O (des)conhecimento sobre a influência das emoções na relação professor-aluno

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: ARANTES, Mariana Marques
Orientador(a): FERREIRA, Aurino Lima
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12883
Resumo: O diagnóstico das relações interpessoais entre professores e alunos na atualidade aponta um notório desgaste com casos de violência registrados entre professores, alunos e pais que tem sido reportados, inclusive, nas páginas policiais dos noticiários. Neste trabalho, problematizamos a qualidade das relações interpessoais no âmbito escolar procurando acrescentar mais razões para explicar as raízes deste problema do que a falta de estrutura ou os baixos salários. Baseados na teoria dos Quatro Quadrantes de Ken Wilber, consideramos que os sujeitos são mais complexos do que imaginam e não podem desprezar os aspectos intersubjetivos, culturais e sociais nas suas relações, priorizando apenas a objetividade e a racionalidade. Como somos seres integrais, há outras dimensões, além da mental, exercendo profunda influência em nosso modo de ser, sentir, pensar e agir. Portanto, é preciso ampliar este horizonte e entender sobre como aprender a respeito do manejo das emoções pode melhorar a qualidade de nossas relações. Partindo de uma perspectiva fenomenológica, investigamos no Banco Digital de Teses e Dissertações da CAPES o interesse da produção acadêmica sobre a temática, tendo em vista mapear o processo de inserção, manejo das emoções no campo da educação e indicando como foi tratada quanto aos contornos teóricos e preceitos metodológicos. Realizando uma pesquisa bibliográfica de cunho fenomenológico, descobrimos, apesar de haver uma carência significativa de disponibilidade de leitura eletrônica das obras, que os primeiros trabalhos brasileiros são de época semelhante aos dos Estados Unidos, país onde os estudos sobre aprendizagem emocional são mais antigos. Identificamos também que os pesquisadores tem apontado possibilidades de implantar programas que ensinem aos sujeitos sobre Educação Emocional e seus benefícios no estabelecimento das relações intra e interpessoais. Porém, o maior alerta está na negligência da relevante discussão teórica a respeito do constructo da emoção que é carregada de controvérsias quanto as suas origens, se biológica, cognitiva, híbrida ou integral. Usando a análise hermenêutica também estabelecemos um diálogo entre os trabalhos e a literatura para apontar contribuições do conhecimento acerca das emoções para melhorar a qualidade dos relacionamentos entre professor-aluno.
id UFPE_8cf20afa6fb1cae180facabaace624e3
oai_identifier_str oai:repositorio.ufpe.br:123456789/12883
network_acronym_str UFPE
network_name_str Repositório Institucional da UFPE
repository_id_str
spelling ARANTES, Mariana MarquesFERREIRA, Aurino Lima2015-04-10T14:29:16Z2015-04-10T14:29:16Z2014-01-31https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12883O diagnóstico das relações interpessoais entre professores e alunos na atualidade aponta um notório desgaste com casos de violência registrados entre professores, alunos e pais que tem sido reportados, inclusive, nas páginas policiais dos noticiários. Neste trabalho, problematizamos a qualidade das relações interpessoais no âmbito escolar procurando acrescentar mais razões para explicar as raízes deste problema do que a falta de estrutura ou os baixos salários. Baseados na teoria dos Quatro Quadrantes de Ken Wilber, consideramos que os sujeitos são mais complexos do que imaginam e não podem desprezar os aspectos intersubjetivos, culturais e sociais nas suas relações, priorizando apenas a objetividade e a racionalidade. Como somos seres integrais, há outras dimensões, além da mental, exercendo profunda influência em nosso modo de ser, sentir, pensar e agir. Portanto, é preciso ampliar este horizonte e entender sobre como aprender a respeito do manejo das emoções pode melhorar a qualidade de nossas relações. Partindo de uma perspectiva fenomenológica, investigamos no Banco Digital de Teses e Dissertações da CAPES o interesse da produção acadêmica sobre a temática, tendo em vista mapear o processo de inserção, manejo das emoções no campo da educação e indicando como foi tratada quanto aos contornos teóricos e preceitos metodológicos. Realizando uma pesquisa bibliográfica de cunho fenomenológico, descobrimos, apesar de haver uma carência significativa de disponibilidade de leitura eletrônica das obras, que os primeiros trabalhos brasileiros são de época semelhante aos dos Estados Unidos, país onde os estudos sobre aprendizagem emocional são mais antigos. Identificamos também que os pesquisadores tem apontado possibilidades de implantar programas que ensinem aos sujeitos sobre Educação Emocional e seus benefícios no estabelecimento das relações intra e interpessoais. Porém, o maior alerta está na negligência da relevante discussão teórica a respeito do constructo da emoção que é carregada de controvérsias quanto as suas origens, se biológica, cognitiva, híbrida ou integral. Usando a análise hermenêutica também estabelecemos um diálogo entre os trabalhos e a literatura para apontar contribuições do conhecimento acerca das emoções para melhorar a qualidade dos relacionamentos entre professor-aluno.porUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessEmoçõesRelações InterpessoaisFormação Humana IntegralKen WilberO (des)conhecimento sobre a influência das emoções na relação professor-alunoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDISSERTAÇÃO Mariana Marques Arantes.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Mariana Marques Arantes.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1255https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12883/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Mariana%20Marques%20Arantes.pdf.jpge198414ccc784149361a24c5bf83eac4MD55ORIGINALDISSERTAÇÃO Mariana Marques Arantes.pdfDISSERTAÇÃO Mariana Marques Arantes.pdfDissertação de Mestradoapplication/pdf1890327https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12883/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Mariana%20Marques%20Arantes.pdf72c35b1eafb7d19f59fcda527e6b248dMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-81232https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12883/2/license_rdf66e71c371cc565284e70f40736c94386MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82311https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12883/3/license.txt4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08MD53TEXTDISSERTAÇÃO Mariana Marques Arantes.pdf.txtDISSERTAÇÃO Mariana Marques Arantes.pdf.txtExtracted texttext/plain378579https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12883/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Mariana%20Marques%20Arantes.pdf.txt4696e18332897bcdd3b166c4ca4567fbMD54123456789/128832019-10-25 17:49:13.378oai:repositorio.ufpe.br:123456789/12883TGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKClRvZG8gZGVwb3NpdGFudGUgZGUgbWF0ZXJpYWwgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgKFJJKSBkZXZlIGNvbmNlZGVyLCDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIChVRlBFKSwgdW1hIExpY2Vuw6dhIGRlIERpc3RyaWJ1acOnw6NvIE7Do28gRXhjbHVzaXZhIHBhcmEgbWFudGVyIGUgdG9ybmFyIGFjZXNzw612ZWlzIG9zIHNldXMgZG9jdW1lbnRvcywgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBuZXN0ZSByZXBvc2l0w7NyaW8uCgpDb20gYSBjb25jZXNzw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIG7Do28gZXhjbHVzaXZhLCBvIGRlcG9zaXRhbnRlIG1hbnTDqW0gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IuCl9fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fXwoKTGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKCkFvIGNvbmNvcmRhciBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSBlIGFjZWl0w6EtbGEsIHZvY8OqIChhdXRvciBvdSBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpOgoKYSkgRGVjbGFyYSBxdWUgY29uaGVjZSBhIHBvbMOtdGljYSBkZSBjb3B5cmlnaHQgZGEgZWRpdG9yYSBkbyBzZXUgZG9jdW1lbnRvOwpiKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGUgYWNlaXRhIGFzIERpcmV0cml6ZXMgcGFyYSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGUEU7CmMpIENvbmNlZGUgw6AgVUZQRSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgYXJxdWl2YXIsIHJlcHJvZHV6aXIsIGNvbnZlcnRlciAoY29tbyBkZWZpbmlkbyBhIHNlZ3VpciksIGNvbXVuaWNhciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIsIG5vIFJJLCBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0KSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgb3UgcG9yIG91dHJvIG1laW87CmQpIERlY2xhcmEgcXVlIGF1dG9yaXphIGEgVUZQRSBhIGFycXVpdmFyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8gZSBjb252ZXJ0w6otbG8sIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbywgcGFyYSBxdWFscXVlciBmb3JtYXRvIGRlIGZpY2hlaXJvLCBtZWlvIG91IHN1cG9ydGUsIHBhcmEgZWZlaXRvcyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIChiYWNrdXApIGUgYWNlc3NvOwplKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gw6kgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBhIHRlcmNlaXJvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2Ugb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgb3V0cmEgcGVzc29hIG91IGVudGlkYWRlOwpmKSBEZWNsYXJhIHF1ZSwgbm8gY2FzbyBkbyBkb2N1bWVudG8gc3VibWV0aWRvIGNvbnRlciBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG7Do28gZGV0w6ltIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlCmF1dG9yLCBvYnRldmUgYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcmVzcGVjdGl2byBkZXRlbnRvciBkZXNzZXMgZGlyZWl0b3MgcGFyYSBjZWRlciDDoApVRlBFIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgTGljZW7Dp2EgZSBhdXRvcml6YXIgYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgYSB1dGlsaXrDoS1sb3MgbGVnYWxtZW50ZS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGN1am9zIGRpcmVpdG9zIHPDo28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZTsKZykgU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVRlBFLMKgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgpBIFVGUEUgaWRlbnRpZmljYXLDoSBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBhdXRvciAoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRvIHByZXZpc3RvIG5hIGFsw61uZWEgYykuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T20:49:13Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv O (des)conhecimento sobre a influência das emoções na relação professor-aluno
title O (des)conhecimento sobre a influência das emoções na relação professor-aluno
spellingShingle O (des)conhecimento sobre a influência das emoções na relação professor-aluno
ARANTES, Mariana Marques
Emoções
Relações Interpessoais
Formação Humana Integral
Ken Wilber
title_short O (des)conhecimento sobre a influência das emoções na relação professor-aluno
title_full O (des)conhecimento sobre a influência das emoções na relação professor-aluno
title_fullStr O (des)conhecimento sobre a influência das emoções na relação professor-aluno
title_full_unstemmed O (des)conhecimento sobre a influência das emoções na relação professor-aluno
title_sort O (des)conhecimento sobre a influência das emoções na relação professor-aluno
author ARANTES, Mariana Marques
author_facet ARANTES, Mariana Marques
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv ARANTES, Mariana Marques
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv FERREIRA, Aurino Lima
contributor_str_mv FERREIRA, Aurino Lima
dc.subject.por.fl_str_mv Emoções
Relações Interpessoais
Formação Humana Integral
Ken Wilber
topic Emoções
Relações Interpessoais
Formação Humana Integral
Ken Wilber
description O diagnóstico das relações interpessoais entre professores e alunos na atualidade aponta um notório desgaste com casos de violência registrados entre professores, alunos e pais que tem sido reportados, inclusive, nas páginas policiais dos noticiários. Neste trabalho, problematizamos a qualidade das relações interpessoais no âmbito escolar procurando acrescentar mais razões para explicar as raízes deste problema do que a falta de estrutura ou os baixos salários. Baseados na teoria dos Quatro Quadrantes de Ken Wilber, consideramos que os sujeitos são mais complexos do que imaginam e não podem desprezar os aspectos intersubjetivos, culturais e sociais nas suas relações, priorizando apenas a objetividade e a racionalidade. Como somos seres integrais, há outras dimensões, além da mental, exercendo profunda influência em nosso modo de ser, sentir, pensar e agir. Portanto, é preciso ampliar este horizonte e entender sobre como aprender a respeito do manejo das emoções pode melhorar a qualidade de nossas relações. Partindo de uma perspectiva fenomenológica, investigamos no Banco Digital de Teses e Dissertações da CAPES o interesse da produção acadêmica sobre a temática, tendo em vista mapear o processo de inserção, manejo das emoções no campo da educação e indicando como foi tratada quanto aos contornos teóricos e preceitos metodológicos. Realizando uma pesquisa bibliográfica de cunho fenomenológico, descobrimos, apesar de haver uma carência significativa de disponibilidade de leitura eletrônica das obras, que os primeiros trabalhos brasileiros são de época semelhante aos dos Estados Unidos, país onde os estudos sobre aprendizagem emocional são mais antigos. Identificamos também que os pesquisadores tem apontado possibilidades de implantar programas que ensinem aos sujeitos sobre Educação Emocional e seus benefícios no estabelecimento das relações intra e interpessoais. Porém, o maior alerta está na negligência da relevante discussão teórica a respeito do constructo da emoção que é carregada de controvérsias quanto as suas origens, se biológica, cognitiva, híbrida ou integral. Usando a análise hermenêutica também estabelecemos um diálogo entre os trabalhos e a literatura para apontar contribuições do conhecimento acerca das emoções para melhorar a qualidade dos relacionamentos entre professor-aluno.
publishDate 2014
dc.date.issued.fl_str_mv 2014-01-31
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2015-04-10T14:29:16Z
dc.date.available.fl_str_mv 2015-04-10T14:29:16Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12883
url https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12883
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFPE
instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron:UFPE
instname_str Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron_str UFPE
institution UFPE
reponame_str Repositório Institucional da UFPE
collection Repositório Institucional da UFPE
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12883/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Mariana%20Marques%20Arantes.pdf.jpg
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12883/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Mariana%20Marques%20Arantes.pdf
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12883/2/license_rdf
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12883/3/license.txt
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12883/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Mariana%20Marques%20Arantes.pdf.txt
bitstream.checksum.fl_str_mv e198414ccc784149361a24c5bf83eac4
72c35b1eafb7d19f59fcda527e6b248d
66e71c371cc565284e70f40736c94386
4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08
4696e18332897bcdd3b166c4ca4567fb
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
repository.mail.fl_str_mv attena@ufpe.br
_version_ 1862741987364438016