Indicadores abióticos de desertificação na bacia hidrográfica do Pajeú, Pernambuco, Brasil
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Geografia
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/25990 |
Resumo: | Apesar de o tema da desertificação ser estudado em âmbito internacional desde a década de 1970, o consenso sobre o assunto ainda é muito restrito, especialmente quando se trata da definição dos indicadores de desertificação. Desde a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desertificação em 1977, em Nairóbi, no Quênia, os indicadores de desertificação constituem tema de estudos e discussões tanto no meio acadêmico/científico, quanto no meio técnico, representado pelas entidades governamentais. Dentre os indicadores de desertificação consensuados na atualidade estão os indicadores abióticos, representados pelos aspectos climáticos, edáficos e hídricos. Neste contexto está fundamentado o objetivo geral deste trabalho: analisar os indicadores climáticos e edáficos de desertificação na bacia do Pajeú. Nesta perspectiva, foram definidos três objetivos específicos: identificar tendência climática na Precipitação, no Índice de Aridez e no Índice de Precipitação Padronizada; identificar o percentual de solo exposto na superfície da bacia e; identificar a perda média de solo por erosão hídrica. Aplicando-se o teste de Mann-Kendall em séries históricas de 1965 a 2014 de 12 localidades, foram encontradas tendências negativas (de diminuição) com significância estatística de 95% para a precipitação e os índices de aridez e de precipitação padronizada em três postos pluviométricos situados na porção sul da bacia, o que mostra que nesta área o volume anual de chuva está diminuindo, pode estar em curso uma mudança da categoria do clima semiárido para árido e, os episódios de seca estão se tornando mais intensos. O solo exposto foi identificado mediante classificação supervisionada e calculando-se o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada. Foi detectado solo exposto em 1,26% da bacia, enquanto que 20,61% da sua superfície está coberta por vegetação rasteira, pastagens e área urbana; 63,57% possui cobertura de caatinga aberta e; 14,48%, por vegetação densa e culturas irrigadas e de vazante. Utilizando-se o programa InVEST SDR foi estimada uma perda média de solo por erosão hídrica entre 0,2 e 2,5 t/ha/ano para os diferentes municípios da bacia. A perda média estimada para a bacia do Pajeú foi de 0,97 t/ha/ano, o que se traduz em uma perda anual de 1.644.261 toneladas de solo por erosão hídrica na bacia. Com a realização deste trabalho espera-se contribuir para o aprimoramento das definições e metodologias que envolvem os indicadores de desertificação, além de subsidiar ações de planejamento e combate à desertificação na região estudada. |
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SOARES, Deivide Beniciohttp://lattes.cnpq.br/2827136340495268http://lattes.cnpq.br/9860653777047562NÓBREGA, Ranyére Silva2018-08-29T18:13:49Z2018-08-29T18:13:49Z2016-11-08https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/25990Apesar de o tema da desertificação ser estudado em âmbito internacional desde a década de 1970, o consenso sobre o assunto ainda é muito restrito, especialmente quando se trata da definição dos indicadores de desertificação. Desde a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desertificação em 1977, em Nairóbi, no Quênia, os indicadores de desertificação constituem tema de estudos e discussões tanto no meio acadêmico/científico, quanto no meio técnico, representado pelas entidades governamentais. Dentre os indicadores de desertificação consensuados na atualidade estão os indicadores abióticos, representados pelos aspectos climáticos, edáficos e hídricos. Neste contexto está fundamentado o objetivo geral deste trabalho: analisar os indicadores climáticos e edáficos de desertificação na bacia do Pajeú. Nesta perspectiva, foram definidos três objetivos específicos: identificar tendência climática na Precipitação, no Índice de Aridez e no Índice de Precipitação Padronizada; identificar o percentual de solo exposto na superfície da bacia e; identificar a perda média de solo por erosão hídrica. Aplicando-se o teste de Mann-Kendall em séries históricas de 1965 a 2014 de 12 localidades, foram encontradas tendências negativas (de diminuição) com significância estatística de 95% para a precipitação e os índices de aridez e de precipitação padronizada em três postos pluviométricos situados na porção sul da bacia, o que mostra que nesta área o volume anual de chuva está diminuindo, pode estar em curso uma mudança da categoria do clima semiárido para árido e, os episódios de seca estão se tornando mais intensos. O solo exposto foi identificado mediante classificação supervisionada e calculando-se o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada. Foi detectado solo exposto em 1,26% da bacia, enquanto que 20,61% da sua superfície está coberta por vegetação rasteira, pastagens e área urbana; 63,57% possui cobertura de caatinga aberta e; 14,48%, por vegetação densa e culturas irrigadas e de vazante. Utilizando-se o programa InVEST SDR foi estimada uma perda média de solo por erosão hídrica entre 0,2 e 2,5 t/ha/ano para os diferentes municípios da bacia. A perda média estimada para a bacia do Pajeú foi de 0,97 t/ha/ano, o que se traduz em uma perda anual de 1.644.261 toneladas de solo por erosão hídrica na bacia. Com a realização deste trabalho espera-se contribuir para o aprimoramento das definições e metodologias que envolvem os indicadores de desertificação, além de subsidiar ações de planejamento e combate à desertificação na região estudada.CAPESAlthough the issue of desertification has been internationally studied since the 1970s, the consensus on the subject is still very small, especially when it comes to the definition of desertification indicators. Since the United Nations Conference on Desertification held in 1977 in Nairobi, Kenya, desertification indicators have been subject of studies and discussions in the academic / scientific community, as in technical environments, represented by government entities. Abiotic indicators are among desertification indicators recognized today, represented by climatic, edaphic and water aspects. In this context, the aim of this study was to analyze the climate and soil desertification indicators in the Pajeú Basin, the largest river basin in the state of Pernambuco, fully inserted in the semiarid region, being susceptible to desertification. Three specific aims were defined: to identify climate trend in Rainfall, Aridity Index and Standardized Precipitation Index; to identify the percentage of soil exposed on the basin surface and to identify the average soil loss by erosion. By applying the Mann-Kendall test in historical series from 1965 to 2014 of 12 locations, negative trends were found (decrease) with statistical significance of 95% for precipitation and aridity indices and standardized precipitation in three rain gauge stations located in the southern portion of the basin, which shows concluding that in this area the annual rainfall volume is decreasing, which may mean that this area is undergoing a change of category from semi-arid to arid climate and drought episodes are becoming more intense. Exposed soil was identified by supervised classification and calculating the Normalized Difference Vegetation Index. Exposed soil was detected in 1.26% of the basin, while 20.61% of its surface is covered by ground vegetation, grassland and urban areas; 63.57% have open caatinga coverage; 14.48% by dense vegetation and irrigated and drought cultures. Average soil loss by erosion between 0.2 and 2.5 t / ha / year for the different municipalities of the basin was estimated using the InVEST SDR software. The average soil loss estimated for the Pajeú basin was 0.97 t / ha / year, which means an annual loss of 1,644,261 tons of soil by water erosion in the basin. With this work, we hope to contribute to the improvement of definitions and methodologies involving desertification indicators, in addition to supporting actions of planning and combating desertification in the study region.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em GeografiaUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessGeografiaDesertificaçãoSolos – DegradaçãoSolos – UmidadeSolos – ErosãoClima de regiões áridasIndicadores abióticos de desertificação na bacia hidrográfica do Pajeú, Pernambuco, Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILTESE Deivide Benicio Soares.pdf.jpgTESE Deivide Benicio Soares.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1240https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/25990/5/TESE%20Deivide%20Benicio%20Soares.pdf.jpg99ae2044fb503f7024a3a09fee3a55ddMD55ORIGINALTESE Deivide Benicio Soares.pdfTESE Deivide Benicio Soares.pdfapplication/pdf6437838https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/25990/1/TESE%20Deivide%20Benicio%20Soares.pdf4766ae6b72766ec8b5bd4ca362fa9b1dMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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Apesar de o tema da desertificação ser estudado em âmbito internacional desde a década de 1970, o consenso sobre o assunto ainda é muito restrito, especialmente quando se trata da definição dos indicadores de desertificação. Desde a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desertificação em 1977, em Nairóbi, no Quênia, os indicadores de desertificação constituem tema de estudos e discussões tanto no meio acadêmico/científico, quanto no meio técnico, representado pelas entidades governamentais. Dentre os indicadores de desertificação consensuados na atualidade estão os indicadores abióticos, representados pelos aspectos climáticos, edáficos e hídricos. Neste contexto está fundamentado o objetivo geral deste trabalho: analisar os indicadores climáticos e edáficos de desertificação na bacia do Pajeú. Nesta perspectiva, foram definidos três objetivos específicos: identificar tendência climática na Precipitação, no Índice de Aridez e no Índice de Precipitação Padronizada; identificar o percentual de solo exposto na superfície da bacia e; identificar a perda média de solo por erosão hídrica. Aplicando-se o teste de Mann-Kendall em séries históricas de 1965 a 2014 de 12 localidades, foram encontradas tendências negativas (de diminuição) com significância estatística de 95% para a precipitação e os índices de aridez e de precipitação padronizada em três postos pluviométricos situados na porção sul da bacia, o que mostra que nesta área o volume anual de chuva está diminuindo, pode estar em curso uma mudança da categoria do clima semiárido para árido e, os episódios de seca estão se tornando mais intensos. O solo exposto foi identificado mediante classificação supervisionada e calculando-se o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada. Foi detectado solo exposto em 1,26% da bacia, enquanto que 20,61% da sua superfície está coberta por vegetação rasteira, pastagens e área urbana; 63,57% possui cobertura de caatinga aberta e; 14,48%, por vegetação densa e culturas irrigadas e de vazante. Utilizando-se o programa InVEST SDR foi estimada uma perda média de solo por erosão hídrica entre 0,2 e 2,5 t/ha/ano para os diferentes municípios da bacia. A perda média estimada para a bacia do Pajeú foi de 0,97 t/ha/ano, o que se traduz em uma perda anual de 1.644.261 toneladas de solo por erosão hídrica na bacia. Com a realização deste trabalho espera-se contribuir para o aprimoramento das definições e metodologias que envolvem os indicadores de desertificação, além de subsidiar ações de planejamento e combate à desertificação na região estudada. |
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