Estudo toxicológico e farmacológico da Vernonia brasiliana (L) Druce

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: OLIVEIRA, Danielli Cândida de
Orientador(a): SOUZA, Ivone Antonia de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3537
Resumo: Vernonia brasiliana é um arbusto perene que varia entre 0,5 e 2,5m de altura conhecida popularmente por assa-peixe, hervea-préa ou tramanhém utilizada principalmente no tratamento de doenças do sistema respiratório e digestivo. Estudos científicos já comprovaram atividades antimalárica e antimicrobiana deste vegetal. O nosso trabalho teve como objetivo avaliar a toxicidade aguda e as atividades farmacológicas (antiinflamatória e antineoplásica em roedores) das folhas da V. brasiliana. Foram realizados ensaios de toxicidade aguda, por via intraperitoneal, com notificação das alterações comportamentais resultantes da administração de cada dose. Os animais tratados apresentaram reações tóxicas, sendo as reações comportamentais excitatórias e estimulantes os efeitos mais pronunciados. Verificamos também efeitos depressores e a taxa de mortalidade cresceu progressivamente com o aumento da dose. Os dados histológicos demonstraram que todos os animais que receberam o EHE de V. brasiliana apresentaram fígado com algum grau de congestão vascular. O aparecimento de novos efeitos adversos após 24h da administração e a permanência de vários sintomas (72h) demonstraram que a droga possui reações cumulativas. De acordo com a DL50 obtida, o extrato de V. brasiliana pode ser considerado moderadamente tóxico quando administrado por via intraperitoneal. Na avaliação da atividade antiinflamatória utilizou-se o modelo de edema de pata induzido por carragenina em ratos, com administração do extrato por via intraperitoneal. Os resultados encontrados apresentaram indicativos de combate ao processo inflamatório numa ação tardia, que foi conferido a partir da 5ª hora após administração da maior dose estudada (150mg/Kg). Em relação a atividade antineoplásica frente as linhagens Sarcoma 180 e Carcinoma de Ehrlich, o extrato produziu significativa redução dos tumores, com 93,88% de inibição tumoral para os animais portadores do Sarcoma 180 (31,25mg/kg) e 86,70% para os portadores do Carcinoma de Ehrlich (62,5 mg/Kg). A análise histopatológica demonstrou que o extrato ocasionou um maior número de áreas necróticas, em ambas as linhagens. Ao analisarmos a especificidade tumor-hospedeiro de cada linhagem em relação às diferentes doses de V. brasiliana, observamos que o extrato apresentou efeito mais significante frente ao Sarcoma 180 do que sobre o Carcinoma de Ehrlich
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Foram realizados ensaios de toxicidade aguda, por via intraperitoneal, com notificação das alterações comportamentais resultantes da administração de cada dose. Os animais tratados apresentaram reações tóxicas, sendo as reações comportamentais excitatórias e estimulantes os efeitos mais pronunciados. Verificamos também efeitos depressores e a taxa de mortalidade cresceu progressivamente com o aumento da dose. Os dados histológicos demonstraram que todos os animais que receberam o EHE de V. brasiliana apresentaram fígado com algum grau de congestão vascular. O aparecimento de novos efeitos adversos após 24h da administração e a permanência de vários sintomas (72h) demonstraram que a droga possui reações cumulativas. De acordo com a DL50 obtida, o extrato de V. brasiliana pode ser considerado moderadamente tóxico quando administrado por via intraperitoneal. 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