Detecção de leveduras em secreção vaginal de mulheres grávidas e não grávidas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Gomes, Bruno Severo
Orientador(a): Queiroz, Lusinete Acioli
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/64986/001300000rvgc
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/743
Resumo: No período compreendido entre outubro de 2003 e agosto de 2004, foram realizadas coletas de secreção vaginal para exame micológico em 146 mulheres: 12 grávidas, 11 com sintomas e 1 sem sintomas; 134 não grávidas, 117 com sintomas e 17 sem sintomas de levedurose vaginal, atendidas no ambulatório de ginecologia do Centro de Saúde Manuel Caldas de Araújo, Cidade do Paulista-PE. Antes da coleta foi aplicado um questionário social e clínico para análise estatística dos dados epidemiológicos como idade, gravidez, presença ou ausência de sintomas, número de filhos, fidelidade ao parceiro, ciclo menstrual, primeira menstruação, primeira relação sexual, estado civil, endereço, profissão, escolaridade, presença de diabetes, anemia, hipertensão e os fatores predisponentes, uso de antibióticos, alérgenos, uso de DIU, contraceptivos, bebida alcoólica e tabagismo. Em 60% das amostras de secreção vaginal, foram detectadas leveduras ao exame direto e foi obtida cultura. Em 27 % não foram observadas estruturas fúngicas ao exame direto e cultura não foi obtida. Em 13 % foram observadas estruturas fúngicas ao exame direto e cultura não foi obtida. Da secreção vaginal de mulheres grávidas com sintomas foram obtidas 592 unidades formadoras de colônia (UFC) e das mulheres sem sintomas 84 UFC; da secreção vaginal das não grávidas com sintomas foram obtidas 3.366 UFC e daquelas sem sintomas 432 UFC. Da secreção vaginal de 75% das mulheres grávidas foram isoladas 9 amostras de leveduras sendo 8 de mulheres com sintomas e uma de mulher sem sintomas; da secreção vaginal de 59% das mulheres não grávidas foram obtidas 84 amostras de leveduras sendo 73 amostras de mulheres com sintomas e 11 de mulheres sem sintomas. Foram isoladas leveduras pertencentes aos gêneros Candida (82%), Trichosporon (9%), Rhodotorula (8%) e Kloeckera (1%). Os recursos metodológicos estatísticos adotados permitiram conhecer como fatores predisponentes as leveduroses vaginais entre diferentes condições socioeconômicas, idade, nível de escolaridade, estado civil, anemia, alérgenos, comportamento sexual e outros aspectos epidemiológicos das mulheres que participaram deste estudo
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Antes da coleta foi aplicado um questionário social e clínico para análise estatística dos dados epidemiológicos como idade, gravidez, presença ou ausência de sintomas, número de filhos, fidelidade ao parceiro, ciclo menstrual, primeira menstruação, primeira relação sexual, estado civil, endereço, profissão, escolaridade, presença de diabetes, anemia, hipertensão e os fatores predisponentes, uso de antibióticos, alérgenos, uso de DIU, contraceptivos, bebida alcoólica e tabagismo. Em 60% das amostras de secreção vaginal, foram detectadas leveduras ao exame direto e foi obtida cultura. Em 27 % não foram observadas estruturas fúngicas ao exame direto e cultura não foi obtida. Em 13 % foram observadas estruturas fúngicas ao exame direto e cultura não foi obtida. Da secreção vaginal de mulheres grávidas com sintomas foram obtidas 592 unidades formadoras de colônia (UFC) e das mulheres sem sintomas 84 UFC; da secreção vaginal das não grávidas com sintomas foram obtidas 3.366 UFC e daquelas sem sintomas 432 UFC. Da secreção vaginal de 75% das mulheres grávidas foram isoladas 9 amostras de leveduras sendo 8 de mulheres com sintomas e uma de mulher sem sintomas; da secreção vaginal de 59% das mulheres não grávidas foram obtidas 84 amostras de leveduras sendo 73 amostras de mulheres com sintomas e 11 de mulheres sem sintomas. Foram isoladas leveduras pertencentes aos gêneros Candida (82%), Trichosporon (9%), Rhodotorula (8%) e Kloeckera (1%). Os recursos metodológicos estatísticos adotados permitiram conhecer como fatores predisponentes as leveduroses vaginais entre diferentes condições socioeconômicas, idade, nível de escolaridade, estado civil, anemia, alérgenos, comportamento sexual e outros aspectos epidemiológicos das mulheres que participaram deste estudoConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessMulheres grávidasLevedurose vaginalMulheres não grávidasDetecção de leveduras em secreção vaginal de mulheres grávidas e não grávidasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo4535_1.pdf.jpgarquivo4535_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1177https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/743/4/arquivo4535_1.pdf.jpgd1aa89ba4916944172b4401cc1eeb992MD54ORIGINALarquivo4535_1.pdfapplication/pdf868209https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/743/1/arquivo4535_1.pdfac62da0f4de644010d96febb054dd9dfMD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/743/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo4535_1.pdf.txtarquivo4535_1.pdf.txtExtracted texttext/plain129222https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/743/3/arquivo4535_1.pdf.txt8b90e76a1f9fb32952ddac1517b763e5MD53123456789/7432019-10-25 19:05:22.061oai:repositorio.ufpe.br:123456789/743Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T22:05:22Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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