Achados Ecodopplercardiográficos em Pacientes com Doença Hepática Crônica com Shunt Intrapulmonar quando comparados aos sem Shunt
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10339 |
Resumo: | A doença hepática crônica (DHC) apresenta elevada incidência e prevalência em todo o mundo. Entre as suas principais causas, destacam-se a ingestão crônica e excessiva de álcool, as hepatites virais e a esquistossomose. O ecoDopplercardiograma trasnstorácico contrastado (ETC) é o exame padrão ouro na pesquisa de shunt intrapulmonar (SIP), no diagnóstico da cardiomiopatia cirrótica (CMC) e no rastreio da hipertensão portopulmonar nos pacientes com DHC. Essa pesquisa objetiva verificar as alterações ecoDopplercardiográficas em hepatopatas crônicos com SIP quando comparados ao pacientes sem SIP, tendose a hipótese de que a ocorrência de alterações ecocardiográficas é mais elevada em pacientes com doença hepática e SIP quando comparada aos sem SIP. Consiste de uma revisão sistemática intitulada: ´´O EcoDopplercardiograma na Doença Hepática Crônica``, onde se faz uma análise sobre os artigos publicados avaliando a ocorrência de alterações ecocardiográficas em pacientes com DHC, enfatizando-se o cálculo do volume atrial esquerdo, a identificação da disfunção diastólica no diagnóstico da CMC, protocolos utilizados na pesquisa de SIP e rastreio da hipertensão portopulmonar. Cento e sessenta e oito pacientes foram elegíveis para o estudo, oriundos do ambulatório de hepatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, no período de 2010 a 2012, em Recife, PE. No artigo com título ´´Achados ecoDopplercardiográficos em pacientes com doença hepática crônica com shunt intrapulmonar quando comparados aos sem shunt``, descreveu-se o estudo em detalhes. Em seus resultados observou-se maior ocorrência de disfunção diastólica moderada nos pacientes com SIP (24 vs. 16, P = 0,034). Os pacientes com grau II de SIP apresentaram frequência mais elevada de disfunção diastólica moderada do que os de grau I (16 vs 8, P = 0,028). Não houve diferença estatística em relação ao volume atrial esquerdo entre os grupos (58 vs 55, P = 0,181), bem como na ocorrência de hipertensão arterial pulmonar (25 vs 33, P = 0,963). A presença de SIP, assim como o grau II de SIP apresentaram boa correlação com disfunção diastólica moderada pelo ETC. A disfunção diastólica moderada pareceu ter efeito preditor para aparecimento de SIP. |
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Achados Ecodopplercardiográficos em Pacientes com Doença Hepática Crônica com Shunt Intrapulmonar quando comparados aos sem ShuntEcocardiografia DopplerHepatopatiasSíndrome hepatopulmonarHipertensão portalEsquistossomoseA doença hepática crônica (DHC) apresenta elevada incidência e prevalência em todo o mundo. Entre as suas principais causas, destacam-se a ingestão crônica e excessiva de álcool, as hepatites virais e a esquistossomose. O ecoDopplercardiograma trasnstorácico contrastado (ETC) é o exame padrão ouro na pesquisa de shunt intrapulmonar (SIP), no diagnóstico da cardiomiopatia cirrótica (CMC) e no rastreio da hipertensão portopulmonar nos pacientes com DHC. Essa pesquisa objetiva verificar as alterações ecoDopplercardiográficas em hepatopatas crônicos com SIP quando comparados ao pacientes sem SIP, tendose a hipótese de que a ocorrência de alterações ecocardiográficas é mais elevada em pacientes com doença hepática e SIP quando comparada aos sem SIP. Consiste de uma revisão sistemática intitulada: ´´O EcoDopplercardiograma na Doença Hepática Crônica``, onde se faz uma análise sobre os artigos publicados avaliando a ocorrência de alterações ecocardiográficas em pacientes com DHC, enfatizando-se o cálculo do volume atrial esquerdo, a identificação da disfunção diastólica no diagnóstico da CMC, protocolos utilizados na pesquisa de SIP e rastreio da hipertensão portopulmonar. Cento e sessenta e oito pacientes foram elegíveis para o estudo, oriundos do ambulatório de hepatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, no período de 2010 a 2012, em Recife, PE. No artigo com título ´´Achados ecoDopplercardiográficos em pacientes com doença hepática crônica com shunt intrapulmonar quando comparados aos sem shunt``, descreveu-se o estudo em detalhes. Em seus resultados observou-se maior ocorrência de disfunção diastólica moderada nos pacientes com SIP (24 vs. 16, P = 0,034). Os pacientes com grau II de SIP apresentaram frequência mais elevada de disfunção diastólica moderada do que os de grau I (16 vs 8, P = 0,028). Não houve diferença estatística em relação ao volume atrial esquerdo entre os grupos (58 vs 55, P = 0,181), bem como na ocorrência de hipertensão arterial pulmonar (25 vs 33, P = 0,963). A presença de SIP, assim como o grau II de SIP apresentaram boa correlação com disfunção diastólica moderada pelo ETC. A disfunção diastólica moderada pareceu ter efeito preditor para aparecimento de SIP.Universidade Federal de PernambucoFilho, Brivaldo Markman Mota, Vítor Gomes2015-03-04T13:35:58Z2015-03-04T13:35:58Z2013-01-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10339porAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-25T07:21:42Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/10339Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T07:21:42Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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A doença hepática crônica (DHC) apresenta elevada incidência e prevalência em todo o mundo. Entre as suas principais causas, destacam-se a ingestão crônica e excessiva de álcool, as hepatites virais e a esquistossomose. O ecoDopplercardiograma trasnstorácico contrastado (ETC) é o exame padrão ouro na pesquisa de shunt intrapulmonar (SIP), no diagnóstico da cardiomiopatia cirrótica (CMC) e no rastreio da hipertensão portopulmonar nos pacientes com DHC. Essa pesquisa objetiva verificar as alterações ecoDopplercardiográficas em hepatopatas crônicos com SIP quando comparados ao pacientes sem SIP, tendose a hipótese de que a ocorrência de alterações ecocardiográficas é mais elevada em pacientes com doença hepática e SIP quando comparada aos sem SIP. Consiste de uma revisão sistemática intitulada: ´´O EcoDopplercardiograma na Doença Hepática Crônica``, onde se faz uma análise sobre os artigos publicados avaliando a ocorrência de alterações ecocardiográficas em pacientes com DHC, enfatizando-se o cálculo do volume atrial esquerdo, a identificação da disfunção diastólica no diagnóstico da CMC, protocolos utilizados na pesquisa de SIP e rastreio da hipertensão portopulmonar. Cento e sessenta e oito pacientes foram elegíveis para o estudo, oriundos do ambulatório de hepatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, no período de 2010 a 2012, em Recife, PE. No artigo com título ´´Achados ecoDopplercardiográficos em pacientes com doença hepática crônica com shunt intrapulmonar quando comparados aos sem shunt``, descreveu-se o estudo em detalhes. Em seus resultados observou-se maior ocorrência de disfunção diastólica moderada nos pacientes com SIP (24 vs. 16, P = 0,034). Os pacientes com grau II de SIP apresentaram frequência mais elevada de disfunção diastólica moderada do que os de grau I (16 vs 8, P = 0,028). Não houve diferença estatística em relação ao volume atrial esquerdo entre os grupos (58 vs 55, P = 0,181), bem como na ocorrência de hipertensão arterial pulmonar (25 vs 33, P = 0,963). A presença de SIP, assim como o grau II de SIP apresentaram boa correlação com disfunção diastólica moderada pelo ETC. A disfunção diastólica moderada pareceu ter efeito preditor para aparecimento de SIP. |
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