E a mulher se fez pintura: história de vida, gênero e política na obra de Tereza Costa Rêgo
| Ano de defesa: | 2014 |
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Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13050 |
Resumo: | Este trabalho visa contribuir com a historiografia da arte contemporânea por meio do estudo e registro da pintura de Tereza Costa Rêgo e de sua importância para a produção artística em Pernambuco. É também uma discussão sobre a relação existente entre arte e gênero, elucidando o processo de legitimação da mulher como artista profissional e a construção da imagem feminina pelas mãos da pintora pesquisada. Movendo-nos pela trajetória biográfica de Tereza Costa Rêgo nos deparamos com uma artista talentosa e uma profissional determinada. Assumiu as rédeas de sua própria história, lutando contra a realidade opressora que viveu no seio de sua família, desbravando caminhos de respeito, liberdade e autonomia. Sobre esta história de vida, focamos o processo de legitimação profissional artística de Tereza Costa Rêgo, iniciado em 1945, quando ela ingressou na Escola de Belas Artes de Pernambuco, até os dias atuais. Com base no conceito de instâncias legitimadoras, refletimos sobre a influência dos salões de arte, das premiações, da vivência em grupos artísticos, como a Oficina Guaianases de Gravura e a Brigada Portinari, além das diversas exposições individuais e coletivas, na construção de sua identidade artística. Após elucidarmos algumas características do processo de criação da referida pintora, como a constituição de sua paleta cromática, seu figurativismo lírico nostálgico, seu caráter experimental e a sua preferência em trabalhar sobre suportes de grandes dimensões, nos debruçamos sobre o seu acervo pictórico, buscando refletir sobre três aspectos principais: a presença de elementos autobiográficos na produção de algumas obras; a construção imagética do feminino na sua poética e a reflexão política de Tereza Costa Rêgo sobre alguns fatos de nossa história nacional. |
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Sobre esta história de vida, focamos o processo de legitimação profissional artística de Tereza Costa Rêgo, iniciado em 1945, quando ela ingressou na Escola de Belas Artes de Pernambuco, até os dias atuais. Com base no conceito de instâncias legitimadoras, refletimos sobre a influência dos salões de arte, das premiações, da vivência em grupos artísticos, como a Oficina Guaianases de Gravura e a Brigada Portinari, além das diversas exposições individuais e coletivas, na construção de sua identidade artística. 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