Biodegradabilidade de isômeros de xileno por bactérias isoladas do terminal portuário de SUAPE - PE

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: LIMA, Laureni Alves
Orientador(a): SOUZA, Maria de Fátima Vieira de Queiroz
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/64986/001300000c729
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1594
Resumo: O xileno, também chamado de dimetilbenzeno, é um hidrocarboneto monoaromático existente sob as três formas isoméricas: orto, meta e para. Tem ampla utilização em tintas, colas, tintas de impressão, na formulação de pesticidas, nas indústrias do couro e da borracha, em laboratórios histológicos e como componente da gasolina. A constante introdução desse composto no ambiente pode ocasionar problemas ambientais e a saúde humana devido à sua toxicidade. Uma alternativa para eliminar ou minimizar esses problemas é a biorremediação, tecnologia que utiliza microrganismos para degradarem poluentes. Este trabalho objetiva estudar a biodegradabilidade de isômeros de xileno por bactérias isoladas do Terminal Portuário de Suape-PE. A partir de quarenta culturas bacterianas, previamente isoladas de ambiente poluído por petroderivado, foi realizada a seleção de linhagens degradadoras, isoladas e em consórcios, aplicando-se a técnica do indicador redox 2,6 diclorofenol indofenol, utilizando os isômeros de xileno isolados e a mistura deles. A linhagem selecionada foi identificada e aclimatada, variando-se a concentração da fonte oleosa (1%, 3% e 5% v/v) em meio mineral de Bushnell- Haas (BH). Os ensaios de biodegradação foram efetuados em frascos Erlenmeyer (500 mL), vedados com rolha de borracha, contendo 75% do meio BH, 20% de inóculo aclimatado e 5% da fonte de carbono, sob agitação de 200 rpm, temperatura de 30±1°C por 24h e 72h, sendo feitas as medidas da quantificação celular e do percentual de biodegradação nos referidos tempos. Das 40 linhagens testadas, a UFPEDA-816 apresentou potencial degradador para os três isômeros de xileno, enquanto que a UFPEDA-837 foi capaz de oxidar apenas os isômeros orto- e meta-xileno e o consórcio formado por essas duas linhagens não apresentou potencialidade para degradar os referidos isômeros. A linhagem UFPEDA-816 foi identificada como Bacillus megaterium. Na aclimatação, os valores de pH ficaram próximos da neutralidade; a cultura apresentou melhor crescimento na presença de orto-xileno e na mistura dos isômeros; houve uma maior redução na tensão superficial do meio quando para-xileno era a fonte oleosa. Nos ensaios de biodegradação, verificou-se, após 24h, um crescimento significativo do B. megaterium com orto-xileno e com a mistura dos isômeros; após 72h, houve uma redução do crescimento celular na presença de todas as fontes de carbono. O maior percentual de biodegradação ocorreu nas primeiras 24h, sendo significativo apenas para orto-xileno
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Uma alternativa para eliminar ou minimizar esses problemas é a biorremediação, tecnologia que utiliza microrganismos para degradarem poluentes. Este trabalho objetiva estudar a biodegradabilidade de isômeros de xileno por bactérias isoladas do Terminal Portuário de Suape-PE. A partir de quarenta culturas bacterianas, previamente isoladas de ambiente poluído por petroderivado, foi realizada a seleção de linhagens degradadoras, isoladas e em consórcios, aplicando-se a técnica do indicador redox 2,6 diclorofenol indofenol, utilizando os isômeros de xileno isolados e a mistura deles. A linhagem selecionada foi identificada e aclimatada, variando-se a concentração da fonte oleosa (1%, 3% e 5% v/v) em meio mineral de Bushnell- Haas (BH). 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O maior percentual de biodegradação ocorreu nas primeiras 24h, sendo significativo apenas para orto-xilenoporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessBactériasBiodegradaçãoBiodegradabilidade de isômeros de xileno por bactérias isoladas do terminal portuário de SUAPE - PEinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo4488_1.pdf.jpgarquivo4488_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1210https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/1594/4/arquivo4488_1.pdf.jpgd612e646f1a434615be421fc2e3633d8MD54ORIGINALarquivo4488_1.pdfapplication/pdf877722https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/1594/1/arquivo4488_1.pdfaebb28bad5f7b64dcc8fe3c179caf4a9MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/1594/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo4488_1.pdf.txtarquivo4488_1.pdf.txtExtracted texttext/plain173920https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/1594/3/arquivo4488_1.pdf.txt8bf666b7c7a55817d988d1280d9d6909MD53123456789/15942019-10-25 19:58:11.27oai:repositorio.ufpe.br:123456789/1594Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T22:58:11Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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