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Essa história é minha: a relação do povo Kapinawá com o patrimônio arqueológico do vale do Catimbau

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: SILVA, Kassia Maria Queiroz da
Orientador(a): CASTRO, Viviane Maria Cavalcanti de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Arqueologia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67921
Resumo: A arqueologia Comunitária é uma das perspectivas da Arqueologia Pública, e vem se destacando como meio de inserção das populações tradicionais dentro das pesquisas arqueológicas. Nos municípios de Buíque, Tupanatinga e Ibimirim, que se localizam entre o agreste e sertão do estado de Pernambuco, está localizado o território demarcado do Povo Indígena Kapinawá. No território desses municípios está localizada também o Parque Nacional do Catimbau, uma unidade de conservação ambiental que possui potencial arqueológico, com 33 sítios arqueológicos já registrados no IPHAN. Pesquisas arqueológicas foram realizadas na área do PARNA do Catimbau, e, no entanto, em sua grande maioria, sem a participação da comunidade indígena Kapinawá. Entendendo a comunidade como parte do contexto arqueológico, essa pesquisa teve como finalidade identificar e compreender a relação do povo Kapinawá com os sítios arqueológicos localizados no Vale do Catimbau. Para isso se buscou uma interação com essa comunidade indígena para entender como o patrimônio arqueológico é apropriado. Com base no aporte teórico da Arqueologia Pública e Comunitária, e entendendo a oralidade como fonte de pesquisa, utilizou-se da história oral para o resgate da memória desse povo. Foram realizadas entrevistas e visitas aos sítios arqueológicos da área do PARNA e nas proximidades das aldeias Macaco, Malhador, Mina Grande, Pau Ferro e Ponta da Várzea, tendo em vista que os sítios e a cultura material existente são utilizados e interpretados, de diferentes formas, pela comunidade. Os dados obtidos por meio das entrevistas e levantamento dos sítios foram analisados através do lugar de fala da comunidade, focando nos discursos desse grupo social. Como resultados foram constatados que, para a comunidade Kapinawá os sítios arqueológicos são entendidos como espaço ancestral, local sagrado e de fortalecimento de sua cultura para os quais possuem uma interpretação própria.
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No território desses municípios está localizada também o Parque Nacional do Catimbau, uma unidade de conservação ambiental que possui potencial arqueológico, com 33 sítios arqueológicos já registrados no IPHAN. Pesquisas arqueológicas foram realizadas na área do PARNA do Catimbau, e, no entanto, em sua grande maioria, sem a participação da comunidade indígena Kapinawá. Entendendo a comunidade como parte do contexto arqueológico, essa pesquisa teve como finalidade identificar e compreender a relação do povo Kapinawá com os sítios arqueológicos localizados no Vale do Catimbau. Para isso se buscou uma interação com essa comunidade indígena para entender como o patrimônio arqueológico é apropriado. Com base no aporte teórico da Arqueologia Pública e Comunitária, e entendendo a oralidade como fonte de pesquisa, utilizou-se da história oral para o resgate da memória desse povo. Foram realizadas entrevistas e visitas aos sítios arqueológicos da área do PARNA e nas proximidades das aldeias Macaco, Malhador, Mina Grande, Pau Ferro e Ponta da Várzea, tendo em vista que os sítios e a cultura material existente são utilizados e interpretados, de diferentes formas, pela comunidade. Os dados obtidos por meio das entrevistas e levantamento dos sítios foram analisados através do lugar de fala da comunidade, focando nos discursos desse grupo social. Como resultados foram constatados que, para a comunidade Kapinawá os sítios arqueológicos são entendidos como espaço ancestral, local sagrado e de fortalecimento de sua cultura para os quais possuem uma interpretação própria.CAPESCommunity archeology is one of the perspectives of Public Archeology, and has been standing out as a means of inserting traditional populations into archaeological research. Most archaeological research focuses on understanding the past, relying on materiality, without taking into account the traditional communities that inhabit the researched region. In the municipalities of Buíque, Tupanatinga and Ibimirim, which are located between the wild and backlands of the state of Pernambuco, the demarcated territory of the Kapinawá Indigenous People is located. The Catimbau National Park is also located in the territory of these municipalities, an environmental conservation unit that has archaeological potential, with 33 archaeological sites already registered with IPHAN. Archaeological research was carried out in the PARNA area of Catimbau, and, however, the vast majority, without the participation of the Kapinawá indigenous community. Understanding the community as part of the archaeological context, this research aimed to identify and understand the relationship of the Kapinawá people with the archaeological sites located in the Catimbau Valley. For that, an interaction with this indigenous community was sought to understand how the archaeological heritage is appropriate. Based on the theoretical contribution of Public and Community Archeology, and understanding orality as a source of research, oral history was used to rescue the memory of these people. Interviews were carried out and at the archaeological sites in the PARNA area and in the vicinity of the villages of Macaco, Malhador, Mina Grande, Pau Ferro and Ponta da Várzea, considering that the sites and the existing material culture are used and interpreted, in different ways, by the community. The data obtained through the interviews and survey of the sites were analyzed through the place of speech of the community, focusing on the speeches of this social group. As a result, it was found that, for the Kapinawá community, archaeological sites are understood as ancestral space, sacred place and strengthening of their culture for which they have their own interpretation.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em ArqueologiaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessArqueologia PúblicaArqueologia ComunitáriaPovos Indígenas KapinawáEssa história é minha: a relação do povo Kapinawá com o patrimônio arqueológico do vale do Catimbauinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPELICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/67921/2/license.txt5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973MD52TEXTDISSERTAÇÃO Kássia Maria Queiróz da Silva.pdf.txtDISSERTAÇÃO Kássia Maria Queiróz da 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