Padrões de ativação dos músculos do tronco em indivíduos assintomáticos e com dor lombar crônica inespecífica
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso embargado |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Fisioterapia
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/65883 |
Resumo: | Evidências sugerem que a dor lombar crônica inespecífica está associada a alterações no controle motor, particularmente no recrutamento dos músculos do tronco. No entanto, ainda há uma lacuna de estudos que utilizem a eletromiografia para estratificar esses pacientes nos diferentes fenótipos de controle motor, o que limita a compreensão dos padrões específicos de recrutamento muscular nessa condição. O objetivo do presente estudo foi identificar e classificar padrões de ativação dos músculos do tronco em indivíduos com dor lombar crônica inespecífica e em assintomáticos, por meio da eletromiografia. Trata-se de um estudo de corte transversal. Foram avaliados 65 indivíduos, sendo 35 com dor lombar crônica inespecífica e 30 assintomáticos. A atividade muscular dos eretores da espinha lombar e torácica, dos oblíquos externos e do músculo glúteo máximo durante o movimento de extensão do tronco foi obtida por meio da eletromiografia (EMG). Os sinais brutos de cada músculo foram obtidos em microvolts e normalizados pela contração voluntária submáxima (%CVSM). Também foram aplicados os seguintes instrumentos: formulário de informações pessoais, escala de avaliação numérica da dor (Numeric Rating Scale – NRS), Oswestry Disability Index (ODI) e o questionário STarT Back Screening Tool (SBST). As análises estatísticas foram realizadas utilizando os softwares Jamovi e R. Foi realizada uma análise de cluster K-means. Nos indivíduos com dor lombar, foram identificados três clusters: Cluster 1 (rígido), com 11,4% dos participantes, apresentou altas ativações nos eretores lombares (200,6 %CVMS) e torácicos (205,9 %CVSM), moderada no glúteo máximo (58,3 %CVSM) e baixa no oblíquo externo (35,9 %CVSM); Cluster 2 (frouxo), com 60%, mostrou baixas ativações em todos os músculos; e Cluster 3 (intermediário), com 28,6%, teve ativação moderada nos eretores lombares (91,7 %CVSM), torácicos (79,1 %CVSM) e oblíquo externo (46,4 %CVSM), e alta no glúteo máximo (144,703). No grupo assintomático, também foram observados três clusters: Cluster 1 (padrão normal), predominante em 65,5%, com ativações moderadas e equilibradas entre eretores torácicos (71,3 %CVSM), lombares (57,4 %CVSM), oblíquo externo (35,9 %CVSM) e glúteo máximo (51,0 %CVSM); Cluster 2 (intermediário), com 24,1%, exibiu alta ativação nos eretores torácicos (188,9 %CVSM), moderada no glúteo máximo (73,5 %CVSM) e eretores lombares (511 %CVSM), e baixa no oblíquo externo (24,6 %CVSM); e Cluster 3 (rígido), com 10,4%, apresentou ativação muito alta nos eretores lombares (212,1 %CVSM) e glúteo máximo (144,9 %CVSM), moderada nos eretores torácicos (124,6 %CVSM) e baixa no oblíquo externo (31,1 %CVSM). Os resultados deste estudo apontam para a presença de padrões de ativação muscular distintos entre indivíduos com e sem dor lombar crônica inespecífica. A identificação 11 dos padrões normal, rígido, frouxo e intermediário, por meio da clusterização K-means, oferece subsídios objetivos para avaliação clínica e planejamento de intervenções mais eficazes. Os achados também ampliam a compreensão do controle motor na dor lombar e abrem caminhos para pesquisas integrando aspectos biomecânicos, neuromusculares e psicossociais. |
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BARBOSA, Gisele da Silva Vitorinohttp://lattes.cnpq.br/8873410358724680http://lattes.cnpq.br/3184657102169221http://lattes.cnpq.br/7200517552154428SIQUEIRA, Gisela Rocha deCAMPOS, Tania Fernandes2025-09-12T12:29:32Z2025-09-12T12:29:32Z2025-06-20BARBOSA, Gisele da Silva Vitorino. Padrões de ativação dos músculos do tronco em indivíduos assintomáticos e com dor lombar crônica inespecífica. 2025. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/65883Evidências sugerem que a dor lombar crônica inespecífica está associada a alterações no controle motor, particularmente no recrutamento dos músculos do tronco. No entanto, ainda há uma lacuna de estudos que utilizem a eletromiografia para estratificar esses pacientes nos diferentes fenótipos de controle motor, o que limita a compreensão dos padrões específicos de recrutamento muscular nessa condição. O objetivo do presente estudo foi identificar e classificar padrões de ativação dos músculos do tronco em indivíduos com dor lombar crônica inespecífica e em assintomáticos, por meio da eletromiografia. Trata-se de um estudo de corte transversal. Foram avaliados 65 indivíduos, sendo 35 com dor lombar crônica inespecífica e 30 assintomáticos. A atividade muscular dos eretores da espinha lombar e torácica, dos oblíquos externos e do músculo glúteo máximo durante o movimento de extensão do tronco foi obtida por meio da eletromiografia (EMG). Os sinais brutos de cada músculo foram obtidos em microvolts e normalizados pela contração voluntária submáxima (%CVSM). Também foram aplicados os seguintes instrumentos: formulário de informações pessoais, escala de avaliação numérica da dor (Numeric Rating Scale – NRS), Oswestry Disability Index (ODI) e o questionário STarT Back Screening Tool (SBST). As análises estatísticas foram realizadas utilizando os softwares Jamovi e R. Foi realizada uma análise de cluster K-means. Nos indivíduos com dor lombar, foram identificados três clusters: Cluster 1 (rígido), com 11,4% dos participantes, apresentou altas ativações nos eretores lombares (200,6 %CVMS) e torácicos (205,9 %CVSM), moderada no glúteo máximo (58,3 %CVSM) e baixa no oblíquo externo (35,9 %CVSM); Cluster 2 (frouxo), com 60%, mostrou baixas ativações em todos os músculos; e Cluster 3 (intermediário), com 28,6%, teve ativação moderada nos eretores lombares (91,7 %CVSM), torácicos (79,1 %CVSM) e oblíquo externo (46,4 %CVSM), e alta no glúteo máximo (144,703). No grupo assintomático, também foram observados três clusters: Cluster 1 (padrão normal), predominante em 65,5%, com ativações moderadas e equilibradas entre eretores torácicos (71,3 %CVSM), lombares (57,4 %CVSM), oblíquo externo (35,9 %CVSM) e glúteo máximo (51,0 %CVSM); Cluster 2 (intermediário), com 24,1%, exibiu alta ativação nos eretores torácicos (188,9 %CVSM), moderada no glúteo máximo (73,5 %CVSM) e eretores lombares (511 %CVSM), e baixa no oblíquo externo (24,6 %CVSM); e Cluster 3 (rígido), com 10,4%, apresentou ativação muito alta nos eretores lombares (212,1 %CVSM) e glúteo máximo (144,9 %CVSM), moderada nos eretores torácicos (124,6 %CVSM) e baixa no oblíquo externo (31,1 %CVSM). Os resultados deste estudo apontam para a presença de padrões de ativação muscular distintos entre indivíduos com e sem dor lombar crônica inespecífica. A identificação 11 dos padrões normal, rígido, frouxo e intermediário, por meio da clusterização K-means, oferece subsídios objetivos para avaliação clínica e planejamento de intervenções mais eficazes. Os achados também ampliam a compreensão do controle motor na dor lombar e abrem caminhos para pesquisas integrando aspectos biomecânicos, neuromusculares e psicossociais.Evidence suggests that chronic nonspecific low back pain (CNSLBP) is associated with alterations in motor control, particularly in trunk muscle recruitment. However, there is still a lack of studies using electromyography (EMG) to stratify these patients into different motor control phenotypes, which limits the understanding of specific recruitment patterns in this condition. The aim of this study was to identify and classify trunk muscle activation patterns in individuals with CNSLBP and asymptomatic controls using EMG. This was a cross-sectional study. A total of 65 individuals were assessed, including 35 with CNSLBP and 30 asymptomatic participants. Muscle activity of the lumbar and thoracic erector spinae, external oblique, and gluteus maximus during trunk extension was recorded using EMG. Raw signals were collected in microvolts (μV) and subsequently normalized to submaximal voluntary contraction, expressed as a percentage of submaximal voluntary contraction (%SVC). Additional instruments included a personal information form, the Numeric Rating Scale (NRS) for pain, the Oswestry Disability Index (ODI), and the STarT Back Screening Tool (SBST). Statistical analyses were performed using Jamovi and R software. A K-means cluster analysis was conducted. Among individuals with CNSLBP, three clusters were identified: Cluster 1 (rigid), comprising 11.4% of participants, showed high activations in the lumbar (200.6 %SVC) and thoracic erector spinae (205.9 %SVC), moderate activation in the gluteus maximus (58.3 %SVC), and low activation in the external oblique (35.9 %SVC); Cluster 2 (loose), comprising 60.0%, exhibited low activation in all muscles; and Cluster 3 (intermediate), comprising 28.6%, showed moderate activation in the lumbar erector spinae (91.7 %SVC), thoracic erector spinae (79.1 %SVC), and external oblique (46.4 %SVC), and high activation in the gluteus maximus (144.7 %SVC). In the asymptomatic group, three clusters were also observed: Cluster 1 (normal pattern), predominant in 65.5%, demonstrated moderate and balanced activations across thoracic erector spinae (71.3 %SVC), lumbar erector spinae (57.4 %SVC), external oblique (35.9 %SVC), and gluteus maximus (51.0 %SVC); Cluster 2 (intermediate), comprising 24.1%, exhibited high activation in the thoracic erector spinae (188.9 %SVC), moderate activation in the gluteus maximus (73.5 %SVC) and lumbar erector spinae (51.1 %SVC), and low activation in the external oblique (24.6 %SVC); and Cluster 3 (rigid), comprising 10.4%, showed very high activation in the lumbar erector spinae (212.1 %SVC) and gluteus maximus (144.9 13 %SVC), moderate activation in the thoracic erector spinae (124.6 %SVC), and low activation in the external oblique (31.1 %SVC). The findings indicate the presence of distinct muscle activation patterns between individuals with and without CNSLBP. The identification of normal, rigid, loose, and intermediate patterns through K-means clustering provides objective evidence to support clinical evaluation and guide more effective interventions. These results also expand the understanding of motor control in low back pain and open avenues for research integrating biomechanical, neuromuscular, and psychosocial aspects.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em FisioterapiaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/embargoedAccessDor lombarControle motorEletromiografiaPadrões de ativação dos músculos do tronco em indivíduos assintomáticos e com dor lombar crônica inespecíficainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Gisele da Silva Vitorino Barbosa.pdfDISSERTAÇÃO Gisele da Silva Vitorino Barbosa.pdfapplication/pdf2933324https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/65883/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Gisele%20da%20Silva%20Vitorino%20Barbosa.pdf970e36adf53f5248bb7946cb76eb60f6MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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