Efeito da gestação e amamentação em mães esquistossomóticas nos camundongos descendentes portadores de ascite de ehrlich: avaliação das células supressoras derivadas de mieloides e metabolismo lipídico dos macrófagos
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Medicina Tropical
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67148 |
Resumo: | Estudos mostraram que a gestação e amamentação em mães esquistossomóticas podem alterar a resposta imune da prole na vida adulta. No microambiente tumoral, macrófagos M1 têm perfil antitumoral, enquanto os M2 e as células supressoras derivadas de mieloides (MDSCs) favorecem a imunossupressão e a progressão do câncer. Assim, este estudo avaliou se a infecção materna por Schistosoma mansoni altera a frequência das populações de MDSCs, M1 e M2 bem como o metabolismo lipídico destes últimos. Para isto, camundongos (Swiss webster) fêmeas foram infectadas com 20 cercárias e acasaladas no 60º dia de infecção. Após o nascimento, parte dos filhotes tiveram suas mães trocadas, formando os grupos experimentais: AI (amamentados por mães infectadas), MI (nascidos de mães infectadas), outra parte foi amamentada em suas próprias mães infectadas e não infectadas, MIAI e CONTROLE, respectivamente. Quando adultos, foi implantado no peritônio, células do Carcinoma de Ehrlich. Após 10 dias (70 dias de vida) os animais foram pesados e o líquido ascítico coletado e avaliado quanto à presença de células MDSCs (CD11b+ Ly6G Ly6C+), M1 (CD16/CD32+/NOS-2+), M2 (CD206+), e perfil lipídico com as sondas Bodipy 493/503 e Bodipy C16. Houve menor ganho de peso nos descendentes previamente amamentados (AI) quando comparado ao Controle. Comparado ao grupo CONTROLE, não houve diferença significativa na frequência das MDSCs nos grupos experimentais. Os grupos AI, MI e MIAI apresentaram menor frequência de M1 Bodipy 493/503+, enquanto o grupo AI apresentou menor frequência de M2 e o MIAI apresentou maior frequência de M2 Bodipy 493/503+ comparado ao Controle. Então, no tumor, a gestação e amamentação em mães esquistossomóticas resultou em menor presença de macrófagos M1 lipídicos, porém a amamentação levou também à redução da frequência de macrófagos M2 que pode favorecer o menor peso corpóreo. Por outro lado, a associação da gestação e de amamentação revelou que a diminuição de M2 não se manteve e promoveu maior acúmulo lipídico nesta célula, indicando um perfil imunossupressor e potencialmente favorável à progressão tumoral. |
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SILVA, Marisa Kele dahttp://lattes.cnpq.br/6614246233563335http://lattes.cnpq.br/8056939101932406SOUZA, Valdênia Maria Oliveira de2025-12-12T13:30:55Z2025-12-12T13:30:55Z2025-10-31SILVA, Marisa Kele da. Efeito da gestação e amamentação em mães esquistossomóticas nos camundongos descendentes portadores de ascite de ehrlich: avaliação das células supressoras derivadas de mieloides e metabolismo lipídico dos macrófagos. 2025. Dissertação (Mestrado em Medicina Tropical) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67148Estudos mostraram que a gestação e amamentação em mães esquistossomóticas podem alterar a resposta imune da prole na vida adulta. No microambiente tumoral, macrófagos M1 têm perfil antitumoral, enquanto os M2 e as células supressoras derivadas de mieloides (MDSCs) favorecem a imunossupressão e a progressão do câncer. Assim, este estudo avaliou se a infecção materna por Schistosoma mansoni altera a frequência das populações de MDSCs, M1 e M2 bem como o metabolismo lipídico destes últimos. Para isto, camundongos (Swiss webster) fêmeas foram infectadas com 20 cercárias e acasaladas no 60º dia de infecção. Após o nascimento, parte dos filhotes tiveram suas mães trocadas, formando os grupos experimentais: AI (amamentados por mães infectadas), MI (nascidos de mães infectadas), outra parte foi amamentada em suas próprias mães infectadas e não infectadas, MIAI e CONTROLE, respectivamente. Quando adultos, foi implantado no peritônio, células do Carcinoma de Ehrlich. Após 10 dias (70 dias de vida) os animais foram pesados e o líquido ascítico coletado e avaliado quanto à presença de células MDSCs (CD11b+ Ly6G Ly6C+), M1 (CD16/CD32+/NOS-2+), M2 (CD206+), e perfil lipídico com as sondas Bodipy 493/503 e Bodipy C16. Houve menor ganho de peso nos descendentes previamente amamentados (AI) quando comparado ao Controle. Comparado ao grupo CONTROLE, não houve diferença significativa na frequência das MDSCs nos grupos experimentais. Os grupos AI, MI e MIAI apresentaram menor frequência de M1 Bodipy 493/503+, enquanto o grupo AI apresentou menor frequência de M2 e o MIAI apresentou maior frequência de M2 Bodipy 493/503+ comparado ao Controle. Então, no tumor, a gestação e amamentação em mães esquistossomóticas resultou em menor presença de macrófagos M1 lipídicos, porém a amamentação levou também à redução da frequência de macrófagos M2 que pode favorecer o menor peso corpóreo. Por outro lado, a associação da gestação e de amamentação revelou que a diminuição de M2 não se manteve e promoveu maior acúmulo lipídico nesta célula, indicando um perfil imunossupressor e potencialmente favorável à progressão tumoral.Studies have shown that gestation and breastfeeding in mothers with schistosomiasis can alter the immune response of offspring in adulthood. In the tumor microenvironment, M1 macrophages have an antitumor profile, while M2 macrophages and myeloid derived suppressor cells (MDSCs) favor immunosuppression and cancer progression. Thus, this study evaluated whether maternal infection with Schistosoma mansoni alters the frequency of these MDSC populations, M1 and M2, as well as the lipid metabolism of the latter. For this, female Swiss Webster mice were infected with 20 cercariae and mated on the 60th day of infection. After birth, some of the pups had their mothers switched, forming the experimental groups AI (breastfed by infected mothers), MI (born from infected mothers), and MIAI and CONTROL, respectively, which were breastfed by their own infected and uninfected mothers. As adults, Ehrlich carcinoma cells were implanted in the peritoneum. After 10 days (70 days of life), the animals were weighed and ascitic fluid was collected and evaluated for the presence of MDSCs (CD11b+ Ly6G Ly6C+), M1 (CD16/CD32+/NOS-2+), M2 (CD206+) cells, and lipid profile using Bodipy 493/503 and Bodipy C16 probes. There was less weight gain in previously nursed offspring (AI) when compared to the Control group. Compared to the CONTROL group, there was no significant difference in the frequency of MDSCs in the experimental groups. The AI, MI, and MIAI groups showed a lower frequency of M1 Bodipy 493/503+, while the AI group showed a lower frequency of M2 and the MIAI group showed a higher frequency of M2 Bodipy 493/503+ compared to the Control group. Therefore, in the tumor, pregnancy and breastfeeding in mothers with schistosomiasis resulted in a lower presence of lipid rich M1 macrophages, however, breastfeeding also led to a reduction in the frequency of M2 macrophages, which may favor lower body weight. On the other hand, the association of pregnancy and breastfeeding revealed that the decrease in M2 was not maintained and promoted greater lipid accumulation in this cell, indicating an immunosuppressive profile and potentially favorable to tumor progression.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Medicina TropicalUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessEsquistossomoseAmamentaçãoGestaçãoCarcinoma de ehrlichAsciteEfeito da gestação e amamentação em mães esquistossomóticas nos camundongos descendentes portadores de ascite de ehrlich: avaliação das células supressoras derivadas de mieloides e metabolismo lipídico dos macrófagosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETEXTDISSERTAÇÃO Marisa Kele da Silva.pdf.txtDISSERTAÇÃO Marisa Kele da Silva.pdf.txtExtracted texttext/plain102501https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/67148/3/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Marisa%20Kele%20da%20Silva.pdf.txt88d65777ceb8c1d728a136c9b3216c6dMD53THUMBNAILDISSERTAÇÃO Marisa Kele da Silva.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Marisa Kele da Silva.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1302https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/67148/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Marisa%20Kele%20da%20Silva.pdf.jpg289ae9cc351e4b1b773dadb9132e5831MD54LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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