Análise espacial dos padrões de disseminação da malária segundo a mobilidade humana
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10189 |
Resumo: | Atualmente a malária é considerada um dos mais relevantes problemas de saúde pública existentes no mundo. A ocorrência da malária é um processo altamente complexo. A transmissão da doença normalmente é atribuída à forma de ocupação do solo, a exploração dos recursos naturais, as migrações populacionais, a mobilidade humana e as características sociais e culturais de uma região. O padrão de distribuição espacial da população, as migrações e a mobilidade humana dificultam o controle da malária na Amazônia. As migrações permitem um fluxo de pessoas para áreas de alto risco de transmissão da doença, mas a mobilidade humana permite, além do fluxo de pessoas, o refluxo (retorno) de indivíduos infectados, o que significa neste caso a disseminação da malária. O objetivo deste estudo foi definir os padrões espaciais de disseminação da doença segundo a mobilidade humana entre as Localidades de Transmissão da Malária (LTM), ou seja, a disseminação da malária segundo a relação entre o “local de provável infecção” e o “local de residência” dos pacientes. O estudo foi aplicado ao Município de Manaus/AM, e assim, às LTM pertencem ao mesmo. Para obter-se uma melhor representação e visualização dos padrões espaciais de disseminação da malária aplicou-se a detecção de clusters espaciais, de modo a se reconhecer conglomerados de LTM segundo a probabilidade de casos exportados (clusters exportadores) e importados (clusters importadores) da doença. Em sequencia foram gerados fluxos de casos de malária entre os clusters detectados. A partir destas análises, observou-se que o padrão de disseminação da malária quanto à mobilidade humana em Manaus se caracteriza, em sua grande maioria, por movimentos de curta distância entre área urbana, urbana periférica e rural próxima. |
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Análise espacial dos padrões de disseminação da malária segundo a mobilidade humanaMaláriaMobilidade humanaLocalidades de Transmissão da Malária (LTM)Clusters espaciais e fluxosAtualmente a malária é considerada um dos mais relevantes problemas de saúde pública existentes no mundo. A ocorrência da malária é um processo altamente complexo. A transmissão da doença normalmente é atribuída à forma de ocupação do solo, a exploração dos recursos naturais, as migrações populacionais, a mobilidade humana e as características sociais e culturais de uma região. O padrão de distribuição espacial da população, as migrações e a mobilidade humana dificultam o controle da malária na Amazônia. As migrações permitem um fluxo de pessoas para áreas de alto risco de transmissão da doença, mas a mobilidade humana permite, além do fluxo de pessoas, o refluxo (retorno) de indivíduos infectados, o que significa neste caso a disseminação da malária. O objetivo deste estudo foi definir os padrões espaciais de disseminação da doença segundo a mobilidade humana entre as Localidades de Transmissão da Malária (LTM), ou seja, a disseminação da malária segundo a relação entre o “local de provável infecção” e o “local de residência” dos pacientes. O estudo foi aplicado ao Município de Manaus/AM, e assim, às LTM pertencem ao mesmo. Para obter-se uma melhor representação e visualização dos padrões espaciais de disseminação da malária aplicou-se a detecção de clusters espaciais, de modo a se reconhecer conglomerados de LTM segundo a probabilidade de casos exportados (clusters exportadores) e importados (clusters importadores) da doença. Em sequencia foram gerados fluxos de casos de malária entre os clusters detectados. A partir destas análises, observou-se que o padrão de disseminação da malária quanto à mobilidade humana em Manaus se caracteriza, em sua grande maioria, por movimentos de curta distância entre área urbana, urbana periférica e rural próxima.Universidade Federal de PernambucoANTONIO, Nero MarceloBECKER, Jaidson Nandi2015-03-03T18:45:49Z2015-03-03T18:45:49Z2013-01-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfBECKER, Jaidson Nandi. Análise espacial dos padrões de disseminação da malária segundo a mobilidade humana. Recife, 2013. 81 f. Dissertação (mestrado) - UFPE, Centro de Tecnologia e Geociências, Programa de Pós-graduação em Ciências Geódesicas e Tecnologias da Geoinformação, 2013https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10189porAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-25T19:12:39Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/10189Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T19:12:39Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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Atualmente a malária é considerada um dos mais relevantes problemas de saúde pública existentes no mundo. A ocorrência da malária é um processo altamente complexo. A transmissão da doença normalmente é atribuída à forma de ocupação do solo, a exploração dos recursos naturais, as migrações populacionais, a mobilidade humana e as características sociais e culturais de uma região. O padrão de distribuição espacial da população, as migrações e a mobilidade humana dificultam o controle da malária na Amazônia. As migrações permitem um fluxo de pessoas para áreas de alto risco de transmissão da doença, mas a mobilidade humana permite, além do fluxo de pessoas, o refluxo (retorno) de indivíduos infectados, o que significa neste caso a disseminação da malária. O objetivo deste estudo foi definir os padrões espaciais de disseminação da doença segundo a mobilidade humana entre as Localidades de Transmissão da Malária (LTM), ou seja, a disseminação da malária segundo a relação entre o “local de provável infecção” e o “local de residência” dos pacientes. O estudo foi aplicado ao Município de Manaus/AM, e assim, às LTM pertencem ao mesmo. Para obter-se uma melhor representação e visualização dos padrões espaciais de disseminação da malária aplicou-se a detecção de clusters espaciais, de modo a se reconhecer conglomerados de LTM segundo a probabilidade de casos exportados (clusters exportadores) e importados (clusters importadores) da doença. Em sequencia foram gerados fluxos de casos de malária entre os clusters detectados. A partir destas análises, observou-se que o padrão de disseminação da malária quanto à mobilidade humana em Manaus se caracteriza, em sua grande maioria, por movimentos de curta distância entre área urbana, urbana periférica e rural próxima. |
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