Fauna bêntica do infralitoral e alimentação natural de Callinectes danae Smith, 1869 (Crustacea,Portunidae) nos estuários dos rios Botafogo e Carrapicho, Pernambuco, Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Sandes, Kelly Queiroz Thorpe Chalegre
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8136
Resumo: Nas regiões tropicais e subtropicais destacam-se os manguezais por apresentarem condições favoráveis para alimentação, proteção e reprodução de diversas espécies de animais. O complexo estuarino do Canal de Santa Cruz merece atenção por sua alta produtividade e por apresentar uma atividade pesqueira intensa. Neste contexto, o siri Callinectes danae Smith, 1869 possui importante papel na dinâmica trófica desses ecossistemas, atuando principalmente como necrófagos e ativos predadores. Nesse intere, o presente trabalho teve por objetivo promover o estudo qualitativo e quantitativo da fauna bêntica do infralitoral e conhecer a alimentação natural de C. danae nos estuários dos Rios Botafogo e Carrapicho através da análise do conteúdo estomacal. Como definido pelo Instituto Milênio Uso e recursos da zona costeira , foi definido o Rio Botafogo como área experimental e o Rio Carrapicho como área controle. Ao longo de cada rio foram demarcadas quatro estações, nas quais foram realizadas coletas diurnas nos meses de agosto e outubro de 2003, janeiro, fevereiro, junho e agosto de 2004, através de arrastos com rede de porta com saco em malha de 5mm, com duração de 15 minutos. Em campo as amostras foram etiquetadas, acondicionadas em sacos plásticos e mantidas em caixa térmica com gelo. Foram anotados dados de profundidade, salinidade e temperatura da água de cada estação de coleta. No Laboratório de Carcinologia - DOCEAN/UFPE os organismos foram triados, identificados sob estereomicroscópio com auxílio de literatura pertinente, contados e mantidos em potes plásticos com álcool a 75%. Foram identificados sete grupos taxonômicos: Sipuncula, Porifera, Polychaeta, Mollusca, Echinodermata, Crustacea e Chordata; e 51 espécies, com duas novas ocorrências para as áreas estudadas (Charybdis hellerii e Paguristes triangulopsis). Destas, o Rio Botafogo apresentou 31 espécies em 8055 indivíduos, dos quais 70,9% são Mollusca, 27,6% Crustacea e 1,5% Echinodermata. Enquanto o Rio Carrapicho apresentou 47 espécies de um total de 1.013 indivíduos dos quais 62,2% são Crustacea, 20,5% Echinodermata, 9,2% Mollusca e 8,1% Polychaeta. Os demais grupos taxonômicos não foram utilizados nas análises estatísticas e o Rio Botafogo não apresentou organismos do grupo Polychaeta. Anomalocardia brasiliana foi a espécie mais abundante e dominante no Rio Botafogo e C. danae no Rio Carrapicho. As espécies da fauna bêntica apresentaram maiores valores de freqüência de ocorrência e abundância durante o período seco para as áreas estudadas. Separadamente os C. danae foram sexados e aferidos peso e largura da carapaça. Posteriormente os estômagos foram retirados, pesados e estimado o grau de repleção estomacal. Também sob estereomicroscópio e literatura pertinente os itens alimentares foram identificados e aplicada a metodologia de pontos. Foram identificados 9 itens na alimentação natural de C. danae nos rios estudados, Algae, Macrophyta, Foraminiferida, Mollusca, Polychaeta, Crustacea, Echinodermata, Teleostei e MOA (Matéria Orgânica Animal). MOA, Mollusca e Crustacea foram os itens mais freqüentes encontrados. Na análise da alimentação de machos e fêmeas não se verificou diferenças na preferência alimentar. Nas áreas estudadas Mollusca foi o item de maior contribuição durante o período seco e MOA no período chuvoso. No Rio Botafogo, as categorias adulto e jovem apresentaram diferenças na preferência alimentar durante o período seco, Mollusca e MOA, respectivamente, e semelhantes no período chuvoso, MOA para ambas as categorias. Já no Rio Carrapicho os resultados foram semelhantes, uma vez que as categorias adulto e jovem consumiram preferencialmente Mollusca no período seco e Crustacea no período chuvoso. Portanto, C. danae é uma espécie de hábito alimentar oportunista e sua preferência alimentar pode refletir a quantidade de suas presas no ambiente, uma vez que seus itens preferenciais corresponderam ao grupo das espécies mais abundantes neste trabalho
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Nesse intere, o presente trabalho teve por objetivo promover o estudo qualitativo e quantitativo da fauna bêntica do infralitoral e conhecer a alimentação natural de C. danae nos estuários dos Rios Botafogo e Carrapicho através da análise do conteúdo estomacal. Como definido pelo Instituto Milênio Uso e recursos da zona costeira , foi definido o Rio Botafogo como área experimental e o Rio Carrapicho como área controle. Ao longo de cada rio foram demarcadas quatro estações, nas quais foram realizadas coletas diurnas nos meses de agosto e outubro de 2003, janeiro, fevereiro, junho e agosto de 2004, através de arrastos com rede de porta com saco em malha de 5mm, com duração de 15 minutos. Em campo as amostras foram etiquetadas, acondicionadas em sacos plásticos e mantidas em caixa térmica com gelo. Foram anotados dados de profundidade, salinidade e temperatura da água de cada estação de coleta. No Laboratório de Carcinologia - DOCEAN/UFPE os organismos foram triados, identificados sob estereomicroscópio com auxílio de literatura pertinente, contados e mantidos em potes plásticos com álcool a 75%. Foram identificados sete grupos taxonômicos: Sipuncula, Porifera, Polychaeta, Mollusca, Echinodermata, Crustacea e Chordata; e 51 espécies, com duas novas ocorrências para as áreas estudadas (Charybdis hellerii e Paguristes triangulopsis). Destas, o Rio Botafogo apresentou 31 espécies em 8055 indivíduos, dos quais 70,9% são Mollusca, 27,6% Crustacea e 1,5% Echinodermata. Enquanto o Rio Carrapicho apresentou 47 espécies de um total de 1.013 indivíduos dos quais 62,2% são Crustacea, 20,5% Echinodermata, 9,2% Mollusca e 8,1% Polychaeta. Os demais grupos taxonômicos não foram utilizados nas análises estatísticas e o Rio Botafogo não apresentou organismos do grupo Polychaeta. Anomalocardia brasiliana foi a espécie mais abundante e dominante no Rio Botafogo e C. danae no Rio Carrapicho. As espécies da fauna bêntica apresentaram maiores valores de freqüência de ocorrência e abundância durante o período seco para as áreas estudadas. Separadamente os C. danae foram sexados e aferidos peso e largura da carapaça. Posteriormente os estômagos foram retirados, pesados e estimado o grau de repleção estomacal. Também sob estereomicroscópio e literatura pertinente os itens alimentares foram identificados e aplicada a metodologia de pontos. Foram identificados 9 itens na alimentação natural de C. danae nos rios estudados, Algae, Macrophyta, Foraminiferida, Mollusca, Polychaeta, Crustacea, Echinodermata, Teleostei e MOA (Matéria Orgânica Animal). MOA, Mollusca e Crustacea foram os itens mais freqüentes encontrados. Na análise da alimentação de machos e fêmeas não se verificou diferenças na preferência alimentar. Nas áreas estudadas Mollusca foi o item de maior contribuição durante o período seco e MOA no período chuvoso. No Rio Botafogo, as categorias adulto e jovem apresentaram diferenças na preferência alimentar durante o período seco, Mollusca e MOA, respectivamente, e semelhantes no período chuvoso, MOA para ambas as categorias. Já no Rio Carrapicho os resultados foram semelhantes, uma vez que as categorias adulto e jovem consumiram preferencialmente Mollusca no período seco e Crustacea no período chuvoso. Portanto, C. danae é uma espécie de hábito alimentar oportunista e sua preferência alimentar pode refletir a quantidade de suas presas no ambiente, uma vez que seus itens preferenciais corresponderam ao grupo das espécies mais abundantes neste trabalhoConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoUniversidade Federal de PernambucoCoelho, Petronio AlvesSandes, Kelly Queiroz Thorpe Chalegre2014-06-12T22:57:35Z2014-06-12T22:57:35Z2008-01-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfQueiroz Thorpe Chalegre Sandes, Kelly; Alves Coelho, Petronio. Fauna bêntica do infralitoral e alimentação natural de Callinectes danae Smith, 1869 (Crustacea,Portunidae) nos estuários dos rios Botafogo e Carrapicho, Pernambuco, Brasil. 2008. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Oceanografia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8136porAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-25T09:13:36Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/8136Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T09:13:36Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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