Caracterização petrológica e geoquímica dos enclaves máficos do complexo Timbaúba – Pernambuco, Brasil
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Geociencias
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/27622 |
Resumo: | A área estudada está inserida no contexto regional do Domínio Central da Província Borborema. O Complexo Timbaúba possui uma área aflorante com cerca de 350 km² e é formado por três plutons intrudidos ao longo da porção leste da Zona de Cisalhamento dextral Coxixola-Timbaúba. Eles intrudem uma sequência metassedimentar Neoproterozóica, constituída de granada biotita gnaisses, com intercalações de rochas metavulcânicas máficas e mármores. Este estudo foca nas relações de campo e características químicas do maior desses plutons, que possui idade U-Pb em zircão SHRIMP de 616 ± 5 Ma, e seus enclaves. A intrusão principal é composta por monzogranitos e granodioritos contendo enclaves microgranulares máficos tonalíticos, dioríticos e anfibolíticos, arredondados a elipsoidais com diferentes estágios de hibridização, assim como xenólitos e enclaves surmicáceos. As rochas são metaluminosas, magnesianas com exceção de dois enclaves que pertencem a série ferrosa e cálcio-alcalinas de alto K. Anfibólio é o mineral máfico dominante, seguido de biotita. Titanita ocorre como cristais bem desenvolvidos, podendo chegar a 1,5 cm de comprimento nas porções migmatizadas, assim como cristais anédricos secundários resultantes da desestabilização de biotita e anfibólio. Os padrões multielementares normalizados para o condrito claramente diferem dos enclaves das rochas hospedeiras. Os enclaves possuem uma concentração bem menor de todos os elementos, com exceção do Ti, resultando em um padrão bem menos fracionado que as hospedeiras. Allanitas zonadas com teores totais de ETR altos no núcleo e muito baixos na borda é observada em alguns enclaves. Os valores de Alᴛ nos anfibólios dos enclaves e hospedeiras permitiu estimar pressões de solidificação pela calibração de Anderson & Smith (1995) de ~3.6Kb e ~5,5Kb respectivamente. As temperaturas de equilíbrio do par plagioclásio-anfibólio são de ~700°C para os granitóides e 650-800°C para os enclaves. A viscosidade calculada revelou que os pares enclave-host possuíam uma diferença de duas ordens de grandeza durante o resfriamento. Os anfibólios analisados são cálcicos e possuem uma composição de tschermakita a Mg-hornblenda e Mg-hastinguisita a edenita para os enclaves e Mg-hastinguisita, edenita e tschermakita. As condições de fO₂ a partir das composições dos anfibólios, tanto dos enclaves quanto dos granitoides são altas. A composição das biotitas é similar a biotitas de granitoides cálcio-alcalinos com razões Fe/(Fe+Mg) variando de 0.43 a 0.52. A pouca variação da razão Fe/(Fe+Mg) observada nas biotitas e a química dos anfibólios sugerem que estas rochas cristalizaram-se sob condições aproximadamente constantes de temperatura e fO₂. Os plagioclásios possuem uma composição variando de andesina a oligoclásio. A correlação entre as rochas hospedeiras e seus enclaves, utilizando os elementos maiores e traços assim como a química de seus minerais, revelaram que os pares enclaves-rochas hospedeiras possuem um padrão evolutivo compartilhado, porém possuem fontes distintas. |
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FARIAS, Douglas José Silvahttp://lattes.cnpq.br/9828022987295386http://lattes.cnpq.br/3023163091988403GUIMARÃES, Ignez de Pinho2018-11-21T19:23:01Z2018-11-21T19:23:01Z2015-08-13https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/27622A área estudada está inserida no contexto regional do Domínio Central da Província Borborema. O Complexo Timbaúba possui uma área aflorante com cerca de 350 km² e é formado por três plutons intrudidos ao longo da porção leste da Zona de Cisalhamento dextral Coxixola-Timbaúba. Eles intrudem uma sequência metassedimentar Neoproterozóica, constituída de granada biotita gnaisses, com intercalações de rochas metavulcânicas máficas e mármores. Este estudo foca nas relações de campo e características químicas do maior desses plutons, que possui idade U-Pb em zircão SHRIMP de 616 ± 5 Ma, e seus enclaves. A intrusão principal é composta por monzogranitos e granodioritos contendo enclaves microgranulares máficos tonalíticos, dioríticos e anfibolíticos, arredondados a elipsoidais com diferentes estágios de hibridização, assim como xenólitos e enclaves surmicáceos. As rochas são metaluminosas, magnesianas com exceção de dois enclaves que pertencem a série ferrosa e cálcio-alcalinas de alto K. Anfibólio é o mineral máfico dominante, seguido de biotita. Titanita ocorre como cristais bem desenvolvidos, podendo chegar a 1,5 cm de comprimento nas porções migmatizadas, assim como cristais anédricos secundários resultantes da desestabilização de biotita e anfibólio. Os padrões multielementares normalizados para o condrito claramente diferem dos enclaves das rochas hospedeiras. Os enclaves possuem uma concentração bem menor de todos os elementos, com exceção do Ti, resultando em um padrão bem menos fracionado que as hospedeiras. Allanitas zonadas com teores totais de ETR altos no núcleo e muito baixos na borda é observada em alguns enclaves. Os valores de Alᴛ nos anfibólios dos enclaves e hospedeiras permitiu estimar pressões de solidificação pela calibração de Anderson & Smith (1995) de ~3.6Kb e ~5,5Kb respectivamente. As temperaturas de equilíbrio do par plagioclásio-anfibólio são de ~700°C para os granitóides e 650-800°C para os enclaves. A viscosidade calculada revelou que os pares enclave-host possuíam uma diferença de duas ordens de grandeza durante o resfriamento. Os anfibólios analisados são cálcicos e possuem uma composição de tschermakita a Mg-hornblenda e Mg-hastinguisita a edenita para os enclaves e Mg-hastinguisita, edenita e tschermakita. As condições de fO₂ a partir das composições dos anfibólios, tanto dos enclaves quanto dos granitoides são altas. A composição das biotitas é similar a biotitas de granitoides cálcio-alcalinos com razões Fe/(Fe+Mg) variando de 0.43 a 0.52. A pouca variação da razão Fe/(Fe+Mg) observada nas biotitas e a química dos anfibólios sugerem que estas rochas cristalizaram-se sob condições aproximadamente constantes de temperatura e fO₂. Os plagioclásios possuem uma composição variando de andesina a oligoclásio. A correlação entre as rochas hospedeiras e seus enclaves, utilizando os elementos maiores e traços assim como a química de seus minerais, revelaram que os pares enclaves-rochas hospedeiras possuem um padrão evolutivo compartilhado, porém possuem fontes distintas.CNPqFACEPEThe study area is included in the regional context of Pernambuco Belt that is part of the Central Domain of Borborema Province. The Timbaúba complex comprises an area of about 350 km2 and consists of three E-W elongated plutons, intruded along the eastern portion of the E-W trending, dextral sense Coxixola - Timbaúba shear zone. They intrude Neoproterozoic metavolcanic - metasedimentary sequence, which includes garnet-bearing biotite gneiss intercalated with mafic metavolcanic rocks, and marbles. This study focuses on the field relationships and chemical characteristics of the largest of these plutons, which have U-Pb zircon SHRIMP age of 616 ± 5 Ma, with their enclaves. The main intrusion consists of monzogranites granodiorite and tonalite containing microgranular mafic enclaves, dioritic and amphibolites, rounded to ellipsoidal with different stages of hybridization, as well as xenoliths and surmicáceos enclaves. The granitoids are metaluminous, high-K, to normal calc-alkaline and magnesian, while the enclaves are ferroan. Amphibole is the dominant mafic phase, followed by biotite. Titanite occurs as euhedral crystals, reaching up to 1.5 cm long within the migmatized portions, as well as anedral secondary crystals, resulted from biotite and amphibole destabilization. The multielement chondrite normalized patterns clearly differ from the enclaves and their host granitoids. The enclaves have a much lower concentration of all trace elements, except Ti, resulting in a less fractionated pattern compared to the host. Zoned allanite with high levels of total REE in the core and very low on the edge was recorded in some enclaves. The Al-content in amphiboles from the magmatic enclaves and their host granitoids and using the Anderson and Smith’s calibration (1995), defined solidification pressures of the ~3.6Kb and ~5.5Kb respectively. The temperatures of plagioclase - amphibole equilibrium range from ~700°C in the host granitoids and 650-800°C for the enclaves. The calculated viscosity revealed that enclave and their host had a difference of two orders of magnitude during cooling. Amphiboles are calcic, and have composition of tschermakite to Mg-hornblende and Mg-hastingsite to edenite for the enclaves, Mg-hastinguisite, edenite and tschermakite for the host rocks. The fO2 conditions, based on amphibole composition, for both enclaves and their host, are high. Biotite composition is similar to biotite of calc-alkaline granitoids with Fe/(Fe+Mg) ratios ranging from 0.43 to 0.52. The narrow variation in the Fe/(Fe+Mg) ratios recorded in the biotites and, the amphibole chemistry sugest the studied granitoids crystallized under near constant temperature and oxygen fugacity conditions. The plagioclases have a composition ranging from andesine to oligoclase. Correlation between host granitoids and enclaves, using major elements from whole rock as well as mineral chemistry, revealed that the enclaves-host pairs follow a shared evolutionary pattern. However, the enclaves and the host rocks have distinct sources.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em GeocienciasUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessGeociênciasTimbaúbaComplexoFeições morfológicasEnclavesMáficosGeoquímicaCaracterização petrológica e geoquímica dos enclaves máficos do complexo Timbaúba – Pernambuco, Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDISSERTAÇÃO Douglas José Silva Farias.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Douglas José Silva Farias.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1234https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/27622/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Douglas%20Jos%c3%a9%20Silva%20Farias.pdf.jpg841a3a08472fc0f3fe98d312f66026b3MD55ORIGINALDISSERTAÇÃO Douglas José Silva Farias.pdfDISSERTAÇÃO Douglas José Silva Farias.pdfapplication/pdf9623202https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/27622/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Douglas%20Jos%c3%a9%20Silva%20Farias.pdffb00aa325cd9a5b0d4aa3b3befc42b0fMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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A área estudada está inserida no contexto regional do Domínio Central da Província Borborema. O Complexo Timbaúba possui uma área aflorante com cerca de 350 km² e é formado por três plutons intrudidos ao longo da porção leste da Zona de Cisalhamento dextral Coxixola-Timbaúba. Eles intrudem uma sequência metassedimentar Neoproterozóica, constituída de granada biotita gnaisses, com intercalações de rochas metavulcânicas máficas e mármores. Este estudo foca nas relações de campo e características químicas do maior desses plutons, que possui idade U-Pb em zircão SHRIMP de 616 ± 5 Ma, e seus enclaves. A intrusão principal é composta por monzogranitos e granodioritos contendo enclaves microgranulares máficos tonalíticos, dioríticos e anfibolíticos, arredondados a elipsoidais com diferentes estágios de hibridização, assim como xenólitos e enclaves surmicáceos. As rochas são metaluminosas, magnesianas com exceção de dois enclaves que pertencem a série ferrosa e cálcio-alcalinas de alto K. Anfibólio é o mineral máfico dominante, seguido de biotita. Titanita ocorre como cristais bem desenvolvidos, podendo chegar a 1,5 cm de comprimento nas porções migmatizadas, assim como cristais anédricos secundários resultantes da desestabilização de biotita e anfibólio. Os padrões multielementares normalizados para o condrito claramente diferem dos enclaves das rochas hospedeiras. Os enclaves possuem uma concentração bem menor de todos os elementos, com exceção do Ti, resultando em um padrão bem menos fracionado que as hospedeiras. Allanitas zonadas com teores totais de ETR altos no núcleo e muito baixos na borda é observada em alguns enclaves. Os valores de Alᴛ nos anfibólios dos enclaves e hospedeiras permitiu estimar pressões de solidificação pela calibração de Anderson & Smith (1995) de ~3.6Kb e ~5,5Kb respectivamente. As temperaturas de equilíbrio do par plagioclásio-anfibólio são de ~700°C para os granitóides e 650-800°C para os enclaves. A viscosidade calculada revelou que os pares enclave-host possuíam uma diferença de duas ordens de grandeza durante o resfriamento. Os anfibólios analisados são cálcicos e possuem uma composição de tschermakita a Mg-hornblenda e Mg-hastinguisita a edenita para os enclaves e Mg-hastinguisita, edenita e tschermakita. As condições de fO₂ a partir das composições dos anfibólios, tanto dos enclaves quanto dos granitoides são altas. A composição das biotitas é similar a biotitas de granitoides cálcio-alcalinos com razões Fe/(Fe+Mg) variando de 0.43 a 0.52. A pouca variação da razão Fe/(Fe+Mg) observada nas biotitas e a química dos anfibólios sugerem que estas rochas cristalizaram-se sob condições aproximadamente constantes de temperatura e fO₂. Os plagioclásios possuem uma composição variando de andesina a oligoclásio. A correlação entre as rochas hospedeiras e seus enclaves, utilizando os elementos maiores e traços assim como a química de seus minerais, revelaram que os pares enclaves-rochas hospedeiras possuem um padrão evolutivo compartilhado, porém possuem fontes distintas. |
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