Vínculos afetivos, autotransformação e resistência política : uma análise da (re)constituição da subjetividade de educadoras do Coque/Recife

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: SANTOS, Sidcléia da Silva
Orientador(a): OLIVEIRA, Gustavo Gilson Sousa de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Educacao
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/39818
Resumo: OLIVEIRA, Gustavo Gilson Sousa de, também é conhecido em citações bibliográficas por: OLIVEIRA, Gustavo Gilson
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spelling SANTOS, Sidcléia da Silvahttp://lattes.cnpq.br/1934052502061879http://lattes.cnpq.br/5336313595044838OLIVEIRA, Gustavo Gilson Sousa de2021-04-20T20:49:49Z2021-04-20T20:49:49Z2019-08-30SANTOS, Sidcléia da Silva. Vínculos afetivos, autotransformação e resistência política: uma análise da (re)constituição da subjetividade de educadoras do Coque/Recife. 2019. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/39818OLIVEIRA, Gustavo Gilson Sousa de, também é conhecido em citações bibliográficas por: OLIVEIRA, Gustavo GilsonA pesquisa versa sobre o processo ético-político de (re)constituição das subjetividades de educadoras enquanto experiências sutis de autotransformação e resistência, mobilizadas pelos vínculos afetivos. Logo, trata-se dos modos de subjetivação femininos por meio de experiências intensas de cuidado de si para redimensionar o campo de saberes educacionais e abertura para práticas subversivas que tentam resistir à lógica da manipulação, controle e normalização da vida. Uma tentativa de romper com o silenciamento diante das agressões preconceituosas, misóginas e implacáveis sofridas pelas mulheres, especialmente, nos espaços educacionais. De modo que este estudo sinaliza para os modos de subjetivação enquanto constituição de si como sujeito de uma conduta ética, não se referindo a legitimidade ou deslegitimidade de hábitos, comportamentos e valores, mas, ao contrário, de problematiza-los, questioná-los, de inquietar sua familiaridade, torná-los problemas, alvo do pensamento e elaboração ética. Portanto, o objetivo mais amplo da pesquisa consiste em problematizar acerca da (re)constituição da subjetividade de educadoras ao ingressarem no Núcleo Educacional Irmãos Menores de Francisco de Assis – NEIMFA, a partir dos discursos concebidos pela instituição ao longo do percurso formativo e das experiências narradas pelas educadoras. A pesquisa foi delineada na modalidade qualitativa e a problematização da temática através da pesquisa documental, utilizando fontes primárias, e entrevistas narrativas com educadoras. As entrevistas foram analisadas a partir da articulação de métodos e estratégias de análise do discurso. Acerca dos resultados, a experiência de aprender a escutar as vozes das educadoras do NEIMFA foi um desafio porque estamos marcadas pela lógica binária da modernidade que insiste em determinar objetivamente, evidentemente e distintamente o lugar de cada pessoa na sociedade por meio dos mecanismos de controle e eliminação étnico-culturais. Contudo, as histórias/experiências dessas mulheres se (re)configuram como estratégias de resistência ao status quo, visto que são discursos marcantes de quem viveu no limite da existência, experimentando, muitas vezes, de forma trágica as fronteiras da exclusão e do preconceito. Entretanto, conseguiram re(x)istir e se (re)inventar por meio dos discursos/práticas de liberdade, da capacidade de superação, do cuidado consigo, com o outro e com o mundo, sobretudo, dos vínculos afetivos. Dessa forma, produzindo uma diversidade de modos de vida, em um entre-lugar epistemológico que contribui para problematizar, desafiar e desconstruir a noção de conhecimento único, universal, moderno, cartesiano, positivista e etnocêntrico. Logo, ao nos depararmos com suas dores, desafios e aflições, passamos a nos surpreender com seus milagres e a reconhecê-las, não mais como mulheres subordinadas, mas como potências de vida.FACEPEThe research deals with the ethical-political process of (re) constituting the subjectivities of educators as subtle experiences of self-transformation and resistance, mobilized by affective bonds. Therefore, it deals with the modes of female subjectivation through intense experiences of self-care to resize the field of educational knowledge and openness to subversive practices that try to resist the logic of manipulation, control and normalization of life. An attempt to break the silence in the face of prejudiced, misogynistic and relentless aggressions suffered by women, especially in educational spaces. So this study points to the modes of subjectification as constitution of oneself as the subject of an ethical conduct, not referring to the legitimacy or de-legitimacy of habits, behaviors and values, but, on the contrary, to problematize them, question them, to disturb their familiarity, make them problems, the target of ethical thinking and elaboration. Therefore, the broader objective of the research is to problematize about the (re) constitution of the subjectivity of educators when they enter the Núcleo Educacional Irmãos Minores de Francisco de Assis - NEIMFA, based on the discourses conceived by the institution along the formative path and experiences narrated by the educators. The research was outlined in the qualitative modality and the problematization of the theme through documentary research, using primary sources, and narrative interviews with educators. The interviews were analyzed based on the articulation of discourse analysis methods and strategies. Regarding the results, the experience of learning to listen to the voices of NEIMFA educators was a challenge because we are marked by the binary logic of modernity that insists on objectively, evidently and distinctly determining the place of each person in society through the mechanisms of control and ethnic-cultural elimination. However, the stories/experiences of these women are (re) configured as strategies of resistance to the status quo, since they are striking speeches by those who lived on the edge of existence, often experiencing, tragically, the frontiers of exclusion and prejudice. However, they managed to re (x) exist and (re) invent themselves through the discourses/practices of freedom, the capacity to overcome, care for themselves, with others and with the world, above all, through affective bonds. Thus, producing a diversity of ways of life, in an epistemological inter-place that contributes to problematize, challenge and deconstruct the notion of unique, universal, modern, Cartesian, positivist and ethnocentric knowledge. Therefore, when we face their pains, challenges and afflictions, we start to be surprised by their miracles and to recognize them, no longer as subordinate women, but as life powers.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em EducacaoUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessSubjetivaçãoFeminismoPesquisaUFPE - Pós-graduaçãoVínculos afetivos, autotransformação e resistência política : uma análise da (re)constituição da subjetividade de educadoras do Coque/Recifeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPECC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/39818/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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