Efeitos da atividade física voluntária materna sobre a bioenergética mitocondrial, balanço oxidativo e metabolismo hepático da prole submetida a uma dieta ocidentalizada pós desmame

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: LIMA, Talitta Ricarlly Lopes de Arruda
Orientador(a): LEANDRO, Carol Virgínia Gois
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Nutricao
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67919
Resumo: Estudos prévios demonstram que a prática da atividade física materna (AFM) induz adaptações fenotípicas com repercussões no crescimento e desenvolvimento da prole. Por outro lado, o consumo de uma dieta ocidentalizada, em fases iniciais da vida está associado ao acúmulo de tecido adiposo, disfunção hepática e estresse metabólico. O presente estudo teve como objetivo avaliar o efeito da atividade física voluntária materna (AFVM) sobre a bioenergética mitocondrial, balanço oxidativo e metabolismo hepático da prole exposta a uma dieta ocidentalizada pós-desmame. Ratas da linhagem Wistar (n=24) foram colocadas em gaiolas de atividade física voluntária por um período de 30 dias para adaptação, durante toda a gestação e até o 14° dia de vida da prole onde o ciclo foi travado. As gaiolas são equipadas com ciclo ergômetro que mede grandezas físicas como: distância percorrida (Km/dia), tempo percorrido (min/dia) e estimativa do gasto calórico diário (km.s-1.dia-1). O período de adaptação serviu para classificar as mães em níveis de atividade física diária em: Inativa (n=8) , Ativa (n=8) e Muito Ativa (n=8). Ao 21° dia de vida, a prole foi dividida de acordo com a dieta experimental em: dieta ocidentalizada (composição final em calorias de 20,18% de proteínas, 31,99% de lipídios e 47,82% de carboidratos) e grupo controle que recebeu dieta Labina® (composição final em calorias de 28,3% de proteínas, 10% de lipídios e 60,76% de carboidratos). Para as análises experimentais foi coletado tanto o tecido hepático das mães, no dia do desmame dos filhotes, bem como o fígado da prole aos 70 dias de vida. Foram avaliados parâmetros de bioenergética mitocondrial (respiração mitocondrial, inchamento, avaliação da transição de permeabilidade mitocondrial e produção de espécies reativas), biomarcadores de estresse oxidativo (níveis de malondealdeido-MDA, carbonilas e sulfidrilas SH), atividade de enzimas antioxidantes (Superóxido dismutase-SOD, catalase-CAT e glutationa-S-transferase-GST), além da avaliação do sistema antioxidante não enzimático (níveis de glutationa reduzida-GSH, oxidada GSSG e estado REDOX celular (GSH/GSSG)). Também foram avaliados o consumo alimentar, peso dos animais, do fígado, do tecido adiposo e a atividade de enzimas chave no metabolismo de carboidratos (fosfofrutoquinase 1-PFK1 e glicose-6-fosfato desidrogenase-G6PDH), lipídios (β-hidroxiacil-CoA desidrogenase-β-HAD e ácido graxo sintase-FAS) e do ciclo de Krebs (citrato sintase-CS). Em relação aos efeitos maternos da atividade física voluntária foi observada uma modulação positiva em parâmetros mitocondriais, com aumento do consumo de oxigênio e diminuição do inchamento mitocondrial. Biomarcadores de estresse oxidativo, como MDA e carbonilas, tiveram diminuição de acordo com o nível de AFVM, bem como aumento dos níveis de SH. O sistema de defesa antioxidante enzimático apresentou aumento da atividade da SOD, CAT e GST. O sistema de defesa antioxidante não enzimático apresentou aumento dos níveis de GSH e do estado REDOX celular no grupo de mães ativas. Já na prole, nosso estudo avaliou parâmetros relacionados ao peso corporal dos animais, que foram maiores nos grupos que receberam dieta ocidentalizada, observado o mesmo para o tecido hepático. Entre os dados de tecido adiposo (subcutâneo, abdominal e visceral), o tecido adiposo visceral apresentou maior variação entre os grupos experimentais com aumento no grupo que recebeu dieta ocidentalizada. O consumo alimentar da prole que recebeu dieta ocidentalizada foi menor quando comparado aos grupos controle, dentro do mesmo nível de AFVM, com destaque para a densidade calórica proveniente dos lipídios na dieta, que foi maior nos animais que receberam dieta ocidentalizada comparado com os que receberam dieta controle. Na avaliação da atividade de enzimas chave que atuam no metabolismo de carboidratos foi observado aumento da atividade da PFK1, bem como da G6PDH, na prole alimentada com dieta ocidentalizada cujas mães praticaram AFVM. No que diz respeito ao metabolismo lipídico hepático foi observado um aumento na atividade da FAS no grupo inativo que recebeu dieta ocidentalizada e diminuição nos grupos que receberam esse tipo de dieta, mas provenientes de mães que realizaram AFVM. A oxidação de ácidos graxos apresentou aumento na atividade da β-Had em função da atividade física materna nos grupos que receberam dieta ocidentalizada. Em relação ao ciclo de Krebs houve aumento da atividade da CS na prole que recebeu dieta ocidentalizada proveniente de mães que praticaram maior intensidade de AFVM. Assim, nossos resultados sugerem que a atividade física voluntária materna é capaz de modular vários parâmetros da bioenergética mitocondrial, balanço oxidativo e metabolismo hepático das ratas, de forma que a exposição a uma dieta ocidentalizada desde o período pós desmame da prole resulte em menores efeitos deletérios ao metabolismo energético durante a vida adulta.
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Por outro lado, o consumo de uma dieta ocidentalizada, em fases iniciais da vida está associado ao acúmulo de tecido adiposo, disfunção hepática e estresse metabólico. O presente estudo teve como objetivo avaliar o efeito da atividade física voluntária materna (AFVM) sobre a bioenergética mitocondrial, balanço oxidativo e metabolismo hepático da prole exposta a uma dieta ocidentalizada pós-desmame. Ratas da linhagem Wistar (n=24) foram colocadas em gaiolas de atividade física voluntária por um período de 30 dias para adaptação, durante toda a gestação e até o 14° dia de vida da prole onde o ciclo foi travado. As gaiolas são equipadas com ciclo ergômetro que mede grandezas físicas como: distância percorrida (Km/dia), tempo percorrido (min/dia) e estimativa do gasto calórico diário (km.s-1.dia-1). O período de adaptação serviu para classificar as mães em níveis de atividade física diária em: Inativa (n=8) , Ativa (n=8) e Muito Ativa (n=8). Ao 21° dia de vida, a prole foi dividida de acordo com a dieta experimental em: dieta ocidentalizada (composição final em calorias de 20,18% de proteínas, 31,99% de lipídios e 47,82% de carboidratos) e grupo controle que recebeu dieta Labina® (composição final em calorias de 28,3% de proteínas, 10% de lipídios e 60,76% de carboidratos). Para as análises experimentais foi coletado tanto o tecido hepático das mães, no dia do desmame dos filhotes, bem como o fígado da prole aos 70 dias de vida. Foram avaliados parâmetros de bioenergética mitocondrial (respiração mitocondrial, inchamento, avaliação da transição de permeabilidade mitocondrial e produção de espécies reativas), biomarcadores de estresse oxidativo (níveis de malondealdeido-MDA, carbonilas e sulfidrilas SH), atividade de enzimas antioxidantes (Superóxido dismutase-SOD, catalase-CAT e glutationa-S-transferase-GST), além da avaliação do sistema antioxidante não enzimático (níveis de glutationa reduzida-GSH, oxidada GSSG e estado REDOX celular (GSH/GSSG)). Também foram avaliados o consumo alimentar, peso dos animais, do fígado, do tecido adiposo e a atividade de enzimas chave no metabolismo de carboidratos (fosfofrutoquinase 1-PFK1 e glicose-6-fosfato desidrogenase-G6PDH), lipídios (β-hidroxiacil-CoA desidrogenase-β-HAD e ácido graxo sintase-FAS) e do ciclo de Krebs (citrato sintase-CS). Em relação aos efeitos maternos da atividade física voluntária foi observada uma modulação positiva em parâmetros mitocondriais, com aumento do consumo de oxigênio e diminuição do inchamento mitocondrial. Biomarcadores de estresse oxidativo, como MDA e carbonilas, tiveram diminuição de acordo com o nível de AFVM, bem como aumento dos níveis de SH. O sistema de defesa antioxidante enzimático apresentou aumento da atividade da SOD, CAT e GST. O sistema de defesa antioxidante não enzimático apresentou aumento dos níveis de GSH e do estado REDOX celular no grupo de mães ativas. Já na prole, nosso estudo avaliou parâmetros relacionados ao peso corporal dos animais, que foram maiores nos grupos que receberam dieta ocidentalizada, observado o mesmo para o tecido hepático. Entre os dados de tecido adiposo (subcutâneo, abdominal e visceral), o tecido adiposo visceral apresentou maior variação entre os grupos experimentais com aumento no grupo que recebeu dieta ocidentalizada. O consumo alimentar da prole que recebeu dieta ocidentalizada foi menor quando comparado aos grupos controle, dentro do mesmo nível de AFVM, com destaque para a densidade calórica proveniente dos lipídios na dieta, que foi maior nos animais que receberam dieta ocidentalizada comparado com os que receberam dieta controle. Na avaliação da atividade de enzimas chave que atuam no metabolismo de carboidratos foi observado aumento da atividade da PFK1, bem como da G6PDH, na prole alimentada com dieta ocidentalizada cujas mães praticaram AFVM. No que diz respeito ao metabolismo lipídico hepático foi observado um aumento na atividade da FAS no grupo inativo que recebeu dieta ocidentalizada e diminuição nos grupos que receberam esse tipo de dieta, mas provenientes de mães que realizaram AFVM. A oxidação de ácidos graxos apresentou aumento na atividade da β-Had em função da atividade física materna nos grupos que receberam dieta ocidentalizada. Em relação ao ciclo de Krebs houve aumento da atividade da CS na prole que recebeu dieta ocidentalizada proveniente de mães que praticaram maior intensidade de AFVM. Assim, nossos resultados sugerem que a atividade física voluntária materna é capaz de modular vários parâmetros da bioenergética mitocondrial, balanço oxidativo e metabolismo hepático das ratas, de forma que a exposição a uma dieta ocidentalizada desde o período pós desmame da prole resulte em menores efeitos deletérios ao metabolismo energético durante a vida adulta.Previous studies demonstrate that the practice of maternal physical activity (MPA) induces phenotypic adaptations with repercussions on the growth and development of the offspring. On the other hand, consumption of a westernized diet in early stages of life is associated with the accumulation of adipose tissue, liver dysfunction and metabolic stress. The present study aimed to evaluate the effect of maternal voluntary physical activity (MVPA) on the mitochondrial bioenergetics, oxidative balance and hepatic metabolism of offspring exposed to a westernized post-weaning diet. Female Wistar rats (n=24) were placed in voluntary physical activity cages for a period of 30 days for adaptation, throughout pregnancy and until the 14th day of life of the offspring, where the cycle was stopped. The cages are equipped with an ergometer cycle that measures physical quantities such as: distance traveled (Km/day), time traveled (min/day) and estimated caloric burned (km.s-1.day-1). The service adaptation period to classify as mothers in daily physical activity levels: Inactive (n=8), Active (n=8) and Very Active (n=8). On the 21st day of life, the offspring was divided according to the experimental diet into: westernized diet (final calorie composition of 20.18% protein, 31.99% lipids and 47.82% carbohydrates) and group control that feeding the Labina® diet (final calorie composition of 28.3% from protein, 10% from lipids and 60.76% from carbohydrates). For the experimental analyses, we collected both the liver tissue of the mothers, on the day of weaning of the pups, as well as, the liver of the offspring at 70 days of life. Parameters of the mitochondrial bioenergetics (mitochondrial respiration, swelling, mitochondrial permeability transition and production reactive species production), oxidative stress biomarkers (malondealdehyde-MDA, carbonyls and sulfhydryl-SH levels), antioxidant enzymes (Superoxide dismutase-SOD, catalase-CAT and glutathione-S-transferase-GST) were evaluated, in addition to the evaluation of the non-enzymatic antioxidant system (levels of reduced glutathione-GSH, oxidized-GSSG and cellular REDOX status (GSH/GSSG)). Food intake, animal weight, liver, adipose tissue and key enzymes activity of the carbohydrate metabolism (phosphofructokinase 1 - PFK1 and glucose-6 phosphate desirogenase-G6PDH), lipids (β-hydroxyacyl-CoA dehydrogenase-β HAD and fatty acid synthase-FAS) and of the Krebs cycle (citrate synthase-CS) were also analyzed. Regarding the maternal effects of voluntary physical activity, a positive modulation in mitochondrial parameters was observed, with increased oxygen consumption and decreased mitochondrial swelling. Oxidative stress biomarkers, such as MDA and carbonyls, decreased according to the level of MVPA, as well as, increased levels of SH. The enzymatic antioxidant defense system showed an increase in the activity of SOD, CAT and GST. The non-enzymatic antioxidant defense system showed increase in GSH levels and cellular REDOX state in the group of active mothers. In the offspring, our study evaluated parameters related to the animals body weight, which were higher in the groups that received Westernized diet, and the same was observed for the liver tissue. Among the adipose tissue data (subcutaneous, abdominal and visceral), the visceral adipose tissue showed greater variation between the experimental groups, with an increase in the group fed with westernized diet. The food consumption of the offspring that received westernized diet was lower when compared to the control groups within the same level of MPA, with emphasis on the caloric density from the lipids in the diet, which was higher in animals that received westernized diet compared to those fed with control diet. In evaluating the activity of key enzymes that act on the carbohydrates and lipids metabolism, it was observed increase in the PFK1, as well as G6PDH, in offspring fed with Westernized diet whose mothers practiced MVPA. With regard to hepatic lipid metabolism, FAS activity increase was observed in the inactive group that received Westernized diet and decreased on the groups that received this diet type of diet, whose mothers practiced voluntary physical activity. Fatty acid oxidation showed increase in β Had activity due to maternal physical activity in the groups that received Westernized diet. Regarding the Krebs cycle, there was CS activity increase in offspring fed with Westernized diet whose mothers practiced higher VPA intensity. Thus, our results suggests that APVM is able to modulate several parameters of the mitochondrial bioenergetics, oxidative balance and hepatic metabolism from female rats, so that exposure to the Westernized diet since post-weaning period of offspring results in less harmful effects to the energy metabolism during adulthood.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em NutricaoUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessMitocondriaBioenergéticaMetabolismoEfeitos da atividade física voluntária materna sobre a bioenergética mitocondrial, balanço oxidativo e metabolismo hepático da prole submetida a uma dieta ocidentalizada pós desmameinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPELICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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Bioenergética
Metabolismo
description Estudos prévios demonstram que a prática da atividade física materna (AFM) induz adaptações fenotípicas com repercussões no crescimento e desenvolvimento da prole. Por outro lado, o consumo de uma dieta ocidentalizada, em fases iniciais da vida está associado ao acúmulo de tecido adiposo, disfunção hepática e estresse metabólico. O presente estudo teve como objetivo avaliar o efeito da atividade física voluntária materna (AFVM) sobre a bioenergética mitocondrial, balanço oxidativo e metabolismo hepático da prole exposta a uma dieta ocidentalizada pós-desmame. Ratas da linhagem Wistar (n=24) foram colocadas em gaiolas de atividade física voluntária por um período de 30 dias para adaptação, durante toda a gestação e até o 14° dia de vida da prole onde o ciclo foi travado. As gaiolas são equipadas com ciclo ergômetro que mede grandezas físicas como: distância percorrida (Km/dia), tempo percorrido (min/dia) e estimativa do gasto calórico diário (km.s-1.dia-1). O período de adaptação serviu para classificar as mães em níveis de atividade física diária em: Inativa (n=8) , Ativa (n=8) e Muito Ativa (n=8). Ao 21° dia de vida, a prole foi dividida de acordo com a dieta experimental em: dieta ocidentalizada (composição final em calorias de 20,18% de proteínas, 31,99% de lipídios e 47,82% de carboidratos) e grupo controle que recebeu dieta Labina® (composição final em calorias de 28,3% de proteínas, 10% de lipídios e 60,76% de carboidratos). Para as análises experimentais foi coletado tanto o tecido hepático das mães, no dia do desmame dos filhotes, bem como o fígado da prole aos 70 dias de vida. Foram avaliados parâmetros de bioenergética mitocondrial (respiração mitocondrial, inchamento, avaliação da transição de permeabilidade mitocondrial e produção de espécies reativas), biomarcadores de estresse oxidativo (níveis de malondealdeido-MDA, carbonilas e sulfidrilas SH), atividade de enzimas antioxidantes (Superóxido dismutase-SOD, catalase-CAT e glutationa-S-transferase-GST), além da avaliação do sistema antioxidante não enzimático (níveis de glutationa reduzida-GSH, oxidada GSSG e estado REDOX celular (GSH/GSSG)). Também foram avaliados o consumo alimentar, peso dos animais, do fígado, do tecido adiposo e a atividade de enzimas chave no metabolismo de carboidratos (fosfofrutoquinase 1-PFK1 e glicose-6-fosfato desidrogenase-G6PDH), lipídios (β-hidroxiacil-CoA desidrogenase-β-HAD e ácido graxo sintase-FAS) e do ciclo de Krebs (citrato sintase-CS). Em relação aos efeitos maternos da atividade física voluntária foi observada uma modulação positiva em parâmetros mitocondriais, com aumento do consumo de oxigênio e diminuição do inchamento mitocondrial. Biomarcadores de estresse oxidativo, como MDA e carbonilas, tiveram diminuição de acordo com o nível de AFVM, bem como aumento dos níveis de SH. O sistema de defesa antioxidante enzimático apresentou aumento da atividade da SOD, CAT e GST. O sistema de defesa antioxidante não enzimático apresentou aumento dos níveis de GSH e do estado REDOX celular no grupo de mães ativas. Já na prole, nosso estudo avaliou parâmetros relacionados ao peso corporal dos animais, que foram maiores nos grupos que receberam dieta ocidentalizada, observado o mesmo para o tecido hepático. Entre os dados de tecido adiposo (subcutâneo, abdominal e visceral), o tecido adiposo visceral apresentou maior variação entre os grupos experimentais com aumento no grupo que recebeu dieta ocidentalizada. O consumo alimentar da prole que recebeu dieta ocidentalizada foi menor quando comparado aos grupos controle, dentro do mesmo nível de AFVM, com destaque para a densidade calórica proveniente dos lipídios na dieta, que foi maior nos animais que receberam dieta ocidentalizada comparado com os que receberam dieta controle. Na avaliação da atividade de enzimas chave que atuam no metabolismo de carboidratos foi observado aumento da atividade da PFK1, bem como da G6PDH, na prole alimentada com dieta ocidentalizada cujas mães praticaram AFVM. No que diz respeito ao metabolismo lipídico hepático foi observado um aumento na atividade da FAS no grupo inativo que recebeu dieta ocidentalizada e diminuição nos grupos que receberam esse tipo de dieta, mas provenientes de mães que realizaram AFVM. A oxidação de ácidos graxos apresentou aumento na atividade da β-Had em função da atividade física materna nos grupos que receberam dieta ocidentalizada. Em relação ao ciclo de Krebs houve aumento da atividade da CS na prole que recebeu dieta ocidentalizada proveniente de mães que praticaram maior intensidade de AFVM. Assim, nossos resultados sugerem que a atividade física voluntária materna é capaz de modular vários parâmetros da bioenergética mitocondrial, balanço oxidativo e metabolismo hepático das ratas, de forma que a exposição a uma dieta ocidentalizada desde o período pós desmame da prole resulte em menores efeitos deletérios ao metabolismo energético durante a vida adulta.
publishDate 2021
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