:UFPE
instname_str Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron_str UFPE
institution UFPE
reponame_str Repositório Institucional da UFPE
collection Repositório Institucional da UFPE
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
repository.mail.fl_str_mv attena@ufpe.br
_version_ 1856041846914940928