Entomofauna fitófaga e predadora associada ao quiabeiro Abelmoschus esculentos L. (Moench) em um agroecossistema do semiÁrido de Pernambuco

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2004
Autor(a) principal: SUZUKI, Débora Kiyomi
Orientador(a): VASCONCELOS, Simão Dias de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/64986/001300000bn7w
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/932
Resumo: A expansão da agricultura tem gerado consideráveis problemas de impacto ecológico, como o crescimento na abundância de populações de pragas. O objetivos deste trabalho foi estudar a diversidade de entomofauna fitófaga e predadora associada ao quiabeiro em uma região semi-árida e o efeito de inseticidas químicos neste organismos. Esta pesquisa foi realizada em uma fazenda particular localizada no município de Petrolina, estado de Pernambuco, Brasil. O campo foi dividido em dois tratamentos, com seis transetos em cada área. Uma das áreas foi tratada com inseticida. Os dados foram coletados em um período de 35 dias, com cinco dias de intervalo entre cada coleta. Oito plantas foram escolhidas ao acaso por cada transeco e os predadores coletados destas foram preservados em álcool a 70%. Para os fitófagos, duas plantasdiferentes foram escolhidas também ao acosopor transecto, assim como as folhas dos diferentesestratos (apical, mediano e basal) e os insetos foram contados no laboratório. Um total de 59.787 indivíduos de Aphis gossypii e Bemisia tabaci foram coletados. Aphis gossypii foi uma espécie mais abundante (31.767 ninfas e adultos e 4.189 múmias), seguido por Bemicia tabaci (21.324 ninfas e 2.507 ovos). As espécies fitófagas foram mais abundantesna área onde houve aplicação de inseticida concordando com outros trabalhos que citam que este tipo de produto induz o o crescimento da população de pragas. O estrato preferencial para Aphis gosspii foi o apical, um resultado esperado, visto que as folhas deste estrato são mais tenras jovens, o que facilita a penetração da mesma pelo aparelho bucal desta espécie. as múmias se concentraram no mesmo estrato que os afídeos sadios, porém, em maior número na área sem aplicação, provando que o inseticida está afetando na população de parasitóides. Bemisia tabaci foi mais abundante no estrato basal, mais protegido da ação dos raios solares e da aplicação de inseticidas que os outros estratos. Diferenças significativas foram observads nas populações de predadores, que estava concentrada na área onde não houve aplicação, mostrado que o deltamethrim possui um efeito negativo, causando mudanças nas populações de insetos predadores e contribuindo indiretamente no aumento da abundância de pragas
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O campo foi dividido em dois tratamentos, com seis transetos em cada área. Uma das áreas foi tratada com inseticida. Os dados foram coletados em um período de 35 dias, com cinco dias de intervalo entre cada coleta. Oito plantas foram escolhidas ao acaso por cada transeco e os predadores coletados destas foram preservados em álcool a 70%. Para os fitófagos, duas plantasdiferentes foram escolhidas também ao acosopor transecto, assim como as folhas dos diferentesestratos (apical, mediano e basal) e os insetos foram contados no laboratório. Um total de 59.787 indivíduos de Aphis gossypii e Bemisia tabaci foram coletados. Aphis gossypii foi uma espécie mais abundante (31.767 ninfas e adultos e 4.189 múmias), seguido por Bemicia tabaci (21.324 ninfas e 2.507 ovos). As espécies fitófagas foram mais abundantesna área onde houve aplicação de inseticida concordando com outros trabalhos que citam que este tipo de produto induz o o crescimento da população de pragas. O estrato preferencial para Aphis gosspii foi o apical, um resultado esperado, visto que as folhas deste estrato são mais tenras jovens, o que facilita a penetração da mesma pelo aparelho bucal desta espécie. as múmias se concentraram no mesmo estrato que os afídeos sadios, porém, em maior número na área sem aplicação, provando que o inseticida está afetando na população de parasitóides. Bemisia tabaci foi mais abundante no estrato basal, mais protegido da ação dos raios solares e da aplicação de inseticidas que os outros estratos. 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