Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros térmicos e de dissolução da nifedipina

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: LEITE, Renata da Silva
Orientador(a): MACEDO, Rui Oliveira
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10336
Resumo: Devido ao exacerbado crescimento do mercado nacional farmacêutico e a diversidade de produtos farmacêuticos obtidos por diferentes tecnologias, as indústrias farmacêuticas são desafiadas a desenvolver e aprimorar metodologias para o controle de qualidade dessas matérias primas. Caracterizar o estado sólido da nifedipina e desenvolver métodos de caracterização através da correlação de parâmetros térmicos e de dissolução do fármaco foram os objetivos deste trabalho, de modo a obter informações rápidas a cerca de padrões tecnológicos e de qualidade da matéria-prima. Cristais de nifedipina foram obtidos através da recristalização em metanol, álcool isopropílico, acetona, acetato de etila, clorofórmio e diclorometano. Os cristais foram analisados através das técnicas térmicas (TG, DTA e DSC cooling), Difração de raios X, Infravermelho e dissolução. Os dados de Ozawa mostraram um comportamento cinético de ordem zero a nifedipina com valores de Ea (123,3 KJ/mol ± 0,1), fator de frequência (25,93 min-1 ± 0,89), na fração decomposta α0,1 e α0,9. A curva calorimétrica DTA mostrou que ocorre fusão na temperatura inicial (Ti) em 171,32 ºC e temperatura final (Tf) em 180,93ºC, com uma transição de fase correspondendo a um processo endotérmico em 175,16ºC com calor de reação de 99,55 J g–1. Os dados termogravimétricos mostraram a decomposição térmica do fármaco em duas etapas: a primeira etapa ocorreu na temperatura inicial (Ti) em 198ºC e temperatura final (Tf) em 313°C com perda de massa Δm1= 93.4% e a segunda etapa Δm2 = 4.0% (Ti =533,24 °C e Ti =677,58 °C). Os dados do DSC-fotovisual evidenciaram o processo de fusão e o processo de volatilização do fármaco, correspondente a primeira etapa de perda de massa. Os dados do DRX mostraram que esta matéria-prima apresenta diferentes formas cristalinas quando submetido a processos de recristalização por diferentes solventes. Utilizando dados de TG isotérmico foram calculadas as constantes de perda de massa (k0) para os cristais nas temperaturas 180, 190, 200, 210 e 220°C. Os valores de k0 evidenciaram a variação na estabilidade térmica entre os cristais. Os perfis de dissolução dos cristais mostraram forte dependência do pH e grande variação entre os cristais de acordo com o solvente de recristalização. A correlação entre as técnicas térmicas e de dissolução consiste em uma importante ferramenta que pode ser aplicada na caracterização de diferentes formas físicas, no controle de qualidade de matérias-primas ativas e no desenvolvimento de medicamentos.
id UFPE_a09fcd2b106e6015c0e8fe92b56ec782
oai_identifier_str oai:repositorio.ufpe.br:123456789/10336
network_acronym_str UFPE
network_name_str Repositório Institucional da UFPE
repository_id_str
spelling LEITE, Renata da SilvaMACEDO, Rui Oliveira2015-03-04T13:33:48Z2015-03-04T13:33:48Z2012-02-28LEITE, Renata da Silva. Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros témicos e de dissolução da nifedipina. Recife, 2012. 79f. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco. CCS. Ciências Farmacêuticas, 2012..https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10336Devido ao exacerbado crescimento do mercado nacional farmacêutico e a diversidade de produtos farmacêuticos obtidos por diferentes tecnologias, as indústrias farmacêuticas são desafiadas a desenvolver e aprimorar metodologias para o controle de qualidade dessas matérias primas. Caracterizar o estado sólido da nifedipina e desenvolver métodos de caracterização através da correlação de parâmetros térmicos e de dissolução do fármaco foram os objetivos deste trabalho, de modo a obter informações rápidas a cerca de padrões tecnológicos e de qualidade da matéria-prima. Cristais de nifedipina foram obtidos através da recristalização em metanol, álcool isopropílico, acetona, acetato de etila, clorofórmio e diclorometano. Os cristais foram analisados através das técnicas térmicas (TG, DTA e DSC cooling), Difração de raios X, Infravermelho e dissolução. Os dados de Ozawa mostraram um comportamento cinético de ordem zero a nifedipina com valores de Ea (123,3 KJ/mol ± 0,1), fator de frequência (25,93 min-1 ± 0,89), na fração decomposta α0,1 e α0,9. A curva calorimétrica DTA mostrou que ocorre fusão na temperatura inicial (Ti) em 171,32 ºC e temperatura final (Tf) em 180,93ºC, com uma transição de fase correspondendo a um processo endotérmico em 175,16ºC com calor de reação de 99,55 J g–1. Os dados termogravimétricos mostraram a decomposição térmica do fármaco em duas etapas: a primeira etapa ocorreu na temperatura inicial (Ti) em 198ºC e temperatura final (Tf) em 313°C com perda de massa Δm1= 93.4% e a segunda etapa Δm2 = 4.0% (Ti =533,24 °C e Ti =677,58 °C). Os dados do DSC-fotovisual evidenciaram o processo de fusão e o processo de volatilização do fármaco, correspondente a primeira etapa de perda de massa. Os dados do DRX mostraram que esta matéria-prima apresenta diferentes formas cristalinas quando submetido a processos de recristalização por diferentes solventes. Utilizando dados de TG isotérmico foram calculadas as constantes de perda de massa (k0) para os cristais nas temperaturas 180, 190, 200, 210 e 220°C. Os valores de k0 evidenciaram a variação na estabilidade térmica entre os cristais. Os perfis de dissolução dos cristais mostraram forte dependência do pH e grande variação entre os cristais de acordo com o solvente de recristalização. A correlação entre as técnicas térmicas e de dissolução consiste em uma importante ferramenta que pode ser aplicada na caracterização de diferentes formas físicas, no controle de qualidade de matérias-primas ativas e no desenvolvimento de medicamentos.porUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessNifedipinaAnálise térmicaDissoluçãoCaracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros térmicos e de dissolução da nifedipinainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILRSL.pdf.jpgRSL.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1386https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10336/5/RSL.pdf.jpg1da5b3ff3e9bc7e8196d368e59b5bce6MD55ORIGINALRSL.pdfRSL.pdfapplication/pdf1549002https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10336/1/RSL.pdfb602f4d1fa8cb82bff77377def66cd60MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-81232https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10336/2/license_rdf66e71c371cc565284e70f40736c94386MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82311https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10336/3/license.txt4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08MD53TEXTRSL.pdf.txtRSL.pdf.txtExtracted texttext/plain121591https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10336/4/RSL.pdf.txt10e5651a8b1b06f6b98321930a51d760MD54123456789/103362019-10-25 04:22:51.629oai:repositorio.ufpe.br:123456789/10336TGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKClRvZG8gZGVwb3NpdGFudGUgZGUgbWF0ZXJpYWwgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgKFJJKSBkZXZlIGNvbmNlZGVyLCDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIChVRlBFKSwgdW1hIExpY2Vuw6dhIGRlIERpc3RyaWJ1acOnw6NvIE7Do28gRXhjbHVzaXZhIHBhcmEgbWFudGVyIGUgdG9ybmFyIGFjZXNzw612ZWlzIG9zIHNldXMgZG9jdW1lbnRvcywgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBuZXN0ZSByZXBvc2l0w7NyaW8uCgpDb20gYSBjb25jZXNzw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIG7Do28gZXhjbHVzaXZhLCBvIGRlcG9zaXRhbnRlIG1hbnTDqW0gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IuCl9fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fXwoKTGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKCkFvIGNvbmNvcmRhciBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSBlIGFjZWl0w6EtbGEsIHZvY8OqIChhdXRvciBvdSBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpOgoKYSkgRGVjbGFyYSBxdWUgY29uaGVjZSBhIHBvbMOtdGljYSBkZSBjb3B5cmlnaHQgZGEgZWRpdG9yYSBkbyBzZXUgZG9jdW1lbnRvOwpiKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGUgYWNlaXRhIGFzIERpcmV0cml6ZXMgcGFyYSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGUEU7CmMpIENvbmNlZGUgw6AgVUZQRSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgYXJxdWl2YXIsIHJlcHJvZHV6aXIsIGNvbnZlcnRlciAoY29tbyBkZWZpbmlkbyBhIHNlZ3VpciksIGNvbXVuaWNhciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIsIG5vIFJJLCBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0KSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgb3UgcG9yIG91dHJvIG1laW87CmQpIERlY2xhcmEgcXVlIGF1dG9yaXphIGEgVUZQRSBhIGFycXVpdmFyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8gZSBjb252ZXJ0w6otbG8sIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbywgcGFyYSBxdWFscXVlciBmb3JtYXRvIGRlIGZpY2hlaXJvLCBtZWlvIG91IHN1cG9ydGUsIHBhcmEgZWZlaXRvcyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIChiYWNrdXApIGUgYWNlc3NvOwplKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gw6kgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBhIHRlcmNlaXJvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2Ugb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgb3V0cmEgcGVzc29hIG91IGVudGlkYWRlOwpmKSBEZWNsYXJhIHF1ZSwgbm8gY2FzbyBkbyBkb2N1bWVudG8gc3VibWV0aWRvIGNvbnRlciBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG7Do28gZGV0w6ltIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlCmF1dG9yLCBvYnRldmUgYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcmVzcGVjdGl2byBkZXRlbnRvciBkZXNzZXMgZGlyZWl0b3MgcGFyYSBjZWRlciDDoApVRlBFIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgTGljZW7Dp2EgZSBhdXRvcml6YXIgYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgYSB1dGlsaXrDoS1sb3MgbGVnYWxtZW50ZS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGN1am9zIGRpcmVpdG9zIHPDo28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZTsKZykgU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVRlBFLMKgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgpBIFVGUEUgaWRlbnRpZmljYXLDoSBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBhdXRvciAoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRvIHByZXZpc3RvIG5hIGFsw61uZWEgYykuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T07:22:51Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros térmicos e de dissolução da nifedipina
title Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros térmicos e de dissolução da nifedipina
spellingShingle Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros térmicos e de dissolução da nifedipina
LEITE, Renata da Silva
Nifedipina
Análise térmica
Dissolução
title_short Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros térmicos e de dissolução da nifedipina
title_full Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros térmicos e de dissolução da nifedipina
title_fullStr Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros térmicos e de dissolução da nifedipina
title_full_unstemmed Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros térmicos e de dissolução da nifedipina
title_sort Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros térmicos e de dissolução da nifedipina
author LEITE, Renata da Silva
author_facet LEITE, Renata da Silva
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv LEITE, Renata da Silva
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv MACEDO, Rui Oliveira
contributor_str_mv MACEDO, Rui Oliveira
dc.subject.por.fl_str_mv Nifedipina
Análise térmica
Dissolução
topic Nifedipina
Análise térmica
Dissolução
description Devido ao exacerbado crescimento do mercado nacional farmacêutico e a diversidade de produtos farmacêuticos obtidos por diferentes tecnologias, as indústrias farmacêuticas são desafiadas a desenvolver e aprimorar metodologias para o controle de qualidade dessas matérias primas. Caracterizar o estado sólido da nifedipina e desenvolver métodos de caracterização através da correlação de parâmetros térmicos e de dissolução do fármaco foram os objetivos deste trabalho, de modo a obter informações rápidas a cerca de padrões tecnológicos e de qualidade da matéria-prima. Cristais de nifedipina foram obtidos através da recristalização em metanol, álcool isopropílico, acetona, acetato de etila, clorofórmio e diclorometano. Os cristais foram analisados através das técnicas térmicas (TG, DTA e DSC cooling), Difração de raios X, Infravermelho e dissolução. Os dados de Ozawa mostraram um comportamento cinético de ordem zero a nifedipina com valores de Ea (123,3 KJ/mol ± 0,1), fator de frequência (25,93 min-1 ± 0,89), na fração decomposta α0,1 e α0,9. A curva calorimétrica DTA mostrou que ocorre fusão na temperatura inicial (Ti) em 171,32 ºC e temperatura final (Tf) em 180,93ºC, com uma transição de fase correspondendo a um processo endotérmico em 175,16ºC com calor de reação de 99,55 J g–1. Os dados termogravimétricos mostraram a decomposição térmica do fármaco em duas etapas: a primeira etapa ocorreu na temperatura inicial (Ti) em 198ºC e temperatura final (Tf) em 313°C com perda de massa Δm1= 93.4% e a segunda etapa Δm2 = 4.0% (Ti =533,24 °C e Ti =677,58 °C). Os dados do DSC-fotovisual evidenciaram o processo de fusão e o processo de volatilização do fármaco, correspondente a primeira etapa de perda de massa. Os dados do DRX mostraram que esta matéria-prima apresenta diferentes formas cristalinas quando submetido a processos de recristalização por diferentes solventes. Utilizando dados de TG isotérmico foram calculadas as constantes de perda de massa (k0) para os cristais nas temperaturas 180, 190, 200, 210 e 220°C. Os valores de k0 evidenciaram a variação na estabilidade térmica entre os cristais. Os perfis de dissolução dos cristais mostraram forte dependência do pH e grande variação entre os cristais de acordo com o solvente de recristalização. A correlação entre as técnicas térmicas e de dissolução consiste em uma importante ferramenta que pode ser aplicada na caracterização de diferentes formas físicas, no controle de qualidade de matérias-primas ativas e no desenvolvimento de medicamentos.
publishDate 2012
dc.date.issued.fl_str_mv 2012-02-28
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2015-03-04T13:33:48Z
dc.date.available.fl_str_mv 2015-03-04T13:33:48Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv LEITE, Renata da Silva. Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros témicos e de dissolução da nifedipina. Recife, 2012. 79f. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco. CCS. Ciências Farmacêuticas, 2012..
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10336
identifier_str_mv LEITE, Renata da Silva. Caracterização do estado sólido e determinação dos parâmetros témicos e de dissolução da nifedipina. Recife, 2012. 79f. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco. CCS. Ciências Farmacêuticas, 2012..
url https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10336
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Pernambuco
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFPE
instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron:UFPE
instname_str Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
instacron_str UFPE
institution UFPE
reponame_str Repositório Institucional da UFPE
collection Repositório Institucional da UFPE
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10336/5/RSL.pdf.jpg
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10336/1/RSL.pdf
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10336/2/license_rdf
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10336/3/license.txt
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10336/4/RSL.pdf.txt
bitstream.checksum.fl_str_mv 1da5b3ff3e9bc7e8196d368e59b5bce6
b602f4d1fa8cb82bff77377def66cd60
66e71c371cc565284e70f40736c94386
4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08
10e5651a8b1b06f6b98321930a51d760
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
repository.mail.fl_str_mv attena@ufpe.br
_version_ 1862741716886355968