Direito à cidade em unidades de conservação (UCs): percepção socioambiental de frequentadores das UCs do Recife
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Desenvolvimento e Meio Ambiente
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/61983 |
Resumo: | O Direito à Cidade é um conceito que destaca o acesso equitativo aos recursos urbanos, a participação democrática na configuração e gestão das cidades e o acesso a direitos básicos. Entretanto, Recife, bem como outras cidades brasileiras, possui diversos entraves para a plena manifestação do Direito à Cidade, algo observável quando se verifica alguns indicadores sociais básicos, como o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Dessa forma, a presente pesquisa tem como objetivo central analisar a aplicação do Direito à Cidade no Recife. Para tanto, foram feitos dois recortes. O primeiro foi um recorte espacial. Desse modo, o ponto de referência da pesquisa foram as Unidades de Conservação (UCs) do Recife, em especial duas delas, pois se compreende que UCs são aliadas do Direito à Cidade, por desempenharem um papel fundamental no contexto brasileiro, sobretudo na manutenção de espaços de convivência, segurança e contato com bens naturais. O outro recorte foi temático, visto que o Direito à Cidade é um conceito muito abrangente, então houve uma atenção mais detida sobre dois direitos sociais específicos assegurados constitucionalmente, leia-se o lazer e o bem-estar. A pesquisa, assim, buscou caminhar em harmonia com as metas globais dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 3 (Saúde e Bem- estar) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis). Frente ao exposto, para o alcance do objetivo central da pesquisa, foram utilizadas técnicas de pesquisa bibliográfica e documental, e em paralelo a aplicação e coleta direta de dados, através de questionários semiestruturados, a fim de ter acesso às perspectivas dos visitantes das UCs acerca da forma de como estes se relacionam e usufruem desses espaços. Para a interpretação dos dados, foram utilizados recursos estatísticos, bem como o método de análise de dados de Bardin. Os resultados demonstraram que as UCs carecem de equipamentos urbanos que gerem uma real conexão com os visitantes, os quais se mostram alheios ao processo de gestão por uma ausência de diálogo entre o Poder Público e os citadinos. Além disso, parte majoritária dos visitantes alegou tem consciência da importância de áreas verdes na cidade, como parques, mas não terem conhecimento das funções sociais das UCs ou, mesmo, de quais são os seus próprios direitos enquanto cidadãos (Direito à Cidade). Com isso, conclui-se que a integração das pessoas com os espaços urbanos depende da participação ativa do Poder Público com o fito de incentivar a participação social, promover o bem-estar e atender às necessidades gerais da população, de modo a permiti-los gozar daquilo que se entende como Direito à Cidade.O Direito à Cidade é um conceito que destaca o acesso equitativo aos recursos urbanos, a participação democrática na configuração e gestão das cidades e o acesso a direitos básicos. Entretanto, Recife, bem como outras cidades brasileiras, possui diversos entraves para a plena manifestação do Direito à Cidade, algo observável quando se verifica alguns indicadores sociais básicos, como o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Dessa forma, a presente pesquisa tem como objetivo central analisar a aplicação do Direito à Cidade no Recife. Para tanto, foram feitos dois recortes. O primeiro foi um recorte espacial. Desse modo, o ponto de referência da pesquisa foram as Unidades de Conservação (UCs) do Recife, em especial duas delas, pois se compreende que UCs são aliadas do Direito à Cidade, por desempenharem um papel fundamental no contexto brasileiro, sobretudo na manutenção de espaços de convivência, segurança e contato com bens naturais. O outro recorte foi temático, visto que o Direito à Cidade é um conceito muito abrangente, então houve uma atenção mais detida sobre dois direitos sociais específicos assegurados constitucionalmente, leia-se o lazer e o bem-estar. A pesquisa, assim, buscou caminhar em harmonia com as metas globais dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 3 (Saúde e Bem- estar) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis). Frente ao exposto, para o alcance do objetivo central da pesquisa, foram utilizadas técnicas de pesquisa bibliográfica e documental, e em paralelo a aplicação e coleta direta de dados, através de questionários semiestruturados, a fim de ter acesso às perspectivas dos visitantes das UCs acerca da forma de como estes se relacionam e usufruem desses espaços. Para a interpretação dos dados, foram utilizados recursos estatísticos, bem como o método de análise de dados de Bardin. Os resultados demonstraram que as UCs carecem de equipamentos urbanos que gerem uma real conexão com os visitantes, os quais se mostram alheios ao processo de gestão por uma ausência de diálogo entre o Poder Público e os citadinos. Além disso, parte majoritária dos visitantes alegou tem consciência da importância de áreas verdes na cidade, como parques, mas não terem conhecimento das funções sociais das UCs ou, mesmo, de quais são os seus próprios direitos enquanto cidadãos (Direito à Cidade). Com isso, conclui-se que a integração das pessoas com os espaços urbanos depende da participação ativa do Poder Público com o fito de incentivar a participação social, promover o bem-estar e atender às necessidades gerais da população, de modo a permiti-los gozar daquilo que se entende como Direito à Cidade. |
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Dessa forma, a presente pesquisa tem como objetivo central analisar a aplicação do Direito à Cidade no Recife. Para tanto, foram feitos dois recortes. O primeiro foi um recorte espacial. Desse modo, o ponto de referência da pesquisa foram as Unidades de Conservação (UCs) do Recife, em especial duas delas, pois se compreende que UCs são aliadas do Direito à Cidade, por desempenharem um papel fundamental no contexto brasileiro, sobretudo na manutenção de espaços de convivência, segurança e contato com bens naturais. O outro recorte foi temático, visto que o Direito à Cidade é um conceito muito abrangente, então houve uma atenção mais detida sobre dois direitos sociais específicos assegurados constitucionalmente, leia-se o lazer e o bem-estar. A pesquisa, assim, buscou caminhar em harmonia com as metas globais dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 3 (Saúde e Bem- estar) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis). Frente ao exposto, para o alcance do objetivo central da pesquisa, foram utilizadas técnicas de pesquisa bibliográfica e documental, e em paralelo a aplicação e coleta direta de dados, através de questionários semiestruturados, a fim de ter acesso às perspectivas dos visitantes das UCs acerca da forma de como estes se relacionam e usufruem desses espaços. Para a interpretação dos dados, foram utilizados recursos estatísticos, bem como o método de análise de dados de Bardin. Os resultados demonstraram que as UCs carecem de equipamentos urbanos que gerem uma real conexão com os visitantes, os quais se mostram alheios ao processo de gestão por uma ausência de diálogo entre o Poder Público e os citadinos. Além disso, parte majoritária dos visitantes alegou tem consciência da importância de áreas verdes na cidade, como parques, mas não terem conhecimento das funções sociais das UCs ou, mesmo, de quais são os seus próprios direitos enquanto cidadãos (Direito à Cidade). Com isso, conclui-se que a integração das pessoas com os espaços urbanos depende da participação ativa do Poder Público com o fito de incentivar a participação social, promover o bem-estar e atender às necessidades gerais da população, de modo a permiti-los gozar daquilo que se entende como Direito à Cidade.O Direito à Cidade é um conceito que destaca o acesso equitativo aos recursos urbanos, a participação democrática na configuração e gestão das cidades e o acesso a direitos básicos. Entretanto, Recife, bem como outras cidades brasileiras, possui diversos entraves para a plena manifestação do Direito à Cidade, algo observável quando se verifica alguns indicadores sociais básicos, como o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Dessa forma, a presente pesquisa tem como objetivo central analisar a aplicação do Direito à Cidade no Recife. Para tanto, foram feitos dois recortes. O primeiro foi um recorte espacial. Desse modo, o ponto de referência da pesquisa foram as Unidades de Conservação (UCs) do Recife, em especial duas delas, pois se compreende que UCs são aliadas do Direito à Cidade, por desempenharem um papel fundamental no contexto brasileiro, sobretudo na manutenção de espaços de convivência, segurança e contato com bens naturais. O outro recorte foi temático, visto que o Direito à Cidade é um conceito muito abrangente, então houve uma atenção mais detida sobre dois direitos sociais específicos assegurados constitucionalmente, leia-se o lazer e o bem-estar. A pesquisa, assim, buscou caminhar em harmonia com as metas globais dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 3 (Saúde e Bem- estar) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis). Frente ao exposto, para o alcance do objetivo central da pesquisa, foram utilizadas técnicas de pesquisa bibliográfica e documental, e em paralelo a aplicação e coleta direta de dados, através de questionários semiestruturados, a fim de ter acesso às perspectivas dos visitantes das UCs acerca da forma de como estes se relacionam e usufruem desses espaços. Para a interpretação dos dados, foram utilizados recursos estatísticos, bem como o método de análise de dados de Bardin. Os resultados demonstraram que as UCs carecem de equipamentos urbanos que gerem uma real conexão com os visitantes, os quais se mostram alheios ao processo de gestão por uma ausência de diálogo entre o Poder Público e os citadinos. Além disso, parte majoritária dos visitantes alegou tem consciência da importância de áreas verdes na cidade, como parques, mas não terem conhecimento das funções sociais das UCs ou, mesmo, de quais são os seus próprios direitos enquanto cidadãos (Direito à Cidade). Com isso, conclui-se que a integração das pessoas com os espaços urbanos depende da participação ativa do Poder Público com o fito de incentivar a participação social, promover o bem-estar e atender às necessidades gerais da população, de modo a permiti-los gozar daquilo que se entende como Direito à Cidade.The Right to the City is a concept that emphasizes equitable access to urban resources, democratic participation in the shaping and management of cities, and access to basic rights. However, Recife, as well as other Brazilian cities, faces several obstacles to the full realization of the Right to the City, which is evident when examining some basic social indicators, such as the Municipal Human Development Index. Thus, this research aims to analyze the implementation of the Right to the City in Recife. To do so, two approaches were taken. The first was a spatial approach. Therefore, the focal point of the research was the Conservation Units (UCs) of Recife, especially two of them, as UCs are seen as allies of the Right to the City, playing a fundamental role in the Brazilian context, particularly in maintaining spaces for social interaction, safety, and contact with natural assets. The other approach was thematic, as the Right to the City is a very comprehensive concept, so there was a closer look at two specific social rights constitutionally guaranteed, namely leisure and well- being. The research thus aimed to align with the global targets of the Sustainable Development Goals (SDGs), especially SDG 3 (Good Health and Well-being) and SDG 11 (Sustainable Cities and Communities). In order to achieve the central objective of the research, bibliographic and documentary research techniques were used, alongside the application and direct collection of data through semi-structured questionnaires, aiming to access the perspectives of UC visitors regarding how they relate to and enjoy these spaces. Statistical resources were used for data interpretation, as well as Bardin's data analysis method. The results showed that the UCs lack urban facilities that foster a real connection with visitors, who appear disconnected from the management process due to a lack of dialogue between the Public Authority and the city residents. Additionally, the majority of visitors claimed to be aware of the importance of green areas in the city, such as parks, but they did not have knowledge of the social functions of UCs or even their own rights as citizens (Right to the City). It is concluded that the integration of people with urban spaces depends on the active participation of the Public Authority in order to encourage social participation, promote well-being, and meet the general needs of the population, thus allowing them to enjoy what is understood as the Right to the City.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Desenvolvimento e Meio AmbienteUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessDireito à CidadeÁreas ProtegidasPercepção ambientalDireito à cidade em unidades de conservação (UCs): percepção socioambiental de frequentadores das UCs do Recifeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPECC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/61983/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52TEXTDISSERTAÇÃO Gabriel Marques dos Ramos.pdf.txtDISSERTAÇÃO Gabriel Marques dos Ramos.pdf.txtExtracted texttext/plain236581https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/61983/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Gabriel%20Marques%20dos%20Ramos.pdf.txt1d47aaa30f731f510f7fcc3e31939478MD54THUMBNAILDISSERTAÇÃO Gabriel Marques dos Ramos.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Gabriel Marques dos Ramos.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1252https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/61983/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Gabriel%20Marques%20dos%20Ramos.pdf.jpgf073bafba10a548ab0add9abee520702MD55ORIGINALDISSERTAÇÃO Gabriel Marques dos Ramos.pdfDISSERTAÇÃO Gabriel Marques dos Ramos.pdfapplication/pdf6623893https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/61983/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Gabriel%20Marques%20dos%20Ramos.pdfaa3f1ee8594a679c2cc97df166305ef1MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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O outro recorte foi temático, visto que o Direito à Cidade é um conceito muito abrangente, então houve uma atenção mais detida sobre dois direitos sociais específicos assegurados constitucionalmente, leia-se o lazer e o bem-estar. A pesquisa, assim, buscou caminhar em harmonia com as metas globais dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 3 (Saúde e Bem- estar) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis). Frente ao exposto, para o alcance do objetivo central da pesquisa, foram utilizadas técnicas de pesquisa bibliográfica e documental, e em paralelo a aplicação e coleta direta de dados, através de questionários semiestruturados, a fim de ter acesso às perspectivas dos visitantes das UCs acerca da forma de como estes se relacionam e usufruem desses espaços. Para a interpretação dos dados, foram utilizados recursos estatísticos, bem como o método de análise de dados de Bardin. Os resultados demonstraram que as UCs carecem de equipamentos urbanos que gerem uma real conexão com os visitantes, os quais se mostram alheios ao processo de gestão por uma ausência de diálogo entre o Poder Público e os citadinos. Além disso, parte majoritária dos visitantes alegou tem consciência da importância de áreas verdes na cidade, como parques, mas não terem conhecimento das funções sociais das UCs ou, mesmo, de quais são os seus próprios direitos enquanto cidadãos (Direito à Cidade). Com isso, conclui-se que a integração das pessoas com os espaços urbanos depende da participação ativa do Poder Público com o fito de incentivar a participação social, promover o bem-estar e atender às necessidades gerais da população, de modo a permiti-los gozar daquilo que se entende como Direito à Cidade.O Direito à Cidade é um conceito que destaca o acesso equitativo aos recursos urbanos, a participação democrática na configuração e gestão das cidades e o acesso a direitos básicos. Entretanto, Recife, bem como outras cidades brasileiras, possui diversos entraves para a plena manifestação do Direito à Cidade, algo observável quando se verifica alguns indicadores sociais básicos, como o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Dessa forma, a presente pesquisa tem como objetivo central analisar a aplicação do Direito à Cidade no Recife. Para tanto, foram feitos dois recortes. O primeiro foi um recorte espacial. Desse modo, o ponto de referência da pesquisa foram as Unidades de Conservação (UCs) do Recife, em especial duas delas, pois se compreende que UCs são aliadas do Direito à Cidade, por desempenharem um papel fundamental no contexto brasileiro, sobretudo na manutenção de espaços de convivência, segurança e contato com bens naturais. O outro recorte foi temático, visto que o Direito à Cidade é um conceito muito abrangente, então houve uma atenção mais detida sobre dois direitos sociais específicos assegurados constitucionalmente, leia-se o lazer e o bem-estar. A pesquisa, assim, buscou caminhar em harmonia com as metas globais dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 3 (Saúde e Bem- estar) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis). Frente ao exposto, para o alcance do objetivo central da pesquisa, foram utilizadas técnicas de pesquisa bibliográfica e documental, e em paralelo a aplicação e coleta direta de dados, através de questionários semiestruturados, a fim de ter acesso às perspectivas dos visitantes das UCs acerca da forma de como estes se relacionam e usufruem desses espaços. Para a interpretação dos dados, foram utilizados recursos estatísticos, bem como o método de análise de dados de Bardin. Os resultados demonstraram que as UCs carecem de equipamentos urbanos que gerem uma real conexão com os visitantes, os quais se mostram alheios ao processo de gestão por uma ausência de diálogo entre o Poder Público e os citadinos. Além disso, parte majoritária dos visitantes alegou tem consciência da importância de áreas verdes na cidade, como parques, mas não terem conhecimento das funções sociais das UCs ou, mesmo, de quais são os seus próprios direitos enquanto cidadãos (Direito à Cidade). Com isso, conclui-se que a integração das pessoas com os espaços urbanos depende da participação ativa do Poder Público com o fito de incentivar a participação social, promover o bem-estar e atender às necessidades gerais da população, de modo a permiti-los gozar daquilo que se entende como Direito à Cidade. |
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