Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas
| Ano de defesa: | 2010 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/64986/0013000000f3c |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4006 |
Resumo: | Esta dissertação tem o objetivo de analisar as concepções, perspectivas e dimensões da inclusão digital de jovens de escolas públicas de Pernambuco que participam de projetos dessa natureza. Apresenta uma discussão quanto à relação contemporânea da Cibercultura no contexto das tecnologias digitais mediadas pelas ações culturais da sociedade e da educação em relação a um determinado grupo social: jovens. Este é um grupo social influenciado pelos interesses do capital, na formação de uma mão de obra informatizada. O corpo teórico da dissertação apresenta discussões acerca da sociedade informacional para o contexto tecnológico do ciberespaço e da cibercultura, que passa a ter um impacto nas possibilidades de educação de jovens de escolas públicas. Discutimos também a inclusão digital e inclusão social como um processo informacional não tecnocrático, buscando perceber as concepções da inclusão social num processo de humanização e desumanização da inclusão digital, numa perspectiva de superação de uma inclusão perversa e subalterna das tecnologias a grupos sociais excluídos. Escolhemos como campo de análise dois projetos que promovem a inclusão digital para jovens de escolas públicas: O CLICidadão, do Espaço Ciência e o OJE - Olimpíadas de Jogos Digitais e Educação. Os sujeitos da pesquisa são jovens estudantes que participam desses projetos. Realizamos entrevistas semi-estruturadas, grupo focal e formulários online para capturar as perspectivas e concepções dos jovens. Analisamos os dados com o auxílio da técnica de Análise de Conteúdos, à luz de uma matriz pautada em quatro capitais: social, técnico, cultural e intelectual a partir de três dimensões: técnica, cognitiva e econômica. Essa matriz visualizada nas concepções e perspectivas dos jovens nos faz perceber as dimensões da pesquisa e dos projetos na informatização de estudantes jovens de escolas públicas. Chegamos à conclusão que os dois projetos pesquisados efetivam a inclusão digital, pois existe uma proposta de informatização aliada à formação dos jovens inscritos. No projeto CLICidadão percebemos que os jovens possuem uma concepção de inclusão digital que contempla as dimensões de análise. Quanto ao projeto OJE, percebemos que a concepção de inclusão digital aliada à inclusão social não contempla todas as dimensões de análise. O importante é perceber que os projetos vão além do aspecto técnico, mas ainda não possuem uma visão crítica de inclusão digital numa perspectiva totalmente emancipatória, pois, embora a dimensão da empregabilidade esteja aliada a outras dimensões, essa perspectiva ainda limita os jovens a uma inclusão subalterna e perversa |
| id |
UFPE_b583c8bc9bc32f4a07290971a020e2f6 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufpe.br:123456789/4006 |
| network_acronym_str |
UFPE |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| repository_id_str |
|
| spelling |
CUNHA, Cybelle Regina Carvalho daPADILHA, Maria Auxiliadora Soares2014-06-12T17:17:59Z2014-06-12T17:17:59Z2010-01-31Regina Carvalho da Cunha, Cybelle; Auxiliadora Soares Padilha, Maria. Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Tecnológica, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4006ark:/64986/0013000000f3cEsta dissertação tem o objetivo de analisar as concepções, perspectivas e dimensões da inclusão digital de jovens de escolas públicas de Pernambuco que participam de projetos dessa natureza. Apresenta uma discussão quanto à relação contemporânea da Cibercultura no contexto das tecnologias digitais mediadas pelas ações culturais da sociedade e da educação em relação a um determinado grupo social: jovens. Este é um grupo social influenciado pelos interesses do capital, na formação de uma mão de obra informatizada. O corpo teórico da dissertação apresenta discussões acerca da sociedade informacional para o contexto tecnológico do ciberespaço e da cibercultura, que passa a ter um impacto nas possibilidades de educação de jovens de escolas públicas. Discutimos também a inclusão digital e inclusão social como um processo informacional não tecnocrático, buscando perceber as concepções da inclusão social num processo de humanização e desumanização da inclusão digital, numa perspectiva de superação de uma inclusão perversa e subalterna das tecnologias a grupos sociais excluídos. Escolhemos como campo de análise dois projetos que promovem a inclusão digital para jovens de escolas públicas: O CLICidadão, do Espaço Ciência e o OJE - Olimpíadas de Jogos Digitais e Educação. Os sujeitos da pesquisa são jovens estudantes que participam desses projetos. Realizamos entrevistas semi-estruturadas, grupo focal e formulários online para capturar as perspectivas e concepções dos jovens. Analisamos os dados com o auxílio da técnica de Análise de Conteúdos, à luz de uma matriz pautada em quatro capitais: social, técnico, cultural e intelectual a partir de três dimensões: técnica, cognitiva e econômica. Essa matriz visualizada nas concepções e perspectivas dos jovens nos faz perceber as dimensões da pesquisa e dos projetos na informatização de estudantes jovens de escolas públicas. Chegamos à conclusão que os dois projetos pesquisados efetivam a inclusão digital, pois existe uma proposta de informatização aliada à formação dos jovens inscritos. No projeto CLICidadão percebemos que os jovens possuem uma concepção de inclusão digital que contempla as dimensões de análise. Quanto ao projeto OJE, percebemos que a concepção de inclusão digital aliada à inclusão social não contempla todas as dimensões de análise. O importante é perceber que os projetos vão além do aspecto técnico, mas ainda não possuem uma visão crítica de inclusão digital numa perspectiva totalmente emancipatória, pois, embora a dimensão da empregabilidade esteja aliada a outras dimensões, essa perspectiva ainda limita os jovens a uma inclusão subalterna e perversaporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessCiberculturaInclusão DigitalInclusão SocialJovensInclusão perversa e subalternaCibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo78_1.pdf.jpgarquivo78_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1182https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/4006/4/arquivo78_1.pdf.jpged5793e70771f5dff35e8a18dbce2515MD54ORIGINALarquivo78_1.pdfapplication/pdf872995https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/4006/1/arquivo78_1.pdff16cbcd4e17cc2745392a103f7ef0088MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/4006/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo78_1.pdf.txtarquivo78_1.pdf.txtExtracted texttext/plain314663https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/4006/3/arquivo78_1.pdf.txt9a5cb5325fea7412b50ce47e5e4eb459MD53123456789/40062019-10-25 12:52:20.221oai:repositorio.ufpe.br:123456789/4006Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T15:52:20Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas |
| title |
Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas |
| spellingShingle |
Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas CUNHA, Cybelle Regina Carvalho da Cibercultura Inclusão Digital Inclusão Social Jovens Inclusão perversa e subalterna |
| title_short |
Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas |
| title_full |
Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas |
| title_fullStr |
Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas |
| title_full_unstemmed |
Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas |
| title_sort |
Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas |
| author |
CUNHA, Cybelle Regina Carvalho da |
| author_facet |
CUNHA, Cybelle Regina Carvalho da |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
CUNHA, Cybelle Regina Carvalho da |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
PADILHA, Maria Auxiliadora Soares |
| contributor_str_mv |
PADILHA, Maria Auxiliadora Soares |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Cibercultura Inclusão Digital Inclusão Social Jovens Inclusão perversa e subalterna |
| topic |
Cibercultura Inclusão Digital Inclusão Social Jovens Inclusão perversa e subalterna |
| description |
Esta dissertação tem o objetivo de analisar as concepções, perspectivas e dimensões da inclusão digital de jovens de escolas públicas de Pernambuco que participam de projetos dessa natureza. Apresenta uma discussão quanto à relação contemporânea da Cibercultura no contexto das tecnologias digitais mediadas pelas ações culturais da sociedade e da educação em relação a um determinado grupo social: jovens. Este é um grupo social influenciado pelos interesses do capital, na formação de uma mão de obra informatizada. O corpo teórico da dissertação apresenta discussões acerca da sociedade informacional para o contexto tecnológico do ciberespaço e da cibercultura, que passa a ter um impacto nas possibilidades de educação de jovens de escolas públicas. Discutimos também a inclusão digital e inclusão social como um processo informacional não tecnocrático, buscando perceber as concepções da inclusão social num processo de humanização e desumanização da inclusão digital, numa perspectiva de superação de uma inclusão perversa e subalterna das tecnologias a grupos sociais excluídos. Escolhemos como campo de análise dois projetos que promovem a inclusão digital para jovens de escolas públicas: O CLICidadão, do Espaço Ciência e o OJE - Olimpíadas de Jogos Digitais e Educação. Os sujeitos da pesquisa são jovens estudantes que participam desses projetos. Realizamos entrevistas semi-estruturadas, grupo focal e formulários online para capturar as perspectivas e concepções dos jovens. Analisamos os dados com o auxílio da técnica de Análise de Conteúdos, à luz de uma matriz pautada em quatro capitais: social, técnico, cultural e intelectual a partir de três dimensões: técnica, cognitiva e econômica. Essa matriz visualizada nas concepções e perspectivas dos jovens nos faz perceber as dimensões da pesquisa e dos projetos na informatização de estudantes jovens de escolas públicas. Chegamos à conclusão que os dois projetos pesquisados efetivam a inclusão digital, pois existe uma proposta de informatização aliada à formação dos jovens inscritos. No projeto CLICidadão percebemos que os jovens possuem uma concepção de inclusão digital que contempla as dimensões de análise. Quanto ao projeto OJE, percebemos que a concepção de inclusão digital aliada à inclusão social não contempla todas as dimensões de análise. O importante é perceber que os projetos vão além do aspecto técnico, mas ainda não possuem uma visão crítica de inclusão digital numa perspectiva totalmente emancipatória, pois, embora a dimensão da empregabilidade esteja aliada a outras dimensões, essa perspectiva ainda limita os jovens a uma inclusão subalterna e perversa |
| publishDate |
2010 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2010-01-31 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2014-06-12T17:17:59Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2014-06-12T17:17:59Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.citation.fl_str_mv |
Regina Carvalho da Cunha, Cybelle; Auxiliadora Soares Padilha, Maria. Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Tecnológica, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010. |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4006 |
| dc.identifier.dark.fl_str_mv |
ark:/64986/0013000000f3c |
| identifier_str_mv |
Regina Carvalho da Cunha, Cybelle; Auxiliadora Soares Padilha, Maria. Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Tecnológica, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010. ark:/64986/0013000000f3c |
| url |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4006 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFPE instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) instacron:UFPE |
| instname_str |
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| instacron_str |
UFPE |
| institution |
UFPE |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| collection |
Repositório Institucional da UFPE |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/4006/4/arquivo78_1.pdf.jpg https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/4006/1/arquivo78_1.pdf https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/4006/2/license.txt https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/4006/3/arquivo78_1.pdf.txt |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
ed5793e70771f5dff35e8a18dbce2515 f16cbcd4e17cc2745392a103f7ef0088 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 9a5cb5325fea7412b50ce47e5e4eb459 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| repository.mail.fl_str_mv |
attena@ufpe.br |
| _version_ |
1866186181182488576 |