Afastado de ti, ninguém é feliz : a deusa Higeia e as mulheres médicas no final do Período Clássico
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Historia
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Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/57838 |
Resumo: | Entre os séculos V e IV a.C., o culto de cura do deus Asclépio começou a se expandir no mundo grego. Em Atenas, o discurso em relação à saúde ganha mais robustez, pois ela passou a ser utilizada politicamente como um dos valores centrais da polis. Simultaneamente a isso, é possível notar uma maior aparição das mulheres em diferentes atividades nas fontes que nos restam. Por exemplo: textos médicos demonstram especial interesse na saúde feminina; as mulheres passaram a ser mais representadas no espaço público, entre outras coisas, por meio de suas estelas funerárias e, pela primeira vez, uma delas foi intitulada como “médica”. Nesse contexto, a saúde tomou corpo sob a forma de uma deusa de nome Higeia. Ela foi feita filha de Asclépio e passou a ser muito representada em relevos, estátuas e inscrições ao lado de seu pai, formando com ele um par ritualístico quase que indissociável. Assim, parto da seguinte problemática: haveria alguma ligação entre Higeia e a atuação/representação das mulheres em funções médicas? A tese central desse trabalho, portanto, é a defesa de que a notada presença da deusa Higeia nas produções gráficas e escritas, no contexto de expansão do culto de Asclépio no mundo grego antigo, especificamente em sua fase inicial (final do século V e século IV a.C.), poderia representar expectativas e agências de uma sociedade em mudança que, aos poucos, construía um ambiente mais favorável ao reconhecimento de mulheres na medicina, sendo o culto de Asclépio/Higeia uma via importante de legitimação para a atuação dessas mulheres em atividades de cura/saúde. |
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FEITOSA, João Vinícius Gondimhttp://lattes.cnpq.br/5002956335069065http://lattes.cnpq.br/7412948164735713PINTO, Renato2024-09-19T18:05:53Z2024-09-19T18:05:53Z2024-08-13FEITOSA, João Vinícius Gondim. Afastado de ti, ninguém é feliz: a deusa Higeia e as mulheres médicas no final do Período Clássico. 2024. Tese (Doutorado em História) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2024.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/57838Entre os séculos V e IV a.C., o culto de cura do deus Asclépio começou a se expandir no mundo grego. Em Atenas, o discurso em relação à saúde ganha mais robustez, pois ela passou a ser utilizada politicamente como um dos valores centrais da polis. Simultaneamente a isso, é possível notar uma maior aparição das mulheres em diferentes atividades nas fontes que nos restam. Por exemplo: textos médicos demonstram especial interesse na saúde feminina; as mulheres passaram a ser mais representadas no espaço público, entre outras coisas, por meio de suas estelas funerárias e, pela primeira vez, uma delas foi intitulada como “médica”. Nesse contexto, a saúde tomou corpo sob a forma de uma deusa de nome Higeia. Ela foi feita filha de Asclépio e passou a ser muito representada em relevos, estátuas e inscrições ao lado de seu pai, formando com ele um par ritualístico quase que indissociável. Assim, parto da seguinte problemática: haveria alguma ligação entre Higeia e a atuação/representação das mulheres em funções médicas? A tese central desse trabalho, portanto, é a defesa de que a notada presença da deusa Higeia nas produções gráficas e escritas, no contexto de expansão do culto de Asclépio no mundo grego antigo, especificamente em sua fase inicial (final do século V e século IV a.C.), poderia representar expectativas e agências de uma sociedade em mudança que, aos poucos, construía um ambiente mais favorável ao reconhecimento de mulheres na medicina, sendo o culto de Asclépio/Higeia uma via importante de legitimação para a atuação dessas mulheres em atividades de cura/saúde.Between the 5th and 4th centuries BC, the healing cult of the god Asklepios began to expand in the Greek world. In Athens, discourse regarding health gained greater prominence, as it began to be politically utilized as one of the central values of the polis. Simultaneously, there is a noticeable increase in the appearance of women in various activities in the sources that remain. For example, medical texts demonstrate a particular interest in women's health; women began to be more represented in the public sphere, among other things, through their funerary steles, and for the first time, one of them was titled as a "physician". In this context, health took shape in the form of a goddess named Hygieia. She was made the daughter of Asklepios and began to be widely represented in reliefs, statues, and inscriptions alongside her father, forming with him an almost inseparable ritualistic pair. Thus, I address the following issue: could there be any connection between Hygieia and the role/representation of women in medical functions? The central thesis of this work, therefore, argues that the noted presence of the goddess Hygieia in graphic and written productions, in the context of the expansion of the cult of Asklepios in the ancient Greek world, specifically in its initial phase (late 5th century and 4th century BC), could represent expectations and agencies of a society in flux that gradually constructed a more favorable environment for the recognition of women in medicine, with the cult of Asklepios/Hygieia being an important avenue of legitimization for the involvement of these women in healing/health activities.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em HistoriaUFPEBrasilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessAsclépioHigeiaMulheresSaúdeAfastado de ti, ninguém é feliz : a deusa Higeia e as mulheres médicas no final do Período Clássicoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALTESE João Vinícius Gondim Feitosa.pdfTESE João Vinícius Gondim Feitosa.pdfapplication/pdf17606745https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57838/1/TESE%20Jo%c3%a3o%20Vin%c3%adcius%20Gondim%20Feitosa.pdffe821eb9c51245a7a676dc95579eb9abMD51TEXTTESE João Vinícius Gondim Feitosa.pdf.txtTESE João Vinícius Gondim Feitosa.pdf.txtExtracted texttext/plain852905https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57838/4/TESE%20Jo%c3%a3o%20Vin%c3%adcius%20Gondim%20Feitosa.pdf.txt5eb08b570ac6633fd663c9b4a8ec31aaMD54THUMBNAILTESE João Vinícius Gondim Feitosa.pdf.jpgTESE João Vinícius Gondim Feitosa.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1215https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57838/5/TESE%20Jo%c3%a3o%20Vin%c3%adcius%20Gondim%20Feitosa.pdf.jpg0a039d72530c28209f1db42049d822f8MD55CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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