A Sociedade Propagadora da Instrução Pública e suas ações de Qualificação Profissional em Recife (1872-1903)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: SANTOS, Yan Soares
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12919
Resumo: Os estudos sobre qualificação profissional vem se encorpando, diversificando e aumentando quantitativamente nesses últimos anos. Dessa maneira, nosso trabalho procurou investigar como se deu na cidade do Recife em fins do século XIX e início dos XX a instrução profissional de trabalhadores recifenses. Considerando a “qualificação profissional” um conjunto de conhecimentos e habilidades cuja posse permitia aos trabalhadores da cidade do Recife serem reconhecidos como aptos à realização de uma atividade, investigamos nos arquivos da Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ), no Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE), documentos que auxiliassem na análise das ações de uma associação instalada na Província de Pernambuco responsável por agir em prol da qualificação profissional da cidade do Recife. A Sociedade Propagadora da Instrução Pública foi uma associação formada por políticos e professores influentes na “boa sociedade” inaugurada em idos de 1872 cujo objetivo era “propagar” a instrução pública estruturou-se inicialmente com um Conselho Superior composto por todos os sócios iniciais da associação, e com Conselhos Paroquiais divididos pela província. Esta associação foi responsável pela abertura da Escola Normal (1872) para senhoras (depois nomeada Escola Normal Pinto Júnior), pela Escola de Agricultura no bairro do Monteiro (1878) e da Escola de Farmácia do Recife (1903). Investigamos, portanto, o objetivo da sociedade em fomentar cursos de qualificação profissional, se no contexto da economia recifense havia a demanda destas ações de formação profissional, o objetivo em se “propagar” a instrução pública e como se deu este processo, quem eram os integrantes dessa sociedade e, quais eram os seus vínculos com a atividade política local.
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