ESTRUTURA DO MICROFITOPLÂNCTON NO ARQUIPÉLAGO DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO (Lat. 0056 2 N e Long. 2920 6 W): ESTIMATIVA DA BIOMASSA EM CARBONO ATRAVÉS DO BIOVOLUME CELULAR

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Ribeiro de Queiroz, Andressa
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8396
Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido no Arquipélago de São Pedro e São Paulo (lat. 0056 2‖ N e long. 2920 6‖ W), com o objetivo de descrever a estrutura da comunidade fitoplanctônica e a estimativa da biomassa através do biovolume celular. Um protocolo de análise de rotina laboratorial foi elaborado tentando contribuir e atualizar os modelos propostos na literatura, descrevendo as espécies fitoplanctônicas mais ocorrentes na área. Foram realizadas coletas em março/2008 (período chuvoso), em quatro transectos perpendiculares cada um possuindo quatro estações, com uma rede de plâncton de 45 μm de abertura de malha. Concomitantemente, foram obtidos dados físico-químicos: temperatura da água, salinidade, pH, oxigênio dissolvido, sais nutrientes (amônia, nitrito, nitrato, fosfato e silicato) e transparência da água. A composição específica do microfitoplâncton esteve constituída por 110 táxons representados por quatro divisões taxonômicas: Cyanobacteria, Dinoflagellata, Bacillariophyta e Heterokontophyta, sendo 12 espécies consideradas novas ocorrências para a região (Phalacroma mitra Schütt, Gonyaulax birostris Stein, Ceratium belone Cleve, C. declinatum var. angusticornum (Karsten) Jørgensen, C. karstenii Pavillard, C. pentagonum var. longisetum Jørgensen, Spiraulax kofoidii Graham, Protoperidinium oceanicum Vanhøffen). O número de táxons por amostra variou de 31 a 48 (40±12 táxons). A ocorrência da endossimbiose entre a cianobactéria unicelular diazotrópica Richelia intracellularis Schmidt e as diatomáceas Rhizosolenia imbricata Brightwell e Guinardia delicatula Cleve (Hasle) é considerada o primeiro registro para o ASPSP. Há uma forte interligação entre as espécies fitoplanctônicas encontradas no arquipélago e a plataforma continental brasileira através da presença de algumas espécies indicadoras da Corrente do Brasil (Ceratium candelabrum var. candelabrum Stein, C. contortum Gourret, C. declinatum var. declinatum Jørgensen, C. teres Kofoid e C. vultur Cleve, Goniodoma polyedricum (Pouchet) Jørgensen, Ornithocercus quadratus Scütt, Ornithocercus thumii Schmidt e Phalacroma argus Stein). Os valores encontrados para as variáveis físico-químicas são característicos de regiões oceânicas oligotróficas. A análise dos componentes principais demonstrou uma correlação direta da cianofícea T. erythraeum com o fosfato e dos dinoflagelados com o nitrato. Para o biovolume foram selecionadas 33 espécies. O protocolo formulado contém quatro formas simples, três formas combinadas e três formas novas sugeridas neste estudo. O uso do biovolume foi utilizado para padronizar medidas morfológicas, adequar formas geométricas as espécies mais complexas, expor as dimensões e padronizar fórmulas afim de obter a biomassa. Os menores e maiores valores de biovolume e biomassa em carbono foram para a espécie Histioneis milneri Murray et Whitting (2.485 μm3 e 333 pgC.μm- 3respectivamente), e para Pyrocystis noctiluca Murray ex Haeckel (21.269.151 μm3 e 1.641.388 pgC.μm-3, respectivamente). Os dinoflagelados e diatomáceas se destacaram em temos de biodiversidade, porém as cianobactérias predominaram em termos de densidade relativa com a dominância de Trichodesmium thiebautii Gomont ex Gomont indicando uma composição florística característica de ambiente estável, de águas transparentes e oligotróficas
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